NISSAN SENTRA SL XTRONIC CVT

Fotos: autor
Um bom sedã familiar

O interesse maior estava no câmbio. Eu não havia experimentado a contento esse câmbio XTronic CVT, que é opcional no Nissan Sentra e no Renault Fluence (há a aliança Renault-Nissan, lembre-se). Uns dizem que ele tem infinitas marchas e outros que simplesmente ele não as tem. São modos diferentes de expressar que suas marchas não são definidas por degraus entre suas relações de transmissão, mas que a relação da transmissão vai variando de maneira contínua, suavemente, entre dois limites, daí seu nome em inglês Continuously Variable Transmission, Câmbio Continuamente Variável.

Painel agradável e funcional

Peguei-o em uma concessionária Nissan perto da marginal do Pinheiros, aqui em São Paulo, e logo ao estabilizar a velocidade a 90 km/h tive a grata surpresa de verificar que o giro do motor estava a 1.600 rpm, uma rotação baixíssima para essa velocidade, baixíssima para um motor relativamente modesto de 143 cv. Giro baixo assim, a essa velocidade, é comum em modernos carros com potentes V-8, tipo Camaro ou Corvette, ou no novo BMW 328i de 245cv com câmbio automático de oito marchas, mas poucas vezes em carros dessa categoria. O resultado, como não poderia deixar de ser, é silêncio a bordo, suavidade incomum e economia. A 120 km/h está a quase 2.200 rpm.

Instrumentos de fácil leitura, como deveria ser em todos os carros

Estando parado, conforme saímos e vamos acelerando, o câmbio vai-se alongando conforme ganhamos velocidade, tal qual, pasme o leitor, uma colheitadeira de grãos – máquina sobre a qual já suei e engoli um bocado de pó na roça. Na colheitadeira de grãos, além da alavanca de aceleração e a de mudança de marchas, há outra alavanca para "sintonia fina" da velocidade, com a qual, conforme se pega talhões mais ou menos densos de massa, podemos alterar a velocidade de avanço da máquina sem que se altere a rotação do motor e a velocidade do molinete recolhedor da massa. Isso é para que ela não se “engasgue” com uma massa excessiva. Andando mais devagar e mantendo as rotações do motor, do batedor de grãos, do cortador e do molinete, a colheitadeira passa a dar conta do recado.

Design funcional

É um sistema muito interessante, tanto que já foi experimentado com bons resultados na Fórmula 1 pela Equipe Williams em 1993, na época em que o David Coulthard era seu piloto. O sistema, segundo Coulthard, prometia. Não foi para frente por imposição da FIA, somente. Veja aqui um dos testes do Coulthard, no qual ele diz que eliminar os trancos das trocas de marcha ajuda a não perder aderência em situações críticas.

Como se vê, o conceito do sistema não é novidade. São duas polias ligadas por uma cinta, uma correia. Essas polias têm paredes internas cônicas, como se fossem, grosso modo, dois funis contatando-se pelos bicos. Conforme as paredes internas da polia – chamemo-la de 1 – se aproximam uma da outra, a correia é espremida e corre para a extremidade externa das polias. Sendo assim, ela passa a abraçar um diâmetro maior, ou seja, é como a polia fosse trocada por outra de maior diâmetro, só que isso ocorre de forma gradual. Ao mesmo tempo em que a polia 1 aproxima suas paredes, a polia 2 faz o inverso, distancia-as, fazendo com que a correia abrace um diâmetro menor, ou seja, como numa troca por uma polia menor. Com isso muda-se a relação da transmissão entre dois eixos. Basicamente é isso. A idéia é simples, mas, fazê-la funcionar bem e resistir tanto quanto os sistemas convencionais é outra história. Um dos galhos foi desenvolver materiais para a tal cinta, a tal correia, que sofre um tremendo esforço, bem como o óleo lubrificante adequado.

Bom, pelo jeito conseguiram. Há mais de 20 anos que a Nissan o vem usando e desenvolvendo essa solução. O vídeo explicativo mostra bem como ela funciona.

O Honda Fit usou esse sistema até há poucos anos aqui no Brasil, porém com o CVT o motor do Fit subia muito de giro para o ganho de velocidade, o que era desagradável. Até que a Honda abandonou seu uso por aqui e o substituiu pelo automático "da casa", o Hondamatic, que tem engrenagens cilíndricas helicoidais em vez dos trens epicicloidais dos automáticos convencionais.

Já o Xtronic da Nissan tem diferenças em relação ao usado no Fit, principalmente por ter conversor de torque em vez de embreagem automática multidisco em banho de óleo. Este da Nissan tem mais pegada na arrancada. Resolveram o problema. Valeu a pena, pois suavidade maior só se o motor for elétrico. O motorista pode até ter lá suas ressalvas, estranhezas – muitas logo esquecidas com o passar do tempo, questão de costume –, mas sem dúvida os passageiros o adoram. Não esqueçamos que o carro não é um esportivo; é um sedã familiar e como tal deve ser encarado.

O motor também ajuda no conforto a bordo, pois é muito silencioso e de suave funcionamento. É flex, desloca 2 litros e gera 143 cv a 5.200 rpm e 20,3 kgfm a 4.800 rpm, tanto fazendo com gasolina ou álcool. Ele não gera mais potência quando com álcool, como era de se esperar, por ter baixa taxa de compressão (9,7:1), que não aproveita plenamente o poder antidetonante do álcool..

