EDUCAÇÃO, SEGURANÇA OU APENAS ARRECADAÇÃO?




Repare bem na foto acima: É a foto de uma rodovia do Distrito Federal chamada EPTG – Estrada Parque Taguatinga (Seria "Estrada Parque" uma tradução ao pé da letra de "Parkway", um dos termos usados nos EUA para vias expressas?).

Recentemente ampliada, ela conta com 4 largas faixas de tráfego, asfalto bem liso e bom escoamento de água para os dias chuvosos. Conta ainda com uma pista marginal de duas faixas para acesso aos bairros que ficam às suas margens, de forma que suas entradas e saídas são todas oblíquas, para que os carros tenham um bom espaço para aceleração e desaceleração. Seu limite de velocidade é 80 km/h, que considero baixo para uma via com estas características, pois 100 km/h seria perfeitamente seguro ali, talvez até 110 km/h pudesse ser adotado com total segurança.

O ponto onde a foto foi tirada (15º49'36"S, 48º1'47"O) é o início de uma descida. Esta descida se estende por 1,6 km, com uma declividade média de 5%. A curva que pode-se ver ao fundo está a 2,2 km adiante de onde a foto foi tirada. Como se nota, tirei a foto a partir do acostamento, por segurança.

Pois no meio desta descida, a 800 m de onde a foto foi tirada, tem um radar de 80 km/h. Um declive de 5% não é pouco: Significa que se desce 50 metros para cada km rodado - 50 m de altura equivale a um prédio de 17 andares, para se ter uma noção.

Estando a 80 km/h no início da descida, se eu soltar o acelerador do carro (mantendo o câmbio engatado, obviamente), passo a 90 km/h pelo radar, rendendo uma multa ao governo do DF. Mesmo com o controlador de velocidade (cruise control) acionado, tenho que pisar no freio se não quiser ser multado. Quem não coloca o pé no freio nessa descida, leva multa. E no sentido contrário, que é uma subida, obviamente não tem radar nenhum. Aliás, tem um, antes da subida, no ponto mais baixo, no fim de uma descida para quem vem em sentido contrário.


Outra situação surreal acontece na foto acima, também na EPTG: Na pista expressa, o limite é 80 km/h, na local é 60 km/h. Agora repare a localização do radar: Na pista local, imediatamente após a saída da agulha que vem da pista expressa. Mal o motorista sai da expressa, onde estava a 80 km/h, já topa com o radar de 60 km/h. Tive a curiosidade de medir: Do início da agulha até o radar, são exatos 130 metros. Ou seja, o motorista, que vinha a 80 km/h na expressa, tem 130 metros para reduzir a velocidade de 80 para 60 km/h se não quiser ter o bolso aliviado pelo GDF, ou seja, tem que dar uma bela, forte e nada natural freada, uma vez que não é comum reduzir de 80 para 60 em apenas 130 metros.


Quem achou o caso anterior absurdo, vai perceber que não existem limites à criatividade dos órgãos de trânsito quando se trata de escolher locais que nos induzam a sermos multados. Os radares da foto acima são de 40 km/h. A "justificativa" é que estão antes de curvas relativamente fechadas. Porém, as vias em que foram instalados têm limite de 80 km/h que cai repentinamente para 40 km/h. Da saída até o radar são pífios 64 metros. É necessário frear forte, com o agravante de que se passar a mais de 60 km/h no local, a multa é de R$ 574,62 e com suspensão do direito de dirigir. E além da incomum e brusca redução de velocidade, em vez de isso ser fiscalizado por uma visível e fartamente sinalizada lombada eletrônica, como seria mais adequado para a prevenção de acidentes em uma curva supostamente perigosa, o que está lá é um discreto radar fixo.



Não é só no DF que a coisa acontece: A foto acima é da Av. Joaquina Ramalho, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo. É uma lombada eletrônica. O que chama a atenção é que a avenida tem limite de 70 km/h em toda a sua extensão, menos neste ponto, onde há a lombada. Não há escola, hospital , travessia de pedestres, curva perigosa e nem nada que justifique a necessidade de redução de 70 km/h para 50 km/h neste ponto. Há um estreitamento de pista, de 3 faixas para 2 faixas, mas o estreitamento foi causado justamente para a instalação da lombada!

Além disso, recentemente o CET determinou a redução da velocidade em várias avenidas de São Paulo, argumentando que isso reduziria o número de acidentes, o que já foi relatado aqui no AE.

Fatos como os relatados acima nos fazem concluir que os órgãos de trânsito afrontam nossa inteligência quando justificam que os controladores eletrônicos de velocidade e semáforo são "para aumentar a segurança". Daí o título deste post: Educação, segurança ou apenas arrecadação?

No primeiro caso, o que um radar no meio da descida educa? Educa que o motorista deve deixar de prestar atenção ao trânsito para ficar tomando conta do velocímetro durante uma descida? O recado que o poder público quer passar é este? Se você não deixar de olhar para a frente para ficar pajeando o velocímetro será punido com uma multa? E no que este radar contribui para a segurança? Uma descida reta, numa via de 4 pistas, de asfalto impecável e com quase 2 km de visibilidade à frente, no que a segurança está sendo negligenciada se o veículo atingir 100 ou 110 km/h naquele ponto?

No segundo caso, não há nada de educativo em fazer o motorista frear bruscamente. E nem se pode alegar que ele deve ter atenção à sinalização de velocidade, pois as placas de 60 km/h estão na pista local ANTES da agulha. O CTB não diz que devemos prestar atenção à sinalização da pista ao lado da que estamos trafegando... A segurança neste caso, ao meu ver, fica prejudicada, pois se uma pessoa que conhece o local freia forte para não ser multada, alguém que não trafegue rotineiramente ali pode vir atrás e, sem estar preparado para uma redução de velocidade tão brusca, acabar causando um acidente.

No terceiro caso, o mesmo despropósito de uma frenagem mais brusca ainda, além do que a segurança estaria mais garantida se em vez dos discretos radares fixos fossem usadas lombadas eletrônicas fartamente sinalizadas, acompanhadas pelas placas de curva perigosa, para que o motorista não tivesse dúvidas da redução de limite de velocidade e de sua fiscalização por conta de uma curva fechada.

No quarto caso, não vejo nenhum sentido em instalar uma lombada eletrônica simplesmente reduzir a velocidade dos veículos sem motivo algum.

Há uma resolução do Contran, a resolução 146/2003, que determina que a instalação de equipamento para controle de velocidade deve ser precedida de estudo técnico que embase a necessidade deste equipamento para o aumento da segurança no local. Além disso, após 365 dias deve ser feito novo estudo, comparando a quantidade de acidentes ocorridos no local antes e depois da instalação do equipamento, como forma de medir se o este alcançou o objetivo de reduzir os acidentes no local onde foi instalado. Só que nunca tive notícia de nenhum estudo prévio e nem de nenhum estudo feito após 1 ano para comprovar a efetividade do radar. Gostaria de ver divulgados também o número de acidentes antes e depois da redução da velocidade imposta pelo CET nas avenidas de São Paulo, para que todos possam saber se a medida poupou vidas ou se apenas gerou mais multas.

