BALANÇO AUTOENTUSIASTAS DE 2011

Foto: indicefeminino.com.br


Semana de balanço para muitas pessoas, blogs e noticiários, e não seria diferente para nós do AE. Um simples apanhado de fatos marcantes de 2011 que foram comentados neste espaço ao longo do ano e também outros, que por qualquer motivo deixamos de comentar, mas que nem por isso são menos relevantes.

A idéia foi abordar o que julgamos ter dado certo nos automóveis lançados em 2011, os destaques do esporte a motor, o que nossas autoridades fizeram de bom para o tráfego e o outro lado, ou seja, quais lançamentos tiveram resultados aquém do esperado, o que ficou para trás no esporte a motor e onde as autoridades de trânsito mais erraram. Uma lista curta, sim, não pretendo fazer um ranking dos melhores automóveis avaliados, pois isso demandaria que as análises tivessem critérios diversos dos que foram empregados, mas que tal falarmos daquele que foi um sucesso imediato de vendas, que caiu rapidamente no gosto do público? Ou de um que não deu tão certo assim?

Lançamentos

Renault Duster


O AE foi convidado ao lançamento e teste rápido e o Bob Sharp e Arnaldo Keller gostaram do carro. Mais do que isso, no seu primeiro mês de vendas já ultrapassou o EcoSport, veículo que inaugurou o segmento de "car-derived SUV" no Brasil em 2003 e que até então não sofrera ameaças sérias de nenhum concorrente. Chegar ao mercado e arrancar o líder do segmento do topo das vendas no mês de estreia é um fato raro, raríssimo, nos vários ano que acompanho o mercado. Não por menos, mereceu o destaque de 2011. Segundo dados da Fenabrave o Duster se mantém à frente do rival no mês de dezembro. Se o Duster seguirá liderando as vendas até ou além da chegada do novo EcoSport (esperado para o segundo semestre de 2012), não sabemos. Felizes aqueles que disputam um segmento com somente dois ou três concorrentes.

O Duster tem tudo para agradar. Exibe linhas de estilo robusto, trem motriz corretamente dimensionado, mostrou andar bem no asfalto e fora dele, o que é exatamente a sua proposta, e seus preços são competitivos. Basta a Renault seguir tratando bem dos clientes no pós-vendas. A marca demorou a emplacar no Brasil, mas sua persistência e uma sequência de decisões corretas a levaram a reagir e o sucesso nas vendas veio: a Renault já tem a quinta melhor participacão de mercado e se a quarta colocada Ford bobear, acabará sendo ultrapassada por ela.

A família X90, nome do projeto do Logan, Sandero e Duster, já caminha para um sucessor, isso é bom para a Renault e para nós – chega de conviver com o mesmo veículo e inúmeros face lifts por mais de dez anos.

Peugeot 408


Não sabemos o que acontece com este Peugeot, que figura entre os últimos em vendas no segmento dos sedãs médios. O Bob andou nele e gostou, relatou acerto no estilo, motor, suspensão e acabamento.

Fato é que o Peugeot 408 disputa um segmento bastante competitivo, praticamente todos os fabricantes têm produtos atuais e faixas de preço similares. O Corolla é o mais "velhinho", lidera as vendas com o modelo lançado em 2008 e atualizado em 2011. O que será que falta para este Peugeot emplacar?

Nessas horas, e se eu estivesse na pele da turma da Peugeot com a difícil missão de reverter o quadro, voltaria ao velho tema produto. Não tem jeito, sou um inveterado fã da filosofia "product-oriented" dos alemães: o único item que deixa de posicionar o 408 no mesmo nível de seus melhores rivais é a caixa automática da quatro marchas. Por mais que ela se mostre corretamente dimensionada, sua calibração ser bem ajustada para trocas suaves, quatro marchas é menos que cinco, que é menos que seis. Essa corrida insana por mais marchas também mexe com a cabeça do consumidor, ou você pensa que não?

Vá até uma concessionária atrás de um modelo de 70 mil reais e ouça o vendedor: se você não estiver numa da Toyota é quase certo ele vai fazer sua cabeça, pode ser Chevrolet Cruze, Honda Civic ou VW Jetta, que já estão nesse patamar; Fluence e Sentra têm CVT. Portanto, em argumentos de vendas, o 408 entra com uma carta a menos. Ou não?

De qualquer forma, gosto bastante do carro e não hesitaria em ter um na minha garagem. Se isso o ajudasse a vender mais...

Esporte a motor

Neste ano, a F-1 viu a Red Bull, a Renault e o alemão Sebastian Vettel dominarem novamente a categoria como se estivessem num patamar acima dos outros. O espanhol Fernando Alonso também se destacou com atuações brilhantes em seu Ferrari, mas insuficientes para arrancar o segundo lugar do Jenson Button da McLaren.


Na 24 Horas de Le Mans, que o Milton Belli acompanhou e trouxe para nós do AE os seus relatos, deu Audi com Peugeot em segundo, ambos a diesel. Ou mexem alguma coisa no regulamento, ou os motores queimadores de óleo dominarão por longo tempo. Quem pode com eles? Talvez a Porsche em 2014?

