A FELICIDADE É CIRCULAR, PRETA E VAZADA POR DENTRO

O indicador de desgaste da banda de rodagem (TWI): quando ele toca o solo, já passou a hora da troca

Caros leitores, comprei pneus novos.

Poderia só ser um objeto qualquer que todos precisamos comprar nos nossos cotidianos. Ou poderia ser como uma propaganda de alguns anos atrás, que dizia que você não precisava pensar em pneus se usasse aquela marca. Ou que a marca era para quem não queria nem lembrar que pneus existem. Era alguma besteira desse naipe, uma coisa típica dos anti-automóveis, espécie maldita,  em moda hoje. Inimigos da evolução humana.

Amigos, comprei pneus, de uma forma consciente porém desapegada de exigências técnicas exageradas. Carro pequeno, Peugeot 206 SW, de uso diário em ruas e avenidas,  estradas no final de semana, viagens curtas. Nada de roda de dimensão não original, nem para uso esportivo radical. Apenas medidas originais, mais do que suficiente para andar mais rápido que a maioria na maior parte do tempo, já que quase todos se arrastam pelas vias, com um medo de multas que dá até pena. Andam muito abaixo dos limites permitidos, para evitar surpresas, e atravancam tudo. Quando há espaço, passo-os sem dó, mesmo sem acelerar muito. Em uma cidade com o nível de letargia como a atual de São Paulo, um carro mal precisa ter mais de 30 cv nas rodas. Passar os lerdos é fácil como chutar cachorro morto.

Já havia experimentado uns sustos no molhado com os pneus velhos, os P6000, e com 80.000 km rodados, havia chegado a hora do machado para eles.  

Como não sou suicida e o carro é de uso familiar, onde se inclui uma esposa incomparável (só para se ter uma idéia, ela detesta novelas de televisão) e um filho presente do Altíssimo, pneus decentes são absolutamente mandatórios, muito mais importantes do que eu ter ou não um sapato novo.

De forma econômica, procurei pelos 175/65R14 mais baratos que existissem, e obviamente fugi de algumas marcas pouco conhecidas ou que são de grandes fabricantes, porém,  exclusivamente para o mercado de reposição.

Os mais conhecidos e aplicados quando o carro é novo, nas fábricas, são ótimos produtos, e aproveitam para dar uma compensada nos preços, talvez tentando recuperar o pouco que as fábricas pagam para eles. Uma vez me disseram que pneus aro 17, cada vez mais usados por vários fabricantes de carros, não passam de setenta ou oitenta reais de preço de venda para as fábricas. Veja quanto custam na loja, para o “mané” consumidor.....

Aí me lembrei de uma marca interessante, que ficou fora do mercado do Brasil por muito tempo, mas da qual tenho uma história interessante, e, muitos dirão, nada a ver.

Tive um tênis comprado fora do Brasil há muito tempo por um parente que viajara para a Europa. Isso deve ter sido há umas três décadas, pelo menos. Não esperava por ele, e fiquei feliz de ver que não era de marca normal como as que usávamos aqui. Era um Dunlop, bastante comum por lá, e muito conhecido por quem jogava tênis (o esporte de bolinha), e um dos mais famosos fabricantes das bolas e raquetes para esse esporte, que não acompanho em nada, já que me dá um sono incrível. Sim, eu pesquisei para escrever para vocês, mas uma partida realmente não sou capaz de assistir, não me peçam coisas desagradáveis, por favor. 

A qualidade do produto ficou marcada em minha memória tátil e visual, e sempre me lembro dele quando vejo pneus Dunlop em matérias sobre carros fora do Brasil. O meu calçado era muito confortável, macio por dentro e no solado também. Tinha uma ótima aderência e durou muitos anos, mesmo numa época em que eu só usava sapato para ir a casamentos. Hoje, meus tênis duram séculos, já que só "rodam" nos finais de semana. 

Lembrei então que num desses sites de notícias sobre a indústria automobilística, vi que a Dunlop se estabelecera recentemente no Brasil, com fábrica local, e passei a pesquisar o que havia  disponível dessa marca. Tendo sido John Boyd Dunlop o primeiro a fabricar comercialmente um pneu oco e com ar dentro, há mais de 100 anos atrás, e  obtido sucesso com sua fábrica, é de se supor que o produto seja de boa qualidade, algo que nos dá uma segurança apenas pelo pioneirismo e pelo nome, o tal do valor de marca.

Como a planta de produção está próxima de Curitiba, os distribuidores e lojas estão começando a proliferar pela região Sul, mas ainda são poucos em São Paulo.

Juntando a audácia das compras on-line com a preguiça de cruzar a cidade para comprar os tão importantes componentes, utilizei-me dos serviços de nosso eterno estagiário e secretário, o Google, e dei de cara com um site do qual jamais ouvira falar, Itaro.com.br. Empolgado pelo achado e pelas condições de pagamento, pedi imediatamente quatro EC201.

Pneu novo é coisa boa demais. Banda do EC201

Devo dizer que tinha grande chance de dar muita coisa errada. Pneus que não sei de onde viriam, comprado em site que nunca ouvira falar. Mas para corroborar a teoria de que devemos fazer coisas novas sempre de forma a manter o cérebro funcionando, em cinco dias úteis — dentro do prazo prometido —  os pneus estavam entregues em casa, lindos, pretinhos, limpinhos, cheirosos. Aliás, perfume de pneu novo é algo magnífico.

Ao olhar o produto em detalhes, a obrigatória inscrição do país de fabricação mostrou uma surpresa agradável:  Made in Japan. Nesse mundo em que tudo é feito na China, pneus japoneses são algo a se comemorar. Fácil de entender sabendo-se que a Dunlop é parte do grupo Sumitomo de empresas, mas não comum de acontecer.

Deixei  eles por dois dias no porta-malas, aproveitando o perfume, até conseguir ter tempo de passar numa oficina e colocá-los, já que um alinhamento era necessário, o pequeno 206 puxava de leve para a direita, bem sutilmente, mas o suficiente para ter mesmo que alinhar. Aqui, um parêntese.  Diferente dos intervalos que o mercado alardeia, não é necessário balancear pneus e alinhar direção a cada 10.000 km, 15.000 km ou outro número qualquer. Se as rodas não vibram e o carro não puxa para algum lado, não perca tempo nem dinheiro com isso.

Entrou então, a fabulosa cara-metade, que graças a uma brecha em sua agenda de mãe e administradora de um lar e de um marido, levou o carro para a montagem dos lindos borrachudos e alinhamento do sistema de direção na oficina de sua irmã e cunhado. Voltou contente, dizendo que o carro estava muito melhor de dirigir, e mal pude esperar o outro dia para sair com a francesinha.

É quase um carro novo, sem dúvida alguma. Tudo melhora. Menos pressão no acelerador para andar, confirmando a informação da Dunlop que diz que o pneu é de baixa resistência ao rolamento. Freadas e curvas então, nem se fala, vida nova. Claro que eu estava com pneus já muito ruins, sem flexibilidade nos biscoitos, e com grande facilidade a escorregar justamente por isso, e mais ruim ainda no piso molhado, pela baixa profundidade dos sulcos. Mas que esses Dunlop funcionam certinho, não resta dúvida.

A maciez geral de suspensão também aumentou bastante, mesmo usando pressão alta, conforme recomendado pela PSA, mas que irei experimentando com pequenas variações lb/pol² por lb/pol² para ver o que acontece.  Às vezes, uma libra por polegada quadrada a menos melhora o conforto sem atrapalhar demais o restante.

O bacana é que esses pneus chegaram justamente na semana do Dia das Crianças, e eu, infantil com quase cinco décadas de vida, me pego em pleno prazer de brincadeira com os novos Dunlop, dando umas balançadas de propósito para ver como o carro reage.

Andando no molhado, chuva leve de hoje aqui em São Paulo, quarta-feira, comportamento muito bom, sem susto de nenhum tipo, e um ruído delicioso de água sendo comprimida e expelida para fora da banda. Torço agora por um pouco de chuva forte, para ver como funciona na água, e me lembro de duas pessoas importantes no mundo automóvel, com frases ótimas sobre esse único contato entre carro e solo, tão importante e fundamental.

Steve Cropley, sábio jornalista veterano da revista Autocar e dono de carros normais e outros esquisitos, novos e antigos ao longo de sua vida, como Land Rover Defender, Caterham Seven, Citroën Berlingo, Ferrari 308, entre dezenas de outras montarias interessantes. Ele escreveu certa vez que, para melhorar muito um carro usado, basta limpá-lo com capricho, e colocar quatro pneus novos.  

Chico Landi, o incrível piloto que foi o primeiro brasileiro na Fórmula 1, ao participar de provas de longa duração como as Mil Milhas Brasileiras, olhava para o céu antes da prova e dizia: “Tomara que chova, assim não se gasta pneu”. Por essa e outras, ele era carinhosamente conhecido como “Chico Miséria”. Uma figura sem igual!

Então, caro leitor, se você ainda desconfia no poder de um pneu novo, entre para essa seita, e veja o Paraíso diante de vossa face. A felicidade está mais próxima do que você imagina.

JJ

Fotos: pneuz.com.br; Dunlop.com.br

178 comentários :

  1. Pneus fazem muita diferença no comportamento do carro, não só quando pneus velhos são trocados por novos, mas também entre pneus novos de marcas diferentes.
    Minha esposa, ainda solteira, comprou um carro da GM que veio com pneu chinês de fábrica, após ter feito o test-drive num carro com pneu brasileiro. Até ela percebeu a diferença.
    O carro melhorou muito quando antecipei a troca dos pneus e coloquei uma marca brasileira.
    Esses dias o cara da concessionária ligou e perguntou se queríamos trocar o carro por outro zero... não vou repetir o que respondi para ele.

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    1. Marca brasileira, qual? Maggion?

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    2. CSS, o comentário do seu pai me parece preconceituoso. Carros franceses sempre foram bem vendidos na Argentina, em alguns ex-países comunistas e em diversos países africanos. Se fossem tão frágeis e ruins, não durariam. Aliás, o nosso Corcel também é um projeto francês. Pra mim, isso é influência de mexânico avesso a novidades. Em tempo, já tive um Peugeot mais velho (405) e adorava o carro, que era bastante simples de mexer e as peças, baratas para um carro dessa categoria.

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    3. Anônimo17/10/13 07:36,
      Coloquei pneus Goodyear num autocenter autorizado da marca, que tive o prazer de projetar. A marca é americana mas o pneu foi feito em Americana, no Brasil mesmo. E antes que me esqueça: você é um chato de galochas - chinesas.

