google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Olhando meus arquivos, me deparo com um artigo do Stock Car de 1980, um Opala 250-S convertido para andar com álcool, taxa de compressão mais alta, velas diferentes e bem afinado. Falavam em 225 cv brutos, contra os 171 cv brutos do 250-S original a gasolina.

Não é nada demais, estimo que medindo seguindo os parâmetros atuais da ABNT, a potência líquida ficaria por volta de 170 cv, potência não muito maior do que bons motores 2-litros atuais. Mas Opalas antigos eram mais leves, pesavam por volta de 1.250 kg, e um preparado para as pistas, sem bancos, forrações e outras peças, pesava pouco mais de 1.000 kg.



O AK vive sonhando com um sedãzinho pequeno com tração traseira bom de dirigir. Bom, a gente raramente teve algo desse tipo aqui no Brasil, mas no Japão, ofertas deste tipo sempre abundaram. Veja por exemplo o Mitsubishi acima, de 1985.

Fotos: de.academic.ru


Todas as histórias da Volkswagen e seu carro-ícone, o VW Sedã, ou Fusca, esbarram num problema: a marca, ou modelo, como são descritos, só existem a partir do final da Segunda Guerra Mundial na Europa, ocorrido em 8 de maio de 1945. Isso impõe uma dificuldade para os historiadores, que são forçados a mencionar algo inexistente.

A razão é muito simples. a ideia era fabricar um carro que fosse popular, que tanto Ferdinand Porsche quanto Josef Ganz tinham e que Adolf Hitler acabou tomando como bandeira política. Automóvel sempre foi um bem de consumo altamente desejado, especialmente naqueles anos 1930. Só os mais abastados podiam tê-los e torná-los acessíveis resultava em popularidade.

O mundo da ciência e da tecnologia vive uma eterna batalha entre verdades que expliquem o mundo que nos cerca e as "verdades" que são convenientemente aceitas pelas pessoas. O cérebro humano é especialmente adaptado pela evolução para a concordância com fatos que são aceitáveis para ele.


Ouvir um “sim” exige poucos circuitos cerebrais, circuitos mais primitivos, simples, e diretamente ligados às zonas de satisfação. Ouvir um “não”, ao contrário, mexe com circuitos cerebrais muito maiores, complexos e ligados com as zonas depressoras de satisfação.