O destaque negativo foi a Curva do Café do Autódromo Municipal José Carlos Pace. Tivemos dois acidentes fatais este ano (e outro em 2007) e passaram a tachar essa curva como um perigo não merecido. Como o Bob Sharp e o Milton Belli disseram, ela tem mais de 70 anos. Será mesmo essa curva o problema?

Tráfego urbano

O volume de vendas de autoveículos no Brasil atingiu 3,5 milhões de unidades este ano, nossa frota já é de 34 milhões de veículos (automóveis e comerciais leves, caminhões e ônibus), segundo dados dos Sindipeças, número mais realista do que o Denatran, que aponta 46 milhões.
Somente na cidade de São Paulo são licenciados mais de mil veículos diariamente, mas com o sucateamento a frota paulistana só cresce 2% por ano. Os números da frota paulistana são conflitantes, de um lado a Prefeitura falando em 7 milhões de veículos, de outro, o Sindipeças dizendo ser de 5,5 milhões.
De qualquer maneira, um problemão para o senhor Gilberto Kassab. Como fazer a cidade não parar?
Restringir a circulação de caminhões e ônibus fretados trouxe um alívio a muitos que circulam dentro do grande cinturão do rodízio, para isso, o prefeito contou com a ajuda do Rodoanel e, com sua verdadeira máquina de produzir multas, os caminhões praticamente sumiram da marginal do Pinheiros e da Av. dos Bandeirantes. Em que pese certos meios não justificarem os fins, vejo como um bom acerto do senhor prefeito no ano. Certas vias passaram a ser transitáveis novamente, outras ainda sofrem mesmo fora dos horários de pico. O problema continua e mais restrições devem vir.
Mas foi também o ano de grandes mancadas da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A maior delas, para mim, foi a redução do limite de velocidade nas principais vias. Estudei um pouco o tema e vejo que essas decisões ocorreram depois que um especialista australiano em tráfego urbano, Eric Howard, veio ao Brasil falar de seus trabalhos. Veja uma de suas palestras sobre segurança viária.
Pior, este especialista vem vendendo a ideia de menos velocidade a mais cidades do mundo. Veja este filme do YouTube que o Conselho de Segurança das Estradas da Austrália Ocidental (The Road Safety Council of Western Australia) produziu, ou seja, há uma série de organizações espalhadas pelo mundo que conversam entre si sobre melhorias de segurança viária.



Para mim, tomaram muito a sério o que este sujeito falou e se esqueceram de pensar (o que não é nenhuma novidade quando se trata de CET...). É evidente que se eu bater meu carro a 20 km/h vou produzir menos estragos que a 70 km/h, mas como fica a fluidez do tráfego? Numa cidade com 5,5 milhões de veículos? Eles passaram a definir um novo patamar, que vai na contramão da boa fluidez. Questiono vários aspectos desta decisão, mas como não disponho de estatísticas e informações básicas, a discussão torna-se inútil.
Ficam as perguntas: será que a Av. 23 de Maio/Rubem Berta, a Av. Bandeirantes, a Av. Salim Farah Maluf e outras tantas que sofreram com essa restrição de velocidade passaram a ter menor número de acidentes? Sabemos que muitos deles são provocados por motociclistas que insistem em trafegar entre as faixas a velocidades muito superiores a dos automóveis. Qual a contribuição da menor velocidade? A resposta de um acidente a menos não vale.
Por outro lado, os sinais inteligentes continuam praticamente inexistentes na capital paulista e outras cidades brasileiras, e parece que ninguém está nem aí para implantar esse inestimável – e imprescindível – auxílio para o trânsito. Dá muito trabalho...
Segue mais a respeito desse assunto, em forma de duas reportagens, para o leitor tomar ciência e tecer suas conclusões (n° 1 e n° 2).
Ficam nossos desejos de um ótimo 2012 a todos os leitores e leitoras do AE e seus familiares e que consigamos encontrar melhores e mais sensatas soluções viárias para que sigamos tendo prazer ao dirigir, sem carregarmos o estigma de vilões.

MAS


45 comentários :

  1. Primeiramente feliz 2012 para todos do AE!

    E excelente artigo, MAS.
    Essa questão de velocidades vai muito na contramão do que um motorista espera como sendo natural, e desse modo parece mais difícil fazê-lo obedecer às regras impostas. Lombadas, por exemplo, me fazem querer correr muito mais do que se elas não existissem. Prefiro muito mais andar a 60 km/h constantes do que andar a 80 km/h entre as lombadas e ter de frear forte.

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  2. Ah, e os links passados para as notícias da Folha são só para assinantes.

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  3. Pra mim, o problema do 408 é ser um Peugeot. Se comprarmos um Civic ou um Corolla, saberemos que daqui a muitos anos eles continuarão se chamando Civic e Corolla, por mais que o carro seja totalmente diferente. Enquanto o 408, sabemos que daqui a alguns anos a Peugeot vai matar ele e lançar um 409. Nenhum brasileiro gosta de comprar um carro sabendo que se por algum motivo precisar ficar bastante tempo com o carro, vai se ferrar na hora da revenda.

