FUSION HYBRID, UMA NOVIDADE BEM-VINDA

Fotos: Divulgação Ford




Novas experiências automobilísticas são sempre bem-vindas. Carros diferentes, tecnologias diferentes ou mesmo situações diferentes sempre são interessantes, e com os rápidos avanços de hoje em dia, as opções de novidades são constantes.

Guiar um carro automático pela primeira vez e não precisar se preocupar em trocar de marcha nem acionar a embreagem, andar de conversível pela primeira vez e ter uma nova sensação de liberdade com o vento e uma boa estrada, andar em um autódromo com segurança em um carro mais potente, tudo isso agrega ao nosso livrinho de históricos automobilísticos, além de nos mostrar outras formas de se aproveitar um automóvel.

Um tipo de veículo que ainda é novidade por aqui, mas mostra que em um futuro próximo estará mais presente em nosso mercado, é o carro híbrido. Mundialmente difundido pelo Toyota Prius há 15 anos, o conceito híbrido ainda é pouco conhecido por aqui.

Das opções do nosso mercado, uma das mais acessíveis é o Ford Fusion Hybrid. Externamente é igual ao Fusion SEL convencional, com exceção das rodas exclusivas e dos logotipos característicos. O preço inicial de R$ 133.900 é relativamente em conta se comparado com outras opções como o Mercedes-Benz S400.

O sistema trativo do Fusion é o híbrido paralelo ou full-hybrid (também conhecido como power-split ou divisão do potência), ou seja, dependendo das condições de uso, o motor elétrico e o motor a combustão podem trabalhar independentemente ou em conjunto de forma simultânea. Vamos falar disso logo mais.

Fusion Hybrid, muito semelhante ao convencional SEL.

O motor a combustão, um quatro-cilindros de alumínio de 2,5-litros de 158 cv da familia Duratec, funciona no ciclo Atkinson, que é uma variação do funcionamento do ciclo Otto tradicional. Sem nos alongarmos muito na teoria (temos um ótimo post sobre isso aqui no AE), de forma bem simples a principal diferença é o tempo em que a válvula de admissão fica aberta, e o tempo de compressão é diferente do tempo de admissão. Isso faz o motor ficar mais eficiente termicamente, mas reduz a potência de forma geral. Esta é uma abordagem bem simplista de como o carro funciona.

Junto com esse motor, uma unidade elétrica de 108 cv trabalha em parceria, fornecendo potência para movimentar o carro. Para fornecer energia para o motor elétrico, um sistema de bateria de níquel-metal hidreto da Sanyo fica alojado profundamente no carro, protegido de impactos. Os dois motores podem trabalhar juntos, mas a resultante máxima de potência é de 193 cv, e não a soma total das potências de cada motor.

Na prática, dirigir um carro como o Fusion Hybrid é tão simples como qualquer outro carro. Não há nada de especial, uma pessoa desavisada pode tranqüilamente dirigir o carro por horas sem perceber que se trata de um híbrido. Por um lado é muito bom, pois mostra que esse tipo de tecnologia já é algo que pode ser tratado como uso "civil" regular, qualquer um pode ter e usar sem preocupações. Por outro, a experiência de algo diferente acaba sendo minimizada, indiferente.

Motor Duratec de ciclo Atkinson.
Talvez a única coisa que é notada na experiência de dirigir este carro que o diferencie de um Fusion convencional é na hora de ligar o carro. Ao virar a chave no contato, nada acontece. Há uma posição no comutador como se fosse o da partida do motor (aquela última posição que se faz "força" na chave para ligar o carro e que aciona o motor de partida), mas a única coisa diferente que acontece é que uma luz-espia acende no painel, com o desenho de um carrinho verde com uma flechinha em baixo, indicando que o carro pode ir para frente e para trás. Só isso.

Com o carro "ligado" mas em absoluto silêncio, basta colocar a alavanca do câmbio automático do tipo CVT (transmissão continuamente variável) na posição D ou R e soltar o freio, como em um carro automático normal e voilá, sem fazer barulho, o carro começa a andar. O motor a combustão está desligado.

Devemos essa bruxaria ao motor elétrico, que é o prioritário em movimentar o carro a baixas velocidades. Até aproximadamente 80 km/h é possível rodar apenas no motor elétrico, mas requer um pouco de treino, pois ao menor movimento mais brusco no pedal do acelerador, o motor convencional é acionado.

