DE CARRO POR AÍ





End. eletrônico: edita@rnasser.com.br                Fax: +55.61.3225.5511          Coluna 4013  02.out.2013

Melhor, referência, chega o Focus 3
Sempre bom, bem acertado, equilibrado, estável, o Ford Focus chega à terceira geração. Versões hatch 1,6, 16 válvulas, 135 cv, ou opcional 2,0, também 16V, com injeção direta e 178 cv. Câmbio manual 5-marchas ou robotizado, com 6 por duas embreagens.
Feito na Argentina, no 1,6 motor e câmbio brasileiros; 2,0, motor dos EUA complementado no vizinho país, jogo duro contra o gasto de divisas, câmbio alemão Getrag, da Ford, dupla embreagem. Suspensão McPherson frontal, traseira independente multibraço, freios a disco nas 4 rodas com eletrônica de controle — exceto a versão básica, S , direção rápida — umas 2 e ½ voltas de batente a batente —, assistência elétrica.
Estilo melhorado, o sedã tem frente lembrando o Mustang, sem as barras cromadas, e traseira com mais personalidade. Projeto mundial, tem dedo brasileiro nos dois “Z” que ligam os traços nas laterais. Bom coeficiente de resistência ao ar: 0,28. No hatch, lanternas traseiras melhor integradas.
Lançamento argentino em Mendoza, onde 3% é um deserto elegante. Os outros 97%, pedregoso, cenário de western spaghetti. A área reduzida, onde se produz bom vinho Malbec e a torna capital da azeitona e do azeite sul americanos, é regada com a água das geleiras dos Andes, visíveis e a três horas de automóvel. Estradas boas, lisas, sem buracos ou emendas — a corrupção que estraga as nossas ainda não chegou lá —, mas inadequadas ao teste. Deveria ter sido ao nível do mar para que a maior pressão atmosférica mostrasse a realidade do uso. Para os brasileiros, andar 125 km foi apenas referência, pois os automóveis, todos 2,0, eram da frota da Ford na Argentina e, por isto, originais ao consumo de gasolina pura, no caso a Fangio, 98 octanas, diferindo dos nacionais aptos à miscela de álcool e gasolina.
O motor 2.0 será referência, reunindo conceitos importantes, como a injeção direta, e a novidade tecnológica da partida a frio — até 10 graus negativos —, sem o humilhante tanquinho de gasolina, ou pré-aquecimento do sistema ou dos bicos. Partida a seco, válvulas fechadas, impressionante pressão de injeção. Para ideia, se um turbo sopra pressão de uma atmosfera, a injeção se dá a equivalente a 150 turbos! O combustível se microvaporiza e ignita. Potência aumentou em ambos os motores. O Sigma 1,6, e ótima configuração, todo em alumínio, feito na pioneira fábrica do dr Jorge Rezende, em Taubaté, SP vem ganhando potência. Chegou aos 135/131 cv (álcool/gasolina), com uso de tecnologia humana: respira e expira melhor por aumento dos dutos. O 2,0 é referência em tecnologia não apenas pela potência relativa à cilindrada, mas como primeiro flex com injeção direta em todo o mundo. Torque bom, 21,5 m·kgf a gasolina e 22,5, a álcool. Não havia hatches com motor 1.6 disponíveis.
Observações de uso superficial, 4 pessoas — prestigiado pela equipe de design liderada pelo João Marcos Ramos — há qualidades que avultam: as sensações de condução, a firmeza na rolagem, os ótimos freios, direção precisa, e o motor, plano, suave, enchendo desde as baixas rotações, mudando as marchas do cambio robotizado Powershift ao máximo de 6.750 rpm — sem tranco, tanto nas mudanças ascendentes, quanto as descendentes até engrazar a primeira marcha. A carroceria é rígida, sem torcer prejudicando a vedação termo-sonora, um dos pontos altos da rolagem confortável do sedã.
Rodas em aro 17" ou 18”, liga leve, pneus com baixo atrito, tem altura para dialogar com nossas vias subdesenvolvidas e auxiliam na redução de consumo.
Versões e subversões tornam impossível listar diversos conteúdos, do freio a disco nas 4 rodas às luzes em LED, o sistema de estacionar sozinho, tela de oito polegadas, para controle, controle de voz, recursos como perceber o baixo nível de combustível e indicar os postos de abastecimento mais próximos, coisas que vem permeando dos automóveis mais caros aos teoricamente destinados à classe média. O leque de preços se abre a R$ 69.900 para o sedã S. 74.990 para o SE; Titanium a R$ 81.990. Sobre versão pacote completo, 89.990.
Nos hatch 1,6 S, câmbio manual 5-marchas, R$ 60.990. Câmbio Powershift 6m e mais eletrônica, R$ 66.990. SE R$ 69.990. SE 2,0 cambio Powershift R$ 73.990; com seis almofadas de ar R$ 75.990; Titanium R$ 79.990.
Há a se considerar ponto importante: é automóvel em ascensão, melhor que os anteriores. Curiosidade na indústria automobilística, se usado o parâmetro do tempo de garantia para medir qualidade, os carros argentinos são melhores que os alemães: no Focus garantia de três anos; nos Mercedes C, apenas um ...
Concorrente, todos, do inexplicável líder Toyota, ao Golf 7ª. geração, e novo Citroën C4 Lounge, Peugeot 408, Honda Civic, Mitsubishi Lancer.


