Recebi hoje a triste notícia de que a Bristol fechou as portas no dia 3 de março passado. Seus bens e a marca estão disponíveis para compra (veja aqui), a produção, que há anos já não passava muito de vinte carros por ano, parou completamente. Sua pequena força de trabalho de 27 pessoas foi dispensada, incluindo aí o “Works Director” (Diretor da planta), Syd Lovesy, com 91 anos. O dono, Toby Silverton, que sucedeu o lendário Tony Crook em 2007, diz não ser capaz mais de manter a empresa funcionando.
Fotos: Divulgação Toyota
Sei que vão me chamar de doido, de senil, não importa. Chamar um carro "de tiozão" de carro de corrida parece mesmo coisa de alienado. Eu pensaria a mesma coisa. Mas tem explicação.
Sei que vão me chamar de doido, de senil, não importa. Chamar um carro "de tiozão" de carro de corrida parece mesmo coisa de alienado. Eu pensaria a mesma coisa. Mas tem explicação.
Anteontem, ao dirigir o novo Corolla 2012, eu e o "velhinho" que estava no carro comigo, o Fernando Calmon (são geralmente dois jornalistas por carro) erramos o roteiro previsto mal saímos do hotel Tauá, em Atibaia. Pegamos à rodovia D. Pedro I à direita quando deveríamos ter achado um viaduto próximo, atravessado-o e pegado a rodovia no sentido oposto. Às vezes os roadbooks (roteiro passo a passo) são meio confusos, caso deste. Se houvesse a informação, por exemplo, "pegue a rodovia D. Pedro I sentido oeste" não teríamos errado.

Em 1994, chego à Belo Horizonte com meu recém-adquirido Escort XR3 1,8 1989, para visitar uns amigos. O Júlio, hoje morando fora, tinha um XR3 igual, mesmo motor, mesmo ano, só que vinho, o meu era num azul acinzentado. Nos encontramos e fomos para casa dele, no meu carro mais três amigos que viajaram comigo, e o Júlio com a namorada. Dois manicacas automobilísticos, com bons carros à época, menos idade e menos juízo, não podia dar em outra coisa senão uma medição de forças.
março 24, 2011
Fonte Hoje os motores de ciclo Otto estão largamente desenvolvidos, bem como seus subsistemas. Um dos mais importantes é o de ignição por centelha elétrica. Embora hajam outras alternativas, o sistema de ignição por centelha elétrica se firmou ao longo dos anos pela praticidade e conveniência aliadas à precisão, à eficiência e ao baixo custo deste sistema. Entretanto, este não é um sistema elementar.
O princípio ocorreu meio que por acaso. Iniciava-se o século 19.. A Europa fervilhava em novas descobertas científicas. Entretanto, nenhuma chamava mais a atenção do que os fenômenos da eletricidade. Muitos cientistas daquela época, além de experimentadores, eram verdadeiros apresentadores de espetáculos, exibindo experimentos com a eletricidade para um público nobre nas principais cidades européias. Eram a versão da época para os documentários científicos de hoje.
Estas experiências-show, além de angariar fundos para os pesquisadores-apresentadores, também motivavam jovens mentes curiosas a experimentarem por conta própria. Hans Christian Oersted, então um jovem estudante dinamarquês, recebera uma bolsa de estudos que lhe permitiria viajar e estudar pela Europa, sendo atraído pela ciência por influência de seu pai farmacêutico.