Interior confortável e bem equipado.
Talvez o mais legal do carro seja o painel de instrumentos. Apenas o velocímetro central do quadro de instrumentos é analógico, com o bom e velho ponteirinho, todos os demais dados do painel são passados por telas de LCD coloridas. Ao lado o velocímetro são mostradas informações do sistema híbrido e informações de combustível e temperatura do motor, no formato de barras coloridas verticais.

Em formato de fácil entendimento, o Fusion informa seu motorista o que está acontecendo com o carro. Uma barra vertical mostra a atuação do motor elétrico e do motor a gasolina, assim você sabe qual deles está trabalhando no momento e pode dosar o acelerador para otimizar a economia de combustível. Uma outra barra vertical mostra o nível de carga da bateria, e também indica se ela está sendo carregada ou descarregada no momento, por meio de setinhas para cima e para baixo.

O formidável e interessante painel de LCD.

Com pouco acionamento no acelerador, vemos apenas a barra do motor elétrico crescer, que nos diz que ele está em ação. Se acelerarmos mais, o carro entende que é preciso de mais potência e o motor a combustão é acionado e, consequentemente, a barrinha dele sobe. É divertido ficar se policiando para tentar usar o máximo do motor elétrico sem ligar o motor a combustão, requer um pouco de treino mental.

O Fusion responde bem ao acelerador, mesmo com seus 1.687 kg. Quando solicitado, os dois motores trabalham em conjunto e o sedã acelera rápido. Curiosamente, também foi o primeiro carro com CVT que andei, e o aumento da velocidade com a rotação constante do motor é algo diferente. Soa estranho como uma embreagem patinando, mas, ao contrário, o carro acelera mas o motor não. 

Em retomada e aceleração parado, o Fusion não deixa nada a desejar. Não é como o modelo V-6, mas também não é nada manco.

A suavidade do funcionamento do sistema é perfeita, não se nota qual motor está em ação e quando estão em transição. A CVT suaviza o funcionamento do sistema de tal modo que é praticamente imperceptível a transição.

Os ganhos em termos de consumo de combustíveis são nítidos. Em um percurso misto de cidade com trânsito pesado e estrada livre, o Hybrid faz tranquilamente 14 km/l com três pessoas dentro e ar-condicionado ligado. Na estrada, o controlador de velocidade ajustado para 120 km/h nos permite dar um pouco de atenção ao painel e ver em quais situações o motor elétrico está em ação, e quando está carregando a bateria. Em pequenos aclives, vemos que o motor elétrico é acionado para compensar a potência extra necessária para vencer a subida, sem que o motor a combustão seja mais exigido, economizando combustível. Nas descidas, o sistema regenerativo segura o carro para manter a velocidade e carrega a bateria.

Tela sensível ao toque no console central.

Falando em carregar bateria, o Fusion usa basicamente a energia de frenagem para carregar o sistema. Isso é possível utilizando o motor elétrico como freio, que na verdade nada mais é do que transformá-lo em um grande alternador ligado às rodas do carro, onde a rotação das rodas fazem ele girar e produz energia.

No rodar, o Fusion é bem confortável, os bancos são bons e a posição de dirigir não cansa. Apenas o freio tem uma sensação de pedal estranha, mas isso pode ser por conta do sistema híbrido e a regeneração de energia em frenagem. O volante poderia ser um pouco menos rápido no centro, na estrada a alta sensibilidade do volante faz com que você fique corrigindo a trajetória com muita freqüência. Se a proposta do Fusion Hybrid fosse de um carro mais esportivo, seria mais adequado, mas não é o caso.

Fora toda a tecnologia do motor, ou melhor, dos motores, a vida a bordo é muito agradável. Teto solar e um sistema de som de boa qualidade, tela sensível ao toque para comandar a ventilação, ar-condicionado, GPS e o rádio, que aceita mídias externas como pen drives e IPods, além do sistema Bluetooth de comunicação com celulares. Câmera de video para visão traseira também está disponível. Há ainda o sistema de rádio via satélite da Sirius, mas infelizmente não está disponível para nosso país.