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    4. Anônimo17/10/13 08:13
      O comentário original parece ter sido apagado, porém não é porque esse modelos são bem vendidos em alguns mercados que os torna carros robustos. Não estou criticando os carros em sí, mas que os carros franceses tem fama de frágeis, isso tem. E não só no Brasil, na Europa, nos EUA, até mesmo na Argentina apesar de bem vendidos não é por causa da robustez.
      Não significa que automaticamente os carros sejam um lixo como alguns gostam de generalizar, signifrica somente que os carros franceses não tem na robustez como característica prponderant. Porém possuem outras.

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  2. Há muito eu não lia um artigo do início ao fim, sem desviar a atenção. Ótimo, obrigado.

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    1. Gustavo Serra,
      eu é que agradeço de coração, valeu !

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    2. Não, Juvenal Jorge. Nós é que agradecemos. Não inverta a situação, por favor. Cronicas deliciosas como essa sua são presentes raros. De serem degustadas, mesmo, vagarosamente.

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    3. Juvenal.
      Muito bom mesmo. Acrescento meus comentários ao dos colegas. Além de um conserto que vou ter que fazer no parachoque de meu carro, estava justamente pensando em fazer algo com relação aos pneus e agora tenho algumas informações importantes, graças a esta sua reportagem.
      Sobre o alinhamento de direção, muito bem colocado, havia percebido que não precisa seguir aquela regra rígida de alinhamento/balanceamento a cada 10000 km, já me desprendi dessa regra e não tive prejuízos (nas minhas circunstâncias de uso do carro). Mas o que vejo é que tentam enfiar essa ideia na cabeça de todos a qualquer custo.

      Andre.

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  3. Pôxa devem ser bons mesmo esses Pneus!
    Troquei os pneus do meu carro em março , instalei da marca goodyear comprados no wall mart ,balanceei os conjuntos roda/pneus , conferi o alinhamento das suspenções diant/tras ,rodo 60km por dia no asfalto aceitavel da velha Dutra ,mesmo assim demorou exatos 1200km para os pneus "sentarem"no chão, cheguei até a consultar o pessoal especializado de lojas de pneus, que me alertaram que os produtos vendidos no supermercado eram segunda linha,mas enfim, na proxima troca experimentarei a novidade.

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    1. totiy,
      procure mais opiniões, não fique apenas com a minha, por favor.

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    2. Como assim, o que eles querem dizer com isso? Que um Goodyear GPS 3 vendido no supermercado é diferente de um vendido por eles? "Lojas especializadas" também vendem Kelly (marca barata de propriedade da Goodyear).

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    3. Corsário Viajante17/10/13 14:50

      Essa é uma questão eterna, se os pneus do carrefour, wal-morte e outros são inferiores.
      Os super-mercados juram que não.
      Os revendedores de pneus juram que sim.
      Assim fica difícil, cada um puxa a sardinha pro seu lado, e a gente fica no escuro.

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    4. Eurico Jr.17/10/13 16:10

      Essa lenda do "pneu segunda linha" foi inventada por revendedores, que tiveram seu lucrativo oligopólio prejudicado pelos supermercados. Tremenda bobagem sem o menor fundamento técnico.

      Eu não piso em lojas de pneus há anos, pois é certeza de aborrecimentos e MUITA pilantragem. Sempre aparece um "especialista" querendo trocar a suspensão inteira, fazendo terrorismo. Abusam de pessoas leigas, idosos e mulheres...

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  4. Juvenal Jorge

    Um amigo meu diz que pneu novo é seguro de vida. E ele está certissimo! Carro meu sempre com pneus novos. Gosto dos Goodyear Eagle em carros de passeio e dos BF Goodrich All Terrain em picapes (ruins de freagem mas duram mais de 90 mil km e não aquaplanam de forma alguma).

    Entretanto acho um absurdo o pre ço de pneu no Brasil. Tã caro que chega a compensar até o contrabando via Paraguai, mesmo que implique andar 700km. E não adianta culpar apenas os impostos. O lucro Brasil e a cartelização do mercado falam mais alto nessa composição do que a elevada carga tributária.

    Em tempo: Alguns implementos agricolas o pneu é um peso tão grande no preço do produto final que eles podem ser adquiridos...sem pneus, deixando sua colocação por conta do comprador.

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    1. Lorenzo Frigerio16/10/13 20:53

      Era muito pior, na época que só tinha Goodyear, Firestone e Pirelli. Além de caros, quando dava problema num pneu, o caso tinha que passar pela famosa "comissão de ajuste" das empresas e invariavelmente você tinha que encarar o prejuízo. No Plano Cruzado, começou a faltar pneu... e daí por diante.

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    2. Daniel,
      Pior que o preço dos pneus nesta terrinha é não encontrar muitas opções para determinadas medidas. Foi um "upa" eu conseguir encontrar pneus na medida 195/70 R14, originais do Opala. Alguns fabricantes os mantém em catálogo, mas hora de encomendar, parece cabeça de bacalhau... E como não fica ninguém em casa durante o dia, compras pela Internet são um sufoco para receber.

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    3. Road Runner

      E o 5.60-15 do Fusca? Somente o Maggion (durabilidade nula e resistencia a furos inexistente) ou o Firestone Campeão Supremo.

      165R15 nem pensar!

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  5. Corsário Viajante16/10/13 12:33

    Na minha última troca cai em papo de vendedor, acabei colocando os Phantom da Pirelli, com os quais até hoje não me entendo, estou esperando acabarem para trocar. Mas acho que daí irei para os COntinental...

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    1. Coloquei os Continental Contpower contact
      Sao excelentes e balem p Preco a maior
      O Polo ficou mais macio e o silencio de rodagem com esse pneu e surpreendente

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    2. Aléssio Marinho17/10/13 00:17

      Usei muito Pirelli, achava o suprassumo em matéria de pneu. Até que precisei trocar os da minha antiga Scenic. Não encontrei a medida indicada pela Renault nas Pirellis daqui, 185/60 R15 e acabei comprando Firestone.
      Como o carro ficou bom!
      Frenagem mais eficiente e com maior limite antes de desgarrar, sem contar que duraram 50 mil km certinho, o que pro uso que fazia à época (90% em rodovias) estava ótimo.
      Na outra troca, coloquei novamente Pirelli, e mesmo com os antigos em fim de carreira, não conseguiam oferecer a mesma segurança que os Firestone.

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    3. Tô na mesma que você Corsário... Phantom é péssimo!
      Deixando de lado toda baboseira do marketing dizendo no site que é um pneu p/ desmpenho e blá blá blá, a realidade é que são pneus baratos, ruins de grip, barulhentos horrores e apenas foram feitos para "bater" os pneus importados (chineses etc) que estavam crescendo no mercado.

      Phantom nunca mais!

      Rafael

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    4. Corsário Viajante17/10/13 14:54

      Anônimo das 21:56, é esse mesmo que estou de olho. Provavelmente será meu próximo pneu. Gostava dos P7 mas me irritei com a desonestidade da Pirelli.
      Aléssio, obrigado pela dica, nunca me interessei muito pela Firestone, na verdade queria manter mesmo os originais P7, mas como disse a Pirelli foi desonesta.
      Rafael, é isso mesmo, é um pneu bem inferior, mas com uma diferença de preço até que pequena para outros pneus melhores como o (já citei acima... rs) P7.

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  6. Bosley de La Noya16/10/13 12:42

    Cuidado com as brincadeira Juvenal! Principalmente em pista molhada.
    Não faça como seu amigo MAO que foi dar umas esticadas e acabou com o orçamento encolhido...

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    1. Esse seu comentário nao foi nada simpático.
      Como de costume.

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    2. Bosley,
      pode deixar, são brincadeiras com muita consciência.
      Mande um abraço para As Panteras.

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  7. Os Toyo também são feitos no Japão, e por mais incrível que pareça, são mais baratos que os Bridgestone nacionais originais medida 185/55R16. E o japonês é um pouco mais macio e é direcional.

    Não espero o TWI para fazer a troca, com 3 mm de sulco já substituo. Questão pessoal, já que abaixo disso teria que diminuir um pouco mais o ritmo num aguaceiro.

    Concordo com você, pessoal está guiando devagar demais, com chuva então.... Deve ser a tal da confusão entre pista molhada com escorregadia. Outro dia a Monalisa Perrone no Bom Dia SP, disse ter vindo ao trabalho bemmmm devagariiiiinho por causa da chuva. Mais devagar ainda?!

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    1. André,
      o desserviço que os noticiários de televisão nos prestam é incrível.
      Dá até dó ouvir tanta besteira.

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  8. Rafael Ribeiro16/10/13 12:46

    Comprei uma Toyota Fielder usada há alguns anos que veio com 4 pneus de uma marca mundialmente conhecida, mas que no uso achava ruim. Tinha um desenho na banda com sulcos exagerados a meu ver, dando a impressão de poderia escoar muita água. Mas o fato é que no seco, "cantavam" mais agudo do que uma cantora de ópera. Mas como ainda estavam bem novos, deixei ficar...

    Até que numa descida de serra, dia chuvoso, velocidade normal num percurso muito conhecido por mim, meu carro desgarrou numa curva e... pow! Pancada feia de traseira numa pedra. Dois meses e meio na autorizada, quase PT. Assim que saí de lá com o carro, troquei os pneus por outra marca de minha preferência e... Tudo mudou! Se arrependimento matasse... Daí para frente nunca mais usei pneu que não fosse de minha inteira confiança.

    Falando em Dunlop, só por curiosidade, comprei um Fusca 1300L dois anos atrás, de sua 2a dona, que com ele ficou por 30 anos. Os pneus utilizados eram os Pirelli Alfa Tornado diagonais, ainda bem novinhos. o estepe era um Dunlop, que acredito ser original. Troquei todos, porque apesar de aparentarem bom estado, os Pirelli estavam ressecados e eram de 1993! Quase 20 anos, e creio não terem rodado mais do que 5.000 km pelo estado. Troquei por um jogo idêntico para manter a originalidade, já que não uso o carro no dia a dia e por ser uma preciosidade, dirijo-o com muito cuidado.

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  9. Hoje está chovendo bastante. São bons mesmo? Pretendo trocar os meus logo e estou quase fechado no Pirelli Cinturato P1 ou no Yokohama A.Drive - já andei com os dois e gostei. Esses Dunlop estão me chamando a atenção pelo preço e pela marca, mas quase não encontrei comentários sobre eles.

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    1. Anônimo,
      não andei rápido nos horários de chuva mais forte.

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  10. "e um ruído delicioso de água sendo comprimida e expelida para fora da banda"
    J.J. , um carro-entusiasta com força!
    Jorjao

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    1. Jorjao,
      é aquele som legal, mais ou menos um "Pshhhhhh"

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  11. JJ
    Parabéns por conseguir 80000 km num jogo de pneus. Não consigo isso nem em sonho.
    Esse EC-201 me lembra o Cinturato P4, tanto no desenho como no ombro, bastante arredondado.