Os exemplos acima mostram que a instalação destes radares não objetiva punir infratores contumazes, mas sim pegar desprevenidos todos aqueles que não estejam 100% atentos às placas e ao velocímetro. Ao dirigir, considero que existem coisas mais importantes que deveriam merecer a atenção do motorista como... o trânsito à sua frente! Óbvio que se deve ter atenção a placas e ao velocímetro, mas do jeito que estão fazendo, o motorista acaba tendo que desviar uma porção maior de sua atenção do trânsito para placas e velocímetro não para sua segurança, mas sim para se concentrar em não ser multado!

Por mais que os órgãos de trânsito neguem, não vejo outra explicação que não seja o simples aumento da arrecadação através das multas. As prefeituras hoje chegam a colocar em seus orçamentos as receitas que serão obtidas com multas de trânsito nos anos seguintes. Elas contam com as infrações que elas "prevêem" que serão cometidas para fechar o orçamento. Sendo uma receita do município, as prefeituras aplicam-se para garanti-la.

Esta é a tão comentada indústria da multa, de que todos falam e que todos os administradores públicos apressam-se em negar sua existência, por mais que provas como as mostradas aqui sejam apresentadas e apontem na direção da sua existência.

Mais uma pista que leva à conclusão que os órgãos de trânsito colocam a arrecadação muito acima da segurança é a história do Renainf, o sistema que unificou as multas no país: Até meados da década passada, passados quase quinze anos da introdução da placa nacional única de 3 letras e 4 números, as multas aplicadas a carros de fora do estado ainda não chegavam aos infratores.

O Renainf vinha sendo discutido desde o fim dos anos 90, mas sempre esbarrava num impasse: quem ficaria com o valor da multa cobrada em outro estado? Caso ficasse para o estado onde foi cometida a infração, o estado em que o veículo estava registrado não tinha interesse em cobrar a multa, pois "teria o "trabalho" de cobrar para o outro ficar com o dinheiro. Caso ficasse para o estado de registro do veículo, o estado onde foi cometida a infração não tinha interesse em enviar a multa, pois "teria o trabalho" de enviar para o outro cobrar e ficar com o dinheiro.

Ou seja, nenhum dos estados estava preocupado com a segurança no trânsito e nem com a punição dos infratores, olhavam apenas para suas arrecadações. Conseguir receber a multa era mais importante do que acabar com a impunidade daqueles que circulavam com placas de outros estados para escapar das multas e poderem literalmente fazer o que lhes desse vontade ao volante sem serem punidos.

O Renainf só foi para frente quando se determinou que o valor da multa seria dividido entre os estados do registro do veículo e do cometimento da infração. Só então todos apressaram-se para aderir ao sistema de integração das infrações. Desnecessário explicar qual era a real importância da multas para os estados, correto?

Estados e prefeituras não deveriam ser beneficiados com o valor arrecadado através das multas, que é o que gera estas distorções apontadas. Multa é para educar o motorista, punindo o infrator para desestimulá-lo de cometer a infração, para que assim o trânsito seja mais seguro e toda a sociedade se beneficie, multa não é para ser fonte de receita para o poder público. Dever-se-ia multar apenas para garantir a segurança no trânsito, não para gerar caixa.

O valor da multa deveria ir para um fundo nacional para segurança no trânsito. Este fundo serviria para ressarcir estados e prefeituras das despesas com a fiscalização do trânsito (pois fiscalizar tem custo, sim) e o que sobrasse dele poderia ir para campanhas educativas, investimentos em rodovias, tratamento de vítimas de acidentes etc.

Se quem aplica a multa não ficar com o valor arrecadado, a indústria da multa será quebrada. E estados e prefeituras não poderão reclamar, pois sempre afirmaram veementemente que a tal indústria da multa não existe...

CMF



79 comentários :

  1. Perfeita a abordagem. Esse assunto é de relevancia nacional e para todos. Um absurdo os burrocratas decidindo como pegar-trouxas porque os vivaldinos locais sabem muito bem onde se situam os caça-multas e evitam o malho. Os desavisados, diga-se o resto da população, fica a merce dessas barbaridades! Ecelente seu post, deve ter dado um trabalhão coletar essas informações e fotos. Parabéns, atitudes como essa são um exemplo!
    Ao meu ver isso deveria ser encaminhado às autoridades competentes, se é que são competentes...
    Agora, meu pitaco nesse assunto é que: avisos pintados na rodovia avisam melhor do perigo do que os radares escondidos e colocados maldosamente para fins lucrativos!!!! Absurdo total.

    abs

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  2. Encaminhe esse estudo ao Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), eles têm autonomia para investigar os abusos dos desvios de finalidade praticados pelos órgãos públicos. Fica claro que está havendo excesso no dever de fiscalizar, gerando riscos à sociedade, já que acidentes graves podem ocorrer em razão da redução brusca de velocidade imposta pelos órgãos de trânsito.

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  3. Este texto é perfeito. Já trabalhei em uma empresa de sinalização (Serget) e afirmo categoricamente que a indústria da multa existe sim. Falo por experiência própria. Não falo por ter ouvido de alguém, falo por ter visto e presenciado.

    Em épocas pré eleitorais, era uma correria tremenda na empresa. Todos os prefeitos mandavam desligar os radares da cidade. Isso mesmo, se estávamos em época de campanha eleitoral, nenhum cidadão era multado.

    Obviamente, após a eleição, era uma correria maior ainda na empresa. Todos os radares eram religados e ainda por cima mandavam instalar muitos outros.

    O valor arrecadado pela multa é divido entre a prefeitura e a empresa responsável por sua instalação.

    Este é só um exemplo do que vivenciei e presenciei nessa empresa. Tenho vários.

    Em relação ao radar como ferramenta para evitar acidentes, afirmo com toda minha experiência e estudos em sinalização horizontal e vertical que estas sinalizações são mais eficazes que o radar. Percebi que o radar é, na verdade, um grande CAUSADOR de acidentes.

    Os prefeitos decidem instalar os radares (sim, são eles quem definem os locais) sempre em locais de difícil visualização. Quando o motorista se dá conta da sua existência, sempre freia bruscamente.

    Na Raposo sempre temos acidentes causados por veículos que freiam bruscamente ao visualizar um radar e acabam invadindo o sentido oposto.

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  4. Excelente texto. Realmente resume bem a tal indústria da multa.

    Por falar em freadas bruscas, já tive de frear forte após uma rotatória grande e rápida, pois havia uma lombada logo depois, e antes de o carro terminar a curva. Havia, sim, uma faixa de pedestres um pouco depois, mas acompanhada de um semáforo logo à frente. Por que colocaram a lombada ali, então???

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  5. Reduzir a velocidade para evitar acidentes é o mesmo que amputar as pernas para perder peso.

    O Estado habilita pessoas inaptas a dirigir e depois as culpa pelo que causam!