Ford Focus, maior, melhor
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O finor de nossas novas marcas
A Mercedes foi a terceira das marcas finas, com produtos ditos Premium, a comunicar seu projeto.  BMW foi pioneira; a Audi a seguiu. Mercedes, dia 1º de outubro comunicou à presidente Dilma investir R$ 500M para implantar fábrica nova no pequeno município de Iracemápolis — 20.000 habitantes —, lindeiro a Limeira, 50 km de Campinas, 150 km da capital paulista. São Paulo superou Santa Catarina por conta de bom programa de incentivos. Em 2016 fará a próxima geração do Classe C — a ser mostrada no Salão de Detroit, janeiro, e o recém-apresentado utilitário esportivo GLA. 20 mil unidades/ano, por 1.000 funcionários, anunciou Andreas Renschler, do board da matriz e encarregado de produção, com bênçãos de Philipp Schiemer, novo presidente da Mercedes no Brasil e número 1 para a América do Sul.
BMW começou instalar-se em Araquari, SC, sem anunciar produto. Investirá 200M de euros — uns R$ 615M —, para fazer 30 mil unidades anuais. Audi, ao contrário, informou-os antes de aplicar R$ 550M em obras na associada Volkswagen, em São José dos Pinhais — onde há cada vez mais Josés e menos Pinhais —, no fazer sedã A3 e utilitário esportivo Q3, projetando vender 26 mil unidades/ano em 2015. Outras interessadas, Land Rover estuda implantação, sem definir local ou produto. Volvo desistiu: não terá operação brasileira e freqüentará o mercado com reduzido percentual. Fácil entender, é recente aquisição por capital chinês e um desdobrar industrial com novos investimentos enfraquece seu caixa.
Alfa virá por mãos de sua controladora Fiat.
Volkswagen anunciou revisar e ampliar fábrica para seu produto de topo, o Golf sétima edição, base mecânica compartilhada com os Audi A3. Também fará o Tiguan. Aplicará R$ 500 M no acerto para a nova plataforma MQB, sem projetar produção e vendas.

Peculiar ?
O Brasil se inscreve na história do automóvel em maneira própria: abriga a maior variedade de marcas vindas de continentes diversos, convívio entre secular e alemã Mercedes com recentes e questionáveis chineses. Porém, principal, vexatório, é o não ter indústria ou produto próprios. O país tem tudo para isto: competência, conhecimento, matéria-prima, instalações, pessoal aplicado e do ramo dedicando-se a melhorar os produtos alienígenas. Caso único no mundo, humilhante posição de barriga de aluguel.
O Governo Federal, a quem caberia diretrizes para preservar o pouco que houve – Gurgel, Puma etc. — e as condições para marca nacional, vai bem, obrigado, pensando em sucessão e novos empregos a seus titulares.


