google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Pelo autor que é o Paulo Roberto Peralta — cuidadoso, minucioso, paciente em achar fatos e encontrar a História — esse é um daqueles livros que tem estar na estante dos autoentusiastas e por isso o recomendamos.

O Peralta — esse é seu nome de guerra — é dono do site www.bandeiraquadriculada.com.br, um vasto arquivo de biografias de pilotos, matérias as mais diversas, filmes, um verdadeiro tesouro.

Ele me pediu para contar a história do capô do meu Opala que abriu na 24 Horas de Interlagos de 1970, na boca da Curva Um, e pronta e prazerosamente o atendi. O fato, claro, está contado no livro.

BS/Ae
Areia: um exemplo da física para a compreensão do trânsito


Vimos na 5ª parte os efeitos causados pela existência de cada automóvel no comportamento Yin e Yang do mundo que o cerca. Nesta parte iremos explorar comportamentos emergentes característicos dos fluxos de tráfego, tanto na condição estática quanto na móvel, e vamos verificar nuances muito sutis, porém fundamentais para o entendimento do comportamento do tráfego.

As areias do tempo

Os urbanistas se referem ao trânsito como um fluido. Na verdade o trânsito não é algo como um fluido, porque ele é um fluido mas de um tipo muito especial, que só nas últimas décadas vem sendo convenientemente estudado. É o chamado fluido granular, e o estudo das propriedades deste tipo de fluido dependem muito da Teoria do Caos, além dele oferecer grande margem de comportamentos emergentes.

O estudo do trânsito como fluido granular vem se impondo como uma necessidade urgente para o entendimento e controle dos fenômenos do trânsito atual e futuro. Antes, o trânsito e o fenômeno dos congestionamentos eram estudados a partir de ferramentas e dados estatísticos, mas estes não oferecem mais respostas satisfatórias diante do decrescimento exponencial das velocidades médias dentro das cidades.



Os grandes astros e celebridades conhecidos mundialmente, em sua maioria, são pessoas “do bem”. Politicamente corretos, defensores dos oprimidos e do meio ambiente, bem relacionados e sempre em alta na mídia e sociedade. Quem não gosta de uma figura dessas?

As vezes, um ou outro ponto fora da curva mudam este cenário. Pessoas que em teoria não deveriam ser apreciadas também ficam famosas e atraem muitos seguidores. Bonnie e Clyde, o famoso casal de bandidos americanos dos anos 1930, são lembrados até hoje.

Quem não simpatiza com o pirata Jack Sparrow? Ele é um bandido, ladrão e saqueador, mas todo mundo gosta dele, mesmo sendo profundamente ilegal.

O Ferrari 250 GTO é um caso de ilegalidade fora dos critérios de aceitação. Não poderia ter sido usada em competição, mas deram um jeito e o fizeram. E assim devemos agradecer, pois senão nunca o veríamos em ação.
Nos anos 1960, os campeonatos de endurance e corridas de curta duração (sprint) eram tão ou mais importantes que a própria F-1, pois os fabricantes estavam começando a ver que o automobilismo refletia em vendas. Tanto os carros de corrida que eram disponibilizados para pilotos e equipes particulares eram mais vendidos, como os de uso civil para o público normal.

Ferrari TR59, carro usado por Phil Hill em 1959, dominantes nas categorias do Mundial de Carros Esporte


Recriação de um recordista. Impressionante!


Pouco se conhecia sobre redução de peso e melhoria da aerodinâmica quase um século atrás. Mesmo nas tentativas de quebras de recordes de velocidade era assim. Havia de sobra o elemento mais importante de todos, a vontade humana, mas o conhecimento técnico estava ainda muito restrito. Não era farto o material a ser copiado, então, tudo era tentado e criado. Em português simples, se atirava para todo lado.

Compensava-se a necessidade de mais velocidade com mais motor, basicamente. E isso significava motores maiores,  maiores e maiores. Esses carros tinham cofres enormes, com capôs compridos, já que o motor com cilindros em "V" ainda era de difícil construção, principalmente pela tecnologia de fundição existente e pelas máquinas de usinagem e medição de precisão. Nos motores com configuração em "V", normalmente os cilindros eram peças separadas do bloco principal, o que de cara já limitava a taxa de compressão.