google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)





























































Para que serve  a buzina?

Muita gente não suporta um ruído de buzina. Não podemos julgá-las. É chato mesmo estar naquele cochilo de sábado a tarde e escutar uma irritação dessas. Mas isso não é hora de dormir, dirão muitos. O que dizer então, de quem aciona a buzina à noite?

Mas a buzina é um avisador acústico, um item que todo carro deve ter obrigatóriamente, para poder rodar no Brasil. Se é um item para avisar, já se pode deduzir que foi feito para ser usado. Quando e quanto, depende de inúmeros fatores.
Razão e emoção apontam para o Smart, mas nem assim ele vende bem.


Ontem li uma notícia que me fez refletir um pouco e cheguei a essa afirmação acima. O diminuto Smart venderá menos que 100.000 unidades em 2010. Considerando que as vendas de automóveis no mundo são da ordem de 60 milhões de unidades por ano o Smart corresponde a apenas a uma pequena fração disso. É muito pouco! Tanto é que a Smart está pensando em ressuscitar o For Four. A última marca que vendia menos que 100.000 unidades por ano faliu, a Saab.

Foto: Autor
Este post poderia ter vários títulos e depois de lê-lo o leitor pode adotar o que achar mais pertinente:

- O céu está logo ali
- Autobahn na América do Sul
- Não somos criminosos
- Meu deus, como somos atrasados!
- ¡Macaquitos sí!
- Eles não nos roubam
- País de autoentusiasta
- Eu não serei você amanhã

Bastou um fim de semana em Buenos Aires para voltar à pátria amada deprimido. Isso sempre acontece após andanças pelo Primeiro Mundo, mas para mim foi a primeira vez após estar na Argentina.

Começa pelo aeroporto de Guarulhos, velho, feio, imigração em que um agente grita "Próximo" e só há três deles para liberar a entrada de brasileiros no próprio país. Qualquer aviãozinho hoje carrega 150 passageiros, portanto é fácil imaginar o tamanho das filas e, principalmente, a baixa velocidade com que se movem. Desrespeito absoluto.



Recentemente o Bob Sharp testou a perua Renault Mégane Grand Tour e para ela só teve elogios. A dele tinha motor 2,0-litros e câmbio manual de 6 marchas. A avaliação que o Bob fez, a meu ver, como sempre, foi completa e fiel. Nada lhe escapou, portanto seria redundância escrever sobre o que já foi perfeitamente descrito.

Vale dizer que ano passado guiei uma Grand Tour em Interlagos durante o evento "Quatro Rodas Experience", uma igualzinha a essa que o Bob testou, e me encantei com seu comportamento na pista. Tanto foi que eu, burro, até fiquei a fim de dar caça a um Ferrari F-360.

Agora, acabo de passar uma semana com outra Grand Tour, também com motor de 2,0 litros, só que com câmbio automático, então cabe falar um pouco a respeito.

Ele é um dos pilotos mais simpáticos da F-1 atual, sempre bem humorado, com cara de muitos amigos e ainda campeão mundial. Sempre achei ele um bom piloto, mesmo nos tempos difíceis de Renault e BAR.

O automóvel moderno é uma máquina incrivelmente desenvolvida. Tão desenvolvida que hoje em dia, cada vez mais, os críticos recorrem ao subjetivo para avaliar. E pior que isso: muita gente recorre ao cinismo e ao preconceito para falar mal de um e bem de outro.

Eu mesmo sou culpado deste nefasto comportamento, e cometi uma gafe recentemente. Quando falei que não havia nada de memorável num Classic, não imaginei o que me esperava. Um tio meu, muito querido e ex-piloto amador, apareceu de supetão em casa com um reluzente Classic novinho que acabara de comprar, e me mandou dirigi-lo. Queria provar-me que tinha esquecido de algo obviamente memorável no carrinho: o motor.


A Só Veículos, loja de importados que que fica na Av. Europa em São Paulo e já nos emprestou um Camaro SS, disponibilizou alguns carrinhos para o AUTOentusiastas avaliar pelas mãos do Arnaldo Keller. Por sugestão do próprio Arnaldo decidimos fazer uma enquete com os leitores do blog para escolher qual deles devemos avaliar.

Entre as máquinas disponíveis há uma picape e 3 "utilitários esportivos", dos quais dois deles são interessantíssimos. A escolha não é assim tão fácil.

Veja as máquinas disponíveis.

BMW X1
BMW X5 M
Ford F150 V-8 Raptor SVT 
Mustang V-6 
Mustang V-8 
Porsche Cayenne
Porshe 911 Turbo

Faça sua escolha na enquete que está na barra lateral do blog. A votação será encerrada no dia 3 de setembro.

AE

Quando falamos de corridas por ruas e estradas, o primeiro nome que vem à cabeça é a Mille Miglia italiana. Alguns outros lembram da Carrera Panamericana do México, mas curiosamente não muitos no Brasil falam primeiro da clássica Targa Florio.

O resultado da paixão do italiano Vincenzo Florio pelas corridas de automóveis no começo do século passado resultou em 1906 numa das mais desafiadoras provas de velocidade de todos os tempos, passando por ruas e estradas, cidades e pequenos vilarejos na Sicília.



O primeiro modelo, 1935, acima e abaixo, em uso típico familiar


Imagine um carro que você poderia comprar aos 18 anos em 1935, em plena depressão econômica, e hoje, com 93 primaveras, ainda poderia acordar, pegar seu cofrinho, ir a um concessionário e sair com um zero-quilômetro.

É o carro dos seguranças do presidente americano.  Já carregou gente, carga, rebocou barcos, motos e outros carros. Serviu as forças armadas, polícia, bombeiro. Foi ambulância. Carregou  armas e blindagens de todo tipo. Faz parte do cotidiano de muitas famílias. Com tração em duas rodas ou nas quatro. Existe há 75 anos, sendo o nome de carro mais antigo de todos, o primeiro a chegar a essa idade.

Não dá para chamar apenas de carro, pois é derivado de picape e tem tantas utilidades que transcende o simples termo "automóvel".

Conforme falado no post anterior do Juliano, além de escrever muito bem, ele também expressa seu talento e sensibilidade através da fotografia. Então ele também foi convidado para expor suas melhores fotos aqui no AUTOentusiastas.

1) Essa é uma foto muito antiga, mas gosto da forma como peguei as linhas da grade do Dodge Charger 1971. Lembra-me o Copan, do Niemeyer. E o farol auxiliar dá um toque de cor ao monocromatismo.




Tatra fazia automóveis também, como o Paulo Keller mostrou neste texto, mas se especializou em pesados. Esse vídeo mostra os militares da marca, que continuam a ser produzidos na República Checa.

Força bruta.

JJ
O título é estranho, mas veja abaixo:

VOLKSWAGEN GOLF 1.8 MI GL 8V GASOLINA 4P MANUAL
Ver detalhe
Ano: 1996/1997
Portas: 4p
Km: 175.000 Km
Cor: Branco

É um anúncio no site WebMotors, dos mais antigos do Brasil, que foi para a rede em 1995, nos primórdios da internet brasileira. No anúncio há um detalhe, uma informação que morro sem entender – já tentaram me explicar – e que não existia nos meus primeiros 15 ou 20 anos de automobilista. É o que está informado em Ano: 1996/1997.

Qual será o interesse de saber o ano em que o carro foi fabricado, se o que o define é o ano-modelo, relacionando-o a um desenho e a um conjunto de especificações?