    Quanto a esse australiano que veio a São Paulo vender seu peixe: nunca acredito numa pessoa que acha que sua idéia vale para todo mundo. Cada um tem sua particularidade. O que serve para mim, muito provavelmente não vai servir para você.

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  4. Pois é, o que falta mesmo é melhorar a formação dos condutores, e não restringir velocidades como se elas fossem a única causa.
    O que vejo frequentemente é gente que não sabe frear forte o carro, nem acelerar forte, nem ser suave em curvas e acelerações. A maioria não sabe o que acontece com um carro no limite de aderência dos pneus, simplesmente tem medo e se desespera.

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  5. Texto 1:
    Vias com mais acidentes fatais têm velocidade superior à recomendada

    CET afirma que observa condições técnicas para definir limites
    RAPHAEL MARCHIORI
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

    Das 20 vias com mais acidentes fatais na cidade de São Paulo, quatro têm velocidade máxima acima do recomendado pelo Código de Trânsito Brasileiro.
    Nas vias expressas das marginais Tietê e Pinheiros, por exemplo, a CET permite aos motoristas uma velocidade máxima de 90 km/h -dez a mais do que o indicado pelo código de trânsito federal.
    No ano passado, 56 acidentes resultaram em mortes na Tietê e 23 na Pinheiros.
    Apesar de a velocidade não ser apontada por especialistas como a única vilã para a mortalidade, dez quilômetros por hora a mais representam menos tempo e espaço para o motorista reagir.
    "A velocidade tira tempo de reação do motorista e torna o impacto mais letal", diz Sérgio Ejzenberg, especialista em acidentes de trânsito.
    Um veículo a 60 km/h precisa de 7,5 segundos e 84 metros de distância para poder parar. A 70 km/h, precisará de 8,7 segundos e 109 metros.
    Flamínio Fichmann, urbanista especialista em trânsito, concorda com Ejzenberg. "Os veículos têm sistema de aceleração e desaceleração rápidos. Nem sempre é confortável andar a 60 km/h, mas a velocidade deve ser reduzida em prol da segurança."
    Na zona leste, a Jacu-Pêssego, tanto em seu trecho novo quanto em parte do antigo, tem velocidade regulamentada pela prefeitura de 70 km/h quando o código estabelece 60 km/h. O mesmo acontece com a Aricanduva.
    Segundo a CET, as duas avenidas da zona leste deverão ter suas velocidades reduzidas no próximo semestre. A "nova" Jacu-Pêssego, porém, continuará com velocidade máxima de 70 km/h.
    O motivo, segundo a prefeitura, é a característica de via rápida do trecho inaugurado em outubro de 2010.
    O órgão regulador de cada município tem a prerrogativa de estabelecer limites de velocidades diferentes dos indicados pelo CTB -desde que observadas condições técnicas e de trânsito.
    Questionada sobre as velocidades das marginais e das avenidas Jacu-Pêssego e Aricanduva, a CET afirmou apenas que seguiu a prerrogativa do código.

    Marco

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  6. Texto 2:

    1 km/h faz diferença contra as mortes no trânsito, diz técnico

    Australiano afirma que redução de limite de velocidade nas estradas do país evitaria quase cinco mortos por dia

    Em visita ao Brasil, Eric Howard não vê sentido em sinalizar radar e defende 30 km/h para ônibus em vias urbanas

    ALENCAR IZIDORO
    ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA

    O motorista tem pressa. Quer sempre chegar mais rápido em casa, mesmo se não tiver compromisso algum.
    Só não imagina que até mesmo um aumento despretensioso de 100 km/h para 101 km/h na velocidade dos carros, para economizar segundos, já significa que mais gente vai morrer e se ferir.
    Pelas contas divulgadas pelo australiano Eric Howard, renomado especialista mundial, essa inocente alta de 1 km/h no ritmo médio dos veículos bastaria para elevar em 5% as mortes no trânsito.
    É por isso que a redução dos limites de velocidade no Brasil é uma das propostas imediatas de Howard para diminuir as vítimas na década da segurança no trânsito instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas).
    No país, mais de 35 mil morrem por ano em acidentes viários. É como se, a cada dois dias, um Airbus caísse.
    Nos cálculos do engenheiro, consultor do Banco Mundial em mais de uma dezena de países, a simples redução de 10 km/h (de 100 km/h para 90 km/h) em trechos de estradas já pouparia 1.700 vidas/ano, quase cinco por dia.
    "É preciso desacelerar os carros", afirma Howard, que esteve na última semana no "Fórum Volvo-OHL de Segurança no Trânsito", em Brasília, dentre outros encontros com técnicos do país -inclusive da CET-SP (Companhia de Engenharia de Tráfego).
    Na capital paulista, os limites de velocidade de diversas avenidas já foram reduzidos nos últimos meses (incluindo vias como Radial Leste e Washington Luís).
    Pelo discurso de Howard, ainda é muito pouco. Para ele, não deveria se admitir, por exemplo, que ônibus rodassem a mais de 30 km/h nas principais vias urbanas.
    E os engarrafamentos numa cidade como São Paulo?
    "Ir mais rápido só serve para chegar ao próximo ponto de congestionamento mais depressa", diz Howard.