    O Código de Trânsito Brasileiro é uma aberração do mesmo naipe da Prostituição, digo, Constituição de 1988. Teoricamente é perfeito, mas como sempre, o brasileiro subverteu algumas coisas:

    Rodovias são vias rurais sem intersecções etc bla bla bla.Quem determina o que é zona rural e urbana são os municípios. O código de trânsito diz que a sinalização de velocidade deve estar a X metros do equipamento de medição em área urbana e a Y metros em área rural.

    Então se a rodovia tem velocidade liberada de 100, 110, 120 km/h, mas tem um trecho em área urbana (caso da Dutra, Raposo entre outras) a distância da sinalização indicativa naquela área pode ser inferior à distância das áreas rurais, o que significa que você terá menos tempo para desacelerar em caso de mudança de limite de velocidade - geralmente existente devido à área urbana.

    Como é o nome disso? SACANAGEM!

    Quando inventaram de copiar os melhores códigos de trânsito do mundo, esqueceram que o resto do Brasil não é tão avançado. A legislação é avançada demais pro Brasil. Não temos contexto para aplicá-la efetivamente.

    Essa distância mínima não pode existir. O motorista tem a obrigação de saber qual o limite , mas para isso é preciso que o Estado use critérios técnicos para a limitação de velocidade e sinalize corretamente a velocidade máxima por trecho. O motorista que adentra a rodovia tem que saber antes de entrar nela qual o limite, e não depois de 10 km.

    Esse país só tem jeito se for invadido e tomado por tropas da Otan. Só assim pra funcionar.

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  6. Carlos,

    Parabéns pelo pertinente e brilhante artigo, de raciocínio correto! Encaminhe-o ao MP do DF que certamente serão tomadas as medidas atinentes ao caso, como a instauração de inquérito civil para a apuração de irregularidades.Abraço

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  7. A ta, muito obrigado pelo post! Agora eu, o Bob e outros leitores entendemos qual é o significado da palavra "Engenharia" em CET.
    Para isso eles sabem física, cálculos, desaceleração e tudo mais.

    É brincadeira

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  8. Excelente texto! Com fotos e argumentos indiscutíveis.
    Há um exemplo em minha cidade que ilustra bem o problema do desvio de atenção do trânsito para o velocímetro: uma lombada eletrônica de 40 km/h pouco antes de uma faixa de pedestres numa via de 60 km/h. Os motoristas prestam muita atenção ao velocímetro e não aos pedestres que querem atravessar. É muito ruim de atravessar ali. Em compensação, há uma outra faixa na parte de 60 km/h na qual os carros param. Então, qual a mais segura, a de faixa de 60 ou a de 40 km/h?

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  9. Carlos,

    Encaminhei para o e-mail do AE uma pauta relacionada:

    Há cerca de 3 meses, notei que todos os radares fotográficos da Av. Radial Leste foram retirados nos trechos entre os bairros da Penha e Itaquera. Creio que havia cerca de 10 radares neste trecho que soma cerca de 10 KMs.
    Gostaria de comparar os dados de acidentes registrados antes e após a retirada destes radares de velocidade. Creio que será muito elucidativo, pois, como utilizo o trecho em questão todo final de semana, tenho notado que não houve aumento de acidentes - só benefício de andar sem olhar o tempo todo pro velocímetro.

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  10. Prezados, sejamos sensatos. Qual é o objetivo de termos "controladores de velocidade" nas vias urbanas e rodovias? Para fazer com que os infratores andem com seus carros abaixo de uma velocidade X estipulada para a via. Tanto faz aonde está colocado o radar, temos que andar dentro do limite em TODA a via.

    Agora, o que deve ser discutido é se a via comporta uma velocidade maior ou menor e não onde os radares são colocados. Aliás, o defeito de nosso código de trânsito é estipular a sinalização dos locais onde os "radares" estão para que as pessoas possam reduzir a velocidade antes de passar por eles.

    Vcs do site que andam muito por europa e américa do norte deveriam saber que em vários países os "radares" são escondidos dos olhos do público e muitas vezes mudados de local frequentemente (e.g. Inglaterra). Que culpa tem o radar ou a turma da secretaria de transporte se o motorista anda desatento ou é infrator intencional? E 130 metros para reduzir de 80 p/ 60, convenhamos, é mais que o suficiente. Um carro facilmente chega a 0 km/h nesta distância se necessário. Não sejam exagerados.

    Mas viu: "Tomados por forças da OTAN"; "A legislação é avançada demais pro Brasil". CREDO! Quanta IGNORÂNCIA! A ditadura já passou faz tempo "anônimo". Nossa legislação é atrasada em alguns aspectos, dentre eles, porque avisa os infratores e permite que motoristas alcoolizados cometam atrocidades e, se forem réus primários, recebam somente penas alternativas a cadeia.

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  11. Dizer o que né?
    O BS para variar matou na veia, infelizmente a CET não precisa de argumentos nem cálculos, afinal é um orgão que só tem uma via: a deles para com o cidadão. O cidadão NUNCA é ouvido nem respeitado.

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  12. O que deve ser critivado é o fato de uma Estrada-Parque ter se transformado em uma pista tão larga. Porque se é Estrada-Parque, pressupõe-se que esteja dentro de um parque e que membros da fauna local atravessem-na.

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  13. Em Curitiba tem um discretíssimo radar de 40km/h numa via de 60km/h logo após um viaduto/trincheira, e pouco antes de uma curva as coordenadas são 25º25'54.13"S e 49°15'20.7"W, a justificativa é que se trata de uma curva perigosa e causava muitas acidentes, mas se fosse preventivo mesmo seria instalada uma grande e chamativa Lombada eletônica, e as placas cm o limite de velocidade são encontrados na descida do viaduto.

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  14. Só um adendo: o escoamento de água na EPTG não é bom, tenho ouvido críticas constantes sobre isso e o assunto já motivou reportagens. No mais, estou de pleno acordo.

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  15. Precisa mesmo responder? Diante destas armadilhas para nos vitimar o bolso, só resta mesmo ficar bem atento, ficar "ligado". Este aí da EPTG, por exemplo, bem que queria, mas nunca conseguiu me pegar.

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  16. Post sensacional, concordo com tudo. Mas como me contento com pouco (risos), se os limites de velocidade fossem mantidos em patamares aceitáveis eu já estaria feliz (ou menos incomodado, risos). Mas o que a incompentente CET está fazendo aqui em SP com a padronização dos limites de velocidade é tornar dirigir em SP mais infernal do que normalmente é.
    Outra turma que inferniza e muito o trânsito é o pessoal que passa a 20 km/h em radar de 60 km/h, além da turminha que adora passear na esquerda a 80 km/h em rodovia de limite 120 km/h.

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  17. Eu discordo do Fernando, mas acho a afirmação dele relevante: o fato de o código de trânsito tipificar uma infração baseada em velocidade instantânea ou num pequeno trecho é boa para o mau motorista, pois ele pode passar pelo sensor dentro do limite de velocidade e acelerar enormemente em seguida. Em compensação, o bom motorista pode levar uma multa se passar 5 s de sua vida com o ponteiro do velocímetro levemente acima do risquinho do limite. Bom seria se fosse possível medir a velocidade média em todo um trecho. Um patrulheiro pode fazer isso, quando observa o transito e quando acompanha os outros veículos e, talvez, com transponders nos veículos isso seja possível de forma automática, também.
    O fato de o órgão de trânsito colocar o radar no final da descida mostra bem que não interessa e eles punir o infrator contumaz que trafega todo o trecho, inclusive a subida, em alta velocidade, mas sim o bom motorista que deixa de olhar o velocímetro momentaneamente na descida. É triste.

