CHEVROLET CRUZE: 10 MIL KM


foto: MAO

Eu tenho uma crença, compartilhada por muita gente mais inteligente e séria do que eu (e que, portanto, me dá certeza que não é só mais uma maluquice minha), de que só pode-se saber realmente algo sobre um carro depois de uma semana com ele, pelo menos. Na verdade, quanto mais se anda com um carro, mais se conhece dele, óbvio. É fácil pegar as principais características em uma rápida voltinha; fazemos isso muitas vezes aqui no blog. Mas depois de uma semana ou mais, o nosso conhecimento aumenta exponencialmente, e podemos realmente falar mais e, dar mais detalhes para vocês, queridos leitores.

Então estou aqui de volta para contar a vocês como anda meu relacionamento com o meu vermelhíssimo Cruze LT hatch. Para quem não acompanha o blog, comprei-o há coisa de sete meses, e já falei sobre ele aqui. O carro tem bancos de tecido, pintura sólida e câmbio manual, efetivamente o mais barato Cruze que se pode comprar.

Em julho/2012, quando chegou em casa, novinho (foto: MAO) 

Já são mais de 10 mil km rodados com ele. No momento que escrevo essas linhas, são exatamente 11.423. Os últimos quatro mil km foram rodados em dezembro passado, numa sensacional viagem com a família para o sul do Brasil, de São Paulo até Gramado no Rio Grande do Sul pela BR116, depois descendo a serra até o litoral, subindo de volta pela BR101. Não existe nada melhor para uma família que uma longa viagem de carro, e nós aproveitamos bastante a nossa. Eu também aproveitei para dirigir bastante meu novo carro, e daí veio a vontade de contar em mais detalhes como ele é, de uma forma mais tranquila, e com experiência suficiente para fazê-lo sem medo de errar em algo.

Motor e câmbio

Abrindo o capô, o motor parece que fica perdido numa imensidão de espaço. É pequeno, com dimensões similares aos conhecidos família 1 da GM brasileira. É um quatro-cilindros em linha com duplo comando de válvulas e quatro válvulas por cilindro, e 1,8 litro de cilindrada. São 140 cv a 6.300 rpm quando abastecido a gasolina, e 144 cv à mesma rotação quando o combustível for álcool. O torque máximo, sempre a 3.800 rpm, é de 17,8 m·kgf (gasolina) e 18,9 m·kgf (álcool) O câmbio é manual de seis marchas, com embreagem de acionamento hidráulico.

O Ecotec 1,8 litro do Cruze (foto:NetCarShow)

Todo Cruze pesa mais de 1.400 kg (1.410 kg em ordem de marcha, para ser exato, nessa que é a mais leve versão do carro), e portanto a relação peso-potência fica em 9,8 kg/cv. Comparando com meu velho Focus 1.6, onde a relação era 11,5 kg/cv, um ganho fácil de se sentir dirigindo. Mas se comparado a um Corolla 2,0 (e talvez também o novo Civic 2,0), com 8,4 kg/cv, o Cruze fica realmente a desejar. Os números não mentem, e realmente o desempenho é inferior ao de alguns concorrentes. O Corolla de dois litros, detrás do volante, parece um carro realmente forte, bem mais que o Cruze.

Mas o que os números não dizem é que, apesar de não ser nenhum canhão, raramente se sente falta de motor. Eu só fui desejar mesmo mais uns 50 cv durante a minha viagem ao Sul, com o carro carregado fazendo ultrapassagens em filas de caminhões nas longas retas da BR-116. Mas ali, qualquer carro faria bom uso de 50 cv a mais, no final das contas... Acho que esse desejo de alguns cavalos a mais vem na verdade do fato de que o chassi pode suportar bem mais potência sem modificação alguma, e não do motor em si, que é bem satisfatório.

Mundo a Vapor, Canela, RS (foto:MAO)

Na realidade, o carro anda muito bem, o motor puxando com boa força em todas as rotações, e especialmente suave até os 3.500 rpm. Depois dessa rotação aparece um pouco de aspereza, junto com um ronco mais forte. Mas tal coisa não é uma desvantagem; o ronco é gostoso e entusiasmante, a aspereza é pouca e não incomoda nada, e esse despertar do motor dá uma personalidade ao carro que é completamente ausente nos japoneses. O bicho grita com vontade, animando a gente a andar mais rápido. Ajuda aqui algo que está cada vez mais raro na categoria, mas que faz toda diferença se você gosta realmente de dirigir: o câmbio manual.

No Cruze, o câmbio merece um capítulo a parte. As relações são todas longas, a ponto de regularmente se precisar da primeira na cidade, mesmo em movimento. A quinta já é overdrive, bem longa, e a sexta é estratosférica, uma relação que daria quase 250 km/h no limite de giro, fosse o motor capaz de empurrar o carro até lá. O que é um fato interessante para quem tem vontade de instalar um turbocompressor...

O câmbio certo para o carro: manual de seis marchas (foto:GM)

O câmbio e o motor estão muito bem acertados, dando marchas adequadas em qualquer situação na direção esportiva, e ao mesmo tempo permitindo, com a sexta extralonga, viagens rápidas, silenciosas e extremamente econômicas. Números de consumo sempre são difíceis de comparar com trajetos e motoristas diferentes, então para dar perspectiva, minhas viagens (sempre com carro lotado pela família e ar-condicionado ligado, e usando gasolina aditivada) retornavam um consumo de 8 km/l na Scenic 2,0, 13 km/l na Parati Turbo e 12 km/l no Focus 1,6 litro. No Cruze, um carro bem mais pesado que a Parati ou o Focus, e com potência similar à da Scénic, imaginei que fosse retornar algo em torno de 10 km/l. Para minha surpresa, o carro nunca faz menos que 11,5 km/l, e em alguns trechos de viagens (principalmente na minha regular viagem de São Paulo a Araras, pela rodovia dos Bandeirantes), chega a fazer mais de 13 por litro. 

Fiquei realmente feliz com isso, porque além de econômico, o carro anda em sexta a 3.500 rpm no mais perfeito silêncio e tranqüilidade, e com o velocímetro mantendo 145 km/h. Aumentei ao mesmo tempo o consumo e a média de velocidade em viagens. Fora que o tanque grande (60 litros) dá uma autonomia de mais de 600 km com gasolina, coisa que faz uma enorme diferença para mim. Dá para rodar quase o dia todo sem precisar abastecer! Lembrei logo de meu saudoso Opala 74, que não chegava nem a 200 km com seu seis em linha preparado e o tanque minúsculo...

Serra do Pinto, RS, e uma parada para interagir com a fauna local (foto:MAO)

Mas tudo isso que falei até agora são números, dados frios que dizem muito pouco. O “Quanto?” é sempre menos importante do que o “Como?” para os que realmente gostam de dirigir. O motor e o câmbio do Cruze manual são, em uma palavra, uma delícia. A embreagem é precisa e leve, a alavanca está alta numa posição perfeita, e tem uma pega gostosa. O curso da alavanca não é longo nem curto, mas sim num tamanho adequado. E o acionamento, ai meu Deus, que coisa boa! É um câmbio que leva um pouco adiante a excelência de um sistema de cabo com contrapesos bem feito, que me maravilharam pela primeira vez no VW Polo; torna a alavanca um instrumento de precisão e prazer ímpar. Leve, precisa, gostosa, mas com inércia, a troca é tão boa que, como num Ferrari antigo, de antes das borboletas, você se pega trocando as marchas parado no sinal sem necessidade alguma.

A troca não é metálica, lubrificada e precisa como a de uma Ferrari, porém. Nem dura, mas precisa e positiva como a de um Chevette. É diferente, mas tão prazerosa como estas. Mas devo dizer que, quando peguei o carro novinho, a primeira e a segunda estavam meio duras, e só o uso prolongado soltou-as e as tornou tão boas quanto descrevi acima, tão boa quanto o carro que havia testado antes, e me feito comprar o meu. Chato quando se sabe que o câmbio é o ponto alto do carro, e não se tem certeza que melhorará mesmo com o tempo, e não é um defeito de fabricação. Rendeu certo estresse em concessionárias...

Suspensão, direção, freios: dirigindo o Cruze

O amigo Juvenal Jorge não gostou da direção do Cruze por acha-la muito leve, como bem lembram os leitores mais assíduos (ou podem relembrar clicando nessas letras de cor diferente aqui). Vale então falar um pouco, logo de cara, sobre ela.

O volante é relativamente pequeno, 370 mm de diâmetro, e de boa pega e desenho. Como é regulável em altura e distância, com bastante curso, sempre fica numa boa posição. A direção é de assistência elétrica, e não hidráulica como mais usual. A grande vantagem da assistência elétrica é não absorver praticamente nenhuma potência do motor, que melhora consumo e desempenho. Mas também permite, por meio de comando eletrônico, um acerto de esforço preciso e bem mais variável que o da hidráulica convencional, e mesmo as de esforço variável.

foto: NetCarShow

Em velocidade baixa, é extremamente leve. É a direção mais leve para manobrar que conheço. Minha esposa, por exemplo, vive dizendo para todo mundo que é o ponto alto do carro. Devo confessar que gosto muito também, é algo que se acostuma fácil, o pouco esforço, e que faz todos os outros carros desnecessariamente pesados.

E sim, ela é sempre leve também andando. Mas nunca é leve demais, como julgou o meu amigo Juvenal. Na verdade, é um instrumento de precisão incrível, algo que sempre atende seu comando de forma direta e sem senões nem talvez. Uma das reclamações do Juvenal, de que o carro na cidade fica muito arisco por causa da direção leve, sinceramente nunca senti. O carro na verdade sempre segue a direção tomada, independente do solo e velocidade, tendo uma estabilidade direcional das melhores que já senti. Lembro-me do grande escriba inglês LJK Setright, que sempre dizia que o esforço deve ser sempre o mais baixo possível, mas sem perder a precisão e a estabilidade direcional. Tenho certeza que ele ia adorar essa direção.

Laguna, SC (foto: MAO)

O que se tem que entender aqui, algo que não entendia antes de andar dez mil km com o carro, é que o Cruze é um carro moderno de verdade, e, portanto diferente do Focus MkI que eu e o Juvenal usamos como baliza anteriormente. Muito diferente. Não pior, apenas diferente. Na verdade, muito melhor por causa disso. Moderno aqui é dito no idioma do Nissan GT-R, um carro pesado, mas que usa isso para, em conjunto com pneus enormes e sensacionalmente eficientes, ter um conforto de rodagem aceitável, uma estabilidade direcional ótima e uma reserva imensa de aderência. Feito para usar a capacidade incrível de bons pneus modernos.

Os pneus, falando nisso, me surpreenderam, e muito. Afinal de contas, não esperava nada de uma marca coreana que nunca tinha experimentado. Mas os Kuhmo Solus KH17 deste Cruze vermelho são simplesmente os melhores pneus que já tive em um carro. A medida é enorme, gigantesca: 225/50 R17. Quando era mais jovem, uns trinta anos atrás, vi ao vivo, estupefato, os novos pneus Goodyear “Gatorback” do recém-lançado Corvette C4. Eram coisas enormes, larguíssimos, de perfil impossivelmente baixo. Algo que era duríssimo nas ruas, mas que dava aderência de ficção ao novo Corvette de 1984. Esses pneus eram um pouco mais largos que o do meu Cruze, mas em aro menor! A medida deles era 255/50 R16. Impressionante. E, ao contrário do duro Corvette 1984, o meu cruze oferece conforto ao rodar e silêncio de operação difíceis de acreditar em um pneu tão grande e com perfil tão baixo. E a aderência, para o uso nas ruas, é imensa.