    RADARES
    O australiano se mostrou impressionado com um comportamento de motoristas brasileiros: a redução da velocidade onde há radares e a desobediência imediata assim que passa a fiscalização.
    Para ele, "não faz sentido" sinalizar a presença do radar.
    Diante dos riscos da velocidade excessiva, a Folha questiona: por que os carros são vendidos permitindo mais de 200 km/h se a maioria dos países não admite mais de 120 km/h? Para Howard, a indústria vende aquilo que a sociedade pede.


    Marco

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  7. MAS e Guilherme J.
    As autoridades de trânsito do Brasil estão fabricando, em massa, idiotas ao volante com medidas como reduzir velocidade e aplicar lombadas físicas e eletrônicas. Os comboios na rodovia dos Imigrantes quando há neblina é outro exemplo de idiotização, uma vez que esses motoristas terão dificuldade ao encontrar neblina em outra estrada.

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  8. Pois é Bob, ao visitar esses sites de fóruns de discussão mundiais, senti vergonha, aqui pouco ou nada se discute com propriedade e muito se decide, aí vem essas medidas sem pé nem cabeça.
    Notem o Fórum que mostramos teve iniciativa e patrocínios de empresa privada, como esperar melhoras?

    MAS

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  9. Meus agradecimentos ao Marco, que os transcreveu no espaço de comentários, tanto eu como o Bob somos assinantes do UOL, aí o browser acessa ao link automaticamente sem que eu me desse conta que se trata de área restrita a assinantes. Desculpem minha falha.

    MAS

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  10. Fico me sentindo anacrônico quando vejo essas coisas mesmo tendo "apenas" 35 anos.
    Fico pensando então qual será o 'custo' no comportamento de uma pessoa que more a 30km do trabalho e sabe que seu ônibus levará ao menos 1h para realizar o percurso. Ao invés de cobrarem o cumprimento das regras básicas, como manter os ônibus lentos à direita em momentos de 'não ultrapassagem' (aqueles latifundiários da esquerda) e permitir a fluidez ou não parar na faixa de trânsito para embarque/desembarque.
    Falam tanto na velocidade, mas aqui no Rio temos vias como a Av Brasil em que os pontos de ônibus não são recuados e dimensionados para permitir o embarque/ desembarque sem reflexo no trânsito de veículos da via. Fizeram uma bela baia do lado da FioCruz, mas em outros tantos pontos continuam ignorados e o tempo perdido e o stress parados por essa vista grossa dos engenheiros de tráfego causam mudanças no humor do motorista.
    É a mesma coisa, poderiam cobrar o cumprimento da concentração de álcool no organismo com o mesmo empenho de agora que é zero mesmo quando ainda tinha uma tolerância maior.
    Isso é papo para o ano de 2012 inteiro...
    Bem, deixem-me voltar para a minha caverna no meio da cidade agora.


    Márcio Santos.

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  11. Esses textos são inacreditáveis. Essa imbecilidade de 'linearizar' o aumento da velocidade com a quantidade de mortos é sensacional. Podemos concluir que se reduzirmos de 100 km/h para 99 km/h e assim sucessivamente. Ao diminuir além de 75 km/h não existirão mais mortes e começarão a brotar bebês dentro dos carros.

    Os ônibus daqui da minha cidade tem uma média de 10 km/h limitados a 70 km/h imagine a 30 km/h?

    Convido a todos daqui a andar de ré , com velocidade 'negativa', e ajudar a gerar vida no trânsito.


    O problema não são os idiotas falando isso e sim os imbecis que apóiam essas idéias.

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  12. Esse tal Eric Howard é capaz de concordar com uma ideia que eu defendo (em tom de gozação e sarcasmo, lógico): arrancar o asfalto das ruas do centro de São Paulo.

    Afinal, se já não se pode andar rápido por elas, o fato de serem vias de leito natural (cascalhadas) iria impedir "engraçadinhos" de desenvolver velocidades superiores a 30 km/h. Além de, na época das chuvas, aumentar consideravelmente a absorção de água pelo solo, diminuindo assim a incidência e a gravidade das enchentes.

    Por favor, não mostrem este post para o Kassab!

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  13. "aqui pouco ou nada se discute com propriedade e muito se decide, aí vem essas medidas sem pé nem cabeça."
    Mais pura verdade. É a ânsia de legislar, pra dizer que fez alguma coisa. Coisa de gente despreparada pra assumir cargo de gerência...

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  14. Primeiramente, feliz 2012 a todos os autoentusiastas.

    Nunca dirigi o Peugeot 408, mas li em muitos sites de que o seu câmbio (assim como o do "primo" Citroen C4) faz com que o desempenho seja contido e o consumo de combustível altíssimo. E, decerto, o futuro motor 1.6T que será nele aplicado, apesar da provável melhora de desempenho, estará numa versão de preço exorbitante.

    Como ponto negativo de 2011, há de se falar da criação das ciclofaixas permanentes em SP. Ligam "lugar nenhum" a "lugar algum" e parecem-me atender a meia dúzia de quatro ou cinco ditos ativistas, que não batem cartão de ponto e têm tempo para passeios, em detrimento da mobilidade daqueles que suam todos os dias para sobreviver e pagar impostos.