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  18. O dia que dinheiro de multa, ipva e registro for destinado para manutenção e educação do trânsito o país muda de nome.

    Veja o caso da inspeção veicular, cobram para inspecionar o seu carro, porém você já pagou para o estado, já pagou o IPVA! E tem gente que ainda defende.

    Pedágio então? "Ahhh mas as estradas são ótimas..." ótimas o caramba, ótima é a Bandeirantes no trecho sp-cps, o resto, até a anhanguera, é o cão, trânsito demais, falta de fiscalização, falta de soluções... etc... pedágio pra quê? Pra ter guincho? Isso eu já tenho como seguro que somos obrigados a ter pois a segurança pública tbem é uma vergonha.

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  19. Carlos, moro às margens da EPTG e se uma coisa não existe ali é drenagem de água. Em uma chuva mais forte essa mesma descida fica com um filme de água muito grande e a falta de gramado nos canteiros (já são quase dois anos desde a inauguração) faz com que ela se transforme numa estrada de barro.

    Nesse radar que você apontou eu sempre tenho que reduzir para 4ª para não ter que pisar no freio. É um saco.

    Em tempo: depois da reforma todos os pardais aparentemente não estão funcionando, pois não colocaram os sensores no asfalto. A Exceção é justamente o pardal dessa descida, que colocaram os sensores recentemente depois de uma batida em frente à residência oficial.

    Antes das obras da EPTG, haviam 3 radares nesse trecho: esse de 80, outro de 80 1km depois, e a cereja do bolo era um de 60 (sim, SESSENTA) no final da SUBIDA. Bizarro.

    Sobre os de 40km/h no acesso à ponte JK, existe outro no sentido oposto, de quem vem das QIs 28 em direção à ponte. Sexta feira ele quase me pegou. Ambos acessos não possuem superelevação, o que faz jogar o carro para fora da curva. Nesse caso, quem vem do Lago Sul para a ponte tem que reduzir bruscamente de 70 para 40km/h só para entrar em uma alça de acesso mal-projetada.

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  20. Fernando seu imbecil, aprende a ler antes de postar merda. O cara nunca falou que era contra radar, mas mostrou aspectos técnicos que denotam que onde foram colocados e suas velocidades estão em desacordo com sua finalidade.
    Deixa desse papo de bom samaritano, se você gosta de pagar multas à toa para nossos governates, problema seu, mas por favor, não insulte a inteligência dos outros.

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  21. Antonio Amaral21/11/11 15:09

    Perfeito, realmente é o que está acontecendo em todo o país, em São Paulo está impossível andar, você tem que manter a atenção no velocímetro 90% do tempo e o restante nas motos entre os carros.
    Se a fiscalização não fosse tão intensa e fosse mais coerente, é muito provável que os acidentes diminuíssem.
    Da forma como fazem estão punindo o bom motorista, pois esse tenta seguir seguir a sinalização, tirando-lhe a atenção principal dos eventos do trânsito e AUMENTANDO a probabilidade de acidentes, quanto ao mau motorista, toda a fiscalização é inútil, pois para esses, tanto faz se a placa é de 40 ou 80Km/h, eles vão passar a 140Km/h mesmo.
    O grande erro de toda a legislação de trânsito é que parte de uma premissa falsa, de que você diminui acidentes apertando o cerco em quem já respeita as leis e tem bom senso, quando na verdade não são esses motoristas que estão causando acidentes, mas os que não respeitam nada, nem sabem que existe uma lei a ser seguida, muitos nem tem CNH (mesmo porque ela não garanta habilitação alguma), ou aqueles que alcoolizados mal lembram que existe uma lei a ser seguida.

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  22. marcelo vieira (jmvieira)21/11/11 15:12

    De forma bem sucinta defino o seguinte: jumentos (estado) tomando conta de burros (motoristas). Ninguem estuda mais cinemática porque pra acessar o facebook não é pre requisito.

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  23. Fernando, sua observação é importantíssima: deve-se trafegar em velocidade adequada por toda a via. Portanto, quem é correto não precisa se preocupar. Aliás, a Lei é para incomodar os criminosos, não nós, pessoas decentes.

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  24. Alguém aí falou em Facebook. O que é Facebook?

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  25. Concordo com a análise e o ponto de vista do autor desse post. Mas mesmo que discordasse, jamais recorreria a insultos e termos de baixo calão como os que foram utilizados pelo anônimo das 15:03. Quem se expressa dessa maneira mostra que não tem condições de participar de um debate em alto nível como o que foi aqui proposto.

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  26. Fernando...
    Seu raciocínio está muito linear. Há transições de velocidade que devem ser suaves e tão naturais quanto possível. Claro que há velocidades recomendadas, velocidades de projeto, etc. Mas induzir o motorista a ser brusco é no mínimo uma falta de respeito.

    Veja:
    80 km/h são 22,2 m/s
    Se essa velocidade fosse mantida, percorrer-se-iam os 130 m em 5,85 s. Descontando-se algo em torno de 3 segundos de tempo de reação, entre outros, só restam 63,3 m.
    Iniciando-se instantaneamente uma frenagem de 0,1g constante, gastar-se-iam 3,4 s para se chegar a 60 km/h.
    Ou seja, gastam-se 69 m para tal frenagem.
    Ou seja, só há 6 m de folga.

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  27. Para Anônimo das 15:03,

    acho que depois do teu comentário, a resposta ao post é: EDUCAÇÃO!

    Abs.

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  28. Eu moro na Vila Maria e sei como esse radar da Joaquina Ramalho é totalmente non sense, quem será que esses caras da CET querem enganar?? É com esses radares e diminuindo a velocidade máxima permitida das vias, mas, isso é para o bem de quê?? ou de quem?? Só o deles mesmo $$$... Industria da multa maldita, só me dá ainda mais nojo de ter de dirigir nessa cidade...

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  29. Aléssio Marinho21/11/11 16:52

    CMF;

    As Rodovias do Distrito Federal recebem o nome de Estrada Parque para facilitar o entendimento. No DF iniciam 8 estradas federais e de acordo com o PNV do DNIT, a numeração das rodovias em todo o país é determinada de acordo com a sua posição em relação a Brasília.
    E a numeração de uma rodovia estadual, não deve coincidir com uma numeração federal.
    Assim, restam apenas 11 numeros possíveis para serem utilizados, e como são 26 rodovias e a numeração não conseguiria seguir o determinado pelo PNV, usam o termo Estrada Parque para facilitar a compreensão. A EPTG é a DF-085, a EPIA é a DF-003, e a DF-027 é a EPJK (Estrada Parque Juscelino Kubitchek) e a EPCV, que leva a ESAF.
    Park Way (SMPW) é o Setor de Mansões Park Way, área nobre, que começa ao lado do aeroporto e que vai ao Catetinho.