Para confirmar o que digo, há o exemplo do motor 1,6-litro, 8-válvulas, flex, do seu primo Renault Sandero, que recentemente teve sua taxa de compressão aumentada de 9,5:1 para 12:1 e com isso ganhou potência (mais 11,5% quando com álcool) e economia (consumo 10% menor na estrada). O AUTOentusiastas vinha batendo nessa tecla fazia tempo e pelo jeito estávamos certos. Os fabricantes sabem disso melhor que ninguém; mas é preciso ver se lhes compensa a alteração.

Não houve como fazer uma avaliação exata do consumo, mas com álcool e em um misto de trecho urbano com tráfego mediano e rodoviário ele fez 6,8 km/l, o que considero elevado, certamente devido à taxa baixa. Num comparativo álcool/gasolina, este 2,0-litros da Nissan na certa é relativamente mais econômico com gasolina que com álcool, ou seja, a famosa relação de 70% cai para 65%, por aí.

Mas que o motor é bom, não resta dúvida. Muito esperto, boa pegada, e quase inaudível quando em marcha-lenta, tão liso é seu funcionamento.

Bom porta-malas, 442 litros. Ao rebater encosto fica um fundo plano; as dobradiças são pantográficas, perfeito.

O pedal do acelerador está no ponto, com boa progressividade, sem pulos ao primeiro toque. O de freio também, suave e progressivo, bom de dosar. A volante não é leve demais, está no ponto, sendo que tem assistência elétrica e variável, o que o deixa muito bom na estrada, firme. O volante tem regulagem de altura, mas infelizmente falta a de distância. Bons bancos, confortáveis, ergonômicos e envolventes. Teto solar, que me apraz e uso muito. Tem enormes retrovisores externos, que serviriam em uma caminhonete, e dão ótima visão. Boa visibilidade geral, as colunas não atrapalham. 

Tem câmera de ré, que não faço uso. Faz falta uma lâmina emborrachada revestindo os compartimentos do console, porque qualquer coisa ali faz barulho, e isso custa bem pouco. O som é ótimo e sem complicações. Os botões de comando do painel são de fácil uso e logo os estamos acionando sem termos que olhar, como os carros da Nissan costumam ser. Controle de cruzeiro e de som no volante, fáceis de usar. Em resumo, tudo intuitivo, não necessitamos de um curso de pós-graduação em computação para que tudo funcione a contento. 

Os passageiros de trás têm amplo espaço, tanto para pernas quanto cabeça. Bom porta-malas, 442 litros, porém profundo e alto. O encosto do banco traseiro pode rebater e assim o interior se comunica com o porta-malas, cabendo pranchas de surfe de até uns 7 pés, por exemplo. O conjunto nos parece sólido, bem estruturado.

Motor excelente, suave e de ótima pegada. Falta uma taxa de compressão mais alta para ter melhor aproveitamento do poder antidetonante do álcool

E aí vem a suspensão – McPherson na frente e eixo de torção atrás, ambas com barra estabilizadora. Considero a suspensão um pouco dura para o que o modelo se propõe. Um sedã familiar é para ser mais macio. Um pouco mais de maciez não lhe prejudicaria o bom comportamento nas curvas.

Na estrada, tudo bem, boa estabilidade direcional, vai reto sem que exija correções constantes. Carro bom para a estrada, bom de viajar sem que nos cansemos, todos. Retoma velocidade rapidamente.

Exemplo de como o câmbio se comporta na estrada: Você vai a 120 km/h numa rodovia de pista dupla e várias faixas como a Rodovia dos Bandeirantes. Um dos donos da estrada está a 90 km/h na pista da esquerda. Você diminui para 90 km/h e espera, o sujeito acorda e encosta. Você acelera ¾ da aceleração. O câmbio encurta a relação, o motor sobe rápido de giro, lá para cima, tipo 5.500 rpm. Daí o câmbio vai aos poucos alongando e o carro vai ganhando velocidade. Nessas, você vai tirando o pé do acelerador quando a velocidade vai chegando perto dos 120 km/h.

Controle de cruzeiro ligado, ajustado para 125 km/h: caso pegue uma subida suave, ele mantém a relação e escora na potência do motor, sem que a relação 125 km/h–2.200 rpm se altere. Caso pegue uma subida mais íngreme, a relação se altera e o giro sobe na medida certa para que aumente a potência de acordo com a nova necessidade e o carro mantém a velocidade. Esse é o grande diferenciador do Xtronic em relação um CVT normal. O giro não sobe ao menor toque no acelerador.

Ligando o carro e saindo, o câmbio trabalha naturalmente em Overdrive, ou seja, bem longo. Ao tirarmos o pé do acelerador há pouco freio-motor. Para desligar o Overdrive, basta apertar um botão à direita na alavanca. Assim se tem freio-motor para tocada rápida em trechos sinuosos, com sucessivas curvas que necessitem freadas mais fortes, e também para descidas médias, tipo a da Via Anchieta, a serra antiga (1947).. Para descer serras mais suaves, tipo a da Imigrantes, por exemplo, o desligamento do overdrive exagera na redução.