    Quanto ao camarada da terra dos cangurus, a Companhia de ENGARRAFAMENTO de Tráfego está tentando levar sua tese ao extremo para comprovar que, a 0 (zero) km/h não há acidentes...

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  15. Na minha opinião, 2011 não foi um bom ano. Ele começou mal, no dia 4 de Janeiro o último Mercury saiu da linha de montagem. um belo Grand Marquis branco (foto: http://www.pontiacperformance.net/Media/Last_Mercury.jpg ).
    Depois a Mazda anunciou o fim do RX-8, o último carro com motor rotativo, o Dodge Viper também parou de ser fabricado e no dia 30 de Agosto foi a vez do Lincoln Town Car entrar para a história (pela primeira vez a Lincoln não tem um carro de tração traseira em sua gama de produtos). Mas, na minha opinião, a notícia mais triste de 2011 foi o fim da fabricação do Ford Crwn Victoria, no dia 15 de Setembro ( http://www.youtube.com/watch?v=hpsuDRLjpGs ). E nos 45 do segundo tempo foi anunciada a falencia da Saab.
    Mas ainda existe salvção, o Toyobaru está a caminho, para salvar o mundo automobilístico.

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  16. MAS,

    Sinceramente, eu não consigo engolir quando dizem que o Duster 1,6 16V seja bom para viagens.
    Ele utiliza o mesmo motor do antigo Clio 1,6 16V, que tinha motor de sobra, mas que também pesava uns 300 quilos a menos. Muito peso com motor pequeno não combina. Lembro bem da Scenic com esse motor. Na estrada era uma droga.

    Quanto ao Peugeot 408, a solução é o câmbio manual, mas sabemos que nem todos gostam.

    Quanto ao tráfego urbano de nossas cidades, cada caso é um caso e precisa ser estudado. Mas os "especialistas" acham que sabem tudo e não se dignam a isso.

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  17. Enquanto nos recomendam reduzir a velocidade dos ônibus para 30 km/h, na China, eles estão desenvolvendo trens para andar a 500 km/h.

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  18. O problema do 408: ser fabricado pela PSA Peugeot Citroen.

    Carros PSA são cheios de frescuras: frescuras tecnológicas e frescuras de tratamento. As frescuras tecnológicas impressionam os jornalistas que os avaliam por poucos dias. Mas a vida real é mais carrasca:



    experimente deixar essa bomba na garagem em São Paulo e passar um feriado prolongado fora de casa. Surgem as frescuras de tratamento.

    Quando você voltar, a bateria estará descarregada e ninguém conseguirá dar a partida no carro, pois zera o código do transponder e os parâmetros da injeção são resetados. É uma dor de cabeça atrás da outra. O câmbio é o menor dos problemas: ainda é o mesmo "Tiptronic" de quatro marchas dos Peugeot 206/307 e C4 Pallas/Picasso. Frágil e com programação falha, exige que o câmbio seja enviado a Porto Real para solucionar qualquer problema de maior gravidade.

    E a desvalorização? Você paga 70mil e em dois ou três anos as concessionárias Peugeot não pagam nem 30. E quando pagam é só para lhe empurrar outro mais novo.

    Alan

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  19. CCN1410,
    Prefiro aplicar um juízo relativo, i.e., comparar o Duster 1.6 com o EcoSport 1.6, AirCross 1.6, etc., nesse comparativo, qual o melhor deles para você em viagens? O Renault parece sair-se bem, seu motor é elástico e até acho o diferencial curto demais, como o Bob e o Arnaldo bem relataram.

    Abs,
    MAS

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  20. Andre Scud01/01/12 19:12

    Caramba, como ainda tem gente que compra carro temendo desvalorização. Escolhem a cor, modelo, marca e opcionais pelo mercado, como se fosse a escolha fria para a aquisição de uma frota.

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  21. duas coisas acabam com o trânsito de SP:
    1 - Falta de novas vias, pontes, viadutos e elevados, pois o Kassab só quer arrecadar, construir não é com ele.
    2 - Motoqueiros inconsequentes, que pensam ser o proprio Valentino Rossi, se é que pensam esses seres.

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  22. Peugeot 408 vende pouco porque é mais um Peugeot: Sabe-se que a manutenção será mais cara a desvalorização enorme. É rasgar dinheiro...

    Cada marca colhe aquilo que planta:

    Quem já teve um Toyota Corolla sabe de suas qualidades, por isso ele vende muito. A propaganda boca a boca fez com que ele simplesmente vendesse em 2011 quase a mesma coisa que Civic, Cerato e Jetta SOMADOS. Pergunte a qualquer mecânico ou comerciante de carros porque o 408 vende pouco e Corolla vende muito.

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  23. ao pessoal que critica o Peugeot 408:

    É um carro para entusiastas, não para pessoas que querem apenas ir do ponto A ao ponto B (para estas temos o Logan), nem para pessoas que querem exibir seu carro novo (para estas temos o Veloster). Só que ele parece não ser revolucionário no preço. E isso atrapalha.

