EXTRA: MÁ NOTÍCIA PARA OS PAULISTANOS: LIMITE DE 40 km/h NA ZONA CENTRAL DA CIDADE A PARTIR DE AMANHÃ

Foto: wiresntyres.com



A foto mostra placas de limite de velocidade variável, segundo as condições, numa autoestrada inglesa. Mas, o que tem a foto com o título deste post? Tudo.

O portal UOL noticiou hoje que a partir de amanhã (21) a velocidade máxima em 14 vias do centro de São Paulo baixará da atual 50 km/h para 40 km/h, naquelas que os "inteligentes" engenheiros da Companhia de Engenharia de Tráfego dizem constituir a "rótula central" (eta nome pomposo...).

Claro, aí começam os "especialistas" a dar opinião, como o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego ((Abramet), José Montal, que disse que a redução de velocidade "segue uma recomendação internacional", mas, claro, sem dizer de onde ela veio. "'Pesquisas revelam que 95% das pessoas se salvam em acidentes envolvendo veículos com velocidade de cerca de 30 km/h. Mas 99% morrem quando os carros estão a 64 km/h', cita ele, que relata a preservação da vida como sendo o principal ganho da medida". Mas não informa que pesquisas são essas. Certamente são de uma reles ONG de país onde é usado o sistema inglês de medidas, pois 64 km/h é 40 milhas por hora.

E continua na sua "defesa" pela redução de velocidade: "Acima deste limite, se perde o controle relacionado a esses riscos", acrescenta. Segundo ele, diz a reportagem do UOL, a medida pode ainda trazer ganhos financeiros aos cofres públicos. "Os acidentes de trânsitos custam cerca de 1,5% a 2% do PIB [Produto Interno Bruto] de um país. Gastos que estão relacionados com o pagamento de indenização, internações e até invalidez". Ele também não diz de onde tirou essa.

Mas, sejamos justos, ele acertou na mosca quando disse que a medida pode trazer ganhos financeiros aos cofres públicos....

Mas pérola das pérolas ficou por conta do "consultor e especialista em trânsito" Horácio Augusto Figueira. Veja o que ele diz, conforme publicado no portal: "A velocidade média dos carros nos horários de pico é de 15 km/h, portanto o limite de 40 km/h é só uma ilusão". Para ele, diz a reportagem, mesmo fora dos períodos de maior movimento, por conta do grande número de semáforos a velocidade média na região é de 20 km/h. O resto das barbaridades pode ser lido aqui.

Muito bem, e a foto de abertura o post, o que ela tem, afinal, a ver com esse assunto? As placas de limite de velocidade não exibem um número fixo, mas variável conforme as condições do momento. Se o objetivo é dar mais segurança a pedestres e ciclistas — muito louvável, diga-se —, que se adote o limite de velocidade variável. Imagine-se ter de trafegar a 40 km/h às 11 horas da noite, ou de madrugada. A velocidade máxima variável é o que uma autoridade de trânsito decente ou honesta aplicaria num caso desses.

Só que com isso praticamente não haveria autuações por excesso de velocidade na "rótula". Não teria nenhum sentido para a administração da cidade...

Leitores de fora de São Paulo, desculpem-me por abordar um assunto local, mas é bom saberem que essa patologia, a de atacar o bolso do cidadão por meio de redução de velocidade, é altamente contagiosa. Fiquem atentos nas suas cidades.

BS

63 comentários :

  1. Pois é, nada tem a ver a velocidade média com a velocidade máxima.
    Doce ilusão querer que pico seja igual à média.
    Afinal, carros aceleram e param instantaneamente, não é?

    Já tive oportunidade de ter aulas com alguns dos maiores especialistas em transportes no país, mas eles são frequentemente ignorados até dentro da USP... Político não quer saber de coisa certa não. Não entende.

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  2. O mais "legal" é o argumento do "especialista": REDUZIR A VELOCIDADE É UMA TENDÊNCIA MUNDIAL. Acho que depois de 495 anos, estamos vivendo uma nova "Epidemia de Dança", só que agora é uma epidemia contra carros e motoristas. Eis o que foi a Epidemia de Dança, segundo uma notícia recente:

    http://noticias.terra.com.br/ciencia/epidemia-de-danca-ha-495-anos-pessoas-requebravam-ate-a-morte,13493422714df310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

    Tirando o fato de que começou na Europa, não é interessante a semelhança?

    André.