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    1. FVG,
      rodei metade disso, comprei o carro com cerca de 40.000 km, mas já tinha passado a hora da troca.

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    2. iria comentar a mesma coisa, a banda parece muito com o p4, por sinal um pneu bem honesto

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  12. Comprei um carro usado com 38 mil km. Tive dúvidas se era cedo ou não para trocar pneus, mas os originais eram de uso misto e eu preferiria ter de uso para asfalto. Além disso um deles apresentava uma bolha na lateral, e iria fazer uma viagem longa por cinco diferentes estados. E queria comprar de uma marca que me interessava, pouca coisa mais caro que os demais. Resolvi trocar os quatro de uma vez, prefiro dessa forma. Na troca me mostraram que um pneu havia sido consertado e ainda tinha uma marca feita com giz, e havia outro com um prego enfiado. Disse que não queria fazer alinhamento e balanceamento, comentei que faria depois na oficina de um amigo que não vendia aquela marca de pneus. O vendedor não gostou e até reduziu o número de parcelas para pagamento, mesmo assim fiz a compra. Considero que olhar apenas a kilometragem é pouco para avaliar o momento da troca dos pneus. Mas ter o carro em dia é uma grande satisfação. Ao trocar as pastilhas de freio também senti uma diferença considerável, valeu a pena.
    Roberto Mazza

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  13. Também estou com pneus novos no meu carro.
    Efeito Colorama.
    O bichinho continua igual, mas o prazer de dirigir...Quanta diferença!

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  14. Curtir carro é isso. A cada novidade, um prazer. Também sou assim.

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  15. "Se as rodas não vibram e o carro não puxa para algum lado, não perca tempo nem dinheiro com isso (alinhamento e balanceamento)". É isso: não caio nessa conversa de faça a cada 10.000Km, como também não caio naquela outra de "troque os amortecedores a cada 30.000Km". São coisas que dependem demais do modo como se usou o carro, e das condições do piso onde se usou o carro. Uma outra coisa que tem me feito matutar, é esse negócio de pneus terem prazo de validade de 5 anos, independente do desgaste. Tenho um carro que fará 5 anos em Dezembro, quando terá no máximo 17.000Km. Muita borracha ainda, sempre na calibragem correta, nunca caiu em buracos ou pegou quinas que pudessem lhe causar danos ainda que internos, não visíveis, não há bolhas, não está ovalizado, não vivo em região de clima seco, não passo produtos químicos, enfim, ao menos que exista algo como uma deterioração molecular pura e simples por ação do tempo, e que existiria até em um pneu sem uso estocado sob condições completamente ideais, não vejo a menor necessidade de gastar por volta de R$1.000,00. Que acham?

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    1. Concordo! Há um certo exagero quanto a essa validade de 5 anos. Ela apenas quer dizer que depois desse período o fabricante do pneu não pode garantir 100% do desempenho da borracha, devido ao ressecamento. Mas, além de isso ser um processo bem gradual, depende muito das condições às quais o pneu foi exposto, como voce mesmo ressaltou.

      Eu por exemplo, confio muito mais num pneu de marca boa, bem cuidado, com 5 anos de vida, do que num "remold" novinho em folha...

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    2. Mr. Car,
      não posso opinar sobre os 5 anos, pois não conheço mesmo esse assunto. Acredito que o Bob Sharp pode dar uma luz aqui para nós.

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    3. Corsário Viajante17/10/13 14:58

      Minha suspensão durou 80.000km... rs Semana que vem vou trocar.
      Essa data de validade de cinco anos deve ser como todas as outras, sempre chutam alto para ter uma margem de segurança, como o Alexandre bem disse.

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  16. JJ, ótimo texto e boa lembrança dos Dunlop. Pneus são, realmente, a base do desempenho e segurança do carro. De nada adianta um acerto magnífico de suspensão, sistemas de freio e tração avançados, se os pneus não grudarem no chão, nada feito.

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  17. Juvenal, só tenho a lhe agradecer por este post.
    Em 2009 passei por uma verdadeira odisséia para trocar os 4 pneus do meu carro. Após muito pesquisar, optei por colocar os "originais" do carro (Goodyear) e confesso que o resultado ficou abaixo do esperado, fiquei com a sensação de aderência muito menor. E quase optei por utilizar a marca Maxxis, mas infelizmente o preconceito com produtos chineses falou mais alto na consciência (se algum leitor do blog utiliza, favor dar sua opinião sincera sobre os pneus cessa marca).
    Quando for trocar os pneus do atual carro, provavelmente pesquisarei a marca Dunlop com carinho. Fiquei empolgado com seu relato e espero que a qualidade não tenha piorado até lá.
    E como curiosidade: na cidade onde moro, existe uma avenida chamada John Boyd Dunlop - que é uma das mais movimentadas por sinal - porém o fabricante de pneus que encontra-se estabelecido nesta avenida é a Pirelli...

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    1. Guilherme Gomes16/10/13 21:36

      Tenho maxxis p1 165/70 r13 no meu celta, é um pneu muito bom, bastante aderente, agarra mesmo. Mas ele se desgasta muito rápido. Coisa de 13 mil km, os traseiros duraram mais de 25 mil, então provavelmente deve ser meu modo de condução, pois o dono anterior rodou 60000 km com pneus champiro originais, que também são chineses.

      Proxima vez irei colocar pirellis p400, a diferença de preço e muito pouca e quero ver se eles duram mais, que é a característica que procuro em pneus neste momento.

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    2. Eurico Jr.17/10/13 13:23

      Um esclarecimento importante: a marca Maxxis é de TAIWAN, e não da China continental. Fabrica pneus há quase 50 anos e é fornecedora premiada de montadoras.

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    3. Eurico Jr.17/10/13 13:24

      Ah, já usei pneus da marca e são de ótima qualidade. Recomendo!

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    4. Guilherme, meus Champiro duraram mais de 40 mil km, e olha que eu ando esmerilhando mesmo... Troquei por um jogo de Sunnys (paranaenses) de medida um pouco maior, e acho que, mesmo sendo mais largos (195/50 contra 165/70), os novos aderem menos que os originais...

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    5. Eu uso maxxis 225/50/17 no meu Cerato SX3 2011 e achei bem melhor que os Kuhmo 215/45/17 que vieram de fábrica (que até bolhas tiveram). Até o momento já rodaram uns 8mil km e estão praticamente no mesmo estado.

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    6. Fábio, diz que está fabrica da Pirelli que fica J.B. Dunlop(Campinas), era antiga Dunlop.

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  18. JJ
    Sempre tive curiosidade em saber como é o 206 Peugeot tendo um dono que gosta e entende de carro, ou seja um autoentusiasta.
    Sua suspenssao é boa , diferente do que todos alardeiam ?
    Manutencao em geral muito mais cara?
    Rede de CSS tem servico satisfatorio?
    Grato
    Abracos

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    1. Eu como dono de um 206 2008 e de um 207 2013, sou obrigado a intervir.

      Não é um carro ruim, porém não se presta para uso intenso. Meu pai diz que "carros franceses foram feitos para se ir de casa para a faculdade e vice-versa..." É um carro que quando fica velho e/ou muito rodado, sinceramente não vale a pena manter. Eu diria que é um carro sensível a dono descuidado. Requer o óleo certo, peças originais, esse tipo de coisa, para se manter em dia.

      Para os adeptos do Do It Yourself, ele (e os franceses no geral) pode ser meio decepcionante, já que exige uma boa quantidade de ferramentas especiais (caras e difíceis de encontrar) mesmo para mexer em itens básicos e o acesso a itens de manutenção rotineira (falo de velas, filtros e afins) costuma não ser dos mais simples. Já um carro de mecânica mais "rústica" como um VW ou um GM, com certeza se sai muito melhor nas mãos de proprietários mais relaxados ou renitentes à manutenção preventiva.
      Eu não levo meu 206 à concessionária. Pois qualquer possibilidade de garantia está totalmente fora de cogitação. Pelo menos aqui na concessionária da minha região, o pessoal desconhece o produto e a falta de peças é constante. Nada contra, mas a grande quantidade de estagiários compromete a qualidade do serviço, falta acompanhamento experiente. Prefiro encomendar as peças e levar no meu mecânico de confiança.

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    2. Anônimo serve um 207? Se servir vamos lá. Tenho um. Diz a lenda que corrigiram as reclamações do 206. Nunca tive problema com a suspensão traseira. Defeito foi uma vela queimada. Tem um rolamento da correia do alternador que está roncando. Troca em breve. Uma lâmpada do botão de ar condicionado com mal contato. Esses são os defeito. Carros é muito bom de dirigir. Não bate nada tem uma isolação acústica ótima. Tem 55 mil km. Conclusão : nunca mais chego perto de um GM, meu carro anterior. Poderia até ser mais resistente, mas o prazer de que o Peugeot da ao andar não compensa a economia no balcão da concessionária.

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    3. Css, discordo de você. Tenho um C3 que basicamente é um 206 com outra carroceria e sistema de suspensão. O carro tem mecanica fácil e ate hoje a unica ferramenta necessaria para fazer manutenção no mesmo foi a chave para travar polias para a troca da correia dentada. A montagem do carro é muito boa e para fazer serviços em casa é muito mais fácil que meus antigos GM. Com uma única chave torx, consigo desmontar praticamente todo o interior do carro. O problema q tenho tido com ele e teria com qualquer outro carro mais moderno é encontrar mecanicos de confiança. Tenho um mecânico especialista em carro psa, mas seus funcionários são relapsos e perdi a confiança neles ultimamente. Por esse motivo, apos o carro sair da garantia, voce fica na mão, pois não vale a pena usar a péssima rede concessionária.

      Creio que se você nao liga para a fortr desvalorização que esses tipos de carro sofrem, costuma ser um ótimo negócio.

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    4. Anônimo,
      o 206 1.4 anda de forma razoável, precisa estar acima de 2500 rpm para ficar "esperto".
      Minha perua é um pouco barulhenta de suspensão traseira, há buchas nos braços transversais já bem gastas. Trocarei em breve.
      A dirigibilidade é ótima, com uma direção de peso correto, visibilidade muito boa, bancos apenas razoáveis.
      O pior é a dureza da suspensão.

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    5. 206 SW Presence 1.6 2005/2005, na relativamente rara cor Azul de Chine... o melhor carro que já tive, até hoje sinto saudades dela.

      Geralmente eu guardo minhas opiniões a respeito de Peugeot porque trabalho com a marca desde 94 mas no caso da SW eu me permito abrir uma exceção... fiz 611 km com um tanque de gasolina (Santos-Curitiba-Morretes-Curitiba) numa viagem até hoje inesquecível.