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  30. Anônimo das 16:18,

    tens razão, posso estar sendo bastante linear mesmo. Gostei da sua conta, bem interessante, mas será que reduzir 0,04 m/s (4 cm/s!) em cada metro dentro dos 130 m para passar de 22,2 a 16,6 m/s é demasiado brusco? Acho que não e conseguimos fazer isso em segurança perfeitamente.

    Por isso que disse que é exagero do autor esse exemplo dado. Desculpa aí autor...rsrsrs.

    Abs

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  31. Então, Fernando... Esse 0,04 não tem muito sentido não. Se fizer análise dimensional, vc divide (5,6 m/s)/(130 m) dá 0,04 s^-1, que é dimensão de frequência.

    Eu tinha considerado 0,1g que é praticamente 1 m*s^-2 (na verdade, usei 0,1*9,8066). Isso corresponde a uma frenagem moderada, confortável. Não se esqueça de que as vias são projetadas para pessoas com reflexos lentos, chão molhado, caminhões, entre outros empecilhos.

    (Mesmo Anônimo das 16:18)

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  32. Marcos Alvarenga21/11/11 17:18

    Perfeito. Parabéns pelo texto. Espero que chegue ao lugar certo.

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  33. Alexandre - BH -21/11/11 19:05

    A indústria da multa realmente nunca existiu. Essa matéria exibida pelo Fantástico é uma farsa...

    http://www.youtube.com/watch?v=PBTlCD8Y9ow

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  34. Eu morei em Brasília.E essas aberrações estúpidas fazem parte da cultura da patifaria desse lugar. E você ainda esqueceu de mencionar os quebra-molas, disseminados como praga pelo DF, sem qualquer critério. Felizmente, hoje moro no litoral, num lugar onde o bom senso e o pensamento lógico ainda prevalecem.

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  35. Luiz Dranger21/11/11 20:09

    Carlos, parabéns, post brilhante!
    Eu estive em várias reuniões com o CET e a turma é da pesada ! São cargos políticos e a orientação é muito diferente de quando o Setúbal, como prefeito, criou essa "coisa".
    As minhas reuniões com o CET eram relativas ao site do qual sou sócio escoladebicicleta.com.br e vejo que ainda restam poucas cabeças pensantes lá. Na época do Scaringella era muito melhor, com técnicos competentes, mas a coisa foi para o brejo!
    Creio realmente, que a Prefeitura deve ter estabelecido uma meta de arrecadação para o CET. Esse Kassab é um horror. Caso não cumpram, a administração perde a "boquinha". Isso é o Brasil.

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  36. Aléssio Marinho21/11/11 20:15

    Mendonça;

    Fiz o mesmo que você: mudei de Bsb pro litoral e sinto falta do bom senso, do pensamento lógico e da CIVILIDADE que SÓ EM BRASÍLIA EXISTE.
    E a patifaria que vc se refere, quem trouxe foram pessoas como vc, que foram e voltaram na aba de algum político patife...

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  37. Será que as pessoas não podem fazer seus comentários sem despejar sua raiva e ignorância nos demais?

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  38. Aléssio,
    Aprenda uma coisa : - Qualquer um aqui é livre para opinar, dentro de certos limítes, sem julgamentos.E este site não se presta a comentários e discussões como os de sua parte.

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  39. Aléssio,
    E quanto à patifaria, as reportagens televisivas e impressas, de políticos nascidos na região, estão aí para afirmar o que escrevo.

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  40. Luiz Dranger21/11/11 23:44

    Puta tiroteio aqui. É Bob, creio que é saudável. Abração

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  41. Nossa,as coisas estão quentes aqui,mas é que no fundo,a gente se irrita com as coisas que os governantes fazem a nós,e que nosso transito é gerido por incompetentes de quinta categoria,infelizmente,meu ABC paulista não foge a regra,tem industria de multa e muita,mas muita corrupção nas prefeituras daqui,principalmente as da companheirada....

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  42. Também morei em Brasília, então também quero dar meu pitaco: apesar das centenas de pardais e de vias muitas vezes com limite de velocidade inferior ao que poderia suportar, sinto uma monumental, gigantesca, imensa, e posso dizer até TORTURANTE, saudade daquela cidade que é absolutamente maravilhosa. Aquilo tudo que acontece no Congresso Nacional não é culpa da cidade. Se a capital ainda fosse o Rio ou qualquer outro lugar, não seria diferente. Ninguém fala mal de Brasília na minha "presença".

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  43. Alexandre - BH -22/11/11 04:28

    Todos nós ficamos indignados, e com razão, em saber que o investimento feito em fiscalização eletrônica tem como propósitos a arrecadação voraz do governo e o favorecimento das empresas envolvidas. Sabemos que o governo está pouco se lixando pra nossa segurança. E o pior: não há lei, polícia, justiça, ministério público, tribunal de contas ou quem quer que seja que consiga mudar essa realidade. Parece que o problema está em nosso DNA; nascemos com falha de caráter neste paisinho de merda. E quando a cambada que manda na bagaça assiste às imagens do link abaixo, fica ainda mais à vontade para agir e ainda mais convicta de que NÃO é pior do que o povo que achaca. Eles, os governantes, concluem que o mau exemplo também vem de baixo. E nós, os honestos (ou otários, como queiram), ficamos impotentes no meio dessa orgia sifilítica que está destruindo o país.
    Fico enojado e desanimado quando vejo essas cenas (observem que nenhum dos ladrões parece passar fome. É a famosa “oportunidade que faz o ladrão”):

    http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=9&id_noticia=64958/noticia_interna.shtml

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  44. afff... abaixo os anônimos já!

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  45. Os criminosos reclamam da polícia, do Estado, da empresa de engenharia de tráfego, das regras, de tudo. Acontece que para quem está dentro da Lei, o Estado, a polícia, a empresa de engenharia de tráfego, o Ministério público são sempre aliados.

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  46. Uau, temos até gente da Dinamarca por estas bandas! O anônimo de 22/11/11 10:10, por exemplo, contando como é um país onde o Estado, a engenharia de tráfego, a polícia, e o MP jogam sempre pró-cidadão. Que inveja!

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  47. Fernando Perez22/11/11 11:00

    Toda vez que leio uma noticia desse tipo eu tenho raiva, sim!!! raiva do Brasil !!!

    Todo mundo querendo se dar bem...por isso nao perdí tempo e me mandei daí !!! Vim morar na Espanha. Aconselho a todo mundo, se puder ir morar em outro pais por 1 ano para poder ter um ponto de comparacao com o que acontece em nosso pais.

    Estava cansado de todas as falcatruas e o famoso jeitinho brasileiro. Tentando viver na regularidade e cumprindo com os meus deveres como cidadao, porem o cidadao direito no Brasil é praticamente escrachado pelo nosso pais.

    Nao quis saber, me mandei !!! E aconselho a todos que puderem fazer o mesmo!!!!

    O Brasil tem jeito? Claro que tem!!! Mas sao anos e anos que sei que minha geracao e a geracao dos meus filhos nao verao acontecer...

