google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: Divulgação Renault/Oswaldo Palermo



A avaliação inicial do Renault Duster foi feita a quatro mãos, o Arnaldo e eu. Veja  a seguir o que cada um achou

DUSTER, A RENAULT EM NOVO SEGMENTO
Por Bob Sharp

A Renault foi rápida. Um ano após o lançamento do romeno Dacia Duster na Europa lançou a versão de mesmo nome de modelo fabricada no Brasil, Em inglês, duster (dûs’ter, palavra paroxítona) pode ser tanto vestimenta guarda-pó, quanto aquele ou coisa que aplica ou remove pó ou poeira. Tem a ver com o tipo de veículo.
Com o Duster a fabricante francesa inaugura sua presença no fértil e disputado mercado de utilitários esporte, que em 2010 emplacou 217.000 unidades e não pára de crescer.
Foi em 1998 que a Renault adquiriu a Dacia e iniciou operação no Brasil, com fábrica em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba. A Dacia havia sido fundada na Romênia em 1968 e sempre produziu veículos sob licença Renault. Laços antigos, portanto.
O Duster é um utilitário de linhas modernas e elegantes, com um porte adequado até para as ruas apertadas das cidades, e vem em versões flex de 1,6 e 2 litros, neste caso motor Renault também - o do Mégane e não Nissan, como no Fluence. A tração é dianteira ou 4x4 do tipo sob demanda, esta casada com o motor maior e câmbio manual de seis marchas. Câmbio automático epicíclico de 4 marchas, só com tração dianteira.

Chega com preço convidativo. Básico 1,6, R$ 50,900; Expression 1,6, R$ 52.200; Dynamique 2-L manual, R$ 60.600; idem, automático, R$ 64.600; e Dynamique 4x4, só manual, mesmo preço. As dotações de itens de série e opcionais é farta (veja quadros específicos ao final). O conteúdo de peças nacionais começa com 67%.

Por motivos alheios à nossa vontade, excepcionalmente não haverá postagem no horário habitual (9h00) nesta manhã, ficando para as 16 horas, quando teremos a avaliação do Renault Duster.

BS


Em 1° de julho publiquei o post Ordem e Contraordem falando da inacreditável sinalização do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em que há a placa que determina parada proibida, em flagrante conflito com uma área de embarque/desembarque. Um contra-senso irresponsável por tirar a autoridade de uma placa imprescidível para a fluidez e a segurança do trânsito, um dos tantos absurdos praticados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo.

Nesta segunda-feira, enquanto eu e o Arnaldo Keller aguardávamos em Curitiba o vôo de conexão para Foz do Iguaçu, onde estaríamos presentes ao lançamento do Renault Duster, e saímos à rua para fumar, vi a placa de trânsito na área de embarque/desembarque do Aeroporto Internacional Afonso Pena.

Ao contrário da CET, a Urbanização de Curitiba S.A. (URBS), a CET de lá, tem uma cabeça pensante e adotou a placa correta. As duas fotos acima falam por si sós: a errada, de São Paulo, à esquerda, e a correta à direita, que diz "proibido estacionar".

Nota zero para a CET e nota 10 para a URBS. Esta pensa.

BS




A história do início da Bitter e o primeiro cupê com mecânica Opel que o piloto alemão criou já foi contada aqui no Blog (aqui e aqui). Esta propaganda é de 1988, e o carro é o posterior Bitter SC, que diferente do primeiro Bitter, era oferecido também em versões conversível e sedã quatro portas.


Com estilo pesadamente influenciado pelo Ferrari 400, o SC era baseado no Opel Senator, e mecanicamente era muito parecido com nosso Omega nacional: suspensão independente e discos nas quatro rodas, tração traseira e o seis em linha OHC da Opel, com injeção eletrônica e deslocamentos volumétricos de 3,0 litros (179 cv) ou 3,9 littros (210 cv), este último modificado por Bitter.