No ferry boat para o farol de Santa Marta, Laguna, SC (foto:MAO)

Hoje em dia, principalmente na imprensa estrangeira, se fala muito do comportamento em curvas, quando andando em pista. Isso pode ser interessante para eles, que têm acesso a essas pistas. Toda impressão que vou passar aqui é conseguida nas ruas e estradas no Brasil afora, onde o carro é usado regularmente. Como se comporta em pista, realmente não me interessa.

E nas ruas a impressão é de mais absoluta aderência. O carro parece que não rola nada, e quando o faz sutilmente, prova que tem um eixo de rolagem bem alto. Sua atitude é de apenas aderir ao chão e fazer o que lhe é pedido, sem drama ou problema. Parece algo chato, principalmente quando nos lembramos de carros que enfiam a frente nas curvas e insinuam saídas de traseira como o Focus, mas garanto que não é. Simplesmente porque ele seria incapaz de fazer curvas tão rápido quanto o Cruze. Pelo menos com minha habilidade, e certamente fora de pista. E é realmente fácil andar rápido no Cruze, qualquer um pode fazê-lo, o que o torna um carro extremamente seguro.

Farol de Santa Marta, Laguna, SC (foto: MAO)

Mesmo no molhado. Aqui, tenho que de novo falar dos pneus, que no molhado parecem estar no seco. Se você der motor na saída de curva, com asfalto molhado, será difícil mesmo acionar o controle de tração, o que mostra, de novo, uma aderência muito boa.

Sobre o controle de tração: se você não provocar de propósito, é muito difícil acioná-lo. E quando ele entra em ação, é de forma sutil ao extremo, na maioria das vezes só denunciado pela luzinha no painel. Até um pouco de deslizamento ele permite, não deixando a impressão de que tem alguém te impedindo de controlar o carro. Muito bom. E melhor ainda é o fato de que pode ser desligado. Mas, de novo, tanto ele quanto o ABS são tão pouco usados que se tornam praticamente inúteis e dispensáveis; a capacidade de tração e frenagem é sensacional. 

Só me lembro de ter acionado inadvertidamente o controle de tração quando entrei numa inesperada poça ultrapassando um caminhão certa vez. Quando a vi, imaginei uma bagunçada forte, e algum drama e gritaria da família dentro do carro até retomar a compostura, mas nada disso: o carro apenas se manteve na direção pretendida, sem drama. O que, com pneus tão largos, é realmente impressionante. Já o ABS, não foi acionado nenhuma vez nesses 10 mil km.

O comando do controle de cruzeiro no volante: quase que completamente irrelevante (foto: GM)

Também me escapa a utilidade do tal “piloto automático”. Só em condições muito especiais ele se torna útil, em estradas largas, sem curvas e vazias. E ainda assim, sem nenhum ganho palpável em conforto (onde ponho o pé?). Posso viver perfeitamente sem isso também, embora minha esposa goste.

Conforto, espaço, qualidade de construção

Outro ponto alto do carro são os bancos. Apoiam todas as costas e me seguram na posição; são firmes sem ser duros; confortáveis sem ser flácidos. A regulagem de altura é generosíssima, me permitindo ficar bem baixo no carro, como gosto. Em conjunto com a vasta regulagem do volante, permite que fique baixo, com o volante perto de mim, como num carro de corrida.

O tecido dos bancos do Cruze LT (foto:GM)

Enquanto estou aqui escrevendo essas linhas, fico pensando que não tenho em casa um sofá, poltrona, divã ou chaise long que chegue aos pés dos bancos dianteiros do Cruze. Toda vez que entro nele e ajusto a posição de dirigir, solto um longo suspiro e tenho ganas de nunca mais sair dali. A única coisa que mudaria neste banco é a regulagem de inclinação do encosto, que é uma alavanca com posições pré-definidas,  merecia ajuste contínuo milimétrico.

O carro é grande. Para se ter idéia, é quase exatamente do mesmo tamanho que o Honda CR-V do meu irmão, apesar de um pouco mais baixo que ele. É decididamente maior que meu antigo Focus Mk1, e outro dia, parei num estacionamento ao lado de um Chevrolet Spin novinho, e fiquei bobo com o quanto que o Cruze é mais largo e comprido.

Tamanho é documento? (foto: NetCarShow)

Muitos se lembram de que inicialmente achei-o não tão grande por dentro. Mas estou feliz em dizer que o espaço interno é plenamente aceitável. Minha viagem ao Sul, com a esposa, sogra e filhos (8 e 13 anos), mais bagagem, ocorreu de forma tranqüila, sem falta de espaço. Não sobrou nenhum também, o que mostra um tamanho correto. Mas meu cunhado, que é bem mais cheinho que eu, e tem uma família igualmente corpulenta, não gostou nada do carro, o que indica que minha experiência pode não ser igual a sua. Mas pessoalmente acho que espaço é usado conforme a disponibilidade; já viajei com a família de Palio e de Scénic, e sempre o carro ficou lotado. Pense um pouco nisso da próxima vez que achar que precisa de um carro maior... Você apenas levará mais coisas. Simplificar a vida é algo muito saudável hoje em dia, então recomendo começar por aqui.

(foto:NetCarShow)

A qualidade do acabamento interno e externo, de novo, é um passo adiante em relação a todos os carros que já tive. Gosto principalmente do painel com revestimento em tecido parecido com o dos bancos, e dos sobretapetes desenhados pelo fabricante, com clips que permitem que nunca saiam do lugar onde devem estar, mas que podem ser removidos para limpeza.  

A estrutura é sólida ao extremo, as portas, soleiras e colunas extremamente largas. Como é um carro moderno e mundial, tem extremo cuidado dispendido em sua habilidade de bater sem causar mal aos ocupantes. Parece um tanque de guerra, me dá pena do coitado do carro mais antigo que for atingido por ele.

Espaço suficiente para uma família (foto: NetCarShow)

Como já escrevi outro dia sobre isso, cabe reclamar aqui de algumas modernidades irritantes, e que não podem ser desligadas: cigarras para os dois cintos de segurança dianteiros, com sensor de presença no passageiro, cigarra de farol aceso e de chave na ignição. Se a General Motors estiver ouvindo, um recado: pode sumir com todos esses equipamentos, e não precisa nem dar desconto no preço do carro. Estou pagando para não tê-los. Ou pelo menos me permita desligá-los, por favor! Mas pelo menos o carro não tem o mais irritante deles: o sensor de estacionamento. Coisa desagradável que é aquilo, com aquele barulho irritante e crescente!

Praia da Lagoinha, Florianópolis, SC (foto: MAO)

E felizmente, para minha alegria, o carro não tem o limitador de velocidade. O que isso diz para mim é que não economizaram em bobeiras. O pneu, por exemplo, é garantido até 240 km/h (índice V), uma velocidade que ele nunca deve alcançar se não estiver em queda livre (ou receber aquela turbininha, lembram?), mas como um pneu de categoria inferior seria o de índice H, garantido para 210 km/h apenas, o carro teria que ser limitado a esta velocidade, pois pode, em certas situações extremas mas possíveis, exceder esta velocidade. Não foi feito isso, e por isso o Cruze é um carro melhor.

Sobre confiabilidade, até agora nada quebrou. Tirando o já mencionado estresse com o câmbio novo, e um barulhinho irritante no microfone do teto, que precisou de duas visitas à concessionária para resolver, o carro tem sido completamente confiável. Nada mais nem menos que o esperado para qualquer carro hoje em dia. Mas a entrega do carro, quando novo, deixou muito a desejar; colocaram combustível ruim e os pneus estavam com 10 libras a mais que o máximo especificado, causando uma primeira impressão de extrema dureza de suspensão/pneus, logo resolvida com a pressão correta.

Lagoinha novamente, um lugar maravilhoso (foto: MAO)

Conclusões

Outro dia, em viagem de trabalho, rodei mais 300 km num outro Cruze, este emprestado. Um sedã, preto, LTZ, com bancos de couro e automático. Impressionante como algo que é teoricamente tão parecido pode ser tão diferente. Os bancos de couro são duros demais, e escorregam mais que os de tecido, mas o pior é o câmbio automático: algo chato e indeciso, que faz um carro gostoso e divertido virar uma enceradeira recalcitrante. Como as pessoas hoje em dia podem gostar tanto desses mecanismos imprecisos, indecisos e detestáveis? Para economizar força no pé da embreagem para gastá-la na academia? Francamente...

Mas voltado ao meu carro, a conclusão principal é que, apesar de ter pago por ele o maior valor que já paguei num carro (R$ 58.500,00, diz a doída nota fiscal, hoje 62 mil pela tabela da GM), o que me incomodou um pouco, mas acho que recebi de volta um produto de qualidade condizente. Sólido, confiável, confortável, econômico e bom de dirigir. Acho que se tivesse comprado um carro mais barato, não estaria tão feliz. Como dizia Sir Henry Royce, uma qualidade que será lembrada muito tempo depois que o preço foi esquecido.

Último dia da viagem, em Florianópolis, pronto para voltar para São Paulo (foto: MAO)

Mudaria alguma coisa? Nada de importante. Eu acredito que mais 50 cv no motor tornassem o carro ainda melhor do que ele já é, principalmente porque é tão seguro que para isso não precisaria mudar mais nada além do motor. Nem câmbio, nem pneus, nem nada, só mais 50 cv. Mas aí provavelmente o preço aumentaria ainda mais e não poderia comprá-lo de qualquer forma, então...

Mas a coisa que é realmente legal nesse carro, o que hoje acredito ser o motivo real que me fez comprá-lo, é o seguinte: pode ser comprado em versão hatchback. Com câmbio manual. Com bancos de tecido, e aquela posição de dirigir maravilhosa. E num maravilhoso, profundo, claro e alegre tom de vermelho-bombeiro.

Tente isso com um Corolla...

MAO




193 comentários :

  1. oskrmarinho11/02/13 12:27

    É isso aí M.A.O.! Um Chevrolet coreano dando pau na ditadura japonesa no Brasil! Particularmente, não me interessa onde o carro foi projetado/fabricado, porém e muito, a beleza do desenho, a eficiência e qualidade mecânica, a praticidade no uso e essencialmente, o prazer no dirigir, qualidades que esse carro demonstrou possuir com sobras.

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    1. Que pau mesmo, o carro vende tanto que está quase saindo de linha, foi aquele sucesso

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    2. Quem disse que está saindo de linha?

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    3. Anônimo 11/02/13 14:02

      Volume de vendas não equivalem a qualidade, caso contrário o Corolla seria muito melhor que o Rolls-Royce Ghost, não?

      E qualidade também não equivale a prazer ao dirigir.

      Infelizmente, achei o consumo alto para um projeto novo. Se fosse um projeto de 1996 (como a Scenic). O Nissan Sentra tem consumo bem melhor.

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    4. O projeto pode ser coreano, mas lembre-se que foi re-calibrado para as condicoes brasileiras de uso, tanto para o gosto dos motoristas brasileiros como para nossas rodovias (ou buracovias).
      Vejam que o Cruze tem varios componentes nacionalizados, por exemplo, molas de suspensao, amortecedores, batentes de suspensao, entre outros, tudo com calibracao propria, diferente da coreana e ajustadas para o consumidor medio brasileiro.
      Todo esse trabalho feito pelos engenheiros da GM de Sao Caetano e do Campo de Provas de Indaiatuba.
      Execelente o text e suas observacoes.

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  2. Bela experiência, MAO!

    Só uma coisinha que ficou confusa:
    "Aumentei ao mesmo tempo o consumo e a média de velocidade em viagens"

    Não seria "Aumentei ao mesmo tempo a economia e a média de velocidade em viagens"?

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    1. Guilherme,

      Ops, tem razão, será corrigido!