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  19. Este comentário foi removido pelo autor.

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  20. "os P6000, e com 80.000 km rodados, havia chegado a hora do machado para eles." << Deve ter sido um erro, porque 80 mil kms não existe mais nem os arames dos pneus.

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    1. Paulo Freire,
      eram P6000 originais, carro de segundo dono. A primeira proprietária não havia trocado, ela me confirmou quando eu comprei o carro com 40.000 km.
      Chegou a 80 mil, mas já estava gastando a marca TWI. Talvez chegaram a uns 75 mil antes de atingir a marca, eu deixei passar um pouco por falta de tempo para procurar pneus de bom preço. Como informação adicional, troquei os discos de freio aos 77.000 km, também eram originais. .

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    2. de maneira geral, as pessoas mastigam os carros. é embreagem que se acaba com 30 mil km, freio que dura menos ainda, bandejas de suspensão trocadas a cada 6 meses... e depois falam que o carro dá muita manutenção!

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    3. ah, meu pai também consegue rodar 70, 80 mil km com um jogo de pneus. nunca passei dos 45 mil, mas a culpa é da Ford que me vendeu um carro que adora fazer curva mais rápido do que o bom senso recomendaria :P

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  21. Em tempo, Juvenal: não duvido que sua esposa seja incomparável, mas certamente não é o fato de detestar novelas, que a faz assim. Há novelas, e novelas, como há pneus, e pneus. Essa demonização das novelas em geral, essa idéia de que são ruins e de nenhum valor como arte, simplesmente por serem novelas, é só mais um dos dogmas dos intelectualóides de esquerda. Não caia nessa generalização, nem se deixe tolher por essa patrulha. Nem você, nem sua digníssima. He, he, he!

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    1. Mr. Car,
      Novelas são um horror da humanidade. O tempo diário que se gasta assistindo essas porcarias deveria ser usado na leitura de livros, ou na escuta de bons programas de rádio que abrissem a mente do brasileiro para os absurdos dos governos bandidos.
      Tenho asco profundo de novelas, puro lixo e má influência para mentes fracas.
      Não sou de esquerda, tenho nojo dela também, assim como da direita ignorante e nariz em pé.

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    2. Putz lá em casa não assistimos TV nem 10 minutos somados todos os meses do ano. E ainda assim o dia é curto dado a quantidade de coisas legais para fazer. Criança, carro, cozinha, quintal, aquarismo, eletrônica, cachorros... Não sobra tempo. Não vou dizer que tudo que passa lá é lixo, mas é como procurar agulha no palheiro.

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    3. Uma coisa não impede a outra, Juvenal. Só não dá para fazer ao mesmo tempo. E outra: nem sempre o defeito está nas novelas, mas sim nas citadas mentes fracas. Se o sujeito tem mente fraca, até Hamlet pode ser má influência, he, he, he!

      Giovanni: você está falando de TV aberta. Nas TVs por assinatura, nem precisa procurar para achar coisa boa. Inclusive boas novelas sendo reprisadas, he, he!

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    4. Não acho que o Mr Car assista as mesmas novelas que eu vejo. As da Globo, meu deus, são tão sem noção que até um anime consegue ser mais fiel a realidade...

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    5. Fepois que eu assinei Netflix nem tv a cabo assisto mais. :D

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  22. Obrigado pelo post, JJ!

    Está quase na hora de trocar os pneus do "poisé", lá de casa, mesmo, e a dica do site é boa! Gostei das formas de pagamento deles.

    Um abraço!

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    1. Marcelo R.
      eu é que agradeço. Há boas descobertas na internet, mas sempre busque mais de uma opinião, tá certo ?

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    2. Marcelo,os meus comprei no site pneufree.com.br,chegou no prazo e tem otimos precos.
      Abraço

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  23. Excelente texto JJ,alias troquei de pneus faz pouco mais de 3 meses e realmente como um jogo novo faz diferença,e fiz exatamente como você comprei em uma loja online que nunca tinha ouvido falar e de uma fabricante não tão conhecida por aqui (KUMHO),lembrando que economizei bons trocados perante pneus na mesma medida porem mais ''famosos'' em auto centers como Michelin e Pirelli.
    Eu me surpreendi pela qualidade dos KUMHO,tanto pela maciez ao roda e por ser bem menos ruidoso do que meus antigos BFGoodrich.
    Agora uma dúvida JJ,eu usava um conjunto 175/70 R13 e mudei para 185/60 R14 e notei que a direção ficou mais leve,isto pode acontecer?ou será imaginação minha?
    Lembrando que o Chevette originalmente ja tem uma direção leve e ao menos para mim notei que ficou ainda melhor depois da troca das rodas e pneus.

    Forte Abraço

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    1. Quais rodas está usando? Vou dar um chute aqui: acredito que tenha a ver com a roda nova que está usando, ela deve ter off-set maior, o que joga a linha de centro do pneu mais próximo da linha de centro de giro de esterçamento.

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    2. Eu sai de 185/65/14 pra 195/55/15 da KUMHO e notei o mesmo, ficou mais leve. Na verdade ficou muiiiito melhor.

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    3. Fred Castro,
      só pelas medidas não deveria acontecer, mas o comentário do Bera Silva faz sentido, e pneu novo sempre faz a direção mais leve.

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    4. Bera Silva,na verdade eu usava antes rodas Jolly modelo Piquet,aro 13,tala 5,5 e offset 44 se n estou enganado,agora uso rodas Girus modelo BBS aro 14,tala 6,5 e offset 36.

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    5. Pneus novos fazem a direção ficar mais macia mesmo em relação aos gastos, mesmo que sejam mais largos.

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    6. Pois é Anonimo,porem os pneus que usava antes da troca não estavam desgastados,tinham cerca de 15 mil KM apenas,por isso estranhei a enorme diferença

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  24. Pneu novo é bom demais, troquei os meus recentemente após uma longa fábula de combate à aquaplanagem em uma longa viagem, não havia ritmo, correções constantes mesmo com pouca água na pista (mesmo a velocidades contidas), antecipações ao ver mudanças de cor no asfalto...enfim, um horror mesmo sem em nenhum momento de abuso verdadeiro.

    Quatro Toyos zero km e o carro mudou imediatamente de caráter, enfrentando muito água com comportamento uno e sólido, escoando os excessos para o lado e não passando mais a sensação de estar andando o tempo todo sobre superfícies de mármore molhado...quesito de segurança indispensável, investimento que nunca pode ser melindrado.

    MFF

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  25. Grande JJ, um jogo de Conti Power Contact, naquele carro do oval azul que você teve, também fez milagres por aqui. Saíram os péssimos Firehawk 700 e entraram pneus de verdade. O carro agora se comporta como o definiram na origem, e não como os contadores de moedinhas daqui quiseram que ele ficasse para poupar alguns centavos. Grande abraço.

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    1. FS,
      grato pela leitura !
      É isso aí, melhoria contínua no produto, feita pelo consumidor onde possível.
      Abração.

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  26. É, realmente esta troca é muito boa, especialmente quando os pneus são superiores aos anteriores !

    Impressionante como o menor ruído de rolagem afeta o conforto do uso do carro.

    No meu caso, a lua de mel acabou ao descobrir que quem montou os pneus no meu carro, foi porco o suficiente para alterar, de forma maldosa, a geometria de suspensão, e coisa de 15 mil Km depois eu quase perdi um par deles devido à cambagem excessiva (e assimétrica) e a convergência de 5 graus em cada roda.

    Aliado à borracha "mole" do pneu "verde", parece que eu corri um rali no cascalho..

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    1. Lorenzo Frigerio16/10/13 23:28

      Pelo visto, você não alinhou a direção quando instalou esses pneus. Os 15 mil km deviam ser muitos mais. Trata-se de um custo pequeno em relação aos pneus e, dadas as nossas ruas e estradas, tem que ser repetido com frequência. Em 15 mil km já era para se ter checado esse alinhamento pelo menos uma vez. O fato de a direção parecer OK não quer dizer que o alinhamento esteja OK.

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    2. Lorenzo, é, não alinhei a direção, primeiro carro, não sabia disso..

      Mas, uma roda estar com cambagem 0,9 e a outra acima de 1, enquanto a convergência estava visivelmente errada também contam no processo.

      E estes 15 mil foram com rodízios.

      Enfim, lições que se aprendem de formas desagradáveis.. pelo menos não são esquecidas.
      E obrigado pela dica !

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  27. JJ,

    ótimo artigo... faço constar que concordo em gênero, número e grau: pneu é importantíssimo, e é uma sensação gostosa demais dirigir um carro que já é íntimo nosso, com um pneu novo. É o paraíso, sem dúvida.

    Passei exatamente pelo seu caso, com os 4 novos Bridgestone Turanza ER300 que, graças aos céus, eram os mais baratos na pesquisa de preços e comprei. Que delícia o carro ficou!

    Abraço!

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  28. Citação: "Já havia experimentado uns sustos no molhado com os pneus velhos, os P6000, e com 80.000 km rodados, havia chegado a hora do machado para eles."

    80.000 Km rodados com os mesmos pneus? Putz! Qual é a dica que fica para quem almeja ter uma durabilidade de pneus tão longe assim?

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    1. Anônimo,
      como já escrevi em outra resposta, comprei o carro com 40.000 km e pneus de fábrica. Apenas evito todo buraco possível e calibro uma vez por semana. Usava sempre 35 lbs/pol² nos quatro. E uma condução o mais suave possível, mais Alain Prost do que Keke Rosberg,

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    2. "E uma condução o mais suave possível, mais Alain Prost do que Keke Rosberg."

      Ri muito com essa frase!

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  29. Quando os pneus originais do Optimus Prime pediram arrego depois de 59.000 km bem rodados eu fiz como você; saí caçando pela internet. Acabei achando um jogo de General Tire Altimax UHP 205// R 16... R$ 1.181,00 no Extra.com, frete grátis.

    Até o momento, 6000 km depois, nada a reclamar... e todas as sensações que você descreveu foram as mesmas que eu senti... parecia carro zero km, ainda melhor que os Pirelli originais: macio, estável, parece um hovercraft.

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    1. Eurico Jr.17/10/13 14:01

      Coloquei o General Tire Altimax RT (185/65 R14) no Corolla do meu pai, grata surpresa. Pneus macios e estáveis... pra quem não sabe, essa marca existe desde 1915 e faz parte do grupo Continental. Não é "segunda linha", como muitos "especialistas" afirmam.

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  30. Realmente é muito bom sentir o melhor desempenho do carro quando da troca de algum componente. Cabe a nós mantê-lo em ordem.
    Agora, como durou esse pneu de fábrica hein! 80 mil km é invejável, ainda que quase slick!kkk

    Outra coisa, sempre faço rodízio dos pneus, aos 10 mil km. Prefiro trocar os 4 de uma vez só.