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  24. Sobre a Peugeot em geral: minha irmã comprou um 206 ano 2005 usado de boa procedência em 2009. Nunca deu problema, roda macio, é mais econômico que meu VW Polo e tem manutenção de menor valor. Serviu pra destruir o meu preconceito com a marca francesa.
    O Corolla é um bom sedan médio, mas os japa estão bem gulosos no preço. Já que o comentarista acima fala em desvalorização, eu completo: adianta desvalorizar menos se custa 10 a 15000 a mais? É vantagem?
    Opinião minha - quer um carro que não desvalorize? compre um Uno ou Gol 2001, dá uma guaribada nele e você pode até ter lucro na venda. Agora carro nessa faixa de preço (Corolla, Civic, etc) sempre vai desvalorizar. Compre, use e tenha prazer com ele, mas se você fica inquieto com a perda futura CERTA, compre um hatch básico usado.

    Ricardo2

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  25. Marcelo Junji01/01/12 22:03

    Dá uma certa angústia só de pensar nessas reduções de velocidades, mas vendo a quantidade de mal motoristas que temos aqui, acho que isso é bom até para nós autoentusiastas. Imagino o caos que seria se os limites de velocidads fossem bem maiores.

    Acho o duster um carro que cumpre o que promete, justificando a sua altura e seu visual. Nâo vejo lógica em nenhum dos seus concorrentes, que não fazem mais que um carro comum, não justificando eles terem carroceria alta e visual aventureiro, além de possuirem menor espaço (são praticamente hatches). E o duster tem o melhor preço pelo que oferece.

    O 408,como todos os Peugeots, deve ser um carro muito bom para se dirigir. Acho ridículo aquela imitação de saida dupla de escape a lá Fiat stilo, além dele não parecer um lançamento. Mas sendo ele um Peugeot, se der defeito, só se passa raiva, mesmo estando em "garantia", pois garantia é uma coisa que não existe para a Peugeot.

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  26. Junji,
    "O caos que seria se os limites de velocidade fossem bem maiores"? Muito ao contrário.
    Os motoristas brasileiros jamais irão desenvolver responsabilidade, habilidade e concentração ao volante enquanto forem condicionados a andar em velocidades tão baixas - e pior, de olho pregado em cada moita à caça do próximo radar escondido.
    Como já dizia Darwin, o homem é produto do meio em que vive.

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  27. Marcelo Junji02/01/12 00:41

    Sr. Alexandre Zamariolli, o brasileiro é produto do meio em que vive.

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  28. Marcelo Junji02/01/12 00:41

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  29. Ei, alguém viu o Fantástico ontem?

    Mostraram uma matéria sobre isso, mas muito confusa. Começaram defendo a não sinalização dos radares e depois mostraram um monte de motoristas levando multas no fim algumas pessoas dizendo que talvez seja pior tirar as sinalizações dos radares...

    Achei uma matéria sensacionalista, superficial e desinformativa. A nossa imprensa ainda por cima muitas vezes não ajuda em nada...

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  30. Andar mais rápido é melhor para o trânsito, por dois motivos: o primeiro, óbvio, consegue-se maior fluidez, o segundo é que não é necessário ficar vigiando a todo momento o velocímetro, sendo possível se basear na velocidade relativa dos outros veículos (prestar atenção no que importa). A redução para 60 km/h nas principais vias foi um retrocesso.

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  31. Se todos parassem de se preocupar com a desvalorização, será que os carros desvalorizariam menos? Efeito 'tostines'.

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  32. Esta polêmica com a velocidade máxima tá parecendo a mesma polêmica com as doençãs sexualmente transmissíveis "DST´s". Mesmo com camisinha ainda há chance de engravidar ou pegar DST. Arriscar ou não? Somos 7 bilhões, rs. Andar a 60km/h ou menos ainda há chance de morrer. Aliás chance de morrer, vidas poupadas... Basta não nascer, porque um dia vc morrerá. Existe a chance de morrer ao desligar o rádio-relógio, chance de morrer falando ao telefone e cair um raio na linha. Chance de morrer engasgado com um Pretzel como quase aconteceu com um ex-presidente americano. Se achar a cura para todas as doenças, vamos ter uma humanidade fraca, pois elimina a seleção natural. Com todas essas regras de trânsito, vamos ter um monte de panacas guiando carros no futuro.

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  33. Por cima uma laje, embaixo a escuridão...O 408 é um modelo aparentemente novo, design arrojado até, mas seu câmbio AT é aquele mesmo do 307, defasado e pouco confiável; seu motor 2.0 também já não empolga, tomara que o 308 hatch traga algo novo (de verdade)


    E um feliz 2012 para os autoentusiastas!

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  34. Oi Pessoal.