      Grato!
      MAO

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  3. É isso aí, MAO: bancos em tecido. De preferência, veludo. É isso aí, MAO: carro que não seja preto, prata, ou branco. Gostei do que li, e quando fui ver o carro na concessionária, gostei do que vi. Para mim, ficaria faltando só um belíssimo interior monocromático bege, ou dependendo da cor de carroceria (com vermelho ficaria muito estranho), um interior azul claro como aquele espetáculo que a Chrysler do Brasil disponibilizava aqui em tempos passados.

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    1. Meu chapa já vi um Magnum com um interior desses.
      Coisa fina mesmo!
      Jorjao

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    2. Olha esse aqui:

      http://3.bp.blogspot.com/-wXudBxZDtfA/Ti8F2jbJBiI/AAAAAAAAGTs/pYjWNNcR_YE/s640/Novo-Chevrolet-Cruze-Ecotec6-interior.jpg
      .
      http://3.bp.blogspot.com/-w3ArXmyWDso/Ti8F6tPrwcI/AAAAAAAAGTw/lmWgGeSiB28/s640/Novo-Chevrolet-Cruze-Ecotec6-bancos-traseiros.jpg
      .
      http://2.bp.blogspot.com/-7PVjlmmSNZg/Ti8Fx3VQA3I/AAAAAAAAGTo/7KzU_hZRdrs/s640/Novo-Chevrolet-Cruze-Ecotec6-painel.jpg

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  4. A versão LTZ já não está mais disponível com câmbio manual, triste fim.

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    1. Douglas,

      Não sabia, e já fiquei chateado com a notícia.

      Parece que esse é o futuro...
      MAO

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    2. MAO,

      Não sei porque a Chevrolet faz isso, será se ela ia ter tantos custos a mais se mantivesse o LTZ MT em linha? Acredito que seja falta de respeito com o consumidor ou burrice da GM mesmo, pois perde vendas com isso.

      Pelo visto agora só resta mesmo o C4 Exclusive, Focus Titanium MT e o Bravo T-Jet de hatchs médios completos com câmbio manual.

      Meu carro dos sonhos é um Bravo T-Jet azul Maserati.

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    3. Quem quer um hatch ainda tem algumas opções legais. O pior é quem quer um sedan medio, médio grande nas versões de topo e com câmbio manual. Não existe mais. Já era...

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    4. Wallysson,

      Tem o Fluence GT e se não me engano o Focus Titanium sedam MT.

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    5. Verdade, tem o Fluence GT, o Focus Titaniun sedan só automático.

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    6. MIT Lancer manual, 2.0 e 160cv. Já dá pro gasto.

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    7. Eu ia falar do 408, mas câmbio manual nele é só na versão Allure, que é a básica.

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    8. Eu sonhei comprar um Cruze Sedan LTZ manual, mas já vi que não vai ser possível porque todas as marcas estão empurrando no consumidor brasileiro carros sedans Tops de Linha apenas com cambio automático, é uma grande sacanagem e uma grande falta de respeito com o aval dos orgãos de proteção ao cidadão consumidor

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  5. MAO, obrigado por este "no uso de longa duração". Ninguém melhor que o próprio dono para entender do carro, ainda mais com a sua qualificação.

    Comentando algumas observações suas:
    - piloto automático: também não sei onde pôr o pé. rsrs Uso de vez em quando só por diversão. Em Minas não tem estrada para isso.
    - Cruze automático: fiz um test-drive e tive a mesma impressão de câmbio indeciso. Parece que sobram marchas e falta rapidez na seleção.
    - pneus com excesso de pressão na entrega do carro: parece que é de propósito. Quando comprei meu Focus, também estava com umas 10 libras a mais.
    - espaço para bagagem: quanto mais espaço, mais tralhas a gente leva. Já viajei de Palio 1.0 de BH a Aracaju, 2 adultos e 2 adolescentes, bagagem e 2 barracas de camping. Tudo depende do arranjo.

    Abraço

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    1. Corsário Viajante11/02/13 14:30

      Bom, quando uso o controle de cruzeiro, simplesmente dobro a perna, deixando-a relaxada.
      E aqui nas estradas de SP uso muito, é algo que achei que nunca ia usar mas não quero mais um carro sem.

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    2. Gabriel Cunha11/02/13 17:57

      Faço das suas palavras, as minhas, Corsário!

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    3. Corsário Viajante,

      Acho que o que me irrita mesmo é a velocidade constante. Coisa chata isso, dá sono!
      MAO

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    4. Corsário Viajante11/02/13 19:01

      Sim, mas justamente por gostar deste segmento e por ter lido resenhas também favoráveis ao Bravo (o focus nem precisa falar) fiquei com a dúvida! rs
      Mas bem legal a descrição, com certeza vai ajudar quem estiver pensando em um carro novo.
      Abraços!

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    5. os automáticos com Cruise Control variam a velocidade nas subidas, quando entra em ação o conversor ou até downshift para recuperar a velocidade, já os MT... um relógio suiço, bom para quem quer fazer economia apenas.

      MAS

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    6. engraçado, entregaram meu Focus com 42 lbs, acho que é pro pneu ficar bonitão sem "barriga"... rsrs... O fim da picada! Aliás estas CCs eu vou te contar!!! Você leva o carro pra revisão e o carro volta pior!!!

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  6. Excelente matéria, mostrou exatamente como deve ser avaliado um carro: somente após certa "convivência".
    Lembro-me da antiga Toyota Previa, a qual dirigi bastante (o carro não era meu, mas sim, do meu chefe). A primeira impressão é de ser um trambolho, pois ela possui 4,78m de comprimento, 1,79 de largura e 1,78 de altura, com entreeixos de 2,90m. Porém, após acostumarmo-nos com o veículo, esquecemos totalmente seu tamanho, e realmente esse carro possui estabilidade notável para seu tamanho, devido ao motor ser localizado abaixo dos bancos dianteiros na posição horizontal.
    Com o Cruze, ficou-me uma boa impressão: o carro realmente entrega mais do que aparentemente promete, e isso é ótimo. Parabéns pela escolha.

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    1. Sempre tive uma curiosidade. A Prévia consegue levar 7 mais bagagem de verdade, ou é o mesmo esquema da Zafira e C4? 7 mais uma mochila ou 5 mais bagagem?

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    2. ArkAngel,

      Concordo, só o tempo nos faz entendê-los.

      Comente sempre!
      MAO

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  7. Tirando carros da categoria de uma Mercedes, é difícil encontrar acerto de suspensão que mantenha o equilíbrio entre conforto/estabilidade/diversão e principalmnente durabilidade como as da Chevrolet... Acho que a única coisa que a Chevrolet pecou no Cruze Hatch foi oferecer o teto solar somente para a versão top automática. Se bem que ultimamente esses tetos são tão pequenos que desanima...

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    1. Rafael,

      O teto é a única coisa do LTZ que queria no meu...

      Abraço!
      MAO

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    2. Já para mim não faz falta. Tenho um carro com teto solar e nunca uso.

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    3. Sergio S.
      Como são as coisas! Em 1970 comprei um Fusca alemão de mercado americano só porque queria teto solar. Em todo carro de teste que pego uso-o sempre, menos com sol a pino. Considero o teto solar um item imprescindível num automóvel.

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    4. Eu concordo com o BS. Parece que a convivência com o carro fica muito mais alegre com a claridade que o teto proporciona. Quando tive um carro com um andava sempre com a cortina aberta ( era de vidro escurecido ), chegando a usá-lo por um tempo como o vidro do motorista pois o mesmo travou. Mas o ruím mesmo é não ter teto e o revestimento interno do mesmo seja preto.

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    5. Tenho 1.88 e o teto solar deixa o teto mais baixo, o que na maioria dos carros que gosto é um problema (não gosto de SUV óbvio), então dispenso.

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  8. Fantástico, MAO, muito bom mesmo. Várias passagens em seu texto refletem exatamente o que penso, em especial a ridícula obrigatoriedade do cambio automático. Como voce disse, o cidadão (ou cidadã) empurra 200 kg no leg press na academia, mas não pode acionar uma leve embreagem...

    Bem, de tudo que voce disse, concluí que voce está se coçando para turbinar o bicho, o que convenhamos, com míseros 0,3 ou 0,4 já ficaria excelente e com durabilidade e confiabilidade próximas das originais. Ótima idéia, hein?!

    Só faço uma observação em relação à verdadeira necessidade de 6 marchas, pois o antigo Astra possui uma quinta muito próxima da sexta do Cruze, estando a 3500 a 140.

    Mas... que carro desejável esse seu. Infelizmente, acho que não teremos desses por mais tempo. Como já disse, a nojenta obrigatoridade dos automáticos está acabando com os manuais. Veja por exemplo o novo i30. Só automático. E o anterior, mesmo que voce não aprecie os Hyundais, era entusiasmante em sua versão manual.

    Bem, esporadicamente as revistas testam versões manuais. Embora os comentários de muitos réporteres "especializados" estejam mais parecendo o de uma adolecente mimada de 15 anos, o que os números revelam surpreende. Veja o novo Civic 1.8 manual, rasgando em nove e uns quebradinhos o 0 a 100 na revista Carro.

    Abraço e escreva mais.

    Lucas CRF

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    1. Lucas,

      Grato pelos elogios, e escrevo o quanto posso, garanto!

      Forte abraço!
      MAO

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  9. Aqui em casa temos um Cruze do mesmo modelo deste e um Peugeot 308 Allure 2.0 Manual... Em estilo o Cruze leva fácil, mas para dirigir no dia a dia e para viajar ele não chega nem perto do 2.0 16V manual da Peugeot!

    abs

    Lucas

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    1. Gabriel Cunha11/02/13 17:42

      Aqui em casa meu velho tb tem o 308 Allure 2.0 manual, estávamos de olho no Cruze hatch manual, mas 62 mil reales contra 57 do Peugeot, pesou a favor do leãozinho, alem do "torcudo" e potente 2.0 e do teto de vidro "gratis" que devo confessar, é divertido.
      No Peugeot sobra porta-malas, mas falta no espaço traseiro para as pernas, mas em suma, o carro tem uma pegada prazeirosa pra quem gosta de guiar.

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    2. e na hora da revenda ? qual vc acha que vai vender com mais facilidade ? Chevrolet e' mais facil de vender, e' a marca mais desejada do Brasil. Pense nisso tambem.

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    3. Não é bem assim, Gerson. Isso é fantasia...

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    4. Tentem a sorte e depois se tiver coragem, me contem.

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    5. Gabriel Cunha16/02/13 17:11

      Gerson, meu pai já é um senhor de 67 anos, já teve vários carros, nunca teve uma marca preferida, felizmente nunca se prendeu à isso. Já teve outros Peugeots, inclusive.
      A revenda nunca foi um problema, nunca foi diferente de um carro pra outro, a dificudade/facilidade (ou $$ perdido) de repassar o carro sempre foi bem parecida.
      Ele sempre curtiu (e ainda curte) os carros que teve, sem medo de ser feliz, como dizem.
      Portanto, Gerson, já "tentamos a sorte", e nunca nos arrependemos. Não presisamos de coragem nenhuma pra lhe contar isso.

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    6. A um mes adquiri um Cruze Sedan branco automático + couro. Meu carro anterior era um peugeot 307 presence pack manual 1.6/16 V. Quase comprei um peugeot 308 por ser mais confortável e mais potente. Mas desta vez a peugeot ficou pra trás no desing interno e externo. O cruze é mais imponente e o interior bem mais atual. Achei o cruze muito estável, porem nas nossas ruas irregulares o peugeot era mais confortável. To achando o cruze um pouco seco, dá pra sentir bem as irregularidades do asfalto. Mas no fim das contas é o melhor sedan da atualidade.

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    7. Esqueci de mencionar: Foi muito difícil vender meu peugeot apesar de estar novíssimo com 48 mil km. Todos queriam pagar 2 mil abaixo da fipe e na concessionária queriam me pagar 4 mil abaixo da fipe. Consegui vender no preço da fipe mas o coitado teve uma surpresa na hora de fazer o seguro...