Mercedes GLA
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Roda-a-Roda
Começou – Sociedade entre a PSA — Peugeot/Citroën — e a GM gera primeiro produto: pequeno utilitário esportivo sobre plataforma e mecânica de Citroën C3. Na prática um produto, três caracterizações — Citroën, Peugeot e GM Opel. Desta, modelo será o Mokka. Em 2016 e em Saragoça, Espanha.
Negócio – O juntar interesses busca economia de US$ 2B/ano com sinergias, capacidades, compras, logística, desenvolvimento de produtos comuns.
Aqui – Impasse com os metalúrgicos de São José dos Campos, SP, pode levar a GM exercitar sinergias junto à PSA na fábrica em Porto Real, RJ, onde esta faz o novo Citroën C3. Daí sairá o próximo motor GM: Peugeot três cilindros, 1,0.
Kia + 15 – Relatório sobre as “100 Melhores Marcas Globais” mostra 15% de valoração da marca Kia, indo da 87ª à 83ª posição, calçado por bom projeto de difusão da marca junto a clientes jovens. Valor projetado é US$ 4,7B.
Golf – Antes da produção local Volkswagen iniciou importar o Golf geração 7,  mostrando-o por campanha de lançamento, identificado como a reunião do melhor que existe na marca. É evoluído em formulação, comportamento e segurança, motores com injeção direta e turbo. Leque amplo, R$ 67.900 na versão 1,4, 16 V, injeção direta turbo, seis marchas, manual, a R$ 94.900 com o 2,0 mesma conformação, câmbio robotizado com duas embreagens.
Adianto – O motor 1,4 será produzido no país, pioneiro com a injeção direta de combustível. O tema da campanha é o intraduzível “The Very Best”.
Poder – Steven Armstrong, presidente da Ford Brasil, novo responsável pela marca na América do Sul, como o eram seus antecessores Marcos de Oliveira e Antônio Maciel. Fluirão melhor os processos de importar picape Ranger e novo Focus, feitos na Argentina e Brasil como maior mercado.
P’ra cima – O fator determinante aos investimentos em novas fábricas e produtos, em especial os Premium, novo nome para o antigo Luxo, é o risonho momento do mercado brasileiro, 4º. no mundo, e onde se prevê crescer 4,5% do mercado interno até 2016.
P’ra frente - Os ditos BRIC — Brasil, Rússia, Índia, China e, de carona África do Sul —, liderarão as vendas no futuro, diz a consultoria global KPMG. O Brasil deve manter posição até 2020. As barreiras de importação e os acenos do mercado interno justificam o aporte sem riscos.
Multi – Empresa gaúcha multinacional, a Marcopolo dá passo inicial no mercado australiano, com filial para distribuir seus ônibus. Começou macio, adquirindo 75% de produtor local, aprenderá, fará substituição gradual.
Salve – Apresentou-os no Australia Bus & Coach Show, salão do ônibus em Sydney. Os ônibus brasileiros adequados a meio ambiente adverso e grandes distâncias, tem muito a ver com as condições australianas. Lá, por comando inglês, direção e controles ficam ao lado direito.
Cerâmica – Pastilhas de freio com base cerâmica, grande capacidade de atrito, produzidas por empresa Bosch nos EUA serão vendidas no Brasil. Para veículos com demanda severa, caminhões e ônibus, sistema tem lâmina para evitar vibrações e ruídos do atrito da pastilha com o disco.
Não – A Cetesb, empresa de tecnologia e saneamento ambiental de São Paulo, barrou atacadistas de ferrosos em participar do programa de renovação da frota de caminhões no Estado. Vocação é o desmonte e a reciclagem dos caminhões saídos de circulação. Empresas reclamam. Parece cartel.
Parece... – Substituto visual do envelopamento — o revestir veículos com película de outra cor ou fosca —, o Dip Shine é emborrachamento líquido fácil e rapidamente aplicado e removido. Da Autoshine, produtora de ceras e materiais de cuidado com aparência de veículos. Um tubo, R$ 60, pinta duas rodas.
A caminho – Piso estrutural pronto, a fábrica da Nissan em Resende, RJ, aguarda as primeiras prensas. Pesam de 100 a 190 t e exigem transporte especial e lento a partir do porto do Rio. Com estampos, moldarão carrocerias.
Futuro - Nova fábrica, 220 mil m2 de construção, custará R$ 2,6B, quer ser base para a marca conquistar 5% do mercado — hoje seriam 190 mil vendas/ano — a partir de 2016.
Perfeccionismo – Na produção do filme Rush, revivendo a disputa de dois estilos e pilotos na Fórmula 1 — o divertido James Hunt e o comportado Nikki Lauda — a Heuer, há décadas envolvida com a categoria, cedeu exemplares do cronógrafo Full Gold Heuer Carrera para Chris Hemsworth/Hunt e o cronógrafo Heuer Silverstone com Daniel Brühl/Lauda. Também, o equipamento de cronometragem utilizado nos anos ’70. Filme bem feito.
Ouça – A intrusão dos EUA nas comunicações brasileiras provocaram manobra larga da Boeing para não ser afastada da suposta concorrência para a venda de aviões militares e sua tecnologia ao Brasil.
Contorno - Para bom convívio, em Conferência de Inovação Brasil-EUA propôs negócios e tecnologias em biocombustíveis de aviação. O tema existe mas não arranca. O receio de abrasões atrapalhando negócios pode acelerar a ciência.
GenteMarco Antônio Souto Maior, jornalista, passou. OOOO Guerreiro, usou o trabalho para enfrentar insidiosa doença. Ganhou, está em lugar melhor. OOOO Tatiana Carvalho, jornalista, ninho. OOOO Competente na área de relacionamento com a imprensa, deixou a Fiat em Betim, voltando à base familiar em SP. OOOO Joseph Baumann, 53, alemão, engenheiro, do ramo, desafio. OOOO Vice presidente de suprimentos da VW na América do Sul e membro do Conselho Executivo da VW no Brasil. OOOO Emprego para preso chinês, de paciência, para ouvir os porquês das impossibilidades de cumprir prazos ou especificações, típicos aos fornecedores abaixo do Equador. OOOO Ana Cardoso, administradora, mudança. OOOO Gerente de Negócios da Unidade de Rastreamento da Pósitron,  de alarmes. OOOO Quer crescer 70% em 2014. OOOO

