google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
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Citroen BX16-valve club
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Se hoje em dia a Citroën deita e rola no Campeonato Mundial de Rali (WRC), pela pilotagem absurdamente eficiente de Sebastian Loeb, navegação perfeita de Daniel Elena e confiabilidade dos Xsara, C4 e agora DS3, é devido a aprendizados doloridos ao longo do tempo.

Essa dupla, com apoio da fábrica, controla o WRC desde 2004 com o Xsara, de 2007 a 2010 com o C4, e agora em 2011 com o DS3, e há mais um Sebastian, o Ogier, para dividir as vitórias. Aliás, parece que para ser “pilotão” tem que ser chamar Sebastião! Vejam que na Fórmula 1 é a mesma história.

Mas vitórias e gracinhas à parte, houve um tempo complicado para a marca.


Falamos da comemoração dos vinte anos da vitória em Le Mans do lendário Mazda 787B aqui. Foi a primeira e única vitória de um motor rotativo e de um carro japonês na mais tradicional prova de endurance do mundo.

O principal papel da edição de 1991 foi mesmo do 787B, que sobressaiu frente aos poderosos V-8 e V-12 dos concorrentes. Um fato interessante e que até então não muito conhecido é a estrutura da equipe Mazda e a estratégia para a corrida.

Outro dia, de férias na fazenda, fim de tarde, e estou na modorra, balançando na rede pra lá e pra cá, quando escuto o tropel do nosso trator véio Massey-Ferguson 85X. Esse é da década de 70 e ainda presta bons serviços gastando pouco combustível e sem dar problemas. Esse é um que morre no pasto de casa. Não o vendo.

Abro um pouco os olhos e vejo o Tigrão, o meu vira-lata, chegando do trabalho nesse véio 85X. E ele já vem com o sangue quente, joga o chapéu de palha no chão, pisa em cima e fica reclamando que o trator está com vazamentos de diesel nas mangueirinhas e que aquilo misturado com o pó seco de capim era uma tocha prestes a pegar fogo à menor fagulha e que se era pra ele arriscar a vida de cão dele naquele troço, ele ia querer mais osso do bom na cumbuca fedida dele lá.



Sábado passado voltava do encontro de autos antigos de Águas de Lindoia (SP) em direção ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde devolveria o carro alugado e pegaria o voo para o Rio de Janeiro.

Ainda na rodovia Fernão Dias, comentei com o amigo que guiava o carro para procurarmos um posto para abastecer o Palio da locadora antes de devolvê-lo, pois nos seria cobrado R$ 4,50 por litro caso devolvêssemos o tanque sem estar cheio. Considerando que o carro tinha menos de ¼ de tanque e o preço do álcool em São Paulo anda por volta de R$ 1,70, gastaríamos uns R$ 100,00 a mais se não abastecêssemos antes.