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  3. Vamos voltar à Lei da Bandeira Vermelha se depender dessa turma anti-automóvel.

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    1. Quieto, amigo, não dê ideias...
      Brincadeiras à parte, era exatamente o que eu ia comentar.

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  4. Não consigo imaginar o que seja trafegar a 40 km/h. São Paulo realmente vai parar e a cidade acabar...

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    1. Vamos a pé?

      (ironia)

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    2. Vai de bicicleta, patins, patinete ou de skate - é mais rápido que os carros a 40.

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    3. com os carros à 40km/h, de fato a bicicleta é bem mais ágil. pois de bike a pessoa não pára pra esperar pedestre atravessar a via, apenas desvia. passa em qualquer local, tendo ciclo-faixa ou não, calçada... e quem tá com pressa, 40km/h não é tão dificil de atingir numa boa bicicleta em piso plano... triste.

      acho q é essa a intenção dos "ciclo-ativistas", porém eles não se importam com o fato de que nem todo mundo pode, quer, ou tem condições de se deslocar pela cidade de bicicleta.

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  5. Oi Bob. Cada vez mais tenho nojo e vergonha da cidade onde moro. Fiz uma coisa que estava com vontade e não sei se vai dar certo. E desculpe pela ousadia. Indiquei seu nome para ser entrevistado pelo Jô Soares.

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    1. Fabio Alexandre, muito boa ideia. Se o Bob estiver de acordo, adoraria vê-lo ser entrevistado.
      Abraço,
      André.

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    2. Fabio Alexandre, muito boa ideia. Se o Bob estiver de acordo, adoraria vê-lo ser entrevistado.
      Abraço,
      André.

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    3. Macumbinha21/10/13 11:34

      Se o Adiposo deixasse o Bob falar, renderia um ótimo programa. Mas isso é tão incerto quanto bom senso na CET.

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  6. So posso agradecer por nao precisar trafegar nessa cidade. Uma capital com esse limite... nesse ponto, goiania e brasilia estao bem melhor.

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    1. Por enquanto... a epidemia se espalha rapidamente.
      André.

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  7. E realmente, isto não está acontecendo só em São Paulo (capital). Só para dar alguns exemplos: em Porto Alegre, o vereador Marcelo Sgarbossa (PT) propôs a redução do limite de velocidade nas vias urbanas (50 km/h para carros e 40 km/h para caminhões). Hoje fui passear em São Roque e, além das inúmeras lombadas na Raposo Tavares, me deparei com um limite de 50 km/h nos trechos desta e de outra rodovia que passam por esta cidade e a seguinte frase: "um só limite, um só objetivo: segurança". Minha atenção tamém foi "só uma": pisar no breque em vários momentos para o ponteiro não ultrapassar esse "um só limite".... Em São José dos Campos, reduções de velocidades também...Em Fortaleza, também, vias onde se podia andar a 80, agora não pode passar de 60 km/h....Já se espalhou....
    Leiam a Superinteressante edição de agosto/2013 - 111 ideias que valem ouro - todas essas barbaridades que constam nesta reportagem estão lá, como IDEIAS DE OURO!!
    Os carros evoluem, ficam mais seguros e os limites caem. Sem falar que muitas destas propostas incluem a instalação de "redutores físicos" de limite de velocidade nas vias.
    Com tanta redução de velocidade à vista, será mais viável abandonar o carro e instituir apenas o transporte por charretes, bicicletas, patinetes, carrinhos de rolimã, patins e skate nas áreas urbanas.
    Parece piada, mas meu pai foi assaltado às 5:30 da manhã, sendo que anunciaram o assalto quando reduziu a velocidade ao passar por uma lombada recém-instalada em uma avenida próxima e descobri que vários outros motoristas foram assaltados no mesmo local por conta da dita cuja. Diante deste exemplo, se não nos dão o básico, a segurança de sair na rua (quem dirá a pé), será que estão assim tão preocupados com segurança no trânsito e do pedestre?
    André.

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    1. Kantynho0021/10/13 08:11

      E desde quando a máfia política que está instalada nesse país quer saber da pesssoa ou cidadão?
      Quer mais é que o ser se lasque e se estudar a história verá que escravos eram mais valorizados nos tempos idos...afinal...tinham valor...hoje em dia....

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  8. Enquanto isso, cidades menores que São Paulo AUMENTAM o limite de velocidade das ruas a fim de melhorar a fluidez do trânsito: http://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/radares-de-ponta-grossa-estao-com-novos-limites-de-velocidade/2823179/

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    1. Isso precisava acontecer aqui em São Paulo, também...