RN


A coluna "De carro por ai" é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas. 

19 comentários :

  1. Nasser,
    Focus é algo importante para quem gosta de engenharia, história e tem bom gosto.
    Essa pressão de injeção me preocupa, como comprador de usados, ou "menos taxados". Imagino como será a manutenção fora da rede de concessionários, esses que ainda cobram mais do que precisam. Perigo à vista desconectar uma linha de combustível, ou há válvulas de purga de pressão ? Foi dito algo sobre isso na apresentação técnica ?

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    1. Não vejo muito problema nisso, já que o país tem grande experiência em reparos de bombas rotativas diesel.

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  2. A Alfa Romeo já tem data definida, ou ainda está naquela de um dia volta, mas ninguém sabe quando?

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  3. Quem ainda não sabia que o interesse maior da GM na PSA são seus motores?

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  4. Iracemápolis — 20.000 habitantes.

    Eu tenho pena deles...

    No início, seus moradores se regozijarão pela notícia da implantação da MB em seus domínios, mas certamente, em um futuro próximo, se arrependerão até seus últimos fios de cabelo.

    Em pouco tempo, a cultura da pequena cidadezinha será estraçalhada.

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  5. Só eu no mundo inteiro acho que por questão de identidade o Focus hatch deveria manter as lanternas na coluna? Acho esse o principal traço visual deste veículo, que foi confirmado pela segunda geração.
    Poderia ser algo parecido com os Volvos modernos, em que a lanterna desce das colunas para a tampa do porta-malas "boleando" levemente no canto inferior.

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    1. Anônimo,
      não, você está certo. O hatch deveria manter as lanternas sempre nas colunas. O primeiro Focus tinha um desenho perfeito nessa área, e era uma tremenda marca visual do carro. pena os designers serem liberais nesse ponto.

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    2. Para mim, a frente parece uma evolução do MK2, mas a traseira do hatch destoou, lembra um "Fiestão".