Os híbridos devem ser o caminho a curto e médio prazo para os carros mais econômicos, estão mais dentro da realidade. Os carros puramente elétricos ainda não são viáveis por conta da autonomia restrita e da nossa total falta de infraestrutura para alto consumo de eletricidade das redes, e não temos estrutura nenhuma para os carro movidos à célula de hidrogênio, estes ainda extremamente caros e complexos.

Ainda há a dúvida que paira no ar sobre como vai ser o descarte e os custos envolvidos na manutenção das baterias, tanto dos híbridos como dos elétricos, mas é um ponto que ainda vai dar o que falar por muito tempo.

Por hora, os híbridos parecem ser o melhor caminho para um futuro mais "verde", e o Fusion está muito bem cotado.


MB

106 comentários :

  1. Serå que essa tecnologia vai baratear logo e equipar carros mais acessíveis?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma hora será mais barata sim. Para ter o Fusion no preço que está, já não é absurdamente cara.
      abs,

      Excluir
  2. 40 anos para amortizar o custo da compra com combustível...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pior que e' bem por ai' mesmo.
      Financeiramente, levando-se em consideracao todos os custos de propriedade envolvidos, os carros hibridos sao uma escolha altamente desvantajosa.
      Porque o Prius vende tao bem? Por causa do marketing. Da mesma forma que carros 1.0 nao sao mais economicos que carros de cilindrada e cambios coerentes, carro hibrido nao e' financeiramente como um todo mais economico que um similar a gasolina. Entretanto, Prius e carros 1.0 vendem bem.
      Portanto, nao e' so' o brasileiro que e' burro. E se alguem pensar em "abastecer" na tomada de casa, vai se assustar com a conta de energia eletrica. Essa sim ficara' equivalente ao gasto com gasolina, exatamente como aconteceu com o alcool apos a popularizacao fo flexfuel.
      Portanto, a fim de evitar um encarecimento desnecessario da energia eletrica, sou contra os veiculos hibridos ou eletricos, assim como sou contra os flexfuel.

      Excluir
    2. Esse pessoal está ganhando uma grana preta em cima do "ecológicos" e "antenados em novidades"...

      Excluir
    3. Bussoranga, dificilmente haveria um encarecimento da energia elétrica por conta dos veículos elétricos. Pois a maioria seria recarrecado no período noturno. Poderia até acontecer o inverso, um barateamento. No período noturno existe uma sobra de energia elétrica e a infraestrutura (redes de distribuição) está ociosa.

      Excluir
    4. Ainda existem os impostos que podem ser evitados quando se dirige um carro assim em países sérios. Fora os benefícios fiscais para o fabricante na expectativa de reduzir o preço final.

      Excluir
    5. Atualmente é possível fazer com que a energia no período noturno seja mais barata, mas a medida que o consumo vai aumentando devido aos veículos elétricos, a situação pode (e vai) se inverter.
      Pense que, em uso urbano, cada carro gasta, em média, 30kWh por dia (é uma média bastante realista). Então o tempo de recarga pode ser em torno de 10 horas (não é nada recomendável recarregar baterias injetando potência acima de 3kW, sob pena de forte redução na durabilidade das baterias, e novamente este é um valor médio).
      Então o que teríamos é cada carro consumindo, noturnamente, 3kW. Mil carros = 3MW. Um milhão de carros = 3GW. Aí a coisa começa a complicar e muito.
      Com mil carros, nada mudará. Com um milhão, TUDO muda e o balanço de energia se inverte. Neste caso o preço do kWh noturno rapidamente se igualará ao diurno, para pouco tempo depois se inverter.
      O resultado final é que carro elétrico gasta tanta energia que ele será o responsável pelo renivelamento dos preços do kWh.

      Excluir
    6. Gustavo Cristofolini07/09/12 20:31

      No período noturno não sobra energia. Existe o que se chama de horario de pico ou ponta, que compreende o horário das 18:30 às 21:30 para o período fora do horario de verão. Agora imaginem a seguinte situação. Voce trabalhou o dia inteiro, chega em casa perto das 19h e não pode recarregar seu carro porque o horario é extrema demanda no sistema elétrico. 90% dos usuários ou proprietários desses carros não vão ir até a garagem as 21:30 para ligar o carregador. Carro 100% elétrico é furada para a realidade brasileira. Carro hibrido, talvez sirva para alguma coisa. Eu fiz a conta, certa vez, o custo por km rodado de um hibrido é de cerca de R4 0,06/km

      Excluir
    7. Não compensa aqui no Brasil, mas nos EUA e Japão, que é onde se concentram as vendas de híbridos, compensa sim. Eles não são burros.