Posição do pedestal da alavanca libera espaço  no assoalho dianteiro

Caso precise de forte freio-motor para uma descida íngreme e lenta, tipo a antiga Serra Velha de Santos, basta puxar a alavanca para o “L”, Low.

O Sentra também pode vir com câmbio manual de 6 marchas. Com ele o carro certamente fica mais rápido. Não que este CVT não seja suficientemente rápido para um sedã familiar. Ele vai bem, anda rápido na cidade e viaja muito bem, mas o câmbio desperdiça a forte pegada que o motor tem.

Para andar suave e tranqüilo: excelente, não há nada igual. Para tocada esportiva: um automático convencional, dos modernos, vai melhor.


O modelo testado, o Sentra SL, o topo de linha, tem preço sugerido de R$ 65.650,00.

AK



FICHA TÉCNICA NISSAN SENTRA SL

MOTOR
MR20DE
Descrição
4 cilindros  em linha, duplo comando de válvulas no cabeçote, corrente,  4 válvulas por cilindro, atuação direta por tuchos hidráulicos, variador de fase na admissão, bloco e cabeçote de alumínio, instalação transversal; flex gasolina e álcool
Cilindarada
1.997 cm³
Diâmetro x curso
84 x 90,1 mm
Taxa de compressão
9,7:1
Potência
143 cv a 5.200 rpm, independente de com gasolina ou álcool
Torque
20,3 m·kgf a 4.800 rpm, independente de com gasolina ou álcool
Formação de mistura
Injeção eletrônica seqüencial no duto, acelerador eletrônico
TRANSMISSÃO
Câmbio
Transeixo dianteiro, automático de variação contínua, tração dianteira
Relações-limiite de marcha
De 2,35:1 a 0,39:1; ré 1,75:1
Relação do diferencial
5,41:1
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, braço triangula inferior, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora de 23 mm Ø
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora integrada ao eixo
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira, assistência elétrica, diâmetro de giro 10,8 metros
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado de 280 mm Ø
Traseiros
A tambor de 228,6 mm Ø
Circuito hidráulico/controle
Duplo em "X"/ ABS com distrib. eletrônica das forças de frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio, 6,5J x 16
Pneus
205/55R16
CARROCERIA
Tipo
Monobloco em aço, quatro portas, cinco lugares
DIMENSÕES
Comprimento
4.567 mm
Largura
1790 mm
Altura
1.512 mm
Distância entre eixos
2.685 mm
Bitola dianteira/traseira
1.520/1.540 mm
PESO E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha
1.345 kg
Porta-malas
442 litros
Tanque de combustível
55 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
10,4 s
Velocidade máxima
188 km/h

 


EQUIPAMENTOS NISSAN SENTRA SL

APARÊNCIA
Acabamento cromado na moldura da placa traseira
Carcaça dos retrovisores externos rebatíveis e na cor da carroceria
Frisos laterais com insertos cromados
Lentes de faróis e lanterna escurecidas
Maçanetas externas das porta na cor da carroceria
Maçanetas internas das portas cromadas
CONFORTO E COMODIDADE
Abertura interna da portinhola de combustível
Acionamento elétrico dos vidros, um-toque no do motorista
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura do volante de direção
Ajuste elétrico dos retrovisores externos
Alarme para chave esquecida no contato e lanternas deixadas acesas
Apoio de braço dianteiro combinado com porta-objetos
Ar-condicionado
Banco traseiro 60:40, encosto rebatível, pontos de ancoragem para bancos infantis
Bancos revestidos de couro
Chave presencial
Computador de bordo (consum médio, tempo de viagem, velocidade média, autonomia, temperatura externa e aviso de portas mal-fechadas)
Conta-giros
Controle de áudio no volante
Controle de cruzeiro com comando no volante
Controle remoto para todas as fechaduras
Desembaçador do vidro traseiro com temporizador
Iluminação da cabine central
Limpadores de pára-brisa com 2 velocidades e intermitência regulável
Luzes de leitura para motorista e passageiro dianteiro
Mostrador digital de quilometragem total e parcial e de mensagens
Pára-sóis com espelho e iluminação
Partição de divisão no porta-malas
Porta-copos dianteiros (2) e traseiros (2)
Porta-luvas de 12 litros com fechadura a chave
Porta-objetos acima do rádio
Relógio integrado ao mostrador do equipamento de áudio
Sensor crespuscular (faróis)
Teto solar de acionamento elétrico
Volante de direção com acabamento em couro
SEGURANÇA PATRIMONIAL
Alarme perimétrico
Imobilizador de motor
SEGURANÇA VEICULAR
Alças de teto (3)
Apoio de cabeça (2 x 2)
Bolsas infláveis laterais e de cortina
Cintos de segurança dianteiros com ajuste de ancoragem
Cintos de segurança traseiros de três pontos (3)
Duas bolsas infláveis frontais
Faróis de neblina
Travamento  automático das portas e porta-malas com veículo em movimento
SISTEMA DE ÁUDIO
Bluetooth com comando no volante
Câmera traseira com imagem no mostrador do rádio
Rádio/toca-CD com MP3 marca Rockford Fosgate com mostrador de 4,3" colorido, entrada USB, 6 alto-falantes e 2 tweeters

 

103 comentários :

  1. Um belo carro, injustiçado. Pelo menos é minha opinião.

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    1. Assim como a Fiat divulgou no lançamento do 147, que um grande carro não precisa ser grande, a Nissan prova que um belo carro não precisa ser belo. Pode ser impressão minha, mas o ponto em que Civic e Corola se destacam com relação ao Sentra é que eles tem um desenho mais harmonioso.