    Só um exemplo de como aplicar uma multa: fui parado pela policia aqui na Espanha após a saida de um tunel de 150 metros, totalmente iluminado!!! recebi uma multa de 200 euros por nao levar as luzes acendidas dentro do tunel. Tentei argumentar com o policial que o tunel era completamente iluminado e nao via necessidade. Sabe o que ele me disse? "- Quando voce estudou para tirar a carteira, no capitulo x ponto xxx da pagina xx nao diz que é obrigatorio levar as luzes acesas em qualquer tunel?" Nao tive como argumentar...ao chegar em casa peguei o livro e realmente, como o policial indicou estava lá o trecho de obrigatoriedade de levar as luzes acesas.
    Ah, se paga a multa no periodo de 1 mes, tem 50% de desconto.

    Abraco,

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  48. Fernando Perez

    Saludos desde Brasil

    Y ahora a ver que aprendas como son las cosas en España. Como has visto no hay charlas con los policías de trafico que en tu caso són los de la Guardia Civil. Menos mal que és en los dias de hoy, fuesse en los tiempos de Franco y te daban una paliza que recordarías del dia que nasciste.

    ass.: anônimo, brasileño, com doble ciudadania y que no quiere vivir en España ni que me paguem.

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  49. Brasilia, litoral...não importa se o exemplo é de Brasília, não denigra o local nem exalte outro sem argumento. Senão vamos sempre ouvir casos de gente que vive em país de primeiro mundo no Brasil e gente dizendo que em tal outro local só há imbecis. E citar exemplo de 1o mundo sem ter vivido diariamente é bobagem.

    E não é porque vocês seguem a lei a risca que ela é correta e tá tudo certo. Assim você é só uma ovelha, não?! Questione, pense em melhorias. Não siga ordens apenas para se vangloriar de tê-lo feito. Isso não te faz alguém melhor, só te demonstra como maleável.

    Você precisa reduzir em tantos metros só porque há um radar? Não poderia reduzir de forma mais suave e, assim, segura? Não seria melhor prestar mais atenção ao movimento dos carros, motos, pedestres e sinalização, ao invés do velocímetro?

    A instalação destes radares demonstra safadeza. Não importa se você segue tudo a risca, o radar é uma isca. E é para você também, noobre motorista. ;- )

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  50. Fernando Perez22/11/11 11:46

    Hola Anonimo, que tal,

    Saludos desde España,

    al que parece usted estás muy bíen acostumbrado que el tema este de policías corruptos y el tema con el trafico de drogas en Brasil.

    Espero que estés bien donde vives, cada uno busca a su sítio en el que aquello que se sientá bien,¿verdad?

    No voy aquí a poner comentários para polemizar el blog, creo ser innecesario ya que el blog no és para esto. Creo que és una manera de cambiarmos experiencias y ponermos a piensar em cambiarmos nuestro modo de vivir.

    Te deseo toda la suerte del mundo!! Un saludo,

    Ass: Fernando Perez, Español con doble nacionalidad y que me gusta estár entre los dos mundos (Brasil y España) para reflexionar y hacer la vida lo mejor posible para todos...Hacer el bien y no mirar a quién. Esté en paz.

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  51. Fernado Perez

    Has hecho una broma o no has entendido lo quise decir com la palabra "trafico"?
    Espero que sea una broma pués no tengo absolutamente nada que ver com trafico de drogas.

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  52. Alexandre - BH -22/11/11 12:21

    Arriba!

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  53. Oye, tráfico tiene doble sentido en español, pero creo que no se usa tráfico para tráfico de drogas en españa, o por lo menos no es comumente utilizado. No me acuerdo bien, hace tanto tiempo que he vivido en España. Pero lo que me acuerdo es que la gente usava tráfico para el transito.

    Abz, brasileño que vivió en España y que le gusta mucho este País....jejeje.

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  54. Fernando

    También no me acuerdo de eso del tráfico. Lo que sé és lo mismo que tu. Además, nunca he vivido en España, solamente de paseillo. Tengo família en León, un tio en Palma de Mallorca, un primo en Sevilla y una prima en Oviedo.

    Francisco Vidal González

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  55. Fernando
    Me olvidé de la família de Valencia, la de mi madre. Hombre que pecado olvidarse de eso. Que ella, mi madre, no se entere.
    FVG

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  56. ainda sobre a eptg, mas deixando de lado a questão dos radares:

    pro tempo e recurso consumidos na ampliação da via, é um absurdo que não haja baias nos pontos de ônibus nas marginais. alguns desses pontos ficam em locais perigosos pra quem sai da expressa e entra nas marginais, e a falta das baias só piora a situação. as paradas de ônibus são ridículas; não protegem nem contra chuvisco, fora que também não são completamente cimentadas.
    quem costuma andar por ali a pé vê o estado de abandono que os canteiros da via já se encontram - a reforma não tem nem dois anos que foi concluída. em muitos pontos as calhas pra captação de água da chuva estão destruídas, as caixas e dutos parecem gambiarras de tão mal feitos..
    enfim, só quis complementar a idéia do artigo, mostrando que, além de custar caro, a ampliação ficou mal feita e pouco dos recursos arrecadados foram aplicados na construção e conservação da via.

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  57. Junior Valias22/11/11 16:49

    Sou mineiro mas moro em Brasília a 15 anos. Odiava, mas aprendi a amar essa cidade que é a síntese do Brasil.
    Ao autor: Ótimo texto, mas a drenagem da EPTG é inexistente. As vias de acesso (aceleração) e de saída (desaceleração) são ridículas e não observam o que foi projetado. Com ou sem radar, é uma via das mais perigosas... Abraço

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  58. Oye tios, he vivido en Valencia y Santiago de Compostela. Muy hermosas ciudades. La gente siempre invitando-nos a paseos por las ciudades, a los bares por unas copas y vinos. Pero mucho trabajo durante la semana. He echo una estancia de doctorado (Farmacia-Edafologia) en la UV juntamente com mi mujer (Matematicas). En Santiago he estudiado en la USC.
    ABZ
    Fernando

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  59. Falando sobre experiências no exterior... Mês retrasado estávamos eu e um amigo em Albuquerque, NM, quando passamos por um acidente, em que havia uma ambulância do lado esquerdo da pista. Ao passarmos por lá, uma policial berrou para pararmos, meu amigo, que estava dirigindo, ficou nervoso, sem saber o que fazer e eu comecei a berrar para ele parar, ele perguntava aonde, eu só dizia "encosta e para! a polícia mandou parar, você para, em qualquer lugar".

    Estávamos em um carro conversível, com a capota aberta, e a policial provavelmente ouviu os meus berros. Ela veio perguntando se falávamos inglês, com cara de brava porque demoramos a parar. Eu disse que eu falava, mas meu amigo que estava ao volante não. Disse que éramos brasileiros em férias e que meu amigo ficou nervoso com o berro que ela deu. Então ela calmamente explicou que a ambulância havia ligado a seta e que nós tínhamos a obrigação de parar, pois a ambulância poderia sair sem olhar e provocar um acidente. Ela sacou que não paramos simplesmente por sermos estrangeiros e não sabermos das leis locais. Ela explicou pacientemente como deveríamos proceder numa situação dessas e nos liberou. Nem a CNH ela pediu pra ver. E ainda pediu desculpas por gritar!!!