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    8. Na boa, pras estradas brasileiras o Focus é mais carro e todos sabemos disso, inclusive o MAO que até hoje fica tentando se convencer que fez o melhor negócio. Agora com o Focus novo então (na minha opinião está mais bonito o sedan que o hatch com suas lanternas traseiras de carro coreano). Em desempenho o que chega mais perto do Focus (< ou = 13) é o Pug, mas em alta o brioco de quem está no francês já não passa uma agulha e quem está no Focus está numa boa! Ainda mais com essas maravilhas de estradas que temos!

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  10. Corsário Viajante11/02/13 13:09

    Assunto para outro post seria sobre como foi a viagem, como estão estas estradas, qual o roteiro... Parece um bom roteiro.
    Quanto ao post, não sei se o Cruze é tudo isso. Teria que comparar com seus concorrentes modernos como o Focus (inclusive o novo que vem aí) C4 hatch (que aparentemente não muda tão cedo), Bravo (muito elogiado), e até mesmo o i30, tanto a geração anterior quanto a nova. Golf nem precisa comparar pq todo mundo já está careca de saber... rs

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    1. Corsário Viajante,

      Não é isso tudo não, não acho que escrevi uma ode. Hoje, nessa categoria, não existe escolha errada, todos são ótimos carros.

      Fica no campo da escolha pessoal, como fiz e expliquei.

      Mas todos os carros, apesar de bons, são diferentes entre si, e descrever o Cruze foi o que tentei fazer aqui.

      Forte abraço, e participe sempre!
      MAO

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    2. vamos ser coerentes nas comparacoes. I30, Bravo e Golf nao sao comparativos para o Cruze HB. Certamente nao caberiam neles os 3 adultos + 2 criancas com o mesmo conforto. No Brasil tem-se a estranha mania de comparar carros pelos seus precos de mercado e nao pelo seu tamanho real e efetivo.

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    3. Gerson,

      O espaço interno desses três carros é comparável sim com o do Cruze. Vale comparar sim, pq não?

      Não se iluda com fidelidade à marcas: carros hoje são escolhas pessoais, e não há escolha correta nem incorreta.

      Grato
      MAO

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    4. Cruze e Bravo tem bom espaço atras, pelo que pude aferir, com o Cruze tendo mais altura para os passageiros de trás.

      KzR

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    5. Eae Corsário, o que falar do Golf agora? É o carro a ser batido na categoria. Ótima estratégia a da VW, estão de parabéns!
      Mas preciso ver direito o carro, vi um na rua, achei a traseira tão sem graça... Devo estar enganado.

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  11. Acabei de decidir que carro vou comprar!!!
    a paixão pelo automóvel fica clara nestas linhas.

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  12. Qual a rotação a 120km/h em 6ª marcha?

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    1. É só fazer as contas... Se dá 145 km/h a 3.500 RPM, a 120 estará em 2.900 RPM.

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    2. Eu tb tenho essa dúvida!
      André

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    3. Anonimo,

      considerando a mesma marcha, pode-se fazer uma regra de três simples. Se, de acordo com o MAO, a 145 são 3500, a 120 serão, portanto, 2900.

      Lucas CRF

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    4. Velocidades por 1000 rpm em cada marcha:

      1ª-> 7,76 km/h;
      2ª-> 13,74 km/h;
      3ª-> 20,01 km/h;
      4ª-> 27,79 km/h;
      5ª-> 33,88 km/h;
      6ª-> 39,85 km/h.

      Portanto, são 3011 rpm em 6ª marcha a 120 km/h.

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    5. Ah, sim! Esqueci de dizer que tudo isso com o câmbio manual.

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    6. Então a 6ª é mais curta que a 5ª do Astra/ vectra

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    7. Velocidades por 1000 rpm em cada marcha da dupla Astra/Astrão G3, câmbio manual F-17 - 3,94:

      1ª-> 8,12 km/h;
      2ª-> 15,46 km/h;
      3ª-> 22,96 km/h;
      4ª-> 31,90 km/h;
      5ª-> 39,87 km/h.

      Agora comparem e tirem suas conclusões.

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    8. 3500 / 1,45 = 2414 RPM a 100 km/h , bem próximo aos 2500 rpm em última marcha ( 5a) de grande parte dos 2.0 8v. Como no Astra, Vectra e acredito que no Monza também; no Jetta atual e no meu velho Renault Laguna também. Agora no C4 2.0 16v BVM parece que falta câmbio, já que fica a 3000 rpm em última ( 5a ) e o motor tem muito torque em baixa, mesmo sendo um motor 16v, tanto que no trânsito de SP eu só usava a 1a, 4a e 5a .

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  13. Também gostei muito da amplitude de regulagem do banco do Cruze. Eu, que também gosto de dirigir com o banco baixo, achei demais! Mas particularmente gosto de uma direção mais "pesada" (questão de gosto). O Cruze Hatch foi uma grande tentação, mas infelizmente a versão LTZ é MUITO cara e acabei escolhendo o 408 THP (na negociação foi apenas R$1.000 mais caro e ainda veio com o banco com regulagem elétrica... embora seja uma frescura, já que não tem memória). Mas um dia ainda volto a ter um hatch, de preferência manual... mas hoje minha prioridade ainda é espaço e segurança (6 air-bags no mínimo foi um dos meus critérios de escolha)

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    1. Félix,

      Como já disse aqui, não existe escolha certa, é questáo pessoal.

      Se este motor do seu carro estivesse no 308, com cambio manual, e no preço do meu Cruze, minha escolha seria ele.

      Comente sempre!
      MAO

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    2. Uma pena o mercado valorizar tanto o câmbio automático... Mas não quis criticar sua escolha pelo Cruze LT, MAO! No meu caso foi apenas o momento da minha vida que me fez escolher um sedã dessa vez. Eu gosto demais do Cruze hatch e no fundo era o carro que eu queria (meu filho também queria que eu tivesse feito essa escolha). Só que o porta-malas do Focus já não dava conta e minha esposa me "mataria" se eu comprasse um hatch de novo...hehe.

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  14. Antônio Martins11/02/13 13:36

    Infelizmente os carros estão cada vez maiores por fora e menores por dentro, esse é só mais um exemplo. Mas deveria ter o motor 1,4 turbo, seria outra pegada.

    Também prefiro os 2 volumes, sendo que o único carro médio que me interessa no momento seria a Jetta Variant. Por outro lado, não quero gastar meu suado dinheirinho e não ter o prazer de entrar na era turbo/injeção direta e de quebra a caixa dupla embreagem. Tomara que venha uma Variant com trem de força do sedã.

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  15. "Como as pessoas hoje em dia podem gostar tanto desses mecanismos imprecisos, indecisos e detestáveis? Para economizar força no pé da embreagem para gastá-la na academia? Francamente..."

    Não entendi a generalização do comentário. Tenho um A3 Sport e o câmbio S-Tronic (DSG na VW) é uma das melhores evoluções em dirigibilidade no dia a dia e até em pista. Se o automático da GM é ruim, beleza. Mas não dá pra generalizar e dizer que TODOS os automáticos/automatizados são imprecisos, indecisos e detestáveis. Pareceu somente um comentário de quem está deslumbrado com o carro atual e quer negar o que mais existe no mercado, tendo como referência somente UM câmbio ruim ou UMA experiência ruim.

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    1. Rodrigo,

      Os DSGs são realmente muito melhores, sem sombra de dúvidas, e este VW é realmente ótimo.
      Mas estava falando de automáticos tradicionais, tão em voga na categoria, vide Corolla, Civic e até mesmo o Cruze, que vende muito mais auto.

      De qualquer forma, e por favor entenda isso como opinião pessoal minha, ainda acho que nada substitui um pedal da embreagem e uma alavanca de mudanças.

      Grato, e comente sempre!
      MAO

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    2. Bruno Souza11/02/13 17:51

      Aqueles Aisin (nem sei se o do Cruze é o mesmo) de 6 marchas também atuam bem: http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2010/11/automatico-normal.html

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    3. Só que os câmbios automáticos, por melhor que sejam, tiram do motorista a emoção de mover a manivela, e a falta do pedal de embreagem pode fazer diferença em situações muito raras (alguns casos de derrapagem em que o melhor é anular o motor) e em técnicas 'especiais' de direção (como o clutch kick e o punta-tacco).

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    4. Li que alguém falou que existe um grande buraco entre as marchas 3 e 4 do câmbio auto do Cruze, sem falar da indecisão do câmbio de manter ou trocar a marcha em certa situação. São detalhes mas que podem incomodar o dono ou motorista do carro.

      KzR

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    5. Anônimo, o dsg faz o punta-tacco por você com perfeição entre outras coisas, não entendi essa de anular o motor, você está falando the drift?

      MAO, realmente por melhor que seja o câmbio, quero continuar trocando as marchas, fazendo eu mesmo meus "punta-taccos", mesmo que não sejam tão precisos quanto o do câmbio alemão, entre outras coisas como ter o controle da embreagem em algumas ultrapassagens...

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  16. Nossa, MAO, off-topic, faz 14 anos que não vou à praia da Lagoinha, pelas suas (belas) fotos parece que ela não foi "verticalizada", ao contrário da Praia Brava (que conheci selvagem) e de outras. Essa preservação me deixa de certa forma contente. Farei um passeio no mês que vem e vou passar por lá. Mas me resta ir de Peugeot 207 mesmo, que é, no momento, do que disponho...
    Mas indo ao assunto do seu tópico, é bom ouvir que existe, segundo a sua opinião, um Chevrolet "acertado", pois é uma coisa que ultimamente anda difícil. O último que tive foi um Vectra 16V 97, totalmente apático, não sei se era o motor ou o câmbio, mas na época eu tinha também um Gol "caixote" com motor 1.8 que era muito mais esperto em retomadas. Foi naquela época que desisti da GM. Pode ser que hoje eu deva mudar meu conceito, mas por muito tempo, tivemos à disposição coisa muito melhor...

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    1. Vectra 2-L 16V CD 1997. Era DOHC?

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    2. CSS,

      Peugeot 207 é um carrinho ótimo de dirigir, pô!

      Agora, sua impressão do Vectra 97, em desempenho, não bate com a minha. Não gostava muito do Vectra, mas o motor dele era fortinho, nenhuma reclamação.
      Principalmente se comparado a um Gol 1.8. Vale uma andada antes de tirar qquer conclusão.

      Forte abraço!
      MAO

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    3. Afffe esse cara não tinha esse carro...

      Na minha opinião a GMB está pra lançar algo melhor!

      Lembrei agora... hehehe... De um amigo que tinha um Vectra A GSI com kit de óxido nitroso, mandou o C20XE pro espaço rapidinho coitado.

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  17. Concordo em gênero número e grau, a segunda melhor compra hoje no Brasil, mesmo mais fraco que os que vc citou.
    Agora venhamos e convenhamos, o Jetta Tsi com seu câmbio de dupla embreagem, depois que vc acostuma com as “borboletas”, deixa qualquer outro no chinelo.
    Sei que ele é bem mais caro, mas sinceramente vale a pena esperar e poupar mais um pouco e comprar o Tsi, enquanto ele existe, porque vai ter vida curta.
    Nasci e me criei em GM, mas não achei nada ainda para me fazer voltar.
    Acosta

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    1. Acosta,

      Gosto do TSI também, muito. Mas é muito caro, não é hatchback, nem vermelho, nem tem pedal de embreagem, rsrsrsrsrsr

      Os 200cv me tentam muito, mas não tanto assim.
      MAO

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    2. Corsário Viajante11/02/13 19:03

      Acho que é por isso que tem tanta gente sonhando com o golf VII por aqui... Nem precisa ser vermelho, pode ser aquele azul escuro que o Jetta tem e é lindo! Espero que se vier façam como no fusca, que dá a opção de manual ou automático.