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    2. ainda bem que só mulher (e frutinhas) se preocupam com beleza do carro. Homens procuram racionalidade conforme suas necessidades. Se a necessidade de um homem é ter carro bonito tem algo muito errado com ele.

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  2. Corsário Viajante26/09/12 12:20

    Se tivesse uma versão hatch, talvez.

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    1. tida n seria ele

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    2. Tiida vem com câmbio manual ou automático convencional de 4-m.

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  3. Arnaldo, um ponto que não compreendi muito bem:
    Você afirmou que o câmbio CVT desperdiça a pegada do motor, diferentemente do manual, mas este desperdício não poderia ser anulado com uma reprogramação da atuação dos cones, ou, no mínimo, imitando as relações do manual ou, de forma ainda melhor, mantendo a aceleração sempre constante na faixa de giro de potência ideal a todo o momento enquanto se alonga a relação? Um modo "sport" não poderia fazer com que a potência fosse aproveitada de forma ainda melhor do que no manual?
    De outra forma, a perda diz mais respeito ao conversor de torque ou a forma de atuação do próprio câmbio com sua variação contínua?

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    1. Boa pergunta Charles, eu espero que na próxima geração a Nissan coloque a opção de trocas manuais, pois o Fluence tem o mesmo trem de força e há esta opção nele.

      Complementando sobre o conversor de torque, com o câmbio CVT penso que ele poderia ter um bloqueio bem precoce, mas não lembro de ter visto qualquer menção a haver bloqueio do conversor neste carro.

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    2. Não sei se esse câmbio CVT da Nissan tem alguma limitação, mas no caso do Honda CR-Z, foi comprovado (em circuito, por pilotos profissionais) que a versão CVT é mais rápida que a manual, e em uso normal, mais econômico. As duas versões possuem a mesma motorização, o que permite uma comparação correta. Ou seja, o CVT pode ser mais eficiente que o câmbio manual em qualquer situação, só depende de como foi acertado..

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    3. Charles, Evandro e Anônimo,
      Acredito que a Nissan fez o possível, aliando da melhor maneira conforto e desempenho. Não conheço a fundo o sistema, mas acho bem possível que se o câmbio for mais direto haverá perda no conforto quando se anda tranquilo, que, vamos e venhamos, é como o Sentra vai rodar 98% do tempo.
      Achei-o mais direto, com bem mais pegada, que o do Fit e mesmo assim com certeza seria mais lento que o Sentra com câmbio manual. Não guiei esse Honda CR-Z e não sei as diferenças de seu CVT, mas, se é mais rápido, ótimo.
      O sistema é mesmo interessante.

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    4. @Evandro:"poderia ter um bloqueio bem precoce".

      Na verdade, tem. O conversor, conforme donos de Sentra já relataram no clube Nissan, bloqueia a 18km/h numa arrancada lenta..

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    5. Pessoal, o câmbio do Fluence e do Sentra são iguais, aliás a Renault é da Nissan, ou vice-versa, o câmbio é "TOROIDAL", por isso foi possível a "troca de marchas" que na realidade são apenas estágios na transição do rolamento, vejam no youtube a história desse câmbio feita pelo Discovery vcs vão entender pq ele é "top". Abs

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    6. Misael
      Esses CVT não são toroidais, tenha certeza disso.

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  4. Sou fã deste carro, já o dirigi e concordo com tudo que você disse, AK, só a suspensão que eu achei "no ponto".

    E concordo com o Luiz AG, é um carro injustiçado, é uma compra racional, pra quem quer um bom carro e não se importa com a opinião dos outros, além de não querer pagar muito por um bom conteúdo.

    Só tenho receios quanto a manutenção sofrer com falta de peças ou preços abusivos, o que eu não avaliei com mais afinco.

    E aí, é carro de tiozão ou não ? =D

    Obrigado pela análise AK !

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Hoje peças chegam via correio de qualquer lugar do mundo. Pode demorar um pouco. Faço isso com minha moto, de uma marca que não tem mais representação no Brasil e nunca tive problemas.

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    3. Luiz, também sou dependente de eBay da vida para algumas coisas mas, convenhamos, se for para carro de dia-a-dia, esses prazos (e às vezes algum embaraço na entrega) são bem proibitivos, pois corre-se o risco de ficar muito tempo com o carro parado.
      Para carros secundários e para quem não roda muito ainda vá lá, mas se for daily driver complica depender desse sistema.

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    4. Nem me fale, ainda mais com essas constantes greves, quando não é dos correios, é dos fiscais da receita.. Haja demora.