      Excluir
    8. No caso do Fusion, você não precisa colocar o carro na tomada para carregar, ele se carrega por si só. Andar num carro desse porte, com o conforte e desempenho que apresenta, nesta faixa de preço, não acho que seja um mau negócio. Na hora da manutenção é que vamos saber, mas ainda é um mistério.

      Excluir
  3. Excelente post, Milton Belli. Mas é muita lata e muitos $$$ pro meu gosto. Leva anos para amortizar a diferença de preço. Melhor gastar a diferença de preço comprando mais um carro...

    ResponderExcluir
  4. Bob Sharp, pelos dados que eu achei, o Sentra e o Fluence com CVT tem tempos de 0 a 100 pior que a versão manual. Não sei se isso procede mas fiquei intrigado sobre o porquê disso.

    Você sabe o motivo? Perdas? Peso?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Deve ser devido ao conversor de torque, que faz perder desempenho. Mas numa retomada de velocidade o CVT certamente ganha.

      Caixa CVT deveria ter embreagem, como a do finado Fit. As caixas automatizadas são econômicas justamente por não terem conversor.

      Excluir
    2. Conversor de torque é uma nojeira sem tamanho. "Come" uma potencia sem cabimento. Espanta-me as pessoas admitirem isso como normal. As "revistinhas" agora só testam automáticos. Quando testam os manuais é quase que na surdina, pois evidencia a ineficiencia dos AT.

      A preguiça custa caro, e as fábricas gostam disso. Afinal, automático é status, e as pessoas estão pagando qualquer coisa para tê-lo. Mas o que anda um atual sedan 2.0 manual não é brincadeira. Fecha o 0 a 100 em menos de 10 e o 0 a 400 em torno de 17. Final pra mais de 200 é rotina. Nos automáticos, é possível: carregue-os num Hércules e bem de lá de cima jogue-os. É possivel que antes de terem seu devido destino alcancem tais marcas.
      Bem, quanto ao Fusion hibrido, considero-o que beira o rídiculo: então voce compra um carro que custa 130 paus para econimizar combustível? VOCE GASTA MAIS DE 130 MIL REX PARA ECONOMIZAR 100 NO MES? Ah, então a pegada é ambientalista? Sim, claro, os 1600 kg para fazer esse engodo vieram do além, né, não demandou nem um pingo de material nem de energia.
      Olha, MB, admiro muito sua escrita e conhecimento como o de todos os colunistas aqui, como já manifestei por diversas vezes. mas considero esse carro uma tremenda duma bobagem. Pior ainda o Mercedes citado.

      Abraço

      Lucas CRF

      Excluir
    3. Os conversores tem bloqueio (lock-up) em todas as marchas hoje. A diferença de desempneho não é tão grande como diz a sua ridícula piadinha.

      Excluir
    4. Ô meu caro, corajoso, viril, intimorato, valente e bravo Anonimo, infelizmente voce está enganado. Pesquise nos carros acessíveis, como os Focus, City ,Sentra, I30 e nos finados (e queridos, sinceramente) Omegas e Vectras. Verá a brutal diferença de consumo e desempenho entre os manuais e automáticos. Os brutos de 500 cv não valem: com essa potencia toca-se bem qualquer coisa, e com o parasita que for. E outra, o bloqueio é liberado conforme a situação: pouca rotação e muita carga é um exemplo de desbloqueio.
      O acervo da 4R tá lá pra quem quiser ver a diferença nos carros normais. Vá lá e me conte.

      Lucas CRF, ou Lucas Guimarães Corrêa, ok?

      Excluir
    5. Só da mais diferença nos AT de 4 marchas. Consumo em velocidade de cruzeiro AT gasta menos. Caixa de GM anos 90, i30 e Focus não ser de base, muito atrasadas.

      http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2010/11/automatico-normal.html

      Excluir
    6. O Lucas CRF tem toda razão: a diferença de desempenho entre um carro automático e o seu similar manual é brutal, mesmo com lock-up em todas as marchas. O mesmo acontece com o consumo, também com lock-up em todas as marchas.