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    3. É verdade a diferença é muito grande vou ter que ficar mais tempo com Jetta para compensar rsrs!
      Mas vale a pena acredite.
      Senhores metam a mão na poupança, aumentem o número de prestações, sejam felizes com 200 HP e cambio DSG!
      É muito mais TUDO!
      Acosta

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    4. Antonio Carlos12/02/13 09:43

      Existe aqui algo melhor que o Golf, a sua versão perua, aqui chamado Jetta, e com motor 5 cilindros mais liso que pele de bebê.

      Essa choradeira da falta do Golf "atualizado com o primeiro mundo" é coisa de entusiasta de araque.

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    5. Antonio Carlos, o "Golf perua" (Jetta Variant) é um ótimo carro, mas olha o tamanho daquilo... Eu sou um dos que aguardam ansiosamente o Golf VII, pelo tamanho mais contido, muito mais prático para o meu dia a dia.
      Além do que, apesar daquele 2.5 ser muuito legal de acelerar, muita gente se daria satisfeito com um 1.4 TSi, com uns 120 cv, mais econômicos e com carga de IPI menor, fazendo com que o carro possa custar menos.

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    6. Antonio Carlos13/02/13 10:34

      É menor que o Jetta sedã e pouco mais que o Golf.

      Não sei como será o novo Golf, mas atual não tem estrutura de tanque por fora e espaço interno de carro pequeno. Não sei até onde é vantajoso tr um carro "atualizado com o primiero mundo" em certos aspectos.

      Um colega queria um 307 2 litros que ainda constava do site da Peugeot mais não encontra, o vendedor lhe ofereceu um 308 "mais moderno". Comprar um carro de mais de 4 metros com banco traseiro de Mille?! Realmente não sei onde vamos parar. A próxima geração deste Cruze vai ter esteira rolante para atravessar a soleira da porta... e todos vão achar o máximo.

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    7. Antonio Carlos, não diga *&$#$%... O Golf é um carro superior em comportamento dinâmico, isso é entusiasmo! Mais leve, mais rígido, mais tudo. E este cinco cilindros bebe que é o capeta, apesar de ter um ronco fenomenal.

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  18. É isso aí.

    Bancos tem de ser de tecido, de preferência um veludo bacana. Banco de couro são uma droga. No frio são gelados. No calor, se você estiver de bermuda, queima a perna. E escorregam demais.

    Eu acho esse carro bem bacana, a exceção da frente "grade gigante" e do painel com números deitados, de leitura ruim. No mais, acho bem legal.

    Também não vejo utilidade em "piloto automatico". É dificil trafegar por uma rodovia em velocidade constante durante um bom tempo, sem precisar reduzir, acelerar. No final das contas, passa mais tempo controlando a velocidade naqueles botões no volante e se estressando mais do que se estivesse acelerando com o pé direito.

    Meu carro não tem, mas num carro desse valor, acredito que tenha retrovisor fotocromico. Se não tiver é uma falha (assim como nos focus ghia, que somente passou a contar com o equipamento na versão titanium).

    Marco

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    1. Marco,

      Tem retrovisor fotocrômico sim, é muito bom inclusive.

      Mas não acho que falta seria falha...

      Comente sempre!
      MAO

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  19. Pedro Faria11/02/13 14:06

    MAO,esses apitos irritantes ai,deve ter como tirar usando um software que tenha acesso a rede CAN-BUS do carro.No Polo pelo menos,dá pra tirar o aviso do cinto de segurança e diminuir o som do sensor de estacionamento ,usando um computador conectado a porta de diagnostico do carro.

    Um baita carro como o Cruze deve ter algo do tipo também!

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    1. Pedro,

      Fazer o dono hackear o computador do carro é demais para mim. Tem que ter botão de desligar, po.

      Abraço!
      MAO

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    2. MAO embaixo dos bancos existe o conector dos cintos, e só desplugar eles que os alertas param, eu aqui desliguei dos meus dois carros, um 307 e um i30.

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    3. cuidado ao desligar esses fios, pois se de um lado vc desliga o irritante ruido de alerta, por outro vc desconecta tambem o sistema de retracao do cinto de seguranca, que em caso de colisao e disparo do air-bag ira' recolher a fivela do cinto em 20-50 mm milimetros e ajudara' a minimizar as lesoes de cranio e torax.

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    4. Pedro, o som do sensor de estacionamento pode ser desligado usando o I-System, no Polo.

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    5. Sei disso Gerson, mas esse sensor de retração fica localizado na parte da coluna do meio onde fixa-se o cinto o rolo de retração.

      Esse sensor/plug debaixo do banco e simplesmente o alerta da cigarra, pode desliga-lo sem maiores problemas.

      E outro ponto esse sensor só e ativado quando entra em ação os air bags dai o cinto se retrai com certa força, pior isso o motorzinho fica logo abaixo dos rolos do cinto preso a essa coluna.

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    6. No Citroen C5 de 2001 vinha um encarte com as funções que são possíveis de serem desabilitadas na concessionária ( com o famoso Lexia ), como as descritas pelo MAO. Mas o ideal seria poder desabilitá-las no próprio computador de bordo. Agora retirar os conectores dos sensores em carros " multiplexados " não acredito ser seguro, já que não podemos prever se aqueles sensores estão lá apenas para soar um apito ( como o Gerson já citou ), podendo gerar erros e mais avisos infernais no painel.

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    7. Senhores, eu sei o que estou falando, o pre-tensionador fica embaixo do banco. Nao recomendo desligar para evitar a cigarra. Viver numa cadeira de rodas e' muito mais incomodo.

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  20. Excelente, texto com qualidadade MAO! gostei muito.

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  21. "Como as pessoas hoje em dia podem gostar tanto desses mecanismos imprecisos, indecisos e detestáveis? Para economizar força no pé da embreagem para gastá-la na academia? Francamente..."

    ahahah..sensacional! E é bem por ali...

    Se eu fosse escolher um Cruze, eu o faria nas exatas especificações do teu carro, não tendo o vermelho, eu escolheria um branco; bancos em tecido, caixa manual (sendo grosseiro, a caixa de marchas é quase o ponto G de qualquer carro; têm tudo a ver com...toque!) e a ausência do quase inevitável porta malas.

    Estranho que a imprensa em geral tece grandes elogios em relação a caixa automática, que ajuda a atiçar o motor que - sabidamente - está abaixo do rendimento do chassis e periféricos; sei lá, já testei essa caixa na Spin mas achei tudo ruim (culpa do câmbio? do motor? do "design" do carro?..sei lá!);

    Mas em todo caso, que baita avaliação, melhor do que qualquer coisa que já lemos sobre o carro!

    MFF

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    1. MFF,

      O Spin manual é bem melhor. Um carro para cidade, mas melhor.

      Auto tradicional estraga qualquer coisa.
      MAO

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  22. MAO, gostei do relato. Porém, econômico o Cruze não é. Você mesmo deu os números de outros carros que teve para comparar.
    Outra coisa que percebo, é que o Cruze é bom, mas nada que os outros da mesma categoria (E faixa de preço) não sejam também. 308 é um carro muito legal, e anda mais e custa menos que o GM.

    Mas essa sensação que você teve é normal em gente que passa muito tempo com um carro: Quando o troca, consegue ver evolução na fabricação. Senti algo parecido quando saí de um Celta para o Polo (apesar de terem iniciado a fabricação em épocas semelhantes).

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    Respostas
    1. Thales,

      Posição de dirigir, bancos e aderência/segurança do 308 são diferentes.

      Mas ele é um pouco mais divertido na direção esportiva.

      Escolhas são sempre pessoais, não há certo ou errado aqui.

      MAO

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    2. o 308 é o 307... quanto à posição de dirigir se a regulagem do volante do 308 "viesse mais no peito" não creio que pudéssemos destacar este item, agora quanto aos bancos e aderência não tenho a menor dúvida que o Cruze seja melhor.

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  23. Samuca PUMA GTI11/02/13 15:31

    Ótimo post, MAO, como sempre !!!! Tenho um i30 e estou pensando na troca. Este Cruze é sério candidato. Fica a pergunta, extensiva a todos os autoentusiastas: este ou o Sport6 LT manual ? Preços semelhantes, às vezes até o Sport6 saindo mais barato... Quais são as diferenças ?

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    1. Samuca,

      Fiquei em dúvida em comprar o I30 manual, que anda um pouco mais até, subjetivamente.

      Mas como vinha de 2 focus em seguida, este me pareceu visualmente e dirigindo muito parecido com o Ford, então resolvi mudar.

      Melhor vc dirigir o Cruze antes de decidir...

      MAO

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    2. A pergunta agora é... Novo Focus ou Golf VII? Focus 5 conto mais caro? Huummm... Cotando o seguro destes carros provavelmente será o que mais agradar, além dos números.

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  24. Como diz o Bob Sharp, pra conhecer carro e mulher, só viajando.

    Fiquei feliz de saber que o Cruze Manual não é um carro sem graça. Ontem estava voltando de Gramado com o Corolla Gli Automático daqui de casa e, de novo, me deu sono dirigindo o carro e saudade de um câmbio manual... O carro é excelente (eficiente), mas é muito sem sal.

    O Câmbio automático do Corolla funciona direitinho, apenas com um certo atraso para identificar situções como início/final de descida de serra e uma certa indecisão de bloquear/desbloquear o conversor para 80km/h em subidas/descidas. Claro que não é grave, mas um câmbio manual longo seria muito melhor.

    Não tem como comparar um carro com o outro, mas é muito mais divertido dirigir o Celta VHC-E que o Corolla.


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    1. Diego,

      Acho que o Corolla é um ótimo carro, mas cambio auto tradicional mata qualquer coisa...

      MAO

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    2. MAO, acho que aí é questão de opinião, porque eu já penso que câmbio manual é que "mata" um carro. Eu também era defensor ferrenho de câmbio manual, achava automático coisa de preguiçoso, de velho etc. Isso até comprar meu primeiro automático, justamente um Corolla. Usado mesmo, já com mais de 50 mil km. E aí eu notei o imenso ganho em conforto e satisfação por não ser mais obrigado a comandar mudanças de marchas. Recuperei em grande parte o prazer de dirigir, que já havia perdido há um bom tempo. Tenho 25 anos e hoje não abro mão de câmbio automático, mesmo sendo um mais antigo com 4 marchas. É uma sensação estranha quando pego um carro manual, sinto que falta alguma coisa, que sou obrigado a realizar uma atividade repetitiva, que deveria estar aos cuidados de uma máquina mesmo, desde sempre. Eu não vejo de modo algum o câmbio automático como um ponto negativo em um carro, muito pelo contrário. Minha sugestão é que todos testem um carro auto algum dia... muitos podem descobrir que o preferem ao manual.

      []s

      Marcos

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    3. Marcos, seu post é trollagem, não é possível... rsrs... Veja o site onde você está comentando.

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  25. Bom carro. Mas ainda me custa aceitar esse peso a mais e o motor mais fraco, nessa tendência de carro moderno, e por enquanto vou ficando com meu Marea 2.4.

    Eu sei, MAO, como você disse muito bem, que o passado deve ficar no passado, mas eu ainda não consegui me desgrudar dele, e vou relutando em trocar de carro enquanto não achar algo que realmente continue me dando prazer ao dirigir.

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    1. Marcos,

      O seu Marea anda pacas, realmente ia achar falta de motor aqui.

      Mas em compensação, ia ganhar em economia, solidez, e estabilidade. Sabe como é, não se pode ganhar todas, e por isso carro é escolha pessoal, e não regra geral...

      Abraço!
      MAO

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    2. Com certeza. Assim como nós também mudamos com o passar do tempo e com novas necessidades que vão surgindo na vida.