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    5. Evandro,

      Depende do tiozão que está falando. O Tiozão Bob num Sentra desses, se quiser, apronta miséria suficiente para que a maioria dos sobrinhos saiam do carro com as cuecas mijadas. hahaha.
      Bom, você a achou no ponto. Tudo bem, você, mas, veja, me cabe analisar focado no perfil do consumidor que imagino que a marca procura atingir. E a gente tem que analisar também pelo ponto de vista do passageiro, então muitas vezes, e este também foi o caso, boto alguém para dirigir e vou como carona. Para o passageiro, seria melhor mais macio, ainda mais na buraqueira paulistana. Acho que alguns sedans andaram endurecendo além do ideal, e sem que houvesse necessidade.

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    6. UAHuahuahuah boa AK !

      Não foi uma crítica não meu caro, concordo plenamente que você tem que analisar o carro de acordo com seu público alvo (até certo ponto, não vai me avaliar Cayenne do ponto de vista de uma perua que usa o carro pra se mostrar, isso te manda direto pro inferno !)
      Eu também sempre avalio carros com a patroa junto, afinal de contas, se ela não gostar de jeito nenhum, não dá pra comprar, e felizmente ela gostou bastante de todos os carros da Nissan que testamos, eu gamei no Sentra mesmo.

      Luiz, concordo contigo, mas é o que o Charles falou, tem coisas que demoram a chegar e, pra quem tem um carro só, não dá. Outro dia meu carro fez o favor de quebrar o cabo de aço de controle do vidro da porta do motorista bem no meio de uma chuva e o prazo pra chegar a peça era de duas semanas !
      É um gol e o vidro é manual.
      Ainda bem que acharam a peça em outro lugar (mas ainda sim me custou R$ 200..)
      Penso num carro que tenha vendagem menor, como o Sentra, e algumas empresas fiquem de frescura pra ter alguma coisa nos seus estoques, mas ainda prefiro isso do que conviver com o seguro alto e o grande risco do carro ir embora sem mim..

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    7. Evandro,

      não li seu comentário como crítica, não. Na boa, e mesmo que fosse, tudo bem, tem mais é que criticar se não concorda. Eu só estava esclarecendo o que minha posição obriga, que é o máximo de isenção que eu conseguir ao analisar um carro. E não só avaliar do ponto de vista do motorista, mas também de como a família do motorista será "tratada" pelo carro.
      Quanto a carro de tiozão, veja o Corolla, que leva essa fama: na pista, aposto que ele empata com o Civic, que tem fama de jovem.
      abração,

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  5. Carro interessante, ainda mais com essas correspondencias entre rotações e velocidades. Uma delícia, sem dúvida.

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    1. Marcelo Augusto26/09/12 21:11

      É a coisa mais chata essa falta de relação velocidade/rpm, teste um e veja. Numa retomada forte então, chega dar desgosto. Mas se vc tem condição de ter dois carros é uma boa, pois neste é prazer zero de curtir o motor.

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    2. Já peguei muita estrada, e com carros excelentes. E a retomada do CVT do Sentra não deixa nada a dever, sendo uma retomada fraca ou forte. Com o OverDrive desligado, a "estilingada" é até maior que um manual. Uma comparação interessante: O manual de 6 marchas, na saída do zero, sai na frente, mas numa pista longa, o CVT compensa pela não troca de marchas.

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  6. Joca Mello26/09/12 12:44

    Câmbio ótimo para passear com a família, mas nada empolgante...

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    1. Nada empolgante a família ou o carro?

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    2. Joca Mello26/09/12 15:51

      Por enquanto, minha família se resume a minha esposa, e ainda está empolgando! Quando a família crescer e eu cansar de trocar marchas, o Sentra será uma excelente opção.

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    3. Cascateiro!

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    4. Tu já dirigiu um?
      Tenho um fluence com este cambio e posso afirmar: é um barato.

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    5. Diogo R Santos26/09/12 19:16

      Discordo, já dirigi um Sentra destes atuais e ele é bem divertido sim.....

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  7. Antonio Pacheco26/09/12 12:52

    Fiz um teste drive em um Sentra S cvt e, no mesmo dia, em um Corolla Xei. Acabei escolhendo o Sentra, pois o Corolla não tem nada que realmente justifique a diferença de 15 mil reais entre as versões avaliadas. Infelizmente outra concessionária do grupo tinha vendido o carro que escolhi, e não deram nenhuma previsão de entrega do Sentra.
    Como gostei muito do câmbio cvt, acabei comprando um Fluence cvt e estou gostando muito.

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    1. Antonio,

      O Fluence tem a suspensão mais macia que o Sentra. Fica a pergunta: qual a diferença real de preço?

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    2. Antonio Pacheco26/09/12 16:39

      Em agosto, quando comprei o Fluence, o Sentra S saia por 56 mil reais, e o Fluence Dynamique CVT + couro, tinha o preço de 64500 reais de tabela. Acabei fechando com o fluence, depois de muita negociação, por 61500 reais. A diferença ficou em 5 mil reais, mas eu levei uma suspensão muito confortável, 6 airbags, ar digital dual zone e outros itens de série do Dynamique que o Sentra não possui.
      Mas, repito, gostei muito do Sentra, inclusive as relações de marcha deste são mais longas que as do Fluence. A 120km/h, o Sentra está em torno de 2100 - 2200 rpm. Já o Fluence fica em 2500 rpm na mesma velocidade.