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    3. Concordo com vocês, dizer que ficou mais harmônico tira-las da coluna é, no mínimo, subjetivo. Prefiro nas colunas tbém.
      O sedan continua não me agradando, difícil fazer um sedã médio ficar proporcional e realmente bonito.
      Só me desce o design de sedãs e peruas grandes, como o Jetta ou a Variant, linda, por sinal.

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  6. Concordo com a parte de ter uma fabricante propria. Acho que até hoje não tem porque brasileiro quer sempre inventar e fazer diferente, fibra de vidro é mais leve, mais pratica, é... e a midia manipulada pelas grandes fez os carros brasileiros parecerem inferiores.
    É só fazer algo que todas fazem (receitinha: monobloco, chapa estampada, acabamento modesto, mecanica confiavel e um design sem sal e sem açucar que agrada a todos) por fim, com preços competitivos... aposto que não sobraria gol e uno pra contar historia.
    Pronto, receitinha garantida de sucesso. (Claro, se não tomarem o cuidado com as sabotagens muito vistas nesse segmento)

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    1. Anônimo 04/10/13 14:45,

      O Brasil tinha a FNM estatal, mas aí resolveram vendê-la para a Fiat.

      E olhe que seus caminhões eram líderes absolutos no país e mesmo sendo cópia fiel do Alfa italiano, a fábrica já tinha projetos para o futuro. Sem contar que a fabricação de um carro popular nacional, era só uma questão de tempo.

      Hoje temos a Agrale, sempre esquecida, que fabrica picapes, caminhões e mais um monte de coisas.

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  7. Olha só,..., sobre o Focus, eu sei de gente que diz que ele está (de uma maneira geral) melhor que o novo GOLF. Tenho nada com isso, só estou escrevendo o que tres pessoas me disseram.

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    1. Deixe desse "leva e traz" do que os outros dizem
      Isso e papel de Papagaio de Carvoeiro ou de mulheres candinhas
      Emita e assuma suas próprias opiniões !

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    2. Anônimo, eu nunca tive carro, não tenho dinheiro para comprar carro e provávelmente nunca terei. Apenas gosto e me interesso pelo assunto. Nunca pilotei nem GOlf e nem Focus e por isso não posso dar minha opinião. Eu só escrevi o que me disseram. Não sou Papagaio Carvoeiro e nem sou Mulher. Estou beirando os 50 anos de idade e tenho maturidade o suficiente para assumir minhas posições, idéias e pensamentos, mas infelizmente, não posso opinar sobre esses dois carros.

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    3. Ok
      Me desculpe nao queria ofender
      As vezes falo sem pensar mesmo
      Concordo que Golf e Focus sao grandes carros
      Abraços

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    4. Fica tranquilo...não tomei como ofensa. Apenas fui honesto em tudo que escrevi. Hoje mesmo estava conversando com um funcionário de uma Revendedora que foi enfático: "- Cara, eu esperava mais do Tracker. Você entra dentro dele e pensa que está dentro do Cruze!". Agora a pouco vi algumas imagens, e pelas imagens, tenho que concordar. O mesmo vale para os outros. Eu não tenho carro e nunca entrei em um Tracker. Um abraço.

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  8. É uma pena mas a Ford dormiu nas palhas. A VW tomou toda a atenção da mídia, trouxe um Golf muito mais avançado (ainda que importado) e colocou o Focus no seu devido lugar.

    A Ford já deveria ter importado o Focus nas versões 2.0 e ST lá no ano passado até dar tempo de fabricá-lo na Argentina e chamar a atenção da mídia.

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    1. Sem querer defender o Focus MK3, tanto que tenho me sentido mais atraído pelo Golf VII pelo que tenho lido, mas o que significaria "colocar o Focus em seu devido lugar"?

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    2. Significa que o Golf ficou com o domínio tecnologico e de "status" e o Focus aceitou o 2º lugar. Enquanto a VW determina o preço que quiser para o Golf, a Ford não tem outra saída senão cair na guerra de preço.

      Não que o Focus seja ruim, também penso que ele é muito bom, mas é como disseram com muita ironia num outro artigo: - O Focus é o melhor lançamento do "ano passado".

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