    Aproveite o carro! Abraço!

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    1. Nicolas,
      eu também faço isso, troco eles de posição para depois trocar os quatro de uma vez. Recomendação de todo fabricante, diga-se de passagem.

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  31. Interessante. Fica a dica,meus próximos pneus serão Dunlop.

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    1. Guilherme Lemos,
      não vá só pela minha dica, procure mais informações, está bem ?

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  32. Se os sulcos fossem mais profundos, o pneu não duraria mais?

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    1. Lorenzo Frigerio16/10/13 23:31

      Depende do composto da borracha. O valor do "treadwear" é que importa.

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    2. fctenorio,
      pode ser que sim, mas o aumento de flexibilidade pela maior altura dos biscoitos também pode atrapalhar, fazendo o pneu arrastar mais em curvas, acelerações e frenagens. Nesse caso, pode até ser que tivesse um desgaste maior quando novo.
      Isso é algo que só os fabricantes devem saber, e sem dúvida é segredo de engenharia.

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    3. Mas também deve ter um componente de malandragem para vender mais já que nos obriga a comprar novos mais rapidamente, não acha?

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  33. Delicioso artigo, JJ. Duas coisas incomparáveis, que eu nem sabia que ainda existiam: pneus feitos no Japão, e uma mulher que não gosta de novelas. Maravilha!

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  34. Claudio Fischgold16/10/13 15:16

    Juvenal,

    bom post, que aproveitarei para tirar uma dúvida que me persegue há muito tempo.

    No caso de se colocar apenas dois pneus novos, os mesmos vão na frente ou na trazeira? Por mim devem ir na frente, pois se a trazeira fugir, apelo para um cavalo de páu. Já se a frente fugir, apelo pra quem?

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    1. Se a frente fugir numa curva vc só alivia o acelerador e vira o volante um pouco mais para o mesmo lado q já estava indo. Se a traseira escapar na curva, só mesmo sendo baum de braço pra corrigir o contra-esterço. Eu voto por pneus novos atrás.

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    2. Claudio Fischgold,
      na dianteira. Freios trabalham sempre mais nesse eixo, e sendo as curvas comandadas aí, não resta dúvida.
      Há texto sobre isso aqui no AE, escrito pelo Bob Sharp. Lá está explicado de forma mais completa.

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    3. Infelizmente o AutoEsporte da Globo tem mais penetração. E já fizeram matéria "provando" que pneu novo na traseira é mais seguro. Fossem as rodas traseiras que esterçassem, eu concordava. Mas não são. Além do mais, depois de um pouco de treino (que bem podia ser obrigatório aos que pleiteiam licença para dirigir automóveis) é fácil de perceber que o volante fica "leve" no sentido do contra esterço em caso de derrapagem de traseira. Como se o carro avisasse que quer ser contra esterçado.

      Mas se sai na Globo, a pior mentira vira verdade.

      Perigoso, isso.

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  35. Poxa cara MUITO obrigado, meus Yokohama A-Drive estão já na UTI e preciso de novos rsrsrsrsrs, como não vou ficar com o carro (logo, logo tem Golf pintando na parada rsrsrsrsr) entrei no site que vc comprou e achei uns Dunlop lá também BEM mais baratos do que estava vendo (obvio já que eu ia subir a qualidade do pneu, ia de Yokohama C-Drive 2) e também mais confiáveis que pneu de supermercado....obrigadíssimo mesmo.

    Sou daqueles que gosta de tudo do bom e pneu não foge a regra, alias para mim é quase como item de segurança bons pneus instalados nos meus carros.

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    1. Daniel Gutemberg,
      Yokohamas são ótimos via de regra. No carro de minha esposa há pneus dessa marca. Pesquise bem antes de comprar.

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    2. Cara eu uso pneus da marca desde 99 no Tipo do meu pai, desde então sempre que preciso trocar minha primeira escolha são os Yoko, acho muito bons mesmo. Minha única reclamação (principalmente mais recenteme) é sobre o preço, mas até então sempre tive condições de bancar bons pneus.

      Eu estava olhando somente nas grandes lojas que comercializam pneus. Tava meio no desespero pois os yokohama que eu estava vendo iriam fugir totalmente do planejamento. Fechei na mesma loja que vc 4 Dunlop 703 Sport, pelo preço interessante e pelas condições de pgto da loja. Fora que o preço caiu bastante e a qualidade é muito parecida com os meus atuais A-Drive. Achei muito bom o post e a loja rsrsrsrsrs

      Mais uma vez obrigado pela dica!

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  36. Entrei no site e não há mais esse modelo da Dunlop à venda... acho que alguns AutoEntusiastas seguiram seu "conselho"!

    Há alguns anos, quando troquei os pneus originais de meu Palio (da mesma marca dos originais de sua SW), optei por pneus Continental. Até hoje, estou satisfeito com eles, que tem desempenho sensivelmente melhor.

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  37. Não sabia que a Dunlop estava no Brasil.. e esses "made in japan", que inveja boa!

    Abs.

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  38. Bob, assim que os comentários passaram a ser pré aprovados a liberação estava rápida, suponho que principalmente pelo seu compromisso em relação ao novo método, mas atualmente tem sido comum os comentários ficarem horas aguardando confirmação.

    Acrescento que prefiro o método atual, pelo menos não fico passando raiva com imbecis fazendo piadas inconvenientes (ou só idiotas mesmo). Sei que o texto é do JJ, me referi ao Bob porque o o assunto é sobre a administração do site.

    Abraços e obrigado pelo espaço.

    Eduardo Trevisan.

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  39. Também gosto muito de pneu novos. Se pudesse trocava todo mês. kkkkk
    Porém discordo do autor quanto ao perídodo de alinhamento. Balanciamento sim, se nota sua falta quando o carro trepida, mas muitas vezes o carro se comporta bem, sem puxar nem nada, porém está com os valores de alinhamento fora do especificado pela fabrica e acaba por propover um desgste desigual do pneu, mesmo que só se note depois de algum tempo.

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    1. Anônimo,

      Eu faço como o JJ, balanceamento e alinhamento só se sinto algo diferente, para evitar esse problema de desgaste desigual passando por desapercebido basta inspecionar os pneus periodicamente. Eu o faço no momento da troca de óleo por exemplo, o carro levantado lá e você aproveita e já procura por pregos espetados, desgastes irregulares, uma inspecionada geral na suspensão, escapamento...Troca de óleo para mim é o momento de ver o carro por um ângulo normalmente não visto, ora de bancar o urologista automotivo ;-))

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    2. Mas aí não adianta, você só vê quando o desgaste irregular já começou. Aí não adianta, você pode colocar o alinhamento de volta dentro dos parâmetros, mas o pneu continua gastando irregular e vai embora muito antes do previsto.
      Alinhamento é um serviço muito mais barato que a troca de um par de pneus, ainda mais que dois paresno caso da suspensão traseira independente que também requer alinhamento, que acho muito mais econômico fazer o alinhamento em intervalos regulares do que trocar o pneu antes do tempo. Até porque muitos lugares cobram um valor mais baixo apenas pela verificação do alinhamento, qunado não precisa ajustar ou às vezes nem cobram nesses casos.

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  40. Imagina se fosse um Yokohama! Não ia se conter de emoção.

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    1. Anônimo,
      provavelmente não mesmo, mas o orçamento está muito apertado, e fico feliz em poder comprar os Dunlop.

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    2. Eurico Jr.17/10/13 18:16

      Anônimo,

      Até aí, a Dunlop é uma marca tão conceituada e tradicional quanto a Yokohama. Procure se informar a respeito.

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    3. Cara a Yokohama manda muito bem estou no meu quarto carro (Tipo sedici, Stilo Abarth depois um season e agora Focus ghia) e sempre uso pneus da marca. O ruim mesmo é o preço. No começo achava mais barato, hoje em dia, ainda mais que eles estão trazendo seus slicks e "pneus biscoito" e mais a cultura tunning (Yokohama, Toyo e etc. aumentaram demais as suas respectivas visibilidades para todos os publicos) parece que a marca virou grife e está caríssimo. Mais ou menos como o Juvenal, preciso trocar de pneus urgente e Yokohama vai fugir do orçamento agora e para piorar pretendo vender ele logo, já que minha intenção é pegar um Golf no meio do ano que vem. Só que vou usar o carro até lá e não quero andar com qualquer coisa envolta da roda. Ainda bem que achei os Dunlop na medida que eu tenho (16'' 215/55) atual por um preço bem melhor onde sempre compro os meus Yoko.

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  41. Eu sei, JJ, que o blog não faz publicidade paga. Tenho certeza absoluta disso.
    Porém me permita dar minha opinião, na ordem dos fatos.
    Primeiro, é absolutamente impossível que pneus Pirelli P6000 durem até os 80.000 km. Absolutamente inadmissível. Aliás tenho dúvidas se existe algum pneu que possa ser usado com segurança até essa quilometragem. Tenho um 206 hatch, ano 2008, comprado zero quilômetro, com esse pneu original de fábrica. Como tenho outro carro, uso este muito pouco. Hoje ele está com 26.060 km e dois dos pneus estão praticamente carecas. O TWI já está bem aparente há tempos. Os outros dois estão em estado até que razoável. Faço rodízio a cada uns 7 ou 8.000 km.
    Segundo, Peugeot da linha 206 com outro modelo de pneu que não seja esse, passa a ter um comportamento completamente estranho. Assim como um Fiesta da linha antiga que não tenha o P4. Um colega tem um 307 com pneus Dunlop, e segundo ele a durabilidade foi muito menor que a dos originais P7.
    Pneu é uma escolha muito pessoal. Mas me dá a impressão que cada carro tem o pneu certo. E sim, JJ, pneus novos são o que há de melhor. O carro fica até mais silencioso.

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    1. CSS,
      eu também sei que 80.000 km é demais, mas é a mais pura verdade, como já expliquei acima. Comprei o carro com metade dessa quilometragem, com os pneus originais de fábrica. A dona do carro havia tirado-o zero km, e não havia trocado pneu.
      Apenas calibrava toda semana e dirigia sempre no meu estilo suave, sem golpes na direção e sempre fugindo dos buracos.

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    2. Nunca tive um pneu que durasse menos de 60000 km o mesmo para as pastilhas de freio (a exceção é fielder que gasta a pastilha traseira muito rápido). E olha que já usei até BSColway e esses eu joguei fora antes de acabar porque não aguentava mais aquilo. Segurava muito bem, drenava muito bem, porém me fizeram trocar os rolamentos desnecessáriamente dado o barulho que faziam. Lixo. Qualquer coisa menos remold

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    3. Os Pirelli originais do meu 307 começaram a desgastar por volta dos 40.000 km... com 59.000 os dianteiros estavam lisos de dar gosto. Espiridião Amim e Lex Luthor, juntos, não eram tão carecas quanto aqueles pneus.