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    3. Antonio,

      2.500 a 120 km/h também está muito bom. Estranho isso. Talvez maior arrasto aerodinâmico e/ou maior peso tornam necessária a maior potência. Pode nos informar algo que levantou sobre o consumo álcool/gasolina, a relação entre eles, por favor?

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    4. Antonio Pacheco26/09/12 17:56

      Arnaldo, o consumo na estrada com gasolina, andando a 120 km/h, já fiz 12,3km/l com 5 adultos + porta malas cheio, e 13 km/l só eu e a esposa, sempre com ar ligado. No álcool ainda não testei, mas um conhecido, que também posta aqui no blog, o Reiter, também possui um Fluence e, segundo ele, no último fim de semana o Fluence fez 9,2 km/l de álcool na estrada.
      Outra informação, apesar do mesmo motor e câmbio, no Fluence o torque máximo aparece a 3850 rpm, portanto antes do Sentra. Porém a potência máxima de 143cv no etanol, aparece bem depois, aos 6000 rpm. E, na gasolina, a potência baixa para 140cv. Deve haver alguma calibração diferente entre os dois motores, provavelmente na injeção. Seria interessante a Renault/Nissan nos informasse quais são as diferenças.

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    5. Obrigado pelas informações, Antonio.

      abraço,

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  8. O próximo capítulo da novela dos câmbios é o CVP (Continuously Variable Planetary) da marca Fallbrook (www.fallbrooktech.com). A Dana e a Hallison acabaram de comprar os direitos de uso dessa tecnologia.

    Vídeo www.youtube.com/watch?v=kVPjhmTThPo

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    1. Perneta
      O mais incrível é o nome do sistema, NuVinci, pois Leonardo Da Vinci havia idealizado um câmbio continuamente variável quase 500 anos atrás!

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    2. Essa transmissão tem alguma semelhança em princípio com a toroidal, pois usa fluido para transmitir movimento, só que em encapsulamento mais compacto que o do princípio aperfeiçoado pela Nissan. Olhando para o vídeo, dá para imaginá-la perfeitamente ensanduichada em uma caixa bem compacta, podendo todo o resto ser igual ao de uma CVT de correia.
      Já em aplicações longitudinais, também me parece razoável crer que algo assim evitaria aquela transmissão compridona e altamente invasiva que conhecemos.

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    3. Pode ser que sim, pode ser que não. Allison e Dana têm mesmo que arriscar em novos conceitos, já que estão sendo deixados para trás pelos principais concorrentes nesse segmento.

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    4. Já que vc citou o cvt toroidal existe esse exelente documentário sobre o desenvolvimento desse cambio, vale a pena assistir.
      http://www.youtube.com/watch?v=bFJ6WpLXpbA

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    5. Eduardo Vieira26/09/12 17:01

      Ahh! Muito obrigado! Procurava há tempos esse documentário, mais fantástica que a criação, a batalha por soluções, e de onde ele tirou a solução mais importante foi genial (o óleo)!
      Assistam!

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  9. A suspensão tem mais ou menos a mesma rigidez da suspensão do Polo?

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    1. Pelo que me lembro dos Polos que dirigi, são menos duros que o Sentra.

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    2. Aff.. suspensão dura num carro com essa proposta.. bem que a Nissan poderia rever isso.

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    3. Eu tinha um Polo e fui fazer o test drive do Sentra. Achei o Polo mais rigido...

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    4. Anônimo,

      Faz tempo que guiei o Polo, mais de um ou dois anos. Não posso responder com certeza.

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  10. Arnaldo este é o cambio toroidal da nissan?

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    1. Leister
      Respondo pelo Arnaldo. Esse CVT é o tipo mais conhecido de duas polias e correia.

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    2. Toroidal é esse aqui:
      http://www.youtube.com/watch?v=GJvErxb05ro&feature=related

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    3. Valeu gente, mas é uma pena seria um marco um carro deste com o cambio toroidal.Apenas para demonstrar a técnica

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  11. Já testei essa versão e é realmente um bom carro, o motor é mesmo focado para andar bem, atinge boa velocidade em curto espaço de tempo..parece que têm mais que os 143 cavalos, a exemplo do Fluence.

    o CVT é um deleite para condução puramente linear, mas creio que com o tempo, fique insosso para os mais dedicados.

    Com caixa manual e na promoção, uma bela opção a considerar!

    MFF

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    1. Antonio Pacheco26/09/12 16:01

      Na verdade, eu achei justamente o contrário. No início, achei estranho a falta de relação rotação x velocidade. Agora, depois de um mês com o fluence, acho estranho quando ando em carro com caixa auto tradicional. Questão de costume. Como dizem, acostumar com conforto é fácil, o contrário já é mais difícil...

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  12. Esse carro não me desperta nenhum sentimento, como se fosse apenas um objeto.

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    1. E afinal não é?

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    2. Redundante, o texto do Arnaldo já deixa isso claro..

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    3. Então é como olhar para um VW atual: condução.

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    4. Carro é sempre condução.

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  13. Respostas
    1. Tente de novo , Nao funcionou!
      Jorjao

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  14. Valeu equipe do AE....
    eu estava esperando por esse post!!
    Excelente carro...
    Injustiçado nesse mercado louco brasileiro!!

