google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Via Dutra

Fazia algum bom tempo que eu não pegava a via Dutra, mais de dois anos e meio. Neste final de semana fui visitar uns primos num lugarejo pouco depois de Bananal, SP, cuja estrada de acesso sai da Dutra no km 273, a 300 quilômetros de São Paulo. Claro de São Paulo a Taubaté e vice-versa, a rodovia usada foi a Ayrton Senna/Carvalho Pinto. Dutra só em último caso.

Saí sábado de manhã e iniciei viagem de volta no fim da tarde de domingo. Fiquei perplexo com o que vi. A Dutra mais parece uma avenida de trânsito intenso, um volume de caminhões impressionante. Mas não vi nenhum andando fora do padrão correto e, aleluia, todos andando no limite de velocidade, e não as lesmas lentas com se via até pouco tempo. As maiores potências dos motores Diesel atuais são responsáveis por isso. Até que enfim. Em compensação, com os automóveis, tristeza; mesmo na Ayrton/Carvalho.


Revisitando álbuns antigos encontrei um feito antes do nascimento do AUTOentusiastas e que estava meio perdido: o do Museu Henry Ford.

Visitei o museu pela segunda vez em janeiro de 2007. Com certeza um dos mais bacanas de todos que conheço. Só essa visita renderia um grande post. Mas isso vai ficar para uma outra oportunidade. Enquanto isso o álbum completo está aí na barra lateral. Divirtam-se.


fotos: imcdb.com e americanracing.com

Fui presenteado com uma revista de dezembro de 1977 por um amigo. O Érico já sabe há tempos que sou um colecionador de peças literárias antigas, vulgo "lixeiro literário", e de vez em quando sobra algo de presente, que, invariavelmente, é bem interessante.

A revista que ganhei tem vários anúncios de carros, inclusive um dos primeiros do Corcel II, que saiu como modelo 1978.

Aliás, é bom lembrar que nessa época não se lançava um modelo de um ano qualquer com mais de três meses de antecipação. As fábricas eram menos ansiosas do que hoje, quando vemos modelos 2012 desde fevereiro de 2011, por exemplo, o que mostra a idiotice que norteia os fabricantes.

Mais um vez o velho amigo Luiz Dränger nos escreve falando de suas experiências ao volante, desta vez fazendo uma constatação que considero merecedora de ser compartilhada com os leitores por ter muito a ver com o nosso dia-a-dia. Espero que aproveitem.

Bob Sharp
Editor


FAZENDO AS CONTAS

Por Luiz Dränger

Guio automóveis desde os anos 60. Sempre fui ousado e guiava muito mais rápido que a média do trânsito. Naquela época era divertido fazer coisas que não são aceitas hoje em dia, tipo empurrar o carro da frente, virar uma esquina em São Paulo derrapando de traseira etc.

Aos 25 anos, quando "aprontava" ao volante

Ou ir de São Paulo ao Rio na Dutra velha (pista simples) em 3h15m com o Chevette-Lotus. Coisas de jovem, mas com muita sorte e um resquício de consciência nunca bati forte nem provoquei acidentes.

Hoje, aos 61 anos de idade, ainda me considero um autoentusiasta, e gostaria de dirigir um Porsche. Mas nas minhas condições uso um Puma no dia a dia, e uso pouco, menos de 3.000 km em 1 ano. Uso um scooter, muito mais apropriado para o trânsito infernal de São Paulo.


No MG TC do meu tio Nuno