      E realmente muito me admira quem gasta R$80k+ num carro estar preocupado com consumo. Uma das alegações para a baixa aceitação do mercado do Astrão G3 2.4 16V é o consumo, mas isso é a coisa mais ridícula que eu já ouvi. O cara tem dinheiro para comprar um carro de R$80k e depois não tem para abastecer 7km/l de gasolina na cidade ou 11km/l de gasolina na estrada? E por isso prefere um Civic de desempenho pífio???

      Realmente o comprador brasileiro não tem limites de ridicularidade. E carro híbrido é apenas moda, quando o comprador cair na real e perceber que atirou dinheiro no lixo essa moda passará.

      Excluir
    7. A Nissan adotou conversor de torque na caixa CVT para ganhar mais resistência. É algo análogo ao que a própria Honda fez com a caixa do Fit, que no modelo japonês de segunda tem essa solução, que anteriormente havia sido usada para acoplar a caixa, que basicamente é igual à do Fit de primeira geração, ao motor K24A da minivan Odyssey em especificação JDM.

      Excluir
    8. Vale lembrar que toda caixa AT tem escalonamento bem aberto. E sempre com última marcha de economia. O que piora o desempenho, sobretudo nos 4 marchas, comparado com versão manual de 5 marchas reais. Conversor hoje patina quase nada.

      Excluir
    9. Valeu, Bussoranga.

      Então, Anonimo das 20:48, é o escalonamento voltado para economia que prejudica os automáticos, né? Curioso é que prejudica também o consumo, visto os números costumeiramente piores que os da versões manuais. E convenhamos, ninguem compra automático pensando em economia. A não ser os espertos que compram o Fusion hibrido para economizar. Quem sabe não aqueles mesmos que compram caminhonetes a diesel para economizar no combustível e não rodam 500 km no mes?

      Lucas CRF


      Lucas CRF

      Excluir
    10. Nojeira é cambio robotizado de embreagem única. Compara a durabilidade e a confiabilidade de uma boa caixa automática Aisin com a de uma robotizada. Vai atrás do custo de reparo de uma caixa automática com conversor de torque e de uma com dupla embreagem. Aliás, se bem cuidada, tem muita caixa automática que dura mais do que uma manual.
      A automatizada, mesmo a de dupla embreagem, tem durabilidade menor e requer mais manutenção.
      Prefiro a "nojeira" de um cambio automático com conversor de torque super confiável e confortável, e ainda perder muito pouco em consumo de combustível graças ao bloqueio de conversor, do que um cambio robotizado, cuja idéia é boa, mas ainda não foi desenvolvida e testada o suficiente para durabilidade, confiabilidade e praticidade de manutenção.

      Excluir
    11. Lucas, quem citou fator consumo pra automático de converosr foi vc, lá em cima. Carro de dois pedais com bom consumo foi o que fez nascer os automatizados na europa.

      Excluir
    12. Só complementando: Acho o CVT uma idéia genial, ideal para o casamento com o motor a combustão, visto que ele pode fazer o motor trabalhar a maior parte do tempo em rotações boas para baixo consumo ou alto desempenho, mas seu uso é limitado demais, e ainda as empresas que utilizam o CVT, fazem marchas virtuais e estragam seus principais aspectos positivos.
      O mais legal, tirando o FIT, até o CVT usa o conversor de torque, que se por um lado também estragou um pouco a idéia do CVT, por outro adicionou durabilidade.
      E mais um complemento, perder pouco em consumo é relativo. Se para voce algo é muito, para mim, pode ser pouco. Tirando as caixas atrasadíssimas com motores mais defasados ainda, a diferença de consumo não é tão grande assim, nem o desempenho, mas é o preço que se paga pelo conforto. Muito para mim é 50% inferior em desempenho, ou 50% maior em consumo, números inaceitáveis.
      Aliás, tem um caso de motor moderno e caixa antiga que ainda resulta em consumo ótimo, que é o caso do Corolla. Mesmo o antigo, sem comando variável, consegue ótimas médias de consumo e desempenho aceitável.

      Excluir
    13. Anônimo07/09/12 21:16

      É por isso que nos EUA ninguém dá muita bola pra automatizada mesmo a dupla embreagem. Lá o pessoal roda muito e carro é descartável, ficar tendo dor de cabeça com manutenção ninguém quer. A caixa no New Fiesta já andou dando muito problema por lá. Uma caixa Aisin ou Honda vai da concessionária ao ferro velho sem dar problema, mesmo que se esqueça de trocar óleo no prazo, que por sinal é bem espaçado.