      Parabéns pelo texto e pelo carro. Obrigado por comentar.

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    3. Marcos,

      Obrigado a ti por participar!

      Grato,
      MAO

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  26. A frase mais inteligente da semana.

    "Pense um pouco nisso da próxima vez que achar que precisa de um carro maior... Você apenas levará mais coisas. Simplificar a vida é algo muito saudável hoje em dia, então recomendo começar por aqui".


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  27. MAO,

    Quando li tua menção ao Sir Henry Royce, tive que rir.

    É que antes de terminar de ler o texto, pensei em brincar e perguntar se o Cruze não tinha parentesco com a Rolls-Royce de tão boa a avaliação.

    Quanto ao preço é bem salgado mesmo. E o mesmo do Corolla CLI manual.


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    1. CCN,

      Que bom que gostou das frases, obrigado!

      Abraço,
      MAO

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  28. "Mas a coisa que é realmente legal nesse carro, o que hoje acredito ser o motivo real que me fez comprá-lo, é o seguinte: pode ser comprado em versão hatchback. Com câmbio manual. Com bancos de tecido, e aquela posição de dirigir maravilhosa.

    Tente isso com um Corolla"

    Falou tudo. Acho que todos os carros modernos dessa categoria compartilham as qualidades do seu Cruz, mas taí o que realmente tem falta de opções no mercado hoje, na minha opinião também.

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  29. MAO

    Muito obrigado por dividir a experiência conosco, estava esperando por alguma coisa mais realista do que aquilo que algumas publicações andam soltando por aí.

    Bom saber que o Cruze atende bem àquilo que mais estou levando em conta para o futuro carro de minha esposa, só que, no meu caso(dela), na versão sedã: segurança.

    Embora eu seja um dos que andam decepcionados com a atual linha GM este talvez entre na nossa garagem, nos próximos meses.

    Mas confesso que ando extremamente balançado pelo Mitsubishi Lancer, com câmbio manual, claro.

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    1. Mit Lancer não atende suas exigências com segurança. A menos que vc compre o GT AWD de 100 mil. As versões de 65 até 85 mil são capadas. ASR e ESP nem como opcional. E airbags laterais e de cortina, só a partir do GT de 85 mil.

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  30. Realmente é lamentável 1.410kg e 225/50R17 em um hatch médio. Um infeliz exagero!

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    1. Marcelo Junji11/02/13 22:40

      Exagero é ter num carro com tanto pneu e pouco motor, controle de tração.
      Nesse caso sentir o abs e controle de tração funcionando,´só se estiver em condição de baixíssima aderência.

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    2. Tenho certeza que você iria repensar suas palavras num momento de aquaplanagem (que acontece com qquer carro e motor)... O que o texto quis dizer é que, o carro é tão sólido que só precisa se valer da eletrônica embarcada em situações limite.
      Tenho um Cruze e posso atestar. No mais, como foi dito, os controles podem ser totalmente desligados. Pra mim, segurança não é exagero.

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    3. Acredito que o aumento no peso dos automóveis esteja diretamento ligado as exigências em "crash-test", o Fiat 500 mesmo engordou mais de 100 kg para atender as normas norte-americanas. Acredito que na categoria do Cruze não tenha nenhum carro abaixo dos 1300 kg.

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    4. Estou com o Nicolas, os carros estão ficando excessivamente pesados. Nisso, dou ponto para a VW, que conseguiu "emagrecer" o Golf VII em 100 kg, comparado com o Golf VI.

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  31. Muito boa a avaliação, adorei esse carro desde a primeira vez que o vi, só não o compro por falta de verba... terei de me contentar com um Onix LTZ, fiz o test drive e achei tudo muito preciso e leve também! Tenho uma pergunta off topic, alguém saberia que informar se o My Link do onix conversa com os celulares da nokia que rodam o symbian, em especial o Nokia 808? tenho que trocar de celular pois quebrei a tela do meu, e não quero me arrepender de escolher um que não se comunique com a central multimídia.

    Leonardo Pastori

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  32. MAO, tenho o meu, um Sedan, exatamente igual o teu, mas preto (mesmo sendo ruim de cuidar, amo carro preto) e com bando de couro. Vim de um Vectra que rodei 140 mil km e amava o carro, e realmente achei que iria fica perdido no Cruze, mas adorei, a posição de sentar baixa é ótima, o cÂmbio de 6 marchas é bom, o motor é gastador, mas é satisfatório. Única reclamação é quando as dobradiças do porta-malas naquele padrão pré-histórico, até mesmo as do Vectra eram pantográficas.

    abraço

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    1. Corsário Viajante11/02/13 21:09

      Aliás, esta é um enorme retrocesso que também atingiu o Jetta. Será que toda evolução de carro no Brasil tem que trazer, escondida, um monte de involuções?

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    2. Senhores,

      Como já desenhei alguns porta-malas, profissionalmente, digo que não há involução nenhuma com os "pescoço de ganso". Há vantagens e desvantagens em ambos os sistemas.

      As pantográficas só são utilizadas quando o desenho do carro não permite os mais leves, duráveis, simples e baratos "pescoço de ganso".

      MAO

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  33. MAO, seguindo, outra reclamação traseira que dá batente (só comigo dentro) muito seguido, minha cidade tem muito paralepipedo bem andulado e ruim, mas eu acho muito frequente. O meu veio com pneus 235/50, estranho o seu com 225. Também me surpreendi, os pneus são os mais largos das categoria suponho, e enormes para o carro. Tenho um Golf VR6 e nem ele tem esses pneus, usa 225.

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  34. MAO,

    Quanto aos farois não serem de duplo refletor, algum comentário?? São competentes ou deixam a desejar??

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  35. Atenção, todos:
    Desculpem a demora para liberar os cometários hoje, mas ocorre que ficamos sem energia elétrica em vários bairros – Moema (o meu), Planalto Paulista, Vila Mariana e outros – de 14h10 às 19h45. Ainda liberei vários pelo netbook, mas acabou a bateria.

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    1. Então, caro Bob, estou aqui pertinho de vc, passando o Carnaval em Sampa, juntinho ao Ibirapuera. Abração.

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    2. Corsário Viajante11/02/13 21:08

      Nem fale... QUando morava em SP devia ser o inimigo público número 1 da AES Eletropaulo. Nunca vi como falta luz!! Até o Estadão me entrevistou uma vez, de tanto que eu reclamava! Em Moema ainda era menos, mas no Itaim... Meu Deus!!

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  36. Lorenzo Frigerio11/02/13 20:01

    Carros da GM têm cigarra de farol aceso porque, ao contrário dos VW, eles não apagam quando você desliga o contato.

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  37. Muito boa avaliação, caro MAO. E a renovação da linha GM vai muito bem, obrigado. Sou velho consumidor da gravatinha dourada e pretendo retornar a ela. E compartilho de sua opinião de que não podemos matar o câmbio manual, mesmo pq ele é o prazer de um auto entusiasta.

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  38. Esse 1.8 do Cruze tem as mesmas medidas internas daquele do corsa? Se igualam na relação r/l e na aspereza?

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    1. Sim, é o mesmo bloco família I.

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    2. E com aquela r/l de quase 0,34?? Cruze credo!!!

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  39. MAO,

    Ótimo relato, até me fez repensar sobre as qualidades do Cruze, pois a princípio não havia gostado muito.
    Tive contato com um LTZ automático, dirigi pouco mais de 100 km entre cidade e estrada, e concordo com o fato de o cambio ter uma programação deficiente. Vou experimentar um manual quando tiver oportunidade.

    Mas dizer que todo câmbio automático é ruim parece exagero. Eu também não gosto de câmbio automático, mas para o dia a dia, manual nunca mais. Tenho 25 anos de idade e já acumulei aproximadamente 240 mil km detrás do volante, haviam dias que chegava a ser agonizante ter que trocar marchas, e isso não tinha nada a ver com preguiça.

    Meu primeiro automático foi um Picanto, troquei-o por um Azera do primeiro modelo, e por mais que ele seja amarrado e tenha respostas lentas, pois é completamente dedicado ao conforto, ainda dá para ter muita diversão com trocas manuais. No dia a dia, o câmbio cumpre muito bem o seu papel, basta saber conversar com ele que não terá surpresas.
    Por outro lado, também tenho um XR3 1993 com o câmbio cheio de folgas que não me deixa esquecer como é que se trocam marchas hehe...

    Enfim, pessoas diferentes, necessidades diferentes. É sempre bom ter as duas opções. O câmbio automático do Cruze pode ter estragado o carro para voce, mas para outra pessoa ele pode representar justamente o oposto.

    dicieri

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    1. Tenho um Sedan AT e discordo sobre o cambio ser deficiente. O que ocorre é que o AT se ajusta depois de um tempo de acordo com o tipo de condução do motorista..

      Ps: o meu está com 19.347 km rodados. Comprado em dez/2011.

      Abraços
      Mauricio

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  40. Excelente este "no uso" de 10 mil km, deu para ter uma noção ótima do Cruze como um todo. Fiquei feliz em saber que o controle de tração é bem permissivo e o ABS não "dá as caras" a qualquer apertadinha mais forte no pedal. Ainda estou tentando "engolir" essas babás, mas não anda muito fácil...

    Atualmente, são dois os carros que cogito para ocupar a vaga que hoje pertence a um Focus hatch Mk1: Focus hatch Mk2 e Cruze hatch LT, justamente por ter menos badulaques eletrônicos que a versão LTZ.

    Se a estabilidade do Focus Mk1 já me impressiona, fico imaginando então como é a do Cruze, ainda melhor. Pelo visto, é um carro que tem o limite bem acima da maioria dos motoristas, o que é muito positivo. E o Cruze é totalmente neutro, não tem aquela saidinha de traseira de leve do Focus, quando no limite extremo (digamos, "pra lá de Deus me livre"...)

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    1. Essa saidinha (que não é "traseirada") que dá gosto de dirigir no Focus, completamente normal para uma suspensão independente, algo que faz do Focus um carro melhor na minha opinião, mas quanto à posição de dirigir o Cruze deve dar um baile!

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  41. MAO;

    Gostei do relato! É um Chevrolet Lindo!

    Pena que só saiu o Cruze de bonito dessa nova leva...porque o Cobalt, Spin, Montana....são horriveis!

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  42. Há menos de 15 dias, fiz basicamente a mesma viagem a bordo de meu Fusca 77 1300 std (lanterna sem ré e tampa do motor fechada) porém com motor 1500. Fiz de SP a Joinville e Joinville a Brusque. Rodei um total de pouco mais de 1700km sem nenhum problema. Na volta, fiz em exatas 8 horas o percurso inverso de madrugada e sem transito. Parabéns pelo carro e pela viagem. Ótimas paisagens.

    P500<<

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  43. "Já o ABS, não foi acionado nenhuma vez nesses 10 mil km". De qualquer forma, MAO, não seria interessante experimentá-lo para se ter uma noção? No mais, parabéns pela aquisição e compartilhamento conosco dessa experiência.

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  44. Mão, enfatizando a pergunta do colega acima,os farois de monoparábola deixam muito a desejar em viagens noturnas? Fica um "vácuo" escuro à frente do carro ao acionar o farol alto ou não tanto? Isso acontecia no meu Fiesta supercharger 2002...E o alcance é bom? Grato e parabéns pelo ótimo post.