    A matéria do "Fantástico" é realmente "fantástica": Mostram primeiramente automóveis excedendo o limite em menos de 20% acima do "limite máximo legal" da via, e depois outros excedendo em mais de 50%; o negócio é gerar pânico com a parte final da reportagem (especialidade da mídia).
    Faz alguma diferença reduzir os limites, já baixos, para os que excedem em mais de 50% os limites da via? A maioria dos automóveis em trânsito, quando excederam o limite legal, não estavam dentro desta faixa de 20%? Isto talvez sinalize, de acordo com que o Bob comentou em outra oportunidade, que a máxima velocidade legal desta via deveria ser revista, baseando-se na média de velocidade de 85% dos veículos que trafegam na mesma? Querem tolher o limite com questões como "com piso molhado a velocidade estará adequada com o novo limite" (foi comentado na reportagem sobre motoristas que estavam deslocando-se em velocidade inadequada para a situação - chuva). Ora, quando a via apresentar condição de chuva, que a velocidade máxima legal seja estipulada para 20% abaixo do limite normal, padrão para a via "seca". O motorista do "carro importado" (sem placa/licença...), depois de receber a sua punição por estar acima do limite de velocidade (e estava acima de 50% do limite legal), tem a velocidade aferida logo em seguida, uns quilômetros à frente, e este continua a acima do limte legal, mas dentro desta margem de 20% acima do limite legal "atual" daquela via. Existiu, mesmo neste motorista do "carro importado" que cometera infração "gravíssima", correção de atitude, pois a velocidade estava bem abaixo da primeira passagem, e, quem sabe, dentro do que seria o limite "tolerável" para a maioria dos motoristas daquela via (85% do total - em testes realizados com método e responsabilidade). Quase que temos limites "urbanos" em vias "rurais pavimentadas", já resolvendo, com medida errada, o problema dos automóveis adentrarem perímetro urbano com velocidade de via terrestre (muito comum devido a medidas corretas / aplicação de medidas inadequadas).

    O negócio é multar e aproveitar-se da sensação de segurança quando o motorista anda em velocidade compatível com a via e sua condição (seca ou molhada), porém estando acima do limite legal imposto pelas autoridades.

    No "vespeiro" que seria adotar limitador de velocidade (140km/h talvez) nos automóveis desde sua fabricação o governo não tem intere$$e. Uns poucos iriam retirar tal limite, mas o propósito de dormar o "rebanho" seria conseguido; os que iriam retirar o limite certamente seriam os mesmos que excedem em 50% o limite máximo legal e para estes praticamente tanto faz qualquer solução. Já temos alguns automóveis importados com limite de 150km/h, por imposição legal do país de origem, não custa lembrar.

    Falta pouco em surgir a "lei de tolerância zero para a velocidade" (ao menos um Projeto de Lei - não duvidem). Brasil, terra dos absurdos.

    Abraço.

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  35. Pos -venda da Renault pode ser bom,não posso falar pq não uso a rede deles,mas o pré-venda é isso: leva-se um Renault usado para avaliação,por ex., uma Scenic 2003 completa em bom estado,eles pagam 10 mil na troca por um zero km,aí pensamos: qto eles vão pagar num Duster semi-novo com 2 anos de uso?30 mil?E olha que o Scenic é produto Renault,se eles não dão bom tratamento nem para os proprios produtos deles isso quer dizer que os mesmos não prestam ou é pouco caso mesmo?

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  36. Allan,
    Creio que, ao tratar do limitador eletrônico, você esteja se referindo aos carros alemães. Se for, cabem duas observações:
    - O limite de velocidade nesses carros é de 250, e não 150 km/h. Isto porque a velocidade normal nas Autobahnen varia entre 180 e 240 km/h;
    - A limitação eletrônica não decorre de lei, mas sim de um acordo entre os fabricantes e o governo alemão. Portanto, sua adoção não é obrigatória; a Porsche, por exemplo, optou por não aderir ao acordo, e seus carros não têm o tal limitador.

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  37. 1. Sobre o palestrante australiano, ele sim é esperto. Teve cobrar os tubos por uma palestra cuja conclusão é facilmente contestada por uma criança. "Trouxa" é quem patrocina isso.

    2. Em países cujos limites de velocidade são maiores ou mais condizentes com a condição das vias, o número de acidentes é muito menor que no Brasil. Não adiante pegar uma revista ou um guia de turismo e ler que na Europa o limite dentro das cidades é de 50km/h e querer implantar aqui. A uma porque há inúmeras vias por lá cujos limites são maiores e a duas as vias são diferentes.

    3. Tem sido um inferno andar em SP ultimamente, com esses limites abaixo da realidade. Sem contar que a maioria dos motoristas se borra de medo de ser multado e se arrasta a 50km/h na faixa da esquerda da Av. dos bandeirantes. E justamente nessas vias de transito mais rápido é que se comprova a tese do "85%". Ao trafegarem tranquilamente por elas, verão que o velocímetro indica um pouco acima do limite legal. Ou seja, numa pista como a Av. dos Bandeirantes, cujo limite é 60km/h, sem olhar no velocimetro, trafega-se a mais ou menos 70km/h, que é a velocidade natural da via. Aí está a indústria da multa. Será que é tão difícil um jornalista da globo, record, bandeirantes, fazer uma matéria questionando isso?

    4. Sobre as lombadas: Aquelas passagens de nível por onde os pedestres devem atravessar, igual à construída defronte ao Museu do Ipiranga e até relativamente comuns no exterior são muito mais eficientes que essas porcarias que vemos aos montes por aí. Os motoristas reduzem a velocidade onde devem reduzir, os pedestres atravessam em segurança (a passagem mais alta inclusive estimula atravessar por tal local), e não se tem o carro destruido.