      Troquei pelos Altimax e, olha, que diferença! O carro ficou tetra-melhor.

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    4. Já usei um jogo de pneus Firestone F570 até 80.000 km sem problemas.
      Calibrava semanalmente, alinhava quando necessário e rodava boa parte do tempo em asfalto bom.
      Claro que no final da vida eles já estavam quase slick, mas fui rodando por alguns meses até a primeira chuva aparecer. No seco eles ainda trabalhavam muito bem.

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  42. Realmente pneus novos são uma delícia de se ter no carro, lembro quando tinha um peugeot igualzinho a esse que vc fala um 206SW, e a diferença que fez quanto troquei os quatro pneus de uma só vez por modelos do mesmo tipo que já estavam no carro quando o comprei, eram Yokohamas C. Drive com as mesmas medidas dos originais do carro 175/65R14, os mesmos eram os ultimos 4 da loja que fui e como conhecido antigo do meu pai o dono da loja fez um desconto de mais de 30% no valor dos mesmos, que delícia ficou de dirigir o Pejozinho, mais firme nas curvas, mais macio e mais silencioso até.
    Agora na minha Tracker que comprei por conta do meu trabalho que exige um carro com tração 4X4 e reduzida as vezes, também troquei os originais Bridgestone Dueller HT 235/60R16 por Kumhos de mesmas medidas apenas por questão de preço, quase 50% mais baratos que os originais, como é uma marca conhecida e tive experiências em caminhonetes com os mesmos vi que eram confiáveis.
    Procurei os Dunlop também, mas não possuiam as medidas que eu queria na época da compra, mas vai que agora tem serão novas aquisições quando os atuais se desgastarem.

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  43. Você vai adorar quando trocar esse pneu...só que com 30.000 km...pneus japoneses são muito macios.

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    1. 911 Turbo,
      vou acompanhar o desgaste e informarei aqui se for prematuro.

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    2. Legal!!! Tenho Yokohamas no Lancer civil e os Dunlop no Evo....os dois com 15.000 já vão para rodizio....

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    3. Eurico Jr.17/10/13 18:12

      911 Turbo,

      O índice treadwear desse pneu é 400, bastante elevado. Como é "ecológico", de baixa resistência ao rolamento, creio que seja durável. A conferir.

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  44. Por isso somos AUTOentusiastas e AUTOapaixonados por carros.

    Um abraço.

    Tulyo Cruz

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  45. Caro Juvenal,
    Independente de marca, grande ou não, conhecida ou não, do país de procedência, direcionados para o mercado de reposição ou original de fábrica, qualquer pneu para ser vendido em território nacional deve ostentar o selo do Inmetro gravado em relevo nas laterais. É lei.
    E os pneus de automóveis são testados pelo Inmetro seguindo a norma NM250:2001 da ABNT. Os critérios são os mesmos, para qualquer pneu.
    Se os pneus são aprovados e possuem a chancela do órgão normatizador atestando sua qualidade, não haveria razão para, de acordo com seu comentário no início do texto, fugir "de algumas marcas pouco conhecidas ou que são de grandes fabricantes, porém, exclusivamente para o mercado de reposição".
    Não cabe aqui discutir sobre fabricantes, marcas ou modelos, mas sim a seriedade e capacidade do Inmetro em atestar que o produto atende aos requisitos legais e, na prática, encontrarmos realidade diferente.
    Gostaria de saber sua opinião.
    PGS

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    1. PGS;

      Não sou o JJ mas gostaria de comentar:

      A ABNT faz as normas e o INMETRO avalia. Não quer dizer que o produto seja bom. Quer dizer que ele atende as normas.

      Existe uma confusão entre norma e qualidade do produto. Um produto pode atender a todas as normas de fabricação e comercialização e ser de péssima qualidade.

      Por alto, eu já li trechos dessa norma. Ela vai estabelecer a nomenclatura a ser adotada pelo pneu (ex. 175/70R15), indice de velocidade, numero de lonas, capacidade de carga e inflação máxima. O INMETRO vai testar se o produto atende a esses requesitos. Se atender, o pneu é aprovado e liberado para comercialização mas não é um atestado de que o produto seja bom, tenha boa durabilidade, aderência ou evite aquaplanagem.

      Um pneu de fabricante desconhecido pode atender a todas as normas da ABNT e ser uma grande porcaria, durar pouco, deformar-se com o uso, ter baixa resistencia a impactos, etc. etc. etc.

      É preciso ter em mente que: ISO 9000, normas ABNT e certos certificados de "qualidade" significam que o produto foi produzido de acordo com padrões pre estabelecidos, oferecendo controle da produção, muitas vezes rastreabilidade da materia prima e que o produto atende a todas as especificações atribuidas a ele. Mas NÃO SIGNIFICA, em hipotese alguma, que o produto agradará ao consumidor oferecendo a chamada "qualidade".

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    2. Daniel S Araújo,
      bem explicado. Não é por estar dentro da lei que é bom. Outro exemplo é nosso prefeito aqui de São Paulo. Foi eleito dentro da lei, mas é uma porcaria sem igual.
      Obrigado.

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    3. Daniel,

      Gostei, explicou bem. JJ bem lembrado! E será que o aumento de IPTU vai nos proporcionar menos buracos nas ruas?

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    4. HM,
      acredito que não mesmo. O importante é pintar faixas de onibus, prejudicar quem precisa usar carro e se danar para asfalto de qualidade.
      Sem esperança com esse prefeito mal assessorado. Mas deixa ele na Itália. Podia inclusive pegar um navio comandado pelo Schettino.

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    5. E tem mais uma boa notícia pra vcs de SP: segundo o tal projeto de lei do aumento do IPTU, ele se repetirá ano a ano até 2016. Ou seja aumenta agora, ano q vem de novo, no outro de novo e no próximo novamente. No fim das contas, até mais de 200% de aumento de IPTU pra vcs. E aí? Durma-se com um barulho desses.....

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  46. Passei por isso a uns 2 meses, apostei nos Kumho KH31 e me dei extremamente bem. Se não fosse eles seriam Dunlop. Pirelli nunca.

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  47. Concordo completamente. Por esses dias troquei os borrachudos meu carro, ano 2008, que ainda eram originais, por novos de marca tradicional, a Goodyear, e a sensação é bem semelhante a andar com um carro zero de novo.

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  48. Antonio Pacheco16/10/13 18:22

    Pneu novo é uma maravilha mesmo. Acho que a gente vai acostumando com a falta da borracha, e muitos acabam vendendo o carro antes de trocar os pneus. Estava com os pneus do Palio fire gastos, a direção dura (não é hidráulica). Coloquei 4 pneus novos e o carro mudou, parece que ficou mais novo.

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  49. Também tenho ótimas lembranças olfativas com os carros que passaram e passam pela minha vida. A de pneus novos é uma delas e junto delas também vem a sensação boa de ter seu carro rodando como se fosse novo "de novo". Muito bom o texto, e por coincidência, comprei a alguns anos atrás um jogo de pneus desta mesma marca, também para um 206. Lembrei-me imediatamente deste dia e da boa sensação que me proporcionou. Muito obrigado JJ!

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  50. ESPETACULAR, JJ!! Perfume de pneu novo!!! Ótima! Texto de entusiasta. Valeu! MAC.

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  51. Falando em pneus, deixo aqui minha revolta.

    Por que os MESMOS pneus são tão mais baratos no Paraguai? E são os mesmos pneus, Pirelli fabricados no Rio Grande do Sul...

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    1. Anônimo,
      impostos brasileiros, a maior moleza para os governos malditos que nos cercam.

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    2. Por falar em pneus do PY, como está a legislação para trazê-los de lá?? Uma vez podia, depois foi proibido, depois só podia ingressar no BR via Paraná (ou seja, quem ia a Salto Del Guairá tinha que retornar ao Brasil pela balsa de Guaíra e não pela ponte Ayrton Senna, que liga PR e MS) depois liberaram um jogo por carro mas sem o limite de US$300,00 de cota.... O que está valendo atualmente??

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  52. Sei bem como é. Recentemente, instalei em meu Fusca 1977 4 pneus novos. Dianteiros 175/65 15 em rodas originais tala 4,5'' e traseiros 185/65 15 em rodas tala 5,5".
    Carro macio, frente levemente mais baixa devido aos pneus menores, carro super estável, seguro e bonito. Sempre viajo com ele de SP para SC. Pego chuva, sol, serras, buracos e estrada de terra e lama visitando os parentes pelos sitios no interior de SC...

    OBS: Só faltou uma foto dos pneus montados no carro, e o próprio carro.

    Abraço.

    Paulinho500.

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  53. Lorenzo Frigerio16/10/13 21:04

    Quase comprei esses pneus Dunlop para minha Grand Caravan 1997... mas demorei tanto que, no final, saiu mais em conta comprar os Marshal Matrac MH11 (acho que é isso). A Marshal é da Kumho. Achei os pneus macios e silenciosos, e o desenho favorece rodar no molhado. Rodo pouquíssimo com esse carro, mas evitei marcas tipo Nankang, Ling Long etc. Estou satisfeito.

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    1. Lorenzo Frigerio,
      boa decisão. Olhei esses Marshal também, mas meu tênis me fez lembrar dos Dunlop com carinho.

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  54. JJ,
    Seus textos estão ficando cada vez melhores, me diverti muito lendo este.

    Eu me divirto muito trocando pneus, óleo, filtros ou qualquer outra coisa nova em meus carros, desde que ligados a desempenho ou segurança (perfumarias em geral, passo longe...) A cerca de 15 dias atrás coloquei dois pneus novos no carro de minha noiva, pois os outros dois pneus ainda têm borracha para rodar. Mas a diferença dos pneus novos é tão grande que estou vendo que vou acabar trocando os outros dois antes da hora, ainda mais por serem muio inferiores aos atuais novos.

    A única ressalva pós troca foi terem usado 30 psi, ao invés dos 35 psi recomendados pelo fabricante do carro. Antes de descobrir a menor pressão, o carro estava simplesmente horrível para dirigir, com a sensação de estar "passarinhando" em linha reta. Voltei até ao local onde efetuei a troca para conferir alinhamento novamente. Após calibrar os pneus com a pressão correta, o carro voltou a ter comportamento normal, como era de se esperar com pneus novos.

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    1. Road Runner,
      eu só confio em calibragem de pneu que eu mesmo faço. Largou na mão dos outros, muita chance de estar errado.