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  15. Avaliação excelente do AK, como sempre. Nunca dirigi, mas a suspensão, pra mim, ainda é uma incógnita. Já li relatos da dureza, e já li que era meio mole (nos primeiros anos).

    O Sentra vai mudar logo e pra melhor. Possível alteração no motor esperada também.

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    1. Mineirim,

      suspensão meio-mole é que não é.
      Esse motor só precisa de maior taxa por ser flex. Fora isso, show. Fiquei imaginando esse capetinha em um esportivozinho leve... Tem uma pegada das boas.

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  16. Já pensei em trocar um Civic por esse Sentra CVT, mas lendo relatos no BCWS me decepcionei com custos e problemas de manutenção, principalmente da suspensão traseira.

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    1. Fabio,

      a suspensão traseira é eixo de torção. Nada mais simples e econômico. Será mesmo que ela é problemática? Sinceramente, não acredito. Se quer mesmo o Sentra, sugiro verificar melhor, se for só por causa dessa dúvida sobre a susp. tras..

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    2. Mas nunda nem andei, fiquei interessado e fui ler no BestCars e as declarações sobre suspensão e manutenção me desanimaram.

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  17. Mais uma vez, excelente avaliação! Só aqui a gente encontra esta qualidade técnica sem ser enfadonha. Pelo contrário! E olha que é um carro que não me atrai em nada.
    Acho CVT bem legal mas para mim a solução definitiva é a transmissão de dupla embreagem com muitas marchas. Suave quando tem de ser, agressiva quando queremos cutucar a tropa na espora. Fora as acelerações interinas nas reduzidas... Entre as duas, Arnaldo, qual você prefere?

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    1. Kiko,

      Uma para cada tipo de carro. Cada uma para a sua finalidade. Pergunte a uma madame que vai guiar num sedan e veja qual ela prefere. É por aí a coisa. É assim que se deve analisar.
      Eu? Euzinho? Um V-12 com 6 Weber duplos e câmbio manual, que pode ser seco mesmo.

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    2. Isso, e aí vai até a Praia Grande e tem que encher o tanque para voltar. Cada coisa que se lê aqui, tá louco.

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    3. Anônimo 26/09/12 21:38

      Que comentário mais anti-autoentusiasta! Acho que você está no blog errado...

      Sugiro ler de novo o primeiro parágrafo da resposta do AK.

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  18. Não aprecio sua ergonomia pela simples falta do ajuste telescópico do volante. E a rigidez dos plásticos internos é similar ao padrão VW antigo, risca só de olhar.

    Não me surpreende que esteja um degrau abaixo de Civic e Corolla. Que pegue o mesmo trem do Megane, passou da hora já.

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    1. Diogo R Santos26/09/12 19:26

      Já foi divulgada nova geração do Sentra nos EUA. Provavelmente chega ano que vem no Brasil

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    2. Na minha modesta e humilde opinião o design do novo sentra cai na mesmice....
      o atual tem personalidade...

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  19. Diogo R Santos26/09/12 19:24

    Pois olha, já tive a oportunidade de testar tanto o Sentra quanto o Fluence com a mesma mecânica e vou ser franco eu gosto muito mais do conjunto direção-suspensão do Nissan do que o do Renault. É mais macio é verdade, o problema é que ele passa uma sensação muito amortecida, dá a impressão de falta de interação com o conjunto. O do Sentra é um conjunto bem mais envolvente, e é característico do carro pois sou proprietário de um modelo mais antigo (1994 1.6), que embora menor e menos potente e oferecer uma transmissão automática convencional (3 marchas mais 4a como overdrive, mesmo layout de Livina e Tiida) esta geração de 1994 (chamada B13) foi a única a oferecer suspensão independente na traseira, além do padrão de acabamento ser bem melhor. O único problema do Nissan Sentra atual mesmo é ser flex e não oferecer um comando sequencial para o cambio como ocorre no Fluence

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  20. O problema de todo Nissan é o design, que carros feios! O Sentra é mais feio que encoxar a tia no tanque! hehe

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    1. Eu acho lindo!
      Pena que eu sou a minoria!! rsrs!!

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    3. Feiura compartilhada pela Renault, diga-se.

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    4. Gonzales,
      Até parece que voce tem um carro muito bonito para falar de um Nissan.
      Coitado de voce!

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    5. Nao entendi..
      Quem foi coitado o Gonzales ou a Tia?

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    6. Esse carro é feio mesmo,pode ser ótimo em tudo ,mas na garagem lá de casa não entra.

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    8. Mas encoxar a(s) tia(s) no tanque (cozinha, corredor, quintal...) é tão bão....rs.

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  21. Marcelo Augusto26/09/12 21:07

    Eu particularmente não gosto de falta de correspondência entre velocidade e rpm. Portanto, carro de dois pedais pra mim tem de ter relações fixas. E não tem nada haver ser sedã familiar e por isso aceitar o conforto absoluto. Se a pessoa só pode ter um carro, vai andar de carro sem sal o tempo todo, não vai poder curtir nunca o motor? Para com isso!

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    1. Tenho um Fluence CVT e te garanto, deixa muito carro de boy no chão.
      Experimenta tascar o pé no dá direita e tu vai ver do que o bicho é feito.