      Excluir
    14. Ricardo P. Novaes07/09/12 22:09

      Depois de ter um carro com câmbio automático convencional (moderno lógico) nunca mais quero saber de câmbio manual ou essas porcarias automatizadas, esses últimos sim, que são uma nojeira...

      Excluir
    15. Cara...Não sei de que cambio estão falando...Os automáticos são só espetaculares, só isto. Tá dirigindo carro automático da década de 50? Ficou maluco? Todos os meus carros são automáticos. Tenho até hoje um Civic 2000/2000 automático e te digo que a diferença de desempenho dele para o manual é ZERO! Tive dois manuais e dois automáticos,todos mesmo ano. O carro simplesmente não quebra, não amola, não dá problema e anda a mesma coisa. Claro que o desempenho, tanto com manual ou automático, não e de esportivo. Mas meu Omega tem cambio de 6 mrachas e meu Galant de quatro e andam muito. Manual? Nunca mais.

      Excluir
    16. Ah, esqueci. E o consumo dos Civics não é nem 10% diferente.Menos de 10%! testei e retestei, viajei, andei no transito, rodei mais de 200 mil km nos 4 civics! O melhor, disparado, é o automatico. Mas não existe sequer uma única vantagem no manual. Nem uma unicazinha. Já peguei taxistas aqui no rio com este carro rodado 600 mil km! NO GÁS! Simplesmente o melhor câmbio do mundo este do Honda geração 6. Imquebrável e espetacular.

      Excluir
    17. Anonimo das 10:47,

      Omega de 6 marchas nao serve de comparacao, pois nao temos Omega de mesmo ano e modelo com cambio manual para comparar.
      Quanto ao Civic ano 2000, de fato a diferenca e' pequena: o manual nao anda porra nenhuma e o automatico nao anda merda nenhuma, ou seja, duas tranqueiras que atrapalham o transito.
      Ainda bem que os Civics atuais melhoraram MUITO no desempenho.
      Experimente fazer a mesma comparacao com um Corolla 1.8 2010 (por exemplo) e voce vera' o abismo de desempenho entre o manual e o automatico.

      Excluir
    18. Convenhamos que o Corolla tem a caixa automática, de apenas 4 marchas, mais antiquada entre seus competidores.

      Prefiro carros automáticos também, mas porque meus carros são sedãs. No entanto, em certos carros, é fundamental o câmbio manual, pelo puro prazer de se dirigir e de maior precisão na condução esportiva.

      Mas entre automático hidráulico e de dupla embreagem, prefiro o segundo disparado, por reunir o melhor de ambos tipos de câmbio: a suavidade do automático e o maior controle proporcionado por se haver uma conexão rígida entre as rodas e o motor do manual.

      Excluir
    19. Bussoranga,

      não conseguiria classificar o Omega atual com cambio manual abaixo de espetacular. Nossa, que tesão deveria ser...

      Anonimo das 10:47,

      pode ter certeza que sei do que estou falando. Talvez pela estilo de tocada, e por esporadicamente colocar o carro em track-days, acho os automáticos sofríveis. Respeito os Honda (cujos donos os acham os melhores carros das galaxias, não é mesmo?), mas a minha experiencia justamente com um Civic 1.7 considero-o como bizarra. O gira muito sem a menor necessidade, fica perdido em qual marcha usar, o conversor patina loucamente. Para mim não serve. Aliás, não sou só em que penso assim: os civics 1.6 são conhecidos pela desajuste e briga entre motor e cambio. O Fusion 2.3 também é crítico. Já conteceu de estar num como passageiro, e dada a hesitação do carro em que marcha usar, a outra passageira disse: o que está acontecendo?! E ela nem é tão ligada em carro assim... Então, meu amigo, para mim não serve. Mesmo.

      Lucas CRF

      Excluir
    20. Caramba, pessoal: o texto foi nenhuma revisão. Por favor, desconsiderem os erros. A idéia central pode ser perfeitamente compreendida.