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  45. Eu tirei o Cruze da minha lista de proxima compra justamente pelo bancos duros demais....bom saber que que isso só acontece com os bancos de couro

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  46. Sempre achei esse carro bonito e classudo
    Nao sabia que era tão bom de guiar
    Essas rodas aro 17 são show , mas esses pneus devem custar uma grana preta quando precisarem de substituição!
    Muito bom esse teste de longa duraca
    Jorjao

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  47. Nos últimos 60 anos, dirigi automáticos com 1, 2, 3 e mais velocidades, desde os Powerglide-Dynaflow até os modernos de 6 marchas. O manuseio do câmbio estimula o sistema nervoso e mantem o motorista mais alerta e seguro, principalmente os mais velhos como eu. AGB

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    1. Eu tenho um Vectra automático e um Mille e concordo com o que você escreveu.
      Quando comprei o automático tinha objetivo de ter um carro confortável e com comodidade para dirigir mas por algum motivo eu fico mais distraído no trânsito. Não cheguei a cometer infrações e muito menos me envolver em acidentes, só tenho a sensação de estar distraído em certos momentos.
      Já no Mille e nos outros manuais que dirigi não tive isto.

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  48. Arthur Jacon12/02/13 12:50

    Ô MAO, diga para a gente o que acha desses faróis monoparábola do Cruze. Só faltou falar disso no ótimo (como sempre) texto. Quando eu comparo com os do meu Focus (elipsoidais que acompanham o movimento do volante), perco a vontade de comprar o Cruze (economia porca), embora eu ache o hatch da Chevrolet simplesmente lindo.

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    1. Arthur,

      Nenhuma reclamação em relação aos faróis.
      Pode me chamar de ignorante, mas não sinto diferença alguma com o monoparábola, ilumina bem.

      MAO

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    2. Deve fazer diferença pra quem costuma pegar a Rio-Santos...

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  49. Alguém poderia confirmar, por favor, se é verdade (como li em vários sites) que esse motor Ecotec é um Família I, descendente direto daqueles usados pela <Meriva e pelo Stilo? Obrigado.

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    1. Motor moderno que ainda requer troca de correia do comando só pode ser coisa reaproveitada do passado. Se fizer uma pesquisa, 90% desses motores ficam fora do ponto após a primeira troca, coisa pouca, mas fica.

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    2. Tem algumas diferenças, mas a base do projeto é a mesma do F1 de 16v do Stillo e da Meriva.

      E esse negócio de ficar fora do ponto é porque o mecânico não quer ou não pode investir no ferramental para troca de correia dentada. Aliás, tem muita concessionária economizando nisso também.

      A título de curiosidade, o conjunto de ferramentas para os motores Fire 1.0 (8v e 16v), 1.3 (8v e 16v) e 1.4 (8v) antes da nova versão EVO custa algo em torno de 350 reais. Sinceramente, nenhum mecânico que conheço possui este ferramental.

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  50. Eu tenho um Sedan LT, couro + manual, 10 meses de uso, hoje com pouco mais de 13 mil km rodados, minha experiência anterior foi com um New Civic LXS, couro + manual.
    No uso urbano não sinto como se o Cruze fosse mais pesado do que um Civic, graças ao torque disponível em rpm mais baixa. Podiam ter trabalho melhor a questão do peso, mas de fato, pessoalmente percebemos o quanto o carro é robusto.
    Controle de tração e estabilidade são um show a parte, não esquecendo dos 4 air bags e sistema de auxílio de frenagem de emergência.

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  51. Caramba, 1.410kg??? E tecnologia americana! :-P O Lutz que me perdoe, mas ele nao pode culpar apenas os contadores pelo fracasso da GM; afinal, foram engenheiros que projetaram este hipopotamo usando apenas aco do mais pesado.

    Para dar uma ideia, meu seda V6 com 4,80m de comprimento, ricamento equipado, pesa meros 170kg a mais com seus 1.580kg (v. http://bit.ly/wcJZPW ), os quais considero obesos.

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... hipopótamo foi "ótemo"...

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  52. Eu estou em um dilema, qual carro pegar...este ano o Fiesta Street da patroa se vai... ou em último caso vira meu carro de guerra....... minhas opções vão desde Gol Power 1.6 Top de linha, Voyage 1.6 Comfortline, Polo hatch / Sedan 1.6 Sportline / Comfortline e Spacefox... por fora correm Focus 2.0 semi novo e Civic LXS semi novo... se fosse de uso exclusivo meu, eu iria de Focus e depois Civic, mas fico receoso de deixar um destes na mão da patroa, acho além de visado, até um despedício um carro destes para o uso dela... depois viriam a dupla dos Polo, porém o futuro destes está bem incerto e apesar de gostar demais dessa dupla, os desenhos já estão cansados...... a minha terceira opção seria o Voyage, mas minha esposa acha o desenho do carro um tanto sem graça (rs).... o Gol têm um seguro meio salgado... acho que vou ficar com a Space.. acho ela meia alta e vulnerável à ventos laterais, mas até que é legalzinha e é espaçosa... estou pensando seriamente nela ou no Focus......um carrão da Estirpe do Cruze, e acho o Focus melhor ainda em desempenho e manobrabilidade..... Adoro o Focus...

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  53. Excelente post!
    Nada melhor do que o relato do próprio dono, ainda mais com toda esta bagagem e facilidade de expressão.
    Eu também acredito que para conhecer um carro é nescessário tempo, além de passar pelas mais variadas condições de uso. Quanto mais se anda mais se conhece.
    Até agora eu só dirigi o sedã automático. Gostei muito do carro, é realmente muito boa a qualidade do acabamento e impressionante a estabilidade e dirigibilidade com conforto. Do câmbio eu só não gostei de ele reduzir marchas mesmo estando em manual.
    Discordo quanto ao tal “piloto automático” . Eu até nem uso tanto, mas acho muito bom te-lo disponível. Eventualmente pode ser bem útil, ao menos para mim, para relaxar a perna em lomgas viagens.
    Discordo quanto às modernidades irritantes. Acho úteis e muito bom que estejam ali. No meu carro, por exemplo, faz falta o aviso de que o passageiro não afivelou o cinto. Quase sempre tenho que avisar para minha mulher colocar o cinto e muitas vezes só percebo que ela está sem depois de algum tempo. Para mim realmente não precisava pois simplesmente não consigo andar sem o cinto.
    CÂMBIO AUTOMÁTICO: Acho que houve um certo exagero aqui. Eu acredito que nem todos são "imprecisos, indecisos e detestáveis".
    E antes que me critiquem eu digo: Tenho carro com câmbio automático e carro com câmbio manual, gosto muito de dirigir e gosto dos dois sistemas.
    O ideal mesmo é ter sempre a opção de escolha.

    ABRAÇOS.




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  54. Pessoal, gostaria de compartilhar uma informação com vocês, pois foi muito útil para mim na recente viagem que fiz à Guarajuba/BA. Na verdade foi uma dica recebida por um frentista em Itaberaba/BA. Seguinte, quem estiver indo para Salvador e adjacências e quiser evitar um dos péssimos trechos da BR-116, basta seguir para Ipirá/BA, BA-488, após, BA-052 até Feira de Santana/BA. São 8 km a mais, porém é um tapetão só, estrada nova. Difícil andar a menos de 140 km/h. Na volta, fiz questão de passar nesse posto para agradecer ao gentil frentista, já um senhor de idade. Essa dica vale para os que transitarem pela BR-242, Luís Eduardo Magalhães, Barreira, Seabra...

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  55. MAO,

    Acabei esquecendo: Parabéns pela viagem. ótimo roteiro, escolheste muito bem. Inclusive no início do mês também estive hospedado no Laguna Turis Hotel.

    ABRAÇO.

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  56. MAO,

    Semana que vem pego um Sport6 LT MT, igual ao seu, só que branco.
    Estava inclinado a pedirem para substituirem, na concessionária, os pneus Kumho por Bridgestones Turanza ER300 (estão vindo de série em alguns Cruzes).

    O que você acha?

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    1. eu acho uma ótima idéia, mas faria fora... CC é tudo uma &¨%$#!

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  57. Rafael Pinto13/02/13 15:01

    MAO,
    li o texto de fio a pavio. Realmente parece ser um ótimo carro. Será que enfim a Chevrolet voltou aos eixos?

    Uma dúvida: em uma das fotos consta acendedor de cigarro, porém em outras, não. É item opcional ou é só para o americano?

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  58. MAO, parabéns pelo relato. É muito bom ler sobre uma opinião pessoal mais apurada sobre um veículo. Suas matérias junto a impressões pessoais ao vivo me revelaram que o Cruze é um carro bem acertado tanto no visual, como no tato e na parte mecânica. Não dirigi um ainda, uma pena, já que em minha cidade só tem modelos a pronta-entrega já quase vendidos.

    Além do Cruze LT Manual também cogito comprar um Fiat Bravo por até 60 mil. É mais fraco que o Chevy, mas o Fiat tem um bom acabamento, é confortável e anda bem, e tem uma boa lista de opcionais que me agradam, como vários airbags. É uma pena que a Chevrolet limitou o Cruze (e vários outros carros) a pacotes fixados de equipamentos. Seria bem interessante poder colocar teto-solar e vários airbags no LT Manual. Ainda fico bastante indeciso com relação aos dois.

    Abs.

    KzR

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  59. PS: Sei que você está adorando o Cruze, mas não deixe de lado sua paixão auto-destrutiva pelos Chevettes. Nada como ter um carrinho leve com câmbio certo (manual) e motor e tração no lugar correto (na frente e traseira). Uma diversãozinha faz bem a saúde rsrsrs.

    Um turbinho no Cruze cairia bem, mas não deixo de pensar sobre sua ideia de um Chevette com motor de Marea. Aquele motor girando alto é muito bom de se ouvir. Ainda hoje aguardo resposta do Alexandre Garcia a respeito dessa ideia hehehe

    Abraço.

    KzR

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  60. Preciosismo mas vale a pena ressaltar: No manual do Cruze 2013 consta que o modelo sedã LT, manual, pesa 1399 kg, este, sim, o mais leve dos Cruze.

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  61. Parece ser um bom carro, mas na boa gente, fazer 6km/l com gasolina na cidade e 8km/l na estrada, como faz um amigo meu, vocês não acham escandalosamente gastador?

    RicardoBF

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  62. Ferreirafp18/02/13 19:59

    Olá Bob, pois o sedan me chamou a atenção. O hatch já achei feio, enfim, gosto é gosto como diz o ditado. Tenho um corolla 2.0 e se um dia trocar, o cruze é uma das opções. Mas em uma/duas viagens de POA - Floripa - POA pela Br101 e com velocidade ajustada a 120 km/h eu fiz 14 km/l de média. Incrível para um 2.0. E viajando de Chapecó/SC-Sta Maria/RS é comun eu fazer 12-13,5 km/l em uma estrada cheia de curvas, subidas e descidas. A pena é que a GM só se preocupou em lançar o cruze no Brasil depois que começou a tomar pau das coreanas...rsrsrs.

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  63. Parabéns pelo texto. Muito bom mesmo.
    Sobre o Cambio AT e respondendo a sua pergunta: Meu último carro era manual e como pego transito intenso ao retornar do trabalho, estava chegando quase todos os dias com a perna doendo.... Cheguei ao extremo de desenvolver problemas no joelho esquerdo. Resumindo o AT foi a saída. Nunca mais quero carro manual.
    More em uma grande cidade e use o carro todos os dias em horário de pico. Ai sim adorará o AT. Rsrsrsrs
    Abraços
    Mauricio

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  64. M.A.O,

    estou num dilema, tenho um Focus 10/11 1.6, já está chegando na casa dos 30mil km, o carro é nota 10! Estou procurando um substituto para ele, na casa dos 62000. Andei olhando o Cerato, Cruze Sport6 (esse me agradou muito, só achei o banco de tecido mais duro que o do Focus), novo i30 (totalmente fora devido ao preço) e agora aguardando o novo Focus. Minha pergunta é a seguinte, com a saída do novo focus, a tendencia é perder mais ainda no meu carro ($), hj já avaliam em 35mil na concessionária. Valeria a pena trocar por um Cruze Sport6? Tive um focus 2008 e agora o 2011. Obrigado e parabéns pelo blog. Abs Anderson.