    Isso acontece quando o objetivo do agente é a orientação e o comprometimento para a melhoria do trânsito. De que adiantaria uma multa para quem nem conhecia a regra? Muito mais eficaz foi a orientação que ela deu. Aprendemos mais uma.

    Outro caso: Chegou na minha casa, aqui no Brasil, uma multa que tomei em New York por parar a menos de 15 pés (4,5 m) do hidrante. Recorri (pela internet!), explicando que eu não estava parado em frente ao hidrante por saber que isso era proibido, mas que, por ser turista estrangeiro, não sabia que havia uma distância mínima regulamentar. Meu recurso foi negado, mas me deram um desconto de 100% do valor da multa. Ao negar o recurso, estavam deixando claro que eu continuava errado, mas o desconto transformou a multa, na prática, numa advertência. Provavelmente não terei outra boiada igual se voltar a cometer o mesmo tipo de infração em New York. Fiquei avisado.

    Imaginem estas duas situações aqui na terra brasilis... No primeiro caso, a policial iria apenas anotar a placa do carro e mandar pra locadora a multa. No segundo, provavelmente eu nem conseguiria recorrer, pois não iria vir até a cidade onde a multa foi tomada para entrar com recurso. E o estado apenas arrecadaria a multa, sem dar muita explicação, sem se preocupar em educar o motorista para que ele não cometa mais a mesma infração novamente.

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  60. Carlos, um post como esse é de dar nos nervos. Estamos errados e sabemos que não vai mudar tão cedo. E talvez nem tão tarde.

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  61. O problema maior do radar a 40 km/h na via de limite 80 km/h é que são raros os radares que pegam infratores que estejam 2,5 vezes mais rápidos que a velocidade máxima permitidas por eles, no caso aqui 40 x 2,5 = 100 km/h.

    Ou seja, se alguém passar por ali a 120 km/h, provavelmente não vá acontecer nada, porque o radar não vai conseguir fotografar e registrar a placa do veículo (salvo se for um radar projetado para isso).

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  62. Aqui no PR, houve um deputado que bateu o carro num cruzamento a 190 km/h, os radares da rua estavam calibrados a 60 km/h. Como 60 x 2,5 = 150 km/h, o carro do deputado não foi fotografado pelos radares (3 no total). Resultado: não fosse a batida o deputado teria saído impune.

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  63. Nao e sensacionalismo da midia ou meu mas este acidente do deputado este sim o maior absurdo do transito de todos os tempos...

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  64. Apoiado Mr. Car
    Quem fala mal de Brasília deveria ir embora e levar a família inteira. Se assim fizessem, este local seria a maravilha que era há poucos anos.

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  65. Anônimo das 22/11/11 21:09,

    Voce está enganado. Neste ano eu fiz um experimento num radar municipal localizado no norte fluminense.

    Há uma via de pista dupla, muito bem iluminada e sinalizada, com uma placa de sinalização de velocidade ridiculamente baixa, totalmente antinatural.

    Enfim, para encurtar a história, passei por lá no triplo da velocidade especificada. Eu estava lá a passeio, não conhecia nada da cidade, e realmente a multa veio.

    Para minha sorte, ela foi emitida fora do prazo, mas ela contém foto do carro perfeitamente visível, e na velocidade real.

    Portanto, sua alegação não procede. No caso do deputado do PR, o que acontece é que o deputado é influente e conseguiu mandar a multa ser excluída antes de ser processada.

    Fernando Perez,

    200 euros apenas por não ligar os faróis no tunel? Realmente o mundo está louco, eu quero descer. Isso é que é um país roubar dinheiro descaradamente de um povo.

    Falamos mal do CTB, que possui várias exigências absurdas (como o extintor de incêndio), mas essa de exigir faróis acesos em tunel muito bem iluminado, e ainda impor multas astronômicas é de lascar mesmo!

    Pensando bem, o .br não é tão mal assim (comparativamente falando). Voce devia ter perguntado a esse policial espanhol se ele não tem coisa melhor pra fazer.

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  66. Ola bussoranga,

    a multa realmente é cara, mas tem 50% de desconto se pagar nos 30 dias uteis de quando chega a multa a sua casa, ou seja paguei 100 euros...se poderia recorrer porem era perda de tempo porque, aqui, é obrigado levar os farois acesos em qualquer tunel e perderia o desconto. Nao queira saber o valor de multa por excesso de velocidade....567 euros + 8 pontos na carteira !!!

    Essas multas pesadas mais os pontos na carteira foram introduzidas há poucos anos e tem dado efeito no controle de acidentes por aqui, a cada ano baixa o numero de mortos no transito. Mas aqui a coisa é levado a serio e com 20 pontos te tiram a carteira de motorista e tem que fazer um curso e provas para recupera-la outra vez...

    O interessante é que aqui nao existe a industria da multa e a maioria das multas sao verdadeiras. Um exemplo, tenho um amigo que fez uma viagem a Valencia com um renault conversivel, o limite nas estradas é de 120 km/h e ele foi multado porque estava a 187 km/h !!! Detalhe nao foi pego por radar, ele foi multado por helicoptero!!! Enao foi a primeira fez que ele faz isso....

    Tem gente que gosta de dar murro em ponta de faca....

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  67. MITO OU VERDADE?

    "Ou seja, se alguém passar por ali a 120 km/h, provavelmente não vá acontecer nada, porque o radar não vai conseguir fotografar e registrar a placa do veículo (salvo se for um radar projetado para isso)."

    Anônimo, vc não tem NET em casa? kkkkkkkkkkkk

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  68. ao Fernando e ao bussoranga,

    assistam no youtube: Richard Hammond vs Speed Camera.

    http://www.youtube.com/watch?v=ph-qv4gYAE8

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  69. Fernando Perez,

    Muito grato pelas informações. Eu já fiquei muito decepcionado com os USA (morei lá por 4 anos) justamente devido a essa hipocrisia de associar velocidade com acidentes (acidente está sempre associado com inépcia, não com velocidade) e agora voce confirmou que a Europa não é muito diferente.

    Vejo que da Europa só se salva Alemanha mesmo. Povo evoluído é outra coisa, e 250km/h em rodovias boas deveria ser obrigação, e não exclusividade.

    Lamento muito pelo seu amigo ter sido multado a 187km/h, pois além de não ser nenhuma velocidade perigosa, demonstra que o Estado Espanhol não tem respeito pelo cidadão ao ficar esbanjando dinheiro público dessa forma. Manter um helicóptero no ar só para verificar velocidade de carros é no mínimo estúpido.

    Depois boa parte dos países europeus estão quebrados e ninguém sabe porque...

    Em suma, o BS reclama muito das safadezas feitas com o trânsito daqui, mas se compararmos com o exterior realmente não estamos tão mal assim. Apesar de tudo, ainda tenho que ficar feliz por ter retornado pra cá.