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    2. Acredite ou não, recentemente pedi ao frentista que calibrasse os pneus. Acho que para não sujar as mãos, ele usou um tubinho de borracha com o diâmetro da tampinha das válvulas. Talvez por entrar muito apertado ou pelo excesso de atrito que a borracha proporciona, o fato é que, ao remover as tampas das válvulas, aquele bocal rosqueado virou junto e eu não percebi. Resultado: quando voltei ao carro, pneu murcho. Reiterando a tese de "se quer bem feito, faça você mesmo". Nunca pensei em ter um problema desses, justamente no feriado, com quase nenhuma borracharia aberta.

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  55. Estou usando um Dunlop Sport Maxx no meu Peugeot 307... Pneu sensacional... e era o mais barato na medida que precisava, a original 205 55R16

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  56. Meu Voyaginho Turbo rodava com os Godyear NCT5 185/60 14"... não gostava muito do pneu, me parecia duro, de pouca aderência.... o carro parecia um dragster, destracionava com facilidade... troquei por um jogo de Michelin XM2, o carro mudou completamente, mas mudou muito mesmo.... o pneu têm muito mais grip, não destraciona à toa, o carro ficou mais macio, melhorou tudo! Neste carro, não saio da Michelin tão cedo, é impressionante a diferença.......
    Minha Space roda com os Pirelli P7 195 55 15" que eu já tive no meu ex Polo... no Polo, estes pneus, com 40000km, pareciam novos (fazendo rodízio a cada 10000km),, posso dizer que são pneus honestos..... e o Fiestinha usa um jogo de Pirelli P2000 165 70 13"... este possui um desenho antigo, mas para um carro de "briga", tá valendo... são baratos e se bem cuidados, aguentam 50000km....
    O Fusca está há 06 semanas na oficina, estamos terminando de fazer o motor nos mínimos detalhes e com carinho sem igual... este roda com as rodas de Brasília e um jogo de Firestone F570 185 70 14" que estão para lá de ressecados.. vi um jogo de Dunlop nessa medida com um preço interessante... acho que até o fim do mês o Fusca ganhe um joguinho de pneus novos....

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  57. Vi os pneus da Dunlop aro 13 pra vender no Mercadocar faz pouco tempo. A banda tem um desenho bonito, o tradeware dele não é baixo, e são mais baratos que os goodyear kelly!

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  58. Coloquei pneus pirelli phantom 195/55/R15 no meu mondeo hatch e estou gostando bastante deles. São pneus macios que dão uma segurança a mais pra quem gosta de andar mais rápido as vezes. Achei o desempenho deles ótimo na chuva também. O índice de velocidade deles é W (270km/h!!!) e índice de tração é AA. Bem acima da média dos concorrentes, com excessão aos que custam mais que o dobro do preço deles.

    Tem bastante gente falando que esses pneus são de segunda linha por sua "baixa durabilidade". Pelo que eu entendo de pneus, qualquer pneu com pretensões esportivas vai durar menos por ter mais grip. Dizem que dura entre 30KKm e 40KKm dependendo do uso. Já ouvi relatos que esses pneus duraram 50KKm.

    O que eu faço ? Mantenho sempre os pneus calibrados corretamente e a suspensão em dia, inclusive a alguns meses atrás eu coloquei as buchas todas em PU, o carro está muito gostoso de dirigir esportivamente e não perdeu conforto como dizem por aí.

    Os meus pneus estão com aproximadamente 10KKm rodados e parecem novos.

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    1. Corsário Viajante17/10/13 21:22

      Porcodio, que pneus vc tinha antes? Eu troquei os P7 por Phantom, e sinto que saí perdendo... O P7 durou uns 60.000km, vamos ver quanto duram os meus.

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    2. Eu tinha os GoodYear GPS3, mas não servem muito de parâmetro, na época que comprei eles eu estava muito sem grana e coloquei pneus usados em bom estado no meu carro.
      Os pirelli P7 tem um viés maior para durabilidade do que para performance. Bem provavelmente os phantom irão durar menos que eles, mas o preço compensa.
      Pense assim: Os phantom custam 30% a menos, e digamos duram 30% a menos tendo como bônus mais esportividade no seu comportamento.

      E no meu caso, que rodo relativamente pouco com o carro (10.000km por ano) se os pneus durarem 3 anos ou 4 anos saudáveis e em bom estado para pequenos abusos, para mim tá mais que bom !

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    3. Corsário Viajante18/10/13 09:59

      Então, não vi a tal esportividade, ao contrário, sinto que eles destracionam imensamente, cantam pneu à torto e à direito... Só não vou malhar muito pq a suspensão do carro está estourada, então isso pode estar intereferindo pois piorou ultimamente. Semana que vem trocarei a suspensão e verei se o comportamento muda.

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    4. Uma das coisas que eu notei nesses pneus é que eles muito dificilmente "cantam". Não tem como comparar com os meus pneus antigos que qualquer besteira estavam gritando a torto e direito, isso porque a minha suspensão também não estava muito boa.
      Antes de trocar os pneus, troquei as buchas originais (e estragadas) da suspensão por buchas em PU, troquei braços axiais e tirei toda e qualquer anomalia que poderia haver na suspensão. Coloquei os pneus novos (e um jogo zero de rodas também) e imediatamente fiz balanceamento, alinhamento, cambagem, cáster... tudo que tem direito.

      O carro ficou outra coisa. Parece que eu ando em outro carro hoje em dia. Meu pai sempre fala, que o importante no carro é ter bons pneus, suspensão em dia e o freio funcionando perfeitamente.

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  59. O problema do brasileiro é ser apegado a marcas, vejo muitas pessoas pagarem mais caro num pneu Pirelli do que num Yokohama, ou num Dunlop que são estupidamente melhores, já usei o Pirelli P6000 e garanto que na chuva são assassinos, usei também o P400 que furava um pneu por semana, a Pirelli esculachou na qualidade aqui no Brasil e já vi muita gente com as mesmas reclamações, enfim, vida longa para a Dunlop no Brasil.

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  60. Meu jetta com pneus Bridgestone originais 225/45 está com 50.000km e falta um "fio de cabelo" para atingir a marca de segurança. Rodo muito em estradas asfaltadas em boas condições. Acredito que aguentem mais uns 15.000km antes de perderem muito a segurança. Eu realmente não vou trocá-los já só porque atingiram esta bendita marca de segurança pois ainda tem bastante borracha para derreter neste meu pneu.

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  61. JJ,

    ficou uma dúvida aqui, você menciona que o novo pneu Dunlop de baixa resistência ao rolamento não é original do veículo e depois menciona "mesmo usando pressão alta, conforme recomendado pela PSA, mas que irei experimentando com pequenas variações". Você conseguiu essa recomendação de pressão da PSA ou a recomendação seria da Dunlop? Ou a recomendação dos pneus originais já era alta e você acha adequada para os novos? Não estou querendo bancar o "crica" aqui, mas é que pretendo partir para um jogo de pneus de baixa resistência ao rolamento ao substituir os meus e gostaria de saber que pressão utilizar.
    Muito legal o post, gostei muito da idéia de andar com os pneus novos no porta-malas! é uma forma excelente de potencializar a experiência dos pneus novos ativando o olfato!

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    1. HM,
      a pressão é a do manual do carro, não tenho nenhuma outra informação diferente, é experiência mesmo que gosto de ir fazendo.

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  62. Depois que furei 5 pneus novos numa viagem, há muitos anos, como já escrevi por aqui, pneus são preocupação constante. A melhor marca: novo. Particularmente gosto muito dos Michelin. Porém, há que se destacar que os pneus novos têm o que convencionou chamar de 'curagem', levam uns 100, 150 km para apresentarem boa aderência. E sua durabilidade dependerá de uma curagem bem feita, sem excessos ao volante.

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    1. Cinco?
      Como você conseguiu essa façanha?

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    2. Coisa de outro mundo mesmo, Leonardo. E num intervalo de umas sete horas. Sem nenhuma razão aparente. Já postei essa história aqui no AE.

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  63. Tive a mesmíssima boa sensação ao instalar quatro Continental Eco Contact 3, o melhor pneu que já usei na vida. Silenciosos, macios e agarram bem, duram muito. Na chuva o desempenho é exepcional, são bonitos... Enfim, excelentes pneus, na próxima serão da mesma marca.

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    1. Anonimo,
      Sim sao incriveis esses pneus Continental ContiPower
      O carro mudou da agua para o vinho, o silencio ao rodar e impressionante.
      quanto a aderencia nao notei diferenca para os originais Gooodyears
      Quanto a durabilidade vamos aguardar para ver... Os Goodyears duraram 70.000

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  64. Meu irmão tem um Linea Tjet e na hora de troca-los fiz uma pesquisa de preço para ele, já que gosto do assunto... e tive uma grata surpresa, pois achava que os Pirelli Aro 17 P6 Four Seasons 205/50 R17 93V originais seriam inviáveis no custo-benefício. Porém, das marcas que pesquisei, eram mais caros que os Hankook, marca boa também, porém num carro de viés esportivo, recomendei para meu irmão se manter na mesma marca, pois o carro é fantástico tanto dinamicamente como em conforto de marcha, silencioso e macio, muito mais confortável que audi a3 sportback por exemplo.

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  65. Eurico Jr.17/10/13 13:33

    Juvenal, coloquei esse mesmo pneu Dunlop no meu Honda Fit, estou bastante satisfeito. Comprei no MercadoCar da Barra Funda, por R$ 189 cada. Preço realmente MUITO BOM, no mesmo patamar de marcas chinesas obscuras. Os meus foram fabricados na Indonésia, mas são idênticos aos japoneses (que a loja recebeu depois). A Dunlop está construindo uma fábrica no Paraná, quer entrar com força no mercado brasileiro. Certamente esses preços especiais são parte da estratégia para consolidar a marca rapidamente, sorte de quem aproveitar!

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  66. Meu carro estava com Pirelli P6000 185/60 R14 perto do TWI e com mais de 5 anos de uso. A direção estava dura (imaginava que era problema da direção hidráulica), os pneus patinavam fácil e faziam muito barulho ao esterçar em pisos de estacionamentos, depois que troquei por Yokohama C Drive 2 tudo isso sumiu. Será que os Yokohama são melhores mesmo ou é problema de pneus velhos? Se soubesse que melhoraria tanto teria trocado mais cedo.

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  67. Bem, aqui vai o meu parecer...Como já disse alguem que participava da fabricação e montagem dos Rolls Royce: Silencio é sinônimo de qualidade! Logo, qualquer pneumático cuja fabrica me leve a recordar minha infância já seria 50% da escolha... Se a tradição levar a associação de maciez então, mais um ponto ganho...Tradição é sinônimo de conhecimento adquirido e o resultado sempre será incontestável...Aliás este modismo de rodões recobertos com fita isolante de grande espessura vai de encontro a decadência de nossas vias, que jamais serão recuperadas...Vá gostar de sofrer!
    Ah! Quase esqueci...delícia de texto!