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    2. Enquanto isto, em um certo país que nasceu para abrigar condenados e fundou um partido para defender os interesses dos automobilistas...
      http://motordream.uol.com.br/noticias/ver/2013/10/16/com-192-km-de-extensao-estrada-na-australia-nao-tera-limite-de-velocidade

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    3. Bauru não é exemplo de nada em questão de trânsito, mas curiosamente algumas lombadas foram retiradas de algumas vias. Talvez tenham percebido que o problema de retenção de fluxo que ocorria era muito pior que eventuais e raríssimos malucos correndo demais.

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  9. Antônimo do Anônimo21/10/13 00:55

    Cada vez menos sinto vontade de morar aí, ou ao menos perto daí. A prefeitura faz os cidadãos de palhaços, faz praticamente as pessoas desistirem de andar de carro, mas segue de olho no IPVA e nas multas... quase uma máfia... ridículo.
    Por essas e outras que prefiro ganhar menos e ter melhor qualidade de vida no interior. Aliás, nem aqui, uma cidade com 100 mil hab. temos que conviver com limites de ridículos 40 km/h nas principais vias...

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  10. Kantynho0021/10/13 08:07

    Acho que está na hora de fazer como já comentaram em post´s por aqui... todo mundo que tem qualquer tipo de transporte "individual" (que é "coisa do demônio") ir para o transporte coletivo e ver o que acontece!
    Quando não chegar para trabalhar e o patrão perguntar...é patrão...não deu...ônibus lotado...me deixou na rua...
    Quando precisar de uma entrega ou assistência técnica...é cliente...não deu...ônibus e metro lotado...fiquei na rua...
    Quando precisar de médico...é...não deu...morreu na rua...ficou esperando o coletivo...
    E por aí vai...

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  11. BS, acho que nem precisa pedir desculpas. São Paulo apenas está à frente das outras cidades na severidade dos problemas de tráfego, e essas medidas "tapa rombo com biombo" já estão na cabeça de prefeitos de praticamente todas as capitais e demais cidades de grande porte. Medidas como rodízio, pedágio urbano, etc., devem começar a pipocar Brasil afora em pouco tempo. Acho que comentar sobre São Paulo é só o primeiro passo de conscientização do resto dos motoristas do Brasil.

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  12. Não sou de São Paulo, mas o que a população poderia fazer num caso desses?

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    1. Boa pergunta, mas eis aqui algo que aconteceu em Santos logo quando começou a farra dos radares, há mais de 10 anos: tem uma avenida na entrada da cidade a qual era famosa pelo alto índice de atropelamentos e acidentes, porque realmente, muitos idiotas realmente faziam da via uma pista de corrida. Portanto algo necessitava ser feito. Muito bem.
      Ocorre que logo quando os radares surgiram, viram aí uma excelente oportunidade de negócio e meteram um radar de 40 km/h. O que aconteceu? O índice de multas subiu à estratosfera. Notem, até então, o objetivo não era EDUCAR. Pois bem, foram tempos de inferno e muitas multas injustas, até que os radares começaram a receber TIROS e serem depredados. O limite subiu para 50 km/h na região dos famigerados radares, portanto, um limite mais justo.
      Estamos vivendo na época dos absurdos! Vejam o caso desse laboratório que invadiram por fazer testes com animais. Fecharam a Raposo Tavares, causaram um baita transtorno no final de semana. Nem entro no mérito da causa de se fazer testes com animais, é algo a ser discutido. Mas o que me chama atenção é que mais de 100 pessoas morrem assassinadas em SP após serem roubadas, milhares de pessoas se submetem a pegar onibus lotadas (sendo mais maltratadas que animais), menores que matam e saem impunes, educação precária, enchentes e mortes na estação das chuvas, pessoas vivendo com esgoto a céu aberto em vários locais, e ninguém protesta, ninguém faz nada.... Agora, quando se trata dos cachorros do laboratório em questão, a ação é imediata. Alguém consegue me explicar o que está acontecendo???????

      André.

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    2. Primeiramente, não votar no PT, segundamente não acreditar em campanhas de coletivos como Existe Amor em SP (que difamou o Russomanno quando este estava em primeiro), uma vez que tais entidades ditas da sociedade civil também estão sob controle do PT.
      Já no longo prazo, exigir a redução dos cargos comissionados para que a influência política se reduza na tocada da coisa pública e que o trânsito fique a cuidado exclusivamente de órgãos públicos (CET tem caráter privado) e de gente que de fato seja do setor (os tais que são desprezados até mesmo pela USP).

