Fotos e vídeo: Paulo Keller
Há pouco mais de dois anos avaliei o Hyundai i30, 2-litros manual, pouco antes da chegada do 2ª-geração e a conclusão foi que estava explicado o sucesso do carro no mercado brasileiro. Agora é a vez da versão atual com motor 1,8-litro, chegada há relativamente pouco tempo (dezembro) em substituição à de motor 1,6-L de 128 cv, o mesmo do HB20 e Veloster, que não agradou muito, segundo ouvi dizer e ler. Pena, pois gostaria de tê-lo dirigido por não acreditar que fosse lento e desagradável como se dizia, mas não houve oportunidade.
Esse agora com motor de 1.797 cm³, 150 cv a 6.500 rpm e 18,2 m·kgf a 4.700 rpm, está na medida certa para quem procura um hatchback médio eficiente, espaçoso e confortável. Tudo o que considerei de positivo na versão testada antes — 1.975 cm³, 145 cv a 6.000 rpm e 19 m·kgf a 4.600 rpm — se repetiu nesse, mesmo tendo perdido a suspensão traseira multibraço em favor do eixo de torção, justamente um dos pontos elogiados antes.
O motor é estado da arte, com tudo o que existe de melhor tecnologicamente falando, como duplo comando acionado por corrente, bloco e cabeçote de alumínio, 4 válvulas por cilindro com variador na admissão e no escapamento, e coletor variável. Só fica faltando mesmo a injeção direta.
| O dono do show, visto sem a cobertura plástica |