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  68. Tive diversos pneus, mas o melhor DE LONGE são os atuais yokohama c-drive.
    Em relação aos anteriores (Goodyear GPS3) é gritante a diferença de silêncio, conforto de rodagem, aderência (principalmente no molhado) e... Durabilidade! Estão com 25000km e parecem 0km, os goodyears com essa km já estavam pra lá de meia-vida...
    Paga-se BEM mais caro, mas acreditem... vale CADA CENTAVO.

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  69. Concordo com tudo que foi escrito.
    Juvenal, dá um pulo no site do Extra.Comprei pneus lá pela metade do preço das lojas daqui da minha cidade e após montagem e balanceamento, pimba! Carro novo, de novo. (Meu carro é um Opala 84, já corroído e cansado, mas que roda bem.)

    Agora, tenho pena de quem tem carro bastante novo e coloca pneus remold para sobrar para pagar as prestações...

    Tallwang

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  70. Ótimo e pertinente post JJ. Bem no momento que preciso comprar 4 pneus novos pro carro da minha esposa e a dúvida de qual eu compro me persegue. Me interessou muito saber que a Dunlop está por aqui novamente...

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  71. Tenho um Corola sempre usei Brigestone, mas mudei e comprei um Pirelli numa autorizada deles, só que não fiz o alinhamento lá e sim num lugar de minha confiança , o carro ficou torto nas frenagens samba na estrada parece a rural do Sitio levei na loja deles os caras disseram que minha suspenção está toda comprometida, ( mas antes era perfeita ) levei o carro na Toyota e eles disseram que são pneus tortos, voltei na loja da Pirelli o técnico deles disse que o pneu está perfeito e que a Toyota não quer dizer que o carro deles que não da simetria como os da VW . não sei mais o que eu faço.

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    1. Anônimo 18/10/2013 15:35

      Propõe a um amigo que tenha um carro em perfeitas condições, ou seja, alinhamento, balanceamento e suspensão em perfeito estado, que use os tais pneus por uns dias. Caso seja verificado igual comportamento, isto é, sambando nas estradas e entortando nas frenagens, você terá descoberto o problema. Depois é acionar o Procon ou mesmo pequenas causas.
      Boa Sorte.

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  72. Boa noite. Muito bom o texto, parabens. Eu usava no corsinha classic gps3, mas achava muito duro e barulhento. Mudei para a.drive, maravilhosos, mas na minha mao duraram 40 mil. Passei para Michelin xm2, e achei os melhores. Tem uma bsnda de rodagem bem mais larga, que deixa o carro bem grudado, ao menos na minha percepçao... esses dunlop tem uma banda de rodagem larga como os xm2? Se for, vou procurar, pq sempre ouvi falar bem, vc so veio me deixar com vontade, rsss. Obrigado.

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  73. Anônimo,
    o pneu tem medida original. Isso eu não mudo nunca.

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  74. JJ, realmente a troca dos pneus por um jogo novo de qualidade pode levar o carro do inferno ao paraíso! A sensação é realmente muito boa, além das questões óbvias de segurança.
    Você já ouviu falar de algo sobre o gasto excessivo de pneus no Ford Ka, antigo? Então, noto que o carro acaba consumindo pneus rápido demais, mesmo pneus de "grife" se desgastam rapidamente - e igualmente por toda extensão lateral da banda de rodagem (desgaste regular) - e atingem o TWI em pouco menos de 30 mil quilômetros. Isso nota-se - até pela questão da concentração de massa e tração - no eixo dianteiro, mesmo eu não sendo um sujeito "abusado" com o carro, que trave roda ou que arranque bruscamente e mesmo fazendo periodicamente os devidos serviços de suspensão e direção. O detalhe é que já notei outros proprietários fazendo a mesma reclamação...
    Abraço!

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  75. == Pra quem for comprar ==
    Vou deixar aqui o meu relato pra quem se basear nesse post, estou a umas 3 semanas e uns 300km rodados, com os dunlop 165/70 13 EC201, na dianteira do veiculo, então vamos aos prós e contras do produto. O meu não é feito no japão, e sim na indonesia!
    .
    Pros:
    - Se você liga pra isso, a marca reconhecida.
    - Acabamento, parece um produto bem feito, é um pneu muito bonito.
    - A borracha, parece de boa qualidade, é macia (o que estranho, com um treadwear de 400) e tem um cheiro muito bom, ele até faz um ruido diferente do pouco que ouvi quando ele 'cantou pneu' (não cantei pneu, mas na garagem de casa ao manobrar ele faz barulho, e o barulho é diferente, e a maioria dos pneus nem fazem)
    - Se mostrou muito estável em curvas, na chuva só testei com a pista um pouquinho molhada, pareceu como se estivesse no seco. (situação que dizem ser mais arriscada do que com uma chuva torrencial, porque a pista esta enlamaçada de sujeira e oleo)
    .
    Contras:
    - Apesar de o acabamento ser de um michelin, medindo as bandas (laterais e de rodagem) com a mão mesmo (uma por dentro, uma por fora) você sente que elas são muito finas, esses pneus não são tão ecologicos assim se não puderem ser remoldados ou se sua banda lateral se cortar com facilidade, "matando o pneu". (Sei que 'medir com a mão' não é um metodo muito confiavel, mas acredite, da pra perceber, porque é grotesca a diferença! Da sensação que a banda lateral tem apenas uns 3mm, e a de rodagem menos de 1cm!)

    - Quantidade de borracha na banda de rodagem: Essa eu fui olhar somente hoje, porque assustei depois de olhar de manhã que o pneu já esta com cara de "meia vida" (depois de 300 km???) sim, quando comprei, sem rodar, comparei com o usado que estava no carro, e os sulcos pareciam ter o mesmo, uns 4mm (o que já é pouco!!), comparei de novo hoje e já teve um leve desgaste (WTF?) mas o que me deixou louco da vida é medir o velho no TWI e esses novos no TWI, a aparencia não enganou...
    Os pneus novos, estão meia vida!!!
    Tenho o palpite que o sulco do pneu é profundo somente mais longe do TWI, onde o consumidor vai medir normalmente, mas medindo e comparando TWI do velho, com TWI desses novos, vi que dancei, ele tem muuuito menos borracha, e tenho palpite que vou ter que trocar de pneu de novo ainda esse ano... ou seja, pessimo negocio, aparenta qualidade de michelin, porem com durabilidade de "direction" (já troquei um jogo de direction em 8 meses, michelin já durou 5 anos pra mim).

    Conclusão: Se você quer um produto bom, mas com durabilidade questionavel, pode comprar, mas penso que por pouco mais você encontra michelin, goodyear...
    PS: Antes dos questionamentos sobre a suspensão do veiculo, não há qualquer possibilidade nesse sentido, nenhuma, nenhumazinha mesmo! Ela foi completamente refeita, antes de comprar os pneus fui comprando os outros itens da suspensão (queria um carro mais firme, e desconfiei que os amortecedores e outros itens estavam ruins pois balançava mais que monza)...
    Então, as molas foram trocadas, conjunto de amortecedores - monroe, os 4, todas as buchas - monroe axios, terminais, batentes, bom... só não trocou as bandejas, os braços de suspensão e a mola traseira, que obvio, estão bons se não teriam sido trocados... o restante é tudo novinho. E obvio, serviços de alinhamento, balanceamento, camber, caster... Na velha escola, feitos a laser, porque não sou louco de por meu carro em "alinhamento computadorizado" que entorta tudo.
    .
    Então, acho que não há duvidas sobre que é quase como tirar um carro da agencia, por esses pneus na dianteira, rodar 300 km, e ter uma bela decepção.
    Conforme for rodando vou relatando aqui... Até o proximo relato!
    .
    Ozzy

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  76. Olá! Permitam-me "ressucitar" o post, muito bom por sinal, por dois motivos: um, obviamente, o pneu. O outro, os carros Peugeot.
    Começarei pelo carro. Tenho um 207 há pouco mais de 2 anos, depois de um horrível Corsa Classic. Foi como do inferno ao céu. O 207 é um carro confortável e gostoso de guiar, tem um motor 1.4 bastante razoável e, até agora, com 35.000 km, não tive nenhum problema mecânico, apenas manutenção de rotina, como trocas de óleo, filtros e pastilhas de freio. Troquei também o terminal de direção por causa de uma pequena trepidação causada pelos paralelepípedos do centro de Atibaia. Os pontos negativos são o consumo de combustível, que acho elevado (7,5 cidade/9,5 estrada com etanol) e o sistema de reclinamento dos bancos dianteiros para acesso ao banco traseiro (meu carro é de duas portas).
    Com 35.000 km e os pneus chegando no twi decidi que era a hora certa para trocá-los. Fico impressionado quando vejo alguém dizer que rodou mais que 40.000 com qualquer pneu, pois eu nunca consegui. Decidida a troca, qual pneu escolher? O 207 veio com Pirelli P6 original de fábrica e confesso que não gostei muito dele, além de ser um pneu caro. O queridinho da maioria, Michelin, além de muito caro, não me impressionou nada quando os coloquei no tal Corsa. O que era ruim, ficou pior, em dirigibilidade e nos ruídos que os pneus transmitiam para a cabine. O carro ficou insuportável de guiar. Por isso também resolvi vender.
    Sobraram os Goodyear, Dunlop e Continental. Firestone nem cogitei, pois já tive em outros carros e não gostei pois os pneus se deformaram rapidamente. As marcas menos conhecidas não me convencem, e pneu é um componente crítico num automóvel.
    Passei ontem praticamente a tarde toda pesquisando na Internet, vendo a opinião de sites especializados e opiniões dos consumidores, e acabei optando pelo Continental PowerContact, nas medidas originais recomendadas pelo fabricante (185x65 14). Fiz essa escolha pois ouvi muitos elogios sobre a estabilidade, conforto e baixo ruído destes pneus. Espero que a durabilidade seja boa também, se rodar mais 35.000 chegando no twi estarei satisfeito.
    Trocados os pneus fiz um pequeno teste na Fernão Dias e a impressão foi boa. O carro ficou mais leve e com a rodagem mais macia e silenciosa como eu queria. É mais mole que o Pirelli e tende a "dobrar" um pouco mais nas curvas, portanto exige um pouco mais de atenção. Mas ele permite uma condução mais rápida também. São só as primeiras impressões, agora é esperar o pneu "assentar" e ver como vai se comportar.

    Cheguei à conclusão de que a escolha do pneu é praticamente como a de qualquer outro produto, ou seja, depende do gosto do consumidor. Espero ter acertado na minha!
    Parabéns pelo ótimo post e grande abraço.

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