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    1. Eu vendi a poucos meses meu old focus 2.0 duratec 2008. Estava procurando um carro do mesmo nivel, mas depois do super teste drive que fiz no cruze, pois minha irma adquiriu o modelo sport6 e um teste rápido na css fiat em um bravo, conclui que não devo sair da ford. Ande no cruze e verá. O carro não tem a estabilidade e dirigibilidade do focus. Não se iluda com a resenha, pois com certeza o dono esta apaixonado pelo carro. Não foi imparcial hora nenhuma no texto. Eu poderia dizer muitos defeitos do focus, mas ser inferior em estabilidade e dirigibilidade ao cruze, isso ele não é. Espere pelo novo focus, assim como eu. E sobre a desvalorização, não dê seu carro na troca. Se vendi meu focus ghia 2008 hatch por R$30.000 fácil, com certeza o seu vale mais do que os R$35.000. Venda particular.

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    2. Sem falar que a suspensao independente do Focus tambem deve resultar em melhor conforto e estabilidade sobre as crateras lunares nas ruas.

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  65. Seu eu não tivesse andado no cruze certamente compraria o modelo por causa da sua resenha. Eu ja não gostei da estabilidade e do desempenho do cruze, meio longe do focus. Achei estranho voce criticar o focus em estabilidade, visto que, eu tive um modelo duratec 2008 e o vendi faz alguns meses. Andei no cruze e bravo que eram minhas prioridades, mas nenhum dos dois me deram o prazer e dirigibilidade que meu old focus dava. Enfim, estou andando de carro popular na espera do proximo focus. Queria ver um comentário honesto, imparcial, pois comparar uma multilink do focus com a suspensão do cruze foi de doer!

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  66. Boa tarde,
    O meu Cruze está fazendo o mesmo barulho no microfone do teto. Como resolveram esse problema no seu?

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  67. Caro MAO, pode me ajudar numa questão? possuo um fox prime 2010/2011, bom carro, mecânica confiável, ótimo consumo, desempenho bom na cidade e razoável na estrada, porém a patroa está enchendo o saco com o port amala pequeno e como toda semana faço uma viagem de 340 km ida e volta na estrada tb quero um carro com um desempenho melhor e um porta malas maior, bem como não ter aqueles grilos que todo volks dessa categoria do fox cria com o passar do tempo e que incomodam. Assim estou em dúvida entre o civic 1.8 mt ou o cruze mt hatch ou sedan, o que me aconselha, qual desse vai me dar melhor desempenho e prazer de guiar? qual o melhor custo benefício na sua opinião?

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    1. Como não sou membro do site, o Civic é um carro muito mais sólido que o Cruze. E mais, repare o peso do Cruze: 1.4t! Mais do que os efeitos negativos em consumo, desempenho e manobrabilidade, isto também indica um projeto antigo e uso de materiais pobres e antiquados. Enfim, penso que é melhor privilegiar os projetos mais modernos, como o Civic e o novo Focus, e dizer não ao anacronismo!

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  68. O AUTOentusiastas, como veículo de imprensa, não pode recomendar e/ou aconselhar produto, um trabalho de consultoria que conflita com nossa atividade. Espero que entenda.
    Bob Sharp - editor-chefe.

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  69. Obrigado MAO e BOB. Valeu Augustine. AUGUSTINE, Creio que vai ser o civic mesmo, agora acho que vou esperar fevereiro, março de 2014 para comprar, uma vez que segundo a maior parte dos blogs e revistas automotivas ele receberá a reestilização americana que deixou o carro mais bonito (em minha opinião) e com acabamento de melhor qualidade.

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    1. Ah, sim. Nao sabia que o modelo brasileiro nao tinha sido atualizado. Eu considerei o Civic antes de sua atualizacao e fiquei estupefato pelos materiais pobres a acabamento duvidoso, sem falar do estilo sem graca. A versao precedente era muito superior a esta.

      No final, expandi o leque de consideracoes e acabei escolhendo um Hyundai Elantra (um i30 seda): nao somente tem um estilo mais agradavel, mas a tecnologia (injecao direta, ambos comandos variaveis, automatico de 6 marchas, etc), o nivel de equipamentos, a qualidade de materiais e de acabamento eram muito superiores aos do Civic. E ainda por cima mais barato. E, apos um ano, tem se comportado solidamente. Fica tambem esta dica: confira o i30. Dica de alguem que ate ha cinco anos atras nao concebia a compra de um Hyundai como possivel.

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  70. Tenho 1 Cruze Sedan manual há 1 ano, com média de 9 a 9,5 km/l na gasolina, sem ar ligado. Com ar ligado faz 8,5 a 9 km/l, logo, não acho um absurdo um carro desse patamar apresentar esse consumo (consumo urbano). No álcool o consumo urbano varia de 6,5 a 7,5 km/l na cidade, dependendo do pé, rsrsrs. Na estrada a média é de 9,1 a 9,3 km/l (sempre faço o cálculo do quanto o carro consome assim que abasteço).
    Na estrada na gasolina a média é sempre acima de 13 km/l, lógico que o percurso e o trânsito influenciam bastante (o carro já apresentou consumo de 13,6 km/l numa viagem de 560 km que fiz, com o ar ligado 80% do percurso, velocidade média entre 110 e 120 km/h, com 2 pessoas e muita bagagem).
    Conheço outros carros concorrentes, e na minha opinião em dirigibilidade o Cruze só fica "atrás" do Ford Focus, que considero a referência no segmento (apesar do modelo estar defasado com relação aos concorrentes atuais, mas já já chega a nova geração e vamos ver a briga esquentar).
    O que me levou a comprar o Cruze foi a sensação de segurança que o carro transmite. Ele é um carro muito bem "assentado", digo, seguro na curva, motor com bom rendimento (1.8 que consegue desenvolver mais do que muito motor 2.0 do mercado), e também sou da opinião que o motor ecotec, do "eco" de ecológico, não de econômico, deveria ser mais econômico. Dentro do que uso o carro não o considero um beberrão, tampouco o considero econômico, mas comparado com outros carros que já dirigi e que já tive, pelo que o carro oferece ele está dentro do razoável.
    Sinceramente, a GM em surpreendeu com este carro. Achava o Vectra muito ultrapassado com relação ao que tinha de concorrentes dentro do mercado, já o Cruze, dentro do segmento atual só acho que perde para o Elantra (em termos estéticos, considero o Elantra o carro mais bonito entre os sedãs, mas gastar quase 30 mil reais a mais pra comprá-lo não está dentro do meu orçamento...).
    Enfim, parabéns a GM pelo excelente carro, muito bom mesmo pelo que oferece (o meu é o LT de entrada, manual, controle de tração, de estabilidade, blutooth... mas não vem com centralina, aí é flóridas hein... Preferi o câmbio manual porque gosto de uma tocada mais esportiva do carro, e o Cruze oferece isso, vivo viajando e sei como o carro responde), porém, critico alguns ítens como o acabamento interno, que poderia ter sido mais caprichado no quesito FORRAÇÃO DAS PORTAS, poderiam ter colocado um emborrachado nas partes de plástico duro para oferecer mais conforto... e também a posição do botão giratório do ar condicionado, que fica próximo às pernas do passageiro, considero mal localizado, fora o pneu estepe, furei o pneu do carro há alguns dias, vai andar com aquele estepe pra ver a aventura, rsrsrsrs

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  71. Tenho um sedan preto LT/AT. Respeito a opinião de todos, mas não troco mais um AT por um MT e o AT do Cruze é muito esperto sim, a troca de marchas, velocidade, etc...

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  72. Tenho um Cruze que peguei 0 Km e ele possui 30.000 Km rodados...! Já troquei 3 amortecedores!!! Brincadeira... carro porcaria. Não recomendo a compra!!!

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  73. olá pessoal , venho aqui deixar meu comentário ! possuí um gol g4 2009 , depois um fox prime 2010 em seguida um crossfox 2011 ,e recentemente adquiri um cruze lt 2012 e vou ser claro ( cruze um super carro) , não quero outro veiculo que não seja outro cruze , só que na versão ltz 2014 .Quem tiver interesse de possuir um cruze , compre-o que não vai se arrepender !!

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  74. Prezado Marco,

    Muito boa a sua impressão sobre o cruze, tenho um astra hatch 2010 com apenas 15mil km rodados e estou pensando em troca-lo pelo cruze, prefiro cambio manual também, agora vem a pergunta crucial, será que o cruze vai mudar em 2014? Pois se comprá-lo agora vou ficar com um carro já fora de linha igual aconteceu comigo quando comprei o astra e logo em 2011 ele se foi...
    Sei do novo golf, mas seu seguro e peças estão longe de meu poder aquisitivo... Grande Abraço, Marco Túlio.

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  75. E ae galera..... comprei meu cruze sport 6 ltz branco no dia 18/11/13 esta hoje com 800 km .... perfeito lindo sem comentários....
    o único problema que estou assustado com o consumo do carro... esta fazendo no máximo 8 km/l na estrada... e estou com duvida se isso e porque ele não esta amaciado r....
    porque todo lugar vejo comentários de 11,5 ate 13 km/l e o meu nunca chego nem perto dos 9....
    kkkkkk ta froyd se continuar assim

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  76. Muito boas as considerações sobre o carro. Tenho um há 3 meses e a mesma opinião, principalmente, sobre a dirigibilidade. Certamente, uns 50 cv a mais cairiam muito bem, ainda que o consumo ficasse ainda maior. Também prefiro a sensação que só o câmbio manual permite, porém, diante da necessidade de maior conforto no trânsito pesado, diariamente, optei por sacrificar alguns momentos de prazer e fiquei com o automático. As assistências eletrônicas são muito boas, no entanto, em vias com condições normais de aderência, prefiro desligá-las, pois acho melhor o desempenho do carro mais solto. Nesse ponto, tem um detalhe que não me agrada: a eternidade dos sete segundos segurando o botão para desligar o ESP todas as vezes que se dá partida no motor...

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  77. M.A.O (ou alguém que comprou o carro recentemente):
    Poderiam me dizer se na versão de entrada LT realmente:

    1) o carro não vem com protetor de cárter de fábrica?
    2) não vem com módulo de subir os vidros na chave de fábrica?
    3) Nem com tapetes?

    Tudo isso dá pra colocar como opcional?

    Obrigado!
    Carlos

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  78. Prezado colega,

    O cruze não vem com protetor de carter devido o mesmo atrapalhar a movimentação do motor para baixo em caso de um colisão grave.

    Nenhum cruze tem o modulo de subir vidro, é uma característica de projeto onde o mesmo é vendido e não possui este item para segurança contra esmagamento de crianças e mãos de adultos. veja carros como Hyunday, toyota e honda também não possuem.

    Existe acessório para isto vendido nas CCS, mas desconfio de sua qualidade e segurança.

    O carro vem com tapete sim, dentro do porta malas como item de serie, se o seu nao tiver reclame na concessionaria.

    Espero ter te ajudado.

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  79. Caros comentariantes, bem se ver a dificuldade em agradar a todos. Se tem manual querem automático ou o inverso e assim vai para os opcionais. Vejamos uma Ferrari com componentes de carroça é impossível. Resumindo se alguém quer comprar carro não leia certos comentários, pois eles nada mais são do que um interferência no sonho que quer realizar.

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  80. O meu tem 400 km e apareceu um barulho estranho, pesquisei na internet e encontrei muita, muita reclamação sobre esse ponto. Parece ser um problema crônico ligado as pastilhas de freio. Marquei na autorizada sábado, vamos ver. Estou apreensivo, tem muito comentário negativo considerando este mesmo problema. Posso ter feito um péssimo negocio, estava quase fechado com o CIVIC e resolvi apostar no cruze. Espero que não vire Cruze Credo.

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