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    3. Quanto amor....geralmente, esses que se escondem atrás de campanhas politicamente corretas, cheias de amor e vontade de melhorar a sociedade, tentando impor os seus ideais "goela abaixo", são os fdps mais perigosos. Ainda mais em tempos nos quais a minoria que grita mais leva....
      André.

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  13. Bob
    Sou brasiliense e aqui há uma praga infernal que já se tornou epidemia: são os pardais. Ocorre que a imprensa martela diuturnamente na cabeça da população a ideia de que "velocidade mata" e o cidadão comum, que não se liga no tema automóvel vs trânsito, acaba comprando a ideia. O resultado é que a cidade está infestada de pardais, com limites absurdamente reduzidos de velocidade e, pior, com a aprovação da maioria da população.
    No meu entender, o que mata é imperícia aliada a imprudência. Há momentos e locais em que circular a 40km/h é já extremamente arriscado, assim como há outros em que se pode tranquila e seguramente circular a 140/150km/h. Como nem todos têm o descernimento, a perícia e a prudência necessárias, as "otoridades especialistas" encontram a justificativa para atravancar o trânsito e aumentar a renda, nivelando por baixo todos os condutores.
    Como pode ser argumentado que a instalação de painéis eletrônicos de informação de limite de velocidade é cara, que tal usar uma ideia mais simples e extremamente barata? Fazer como em alguns países da Europa, em que há limites para pista seca/visibilidade normal, tipo 130km/h e outro para pista molhada/visibilidade prejudicada, 110km/h ou mesmo 90km/h. Estes limites constam de placas de sinalização à beira das rodovias, não há necessidade de operador e são de fácil compreensão e manutenção. Claro que as velocidades devem ser adequadas ao tipo de local do trecho de estrada.
    O único "prejuízo" seria para a arrecadação, pois os malditos pardais teriam que ser regulados para o limite máximo, sem considerar as reduções. Será que conseguimos ser inteligentes a este ponto?
    Escrevo isto porque todo o que ocorre em SP tende a realmente se espalhar para todo o país, principalmente estas ideias "inteligentes".

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  14. Ontem assisti um pedaço de um programa de humor onde os humoristas recrutaram um jogador de golfe para jogar uma partida nos buracos da cidade de SP.

    Na bandeira postada nos buracos havia a foto do prefeito Haddad, em pose de arrogância.

    Achei uma boa tirada os cara falando que eles estavam cansados de levar no buraco e estavam botando as bolas no buraco do prefeito.

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    1. Para quem não viu, que veja agora. Creio que até o fim do ano completem 18 buracos.

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  15. É a INDUSTRIA da MULTA S/A, que precisa extorquir cada vez mais os Paulistanos de bem.
    Votaram no PT agora aguentem!

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    1. Eu nao votei e tenho que agüentar do mesmo jeito
      O que voce me sugere?

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    2. Eu também não votei. Talvez a solução seja morar em alguma outra capital que não seja governada pelo referido partido nem tenha cultura de demonização ao automóvel.

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  16. Gostei da possibilidade de implementar velocidade variável ou recomendável, mas sem multas. Quanto a questão dos novos limites de velocidade máxima permitida em algumas ruas de São Paulo, não acredito que isto deverá melhorar ou piorar a situação do trânsito caótico naquela cidade, mas acredito que deverá reduzir o número de acidentes de trânsito.

    A redução da velocidade máxima permitida em locais onde há trânsito intenso aumentará o tempo médio de veículos em movimento e reduzirá o tempo médio de veículos parados em trânsito, portanto não haverá ganho ou perda no tempo de viagem.

    Uma boa alternativa seria educar motoristas, com o objetivo de reduzir a imprudência e consequentemente o número de vítimas de acidentes de trânsito. Deste modo não haveria necessidade multar ou redefinir velocidade máxima permitida em vias urbanas de intenso movimento.

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    1. Já foi demonstrado que afeta sim. Menor velocidade significa mais retenção.

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    2. Cite um artigo cientifico que prove isso que menor velocidade afeta.. Todos que vi até agora indicam o contrário. Menor velocidade e menos retenções é melhor que maior velocidade com muitos sinaleiros. Ou seja é mais facil planejar o fluxo com velocidades baixas e com poucos sinaleiros. Vi em artigos com modelos simulados em computador e em áreas testes.