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    2. Marcelo Augusto26/09/12 21:49

      O câmbio não atrapalha no desempenho. A questão que levanto é outra.

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    3. Marcelo,

      te entendo perfeitamente e isso se vê ao final do texto. Você, por exemplo, assim como eu, gostaria mais do com câmbio manual de 6-marchas. Tudo bem, mas, veja, tem muita gente que quer é maciez e boa, e para isso esse sistema CVT é ótimo.

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  22. Cambio de Mobyllete, rsrsrs. O princípio é o mesmo.

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  23. Ótima avaliação, como sempre simples e funcional. A única duvida que tenho é sobre a durabilidade das cintas e polias, qual é o tempo de vida útil desse conjunto.

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    1. Unknown,

      A Nissan o produz há uns 20 anos. Já devem ter resolvido essa questão.

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  24. Há alguns dias atrás o Sentra estava com preço inicial à menos de 50 mil, agora subiu um pouco, uma tentação.

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  25. Pretendo comprar um no ano que vem, depois que sair o modelo novo e cair mais ainda o preço dos usados. Câmbio manual, mas com teto.

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    1. Antonio Pacheco27/09/12 11:16

      Sem querer te desanimar, mas com essa configuração você não compra um Sentra. A única versão com teto solar é a SL testada, que possui o câmbio cvt de série. Câmbio manual só na versão 2.0 básica.

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  26. Carlos Miguez27/09/12 23:16

    Tenho um desde Fev/2009, escolhido exclusivamente pelo CVT e pela cor azul escura, que infelizmente foi descontinuada. Aproveitando os vários comentários anteriores: não ocorre defeito nenhum (com 45.000 KM é só trocar o óleo), as pastilhas de freio são origináis e ainda tem meia-vida, as concessionárias não fazem corretamente as revisões (descobri aos 40.000 km que não trocaram nenhum filtro de ar nas revisões anteriores cobertas pela garantia), o consumo é de cerca de 12,5 a 14 km/l na estrada com gasolina e ar ligado, a suavidade em marcha é incomparável, não é atualmente tão bonito quanto um Civic (mas tem muito mais personalidade).
    Rodo bastante em estrada, 70%. As estradas aqui em MG são famosas pelas serras que transpõe; para quem acha que não é um carro rápido devido ao CVT ou para quem não gosta desta transmissão, tal qual já comentou nosso (permita-me) nobre Bob Sharp, sugiro aos paulistas (que tem estradas maravilhosas e planas) a acelerar na estrada que leva a Campos do Jordão. Tal qual em MG, andando sempre acima de 3500 rpm e velocidade inferior a 120KM/h, é uma experiêmcia que só o CVT permite.
    Inclusive serve de sugestão ao "Autoentusiastas" que use este percurso (SP-SJC-Monteiro Lobato-CJ-Taubaté-SP, ou vice-versa) em sua avaliações "no uso". Contempla, creio eu, 90% dos tipos de estrada que existem no País.
    Sds.

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    1. Obrigado, Carlos, pela colaboração. Boas informações.
      E um passeio autoentusiástico a Campos é uma boa, sim... Bem lembrado.

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    2. Experiência que só o CVT permite: não curtir o motor

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  27. Anônimo 28/09/12 10:48
    Se o CVT tiver marchas virtuais, como o do Audi A4 Multitronic, dá para curtir o motor sim, como não?

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  28. Anacrônico30/09/12 11:24

    Bah!
    Sou mais o DAF 44. Bate em todos os aspectos esse galo-nipönico.

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  29. Sempre tive carro com cambio manual, dentre eles dois XR3 2.0, já feitos pela Autolatina, e nenhum deles se comparou ao desempenho e conforto do cambio CVT. Creio que o ideal seria, antes de assentar críticas, seguir a sugestão do Carlos Miguel, testando o carro em diferentes percursos. Quanto à beleza, o design do Civic sugere comportamento de quem vai para frente das boites pegar as marias gasolinas da vida, enquanto o Toyota, apesar de passar sobriedade, tem muito menos estilo e arrojo no design que o Sentra. O meu é cinza, CVT, com retrovisor eletricamente adaptado do Vectra Elite, e não troco, de forma nenhuma, por nenhum dos outros dois. Até porque, um vizinho, representante comercial, diz que quando viaja (2.000 km) durante a semana com um dos dois, diz ter dores na coluna e se sentir extremamente cansado, o que não ocoore, segundo ele, com o Sentra, cuja ergonomia diz ser

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  30. eu tenho um desses (só que preto) e posso dizer que eu AMO meu Sentra!

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  31. Eu tenho um Sentra 2.0 - 2007/ 2008 e não posso reclamar, já tive que trocar amortecedor sim mais peguei ele usado, só troco óleo do motor e filtro, consumo ótimo, andar ´perfeito, carro pesado com muita estabilidade, já foi para Argentina com ele e não reclamou em nenhuma condição ( estradas brasileiras - estradas Argentinas - sitio entre outras ) este ano vou de novo com ele e seguríssimo, só vou fazer troca de óleo de marcha, revisão de freios e uma inspeção geral por motivos de segurança, ate agora não posso reclamar deste carro.

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