google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Alterações extensas no estilo, novo em cima


Resolvi visitar o sítio da Fiat, mais precisamente a seção com informações do 500, mas dei de cara com o novo Palio na página inicial. Observei que já está disponível o botão "monte o seu" e, momentaneamente, esqueci do pequeno 500.

O visual do carro já não é mais novidade, as projeções divulgadas na internet já mostravam algo muito parecido com o que estamos vendo agora. O desenho é bom, mas não chega a empolgar, de todo modo representa um grande salto em relação ao atual, que já vinha sofrendo o peso dos anos.




No início da década de 1990, a Fiat tomou uma decisão: Lançaria 2 carros pequenos: Punto e Palio. O primeiro seria destinado aos mercados "desenvolvidos" (Europa, basicamente), enquanto que o segundo seria feito para o terceiro mundo e seria desenvolvido na maior fábrica da Fiat fora da Itália, situada em Betim, MG. Sendo assim, o Palio foi projetado pensando diretamente nas condições brasileiras, com toda a sua buraqueira. Deu certo, desnecessário descrever a robustez do carrinho, um dos fatores de sua boa fama no mercado que determinou seu sucesso de vendas, podendo ser facilmente constatado ao se olhar a quantidade de Palio e seus derivados rodando pelas ruas brasileiras.

A GM fez a sua parte, ao lançar aqui o Corsa Sedã em fins dos anos 90, versão que nunca existiu na Europa. Simplesmente não existiu por lá porque o Corsa foi concebido para ser um carro urbano ("citycar"), feito para ser pequeno e estreito, com o objetivo de andar com desenvoltura nas apertadas ruas das milenares cidades do velho mundo, construídas numa época em que nem se sonhava que um dia poderiam existir veículos que se movessem sozinhos (auto-móveis). Para um citycar, um porta-malas saliente não serve para nada, apenas atrapalha para estacionar nas exígüas vagas.


Depois de visitar Lakeland para uma empolgante exposição de antigos, mostrada na semana passada, fui novamente em Old Town, Kissimmee, para o evento de sábado, o Saturday Night Cruise, já velho conhecido.

Aqui, um link de post anterior sobre esse lugar bem bacana, com fotos do Paulo Keller.

São encontros às quartas, sextas e sábados, dependendo do tipo e ano dos carros. Sábado é o mais interessante.

Incrível constatar a quantidade de exemplares de qualidade em dois eventos uma distância de pouco mais de 50 km um do outro.  Imaginei que a concentração de carros e pessoas em Lakeland esvaziaria muito Old Town, no mesmo dia, mas não foi o que vi.

Afinal,  estávamos na grande nação motorizada do planeta, eu não deveria me surpreender.

 Fotos: Divulgação Fiat


O Palio sempre foi bem aceito desde o lançamento em 1996. Mesmo tendo vendido mais de 2.5 milhões de unidades em 15 anos, precisava mudar. Sua última evolução, em 2008, não produziu o resultado esperado e as vendas caíam cada vez mais, nas palavras da própria Fiat. O Palio que vende – e que continuará em produção junto com o novo – é o Fire, duas gerações atrás, o de 2004, o que teve os traços acertados por Giorgetto Giugiaro,

O novo, apresentado à imprensa nesta sexta-feira (4/11) mudou bem e ficou bem superior ao anterior tanto no rodar quanto em dimensões. Cresceu em todas as direções: 28 mm no comprimento, 31 mm na largura, 60 mm na altura e, muito importante, 47,3 mm no entreeixos. O resultado é mais espaço interno, embora o porta-malas tenha diminuído 10 litros, passando para 280 litros. O novo Palio só existe como quatro-portas.


Attractive 1,0 agrada. Rodas de alumínio são opcionais