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    3. Cite você um artigo científico. Os semáforos vão continuar lá, não se esqueça.

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  17. Coincidentemente, estou aqui na região da "Rótula Central" de SP hoje. O marketing está a todo vapor. Está cheio de faixas fazendo propaganda da medida benéfica tentando desesperadamente vender a ideia.
    André.

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  18. Bondade sua, Bob, chamar isso de "administração da cidade"...... Se isso é administrar a cidade, queria ver o que seria se apropriar da cidade......

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  19. E o Rio também dá sua dose de contribuição na campanha contra os carros: serão desativadas mais 2,8 mil vagas do sistema Rio-Rotativo (além das 1,7 mil já desativadas), na região do Centro, para "estimular o uso do transporte público". Bando de F.D.P! Arrecadar, querem. Que tal se o estímulo ao uso do transporte público fosse dado assim: só se paga I.P.V.A proporcional aos dias que usou o carro. Carro na garagem, isenção.

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    1. O comércio logo vai sentir os efeitos desta "contribuição". Ou iremos de busão fazer comprar carregando um monte de caixas e sacolas? Isso que não estou considerando que o transporte público é excelente e cobre todas as áreas. Vale aquela famosa: "no business, no parking".
      Vamos ter que comer muita m**** até se darem conta do que estão fazendo.
      André

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  20. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Marcos 15:34

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  21. Sugestão de placa a ser colocada em todos os acessos ao perímetro urbano de São Paulo:
    "Deixai fora toda esperança, vós que entrais".

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  22. Dá vontade de tampar a placa e andar sentando a madeira!!! Eu realmente tô ficando irritado com essas medidas baseadas em pesquisas sem referências...

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  23. Daniel San21/10/13 12:47

    Bob,essas estatísticas que eles mostram são como os biquínis: o que mostram é interessante,mas o que escondem é fundamental...

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  24. Será que avisaram ao Sr. Dr José Montal que, se andarmos a "zero" km/h, não teremos acidentes? Pois com certeza é esse o raciocínio do "nobre colega". Por Deus, deixem os carros como estão! Apenas EDUQUEM os motoristas! Se velocidade fosse sinônimo de insegurança, as "autobahn" seriam condenação à morte! Também sou médico, e depois dessa acho que vou mudar é de país...

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  25. Ia comentar que seria bom se pelos menos sincronizassem os semáforos para a nova velocidade.
    Mas estou certo de que não farão.

    Somos pioneiros em algumas soluções, uma delas são os semáforos que se desligam na chuva!

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  26. A Administração Municipal atual de SP tem uma raiva insana dos carros. O pior é que esse tipo de lei acaba ganhando destaque na TV e se espalha por todo o Brasil. Gente, o Brasil acabou.

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  27. Na BR que corta Ubatuba - SP, uma rodovia federal, colocaram vários radares de 40Km/h. Imagina vc trafegando a 80 e se depara com uma radar de 40.
    Resultado muito $$$$ para o DNIT.
    O correto seria manter a velocidade de 80km/h, fazer uma ciclovia decente, com proteção de concreto de 1m de altura, e ao lado desta uma calçada larga e iluminada para caminhadas.
    Mas isso gera despesa enquanto os radares lucro. Simples assim: fazer o correto o governo não quer, mas arrecadar....

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  28. Novo lema da CET... "Inteligência, não tenho, a burrice é o que me resta..."

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    1. Xiii! Imagina quando eles começarem a pensar, sai de perto...

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  29. Educar os pedestres ninguém quer né? Entendo que existe muitos motoristas imprudentes e sem habilidade nenhuma, porém vejo muitos pedestres atravessando a rua de qualquer forma, invadindo a rua sem olhas para os lados e fora da faixa de segurança. Na maioria dos acidentes envolvendo pedestres que presenciei, posso dizer com certeza que em 90% dos casos o pedestre foi o culpado pelo acidente.

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    1. Isso sem contar aqueles que veem o carro perto e, por ver o carro perto, aí sim avançam, como se quisessem se suicidar.