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  70. Vitor Alves23/11/11 17:34

    "...asfalto bem liso e bom escoamento de água para os dias chuvosos"

    Ta de brincadeira né? Até concordo com asfalto liso, mas bom escoamento? Tem pontos da EPTG que qualquer chuvinha ja forma um belo de um lago, ja teve até acidente por causa disso. E ainda conta com a infame faixa exclusiva pra ônibus, feita toda em concreto e do lado errado da pista (na esquerda), e que ja esta reformada de tantos trechos desnivelados nela. Essa rodovia é o perfeito exemplo de serviço porco e mal feito, só pra você ter uma idéia levaram quase 1 ano pra pintar as faixas no asfalto ¬¬

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  71. Anônimo,

    the Mythbuster Program, o qual inclusive teve retransmitido vários capítulos pelo FANTÁSTICO, mostra exatamente o oposto....kkkk. Enfim, o porque é uma historinha muito grande para contar aqui.

    Abs e não me leve a mal...kkkk.

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  72. Angelo Pinheiro24/11/11 14:24

    "opiniar livremente sem julgamentos" e usa a palavra patifaria? senta, lá.

    Obrigado Aléssio e Mr. Car pela defesa da nossa cidade que foi criada para todos mas! não deveria ser administradas por "todos".

    A EPTG é uma tentativa importada de se priorizar o "fluxo" com entradas e saídas fluidas com é em Miami, por exemplo. Mas ela está repleta de erros.

    Os acessos não são uniformes, uns mais retos, outros mais fechados. É um horror. E todo FDS acontecem acidentes horríveis pela falsa idéia de que ali é seguro andar rápido.

    Além do mais, é pista demais para carro de menos. Eu acredito que não se justifica fazer tanta pista por causa de 4 horas de engarrafamento por dia. Nas horas restantes do dia (20 horas) as pistam ficam ociosas.

    O radar de 40 no trevo da Avenida das Nações antes era de 60 mas várias carros derrapavam na curva fechadíssima daquele acesso. Curva igual aquela só nas tesourinhas. Outro horror.

    A Avenida das Nações (via de 80, ou seja, de alta velocidade como define o CTB) está tendo seu fluxo fatiado de acordo com a importância dos órgaos que margeiam a avenida. Já tem semáforo em frente a PGR, radades de 60, 80, barreiras eletronicas de 60 e recuos e avanços pintados onde deveria ser faixa de rolamento, produzindo os famosos "estrangulamentos". É de chorar.

    Todo o fluxo da cidade em direção ao aeroporto é um exemplo gritante: Sete faixas viram duas na altura do córrego do Zoológico. Erros em cima de erros.

    Brasília tem fama de asfalto bom e de grandes retas. Não é bom. São ondulados, inclinados, finos, racham com facilidade e estão retalhados de remendos de toda sorte de textura e relevo. Houve grande reforma e estão com ótima aparências, mas é só.

    Eu estou cansado e reclamar, eu gostaria mesmo era de assumir a gestão do tráfego de Brasília, ter dinheiro, pessoal e equipamento adequado para refazer tudo.

    Amo Brasília e sua contemporaneidade, mas Uberlândia dá uma surra em Brasília com planejamento, engenharia, segurança e qualidade de tráfego.

    Obrigado pela oportunidade do desabafo.

    Seu texto, suas análises são extremamente motivados e instigantes!

    Abraços cordiais, A.

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  73. Aos BSBs

    Vocês conhecem São Paulo? Não? Então cheguem mais e conheçam o que é inferno quando o assunto é engenharia(?) de tráfego. Toda porcaria que vocês puderem imaginar podem ter certeza de que encontrarão por aqui.

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  74. Querem saber o que é aberração da "engenharia" de trânsito em SP?
    Com a ciclo-qualquer-coisa em Moema, tem-se a calçada, a ciclo-não-sei-o-nome, as vagas e daí as pistas.
    Ou seja, vc estaciona entre a ciclo-sei-lá-o-que e a rua. Logo, por onde desce?
    A solução da CET: uma faixa escrito "desembarque somente pelo lado direito".
    Sim, mas e o motorista??? E os demais passageiros, não podem atrapalhar a bicicleta mas podem ser atropelados?
    Inccível tanta burrice! Daqui a pouco vão dizer que pode estacionar, mas não pode descer do carro!
    Até estranhei que o Bob, que sempre posta coisas bizarras de Moema, deixou passar esta faixa grotesca!

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  75. Corsário

    O Bob mostrou essa tal faixa maluca num post aí pra trás. Lá, deixei um comentário e que repito: Onde é que está o Ministério Público nessas horas? Isso simplesmente não está no código de trânsito além de ser um tanto surreal.

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  76. Já existe um Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito, o FUNSET (www.denatran.gov.br/funset.htm), cujo montante é utilizado para a construção de faixas de pedestre em cidades que não são prioritárias, mas que fazem parte dos "currais" dos políticos. Exemplo: http://www1.folha.uol.com.br/poder/973368-repasse-de-verbas-beneficia-reduto-eleitoral-de-ministro.shtml

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  77. Cara, não concordo com você com relação à descida da EPTG. Faz-se necessário sim o uso da sinalização pois é uma descida forte e, se os veículos embalarem, algo píor poderia acontecer no início da subida para o viaduto Israel Pinheiro.

    Aconteceu a uns 5 anos um acidente na via estádio (Av. Elmo Serejo) onde uma Ecosport e um outro carro que não me recordo estavam disputando racha, com início desse racha no ponto localizado onde hoje é o viaduto da Qnl. Pois bem, como na época não havia a barreira eletrônica no final da descida perto da chácara Onoyama, esses carros colidiram a mais de 100 km no final dessa descida. Após esse acidente onde morreram várias pessoas, instalaram então o tal redutor, que reduz a velocidade da via de 60km para 50km.. Pelo menos com o conhecimento que tenho, não houveram mais acidentes graves após a instalação desse redutor.

    Se o radar fosse retirado da descida da EPTG, não sei se poderia acontecer algo de mais perigoso na via, mas as possibilidades com certeza aumentariam e muito.

    COM RELAÇÃO AOS OUTROS, CONCORDO PLENAMENTE!!!

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  78. Angel Pinheiro01/01/12 14:49

    Bom escoamento para água?

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/01/interna_cidadesdf,284763/ano-de-2012-comeca-com-acidente-com-morte-na-eptg.shtml

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  79. Sou mais radical que a maioria, só o fim das multas pode acabar com a industria das multas, gostaria de ter policiais gentis que preferem passar uma orientação ao inves de multar,mas culturalmente somos um lixo, se envolve dinheiro vão surgir formas de multiplica-lo mesmo que isso vá totalmente contra o intuito inicial da multa.

    Essa redução em algumas das vias arteriais em sp pra 40, é somente pra ferrar os motoristas,joga-los pra fora da lei,tirar a razão deles a força,pra quando necessario emitir quantas multas precisarem.

    Não existe a possibilidade no brasil nessa geração de cobrar e multar os motoristas de forma honesta, então é melhor acabar com essa corrupção de uma vez acabando com as multas.

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