    5. Sobre os comboios. Também acho o cúmulo da imbecilidade. "Olhos de gato" nas rodovias servem para que? Aliás, o que tem de pista urbana iluminada e infestada com tais tachas não está escrito. Nas estradas, onde seriam mais úteis...

    Ainda sobre neblina, faz uns dois meses que fui para a Alemanha. Sob neblina considerável numa autobahn, a única coisa que vi de diferente foi impor o limite de 130km/h por meio das placas eletrônicas. Tá certo que lá, o pessoal vê uma placa de 130km/h e passa a mais de 160km/h, mas a informação estava lá.

    6. Também vi a reportagem do fantástico. Pessoas que trafegam a 180km/h continuarão a trafegar, INDEPENDENTEMENTE da localização dos radares. O problema são os limites de velocidade esdrúxulos que por um descuido (entenda-se sacanagem de quem instala o radar) do motorista, é flagrado a 5 ou 6km/h acima do permitido.

    7. Peguem uma rodovia e reparem que a maioria dos motoristas trafegam numa velocidade bem abaixo do limite. Mas reparem também na quantidade de barbeiragens, como ultrapassagens sem sinalização, em locais proibidos, carro "colado" no veículo da frente. Pessoas comendo ao volante, distraídas. E depois a velocidade que é a culpada de tudo? tá bom...


    Marco

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  38. Oi Alexandre Zamariolli.

    Sim, conheço deste detalhe, mas não é esta a minha referência. O limite de 150km/h existe, ou existiu, em alguns picapes ou SUV(Chevrolet S10 e Blazer 2.4 Flex, Ford Range Sport etc). Alguns tiveram o limite modificado, tal como o Chevrolet Captiva, que passou de 150km/h para 180km/h, e etc. O Ford Edge também possui limitador em 180km/h. E para não ficar somente em picapes e SUV, para a restrição não ser vista como exclusivas nestas categorias, temos o Ford Fusion com limitador em 180km/h. Talvez o mercado de origem ache suficiente o limite de 180km/h.

    Abraço.

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  39. Alguém aqui pensa em comprar um 307 com 100.000km?

    Essa é a resposta do 308. O pessoal que compra sedans entre 60-90mil já tá de saco cheio de dirigir carros que dão dor de cabeça ou manutenção constante como os 1.0 em geral - sem contar rangidos, rebarbas, economias porcas etc.

    O cara que paga 80 paus quer tranquilidade, e não um curso de mecânica. Por isso os Fiat nessa faixa não pegam também.

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  40. Pois te digo que um Peugeot 307 1.6 ou 2.0 câmbio MT é um carro confiável e pode chegar aos 100.000km inteiraço, sendo o hatch muito procurado pelo público jovem.

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  41. Não vejo problema nenhum pagar 80mil num carro e receber 1/3 desse valor na venda depois de dois ou três anos de bons serviços.

    Agora receber 1/3 do valor sem o tal do bom serviço já é masoquismo: quando o produto e o pós-venda não ajudam não há valor de mercado que se mantenha. Rasga dinheiro quem quer.

    TimB

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  42. ao Maluhy,

    Aqui a Renault ainda não adaptou-se ao jeitinho brasileiro de se negociar carros.

    No Mundo Desenvolvido, carro usado é como se fosse lixo, a depreciação é de 50% ou mais já no primeiro ano. Aqui, carro é visto como patrimônio! Então, quem vai a uma concessionária Renault sente-se ofendido quando eles avaliam seu carro velho por baixo, como na Europa. É por isso que a Renault ainda não é a terceira colocada no ranking de vendas.

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  43. Dirigi um 408 AT e um Fluence CVT para conhecer, e a diferença a favor do Fluence é enorme. No 408 vc acelera e não acontece nada.

    Ideal pra São Paulo.

    Fora que o Fluence tem, na versão de entrada, que o 408 não tem, 6 airbags contra 2, o câmbio muito superior, piloto automático, ar condicionado automático digital bizone, direção elétrica muito mais agradável que a hidráulica pesada do 408.

    McQueen

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  44. FELIZ 2012 PARA TODA A GALERA
    DO AUTOENTUSIASTAS.

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  45. Aham (B.Hte):
    O que esse blog realmente tem de melhor é a qualidade das opiniões - mesmo que não concordemos com tudo, a maioria dá o que pensar.
    Sou do tempo em que se comprava carros para andar mais rápido - a lógica era andar muito, curtir as curvas, observar contínuamente o trajeto e dar passagem imediata a quem eventualmente viesse mais depressa.
    Detesto andar colado nos outros veículos: eu me distanciaria a qualquer custo.
    Sempre achei muito estranho alguém comprar um carro sem sopesar o desempenho, o consumo, a qualidade da assistência, o valor de manutenção e de revenda - buscando a compra racional - sem esquecer do meu gosto por carros potentes e com bom torque em baixas rotações.
    Detesto radares e limitadores de velocidade, pois o melhor deles precisa estar em minha consciência e em minha capacidade de reação a imprevistos.

    Um grande abraço a todos!

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