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  30. Enquanto isso, a demonização continua fora de controle. Desta vez, quem tenta efetuar a "lavagem cerebral contra os carros são os autores Alexander Lafer Frankel e Leão Serva. Está nas livrarias, na seção de autoajuda (minha nossa), a mais nova grande obra literária: "Como Viver em São Paulo sem Carro". Pela introdução, deve ser um conteúdo altamente intelectual. Eis aqui a sinopse do que os digníssimos escreveram:

    "Nos últimos tempos, milhares de paulistanos têm mudado seus habitos de locomoção para fugir dos grandes congestionamentos. Adotam metrô, ônibus, bicicleta ou caminhada. Sua vida é facilitada pelo esforço de heróis da mobilidade, que criam soluções para quem decidiu abandonar o carro para ser mais feliz".

    André.

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  31. Bom, não há dúvidas de que o centro de SP é um lugar riquíssimo e poderoso, mas ele não se sustenta sozinho. Como o nome diz, é o "centro da cidade", não um burgo frequentado apenas por quem mora na região ou próximo de algum metrô. Se o governo continuar dificultando que as pessoas que moram mais afastadas e PRECISAM do carro, cheguem e trafeguem por ele, podem ter a certeza que a cidade vai regredir muito.

    Agora, liberar vans e ônibus particulares, ninguém quer né?

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  32. Mas é lógico que a 30 km/h reduz-se os ferimentos em acidente! A 20 km/h então, sai-se praticamente ileso de qualquer impacto, mesmo sem o uso do cinto de segurança. Só que existe uma coisa chamada bom senso (não sei se o douto presidente da Abramet sabe o que isso significa...), que nos permite escolher velocidades dignas para circulação dos veículos, um compromisso entre segurança e fluidez do trânsito.

    Estamos ferrados, é cada dia mais uma surpresa desagradável no trânsito brasileiro... Enquanto esses especialistas de plantão estiverem à frente do planejamento, com essas pesquisas "Acredite se quiser...", a carnificina no trânsito brasileiro só irá aumentar, enquanto dirigir tornar-se-á cada vez mais penoso para o motorista consciente.

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    1. Corsário Viajante22/10/13 11:35

      Pois é, é o que sempre falo, a melhor forma de evitar morrer é não viver. É isso que estão fazendo. Se ficar todo mundo parado não haverá nenhum acidente. Lógica doentia fruto da união extremada e paradoxal dos órfãos da URSS e agora adeptos de um capitalismo de estado. NO fundo, apenas fazer governo arrecadar mais com multa e gastar menos com hospital.

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  33. Lorenzo Frigerio21/10/13 23:47

    Deixei um comentário hoje na "Folha"... para a coisa ficar completa, precisariam instalar "mata-burros" em todas as entradas e saídas da rótula central. Quando o ilustríssimo sr. Prefeito e sua entourage por ali passassem, a caminho do trabalho ou de casa, BINGO!

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  34. Bob, só para completar o absurdo, a velocidade na Paulista cairá de 60 para 50 km/h. Sim, eles estão querendo tornar a vida do motorista um inferno, mas fazer corredor de ônibus que é bom, nada.

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  35. E eu aqui de novo com a minha teoria evolucionária.
    "Eis a prova de que a espécie humana esta involuindo, os carros e as vias melhoram e os acidentes aumentam", esta de dizer que aumentou o número de carros não cola, quem sabe o que faz passa incolume por uma multidão, quem não sabe se machuca sozinho.
    Além do mais, acidentes graves acontecem com as vias com pouco movimento, não com elas engarrafadas e andando 0,5km/h.
    Super-protegido o imbecil sobrevive, casa com uma imbecil e gera um imbecilzinho, que por sua vz também cresce e casa.....mais e mais imbecis.
    Acosta

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  36. Bob, aqueles que têm ódio por automotores irão se contorcer ainda mais quando virem que o IPEA descobriu que 54% dos domicílios brasileiros têm um carro ou moto na garagem. Se não tivéssemos rios que são praticamente mares internos, como o Amazonas, esse número seria ainda maior, mas vamos considerar que nesses ambientes há o transporte particular de um barco de pequeno porte (canoa escavada em tronco, podendo ter ou não um motor de gerador, barco pequeno com motor de popa ou outras coisas que os tornem equivalentes para a água ao que é um carro ou moto para terra firme). E choram os ciclochatos e os haddadetes.

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  37. Já que não pode impedir (ainda) que o povo tenha o seu próprio carro e a sua liberdade de ir e vir, os comunistóides petralhistas começam a dificultar a vida destes, conforme prometeu no início desse ano. Se os cidadãos não se unirem pra botar essas tralhas pra correr do estado, vamos ter saudade do tempo que ainda conseguíamos ao menos andar nem que seja a pé livremente em São Paulo.

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