      Lucas CRF

      Excluir
    21. Prezados: sou o anônimo das 10:47 e 10:54. Respondendo a todos acima: Primeiro o Lucas; Caro Lucas: permita-me o relato honesto de quem rodou 200 mil km de Civic 1.6 GERAÇÃO 6, ano 2000 (foi produzido de 96 a 2000, 97 no Brasil e lançado como mod 98). Tive 2 civics LX 2000/2000 manuais. Tenho um Civic LX automático (o melhor de todos os Civics). Tive um Civic EX automático, comando variável, 127 Cvs. Vamos lá. Não encontro paralelo na indústria MUNDIAL para este carro, dentro das características de carro de passeio, claro. Motor pequeno (1.6 litros), baixo consumo (até hoje ganha de muitos carros 1000!), conforto espetacular (ganha inclusive do meu Accord, mesmo ano), incrível espaço interno para motorista e carona (Tenho 1,88 m e problemas com 95% dos carros e neste eu rodo tranqüilo. Banco de trás é para criança ou adulto pequeno). Porta malas apenas razoável. Dentro do que pode fazer um motor 1.6 projetado para durar mais de 500 mil km, rodar macio e não quebrar de jeito nenhum, seu desempenho é igual ou melhor que todos os 1.6 de passeio que conheço aqui no Brasil. Chega a 160 por hora e pode manter uma viajem de quantos mil km vc quiser tomando o pau que vc quiser dar. O ar condicionado do meu, com 12 anos, ainda nem trocou o gás....E gela do mesmo jeito! O cambio automático deste carro é simplesmente incrível, principalmente pelo ano. Sinceramente não encontro relato no mundo de um melhor NESTE PERÍODO. Fui aos USA algumas vezes. Lá vc vê de tudo. Em qualquer lugar vc ainda encontra estes Civics rodando e os Accord deste ano também. Não vi nem sombra de Peugeot, Renault, Citroen, Fiat, seja de qual ano e modelo for, inclusive novos. Em conversa com norte americanos, eles foram unânimes em dizer que os melhores e mais duráveis carros do mundo são japoneses. O Accord que citei foi eleito no UK como carro mais resistente dos últimos 10 anos em pesquisa que eles fizeram. Foi durante uma década o mais vendido na categoria nos USA. O Civic consta na lista dos 20 mais resistentes no UK e não vi a classificação de qual lugar ficou. Nem Civic nem Accord eu levantei capô para nada a não ser manutenção de troca de correias. Não consegui trocar nenhum dos dois ainda pela relação custo/benefício. Vc tem toda razão ao falar do Civic 1.7. Pior de todos. Sinceramente não existe qualquer problema entre o câmbio e motor do civic 1.6 LX. No EX a primeira, segunda e terceiras são mais curtas para fazer o carro andar mais. Erraram feio. O EX tem 127 CVs, cambio mais curto, coletor de admissão preparado para melhor desempenho e não anda nem 1 km a mais que o Civic LX, que tem 106 cvs, e ainda bebe mais. Vc deve ter pego algum LX ruim ou fala do EX. Jurei que não voltava mais para a GM depois do meu Monza Classic MPFI que deu um problema na admissão e a GM queria 3,5 mil na peça quando o carro valia 8 mil. Vi que a Holden na Austrália ficou com o único sedan tração trazeira feito com DNA antigo na GM. Estudei o carro e me rendi aos 292 CVs, bom desempenho, injeção direta, nível de segurança 5, conforto, espaço e relato de muitos falando bem do carro. Tudo confirmado, inclusive consumo de 7 a 8 no trânsito do Rio (que ta virando uma SP.) e 11 na estrada. Três anos de duvidosa garantia, mas bom feedback das gerações anteriores. Voltei para ESTE carro. Espero não dar muito azar. Não gosto mais de cambio manual, mas respeito seu gosto. O Ford conFusion dirigi alugado nos USA. Pareceu-me um carro para nossas esposas levarem os filhos ao colégio. Certinho, doce, deslizava bem no asfalto de Orlando que é um tapete e não tem nem uma folhinha no chão. Não notei, naquele trânsito fácil e rodando como uma vovozinha indo as compras, qualquer problema. Nem me atrevi a acelerar nada. Abs. CONTINUA...

      Excluir
    22. Caro Bussoranga; Brincadeiras a parte, antes de tirar os Civis do transito pelo quesito desempenho, teríamos que retirar toda a frota de carros 1000. Depois, se formos passar ao quesito carro quebrado que atrapalha trânsito, teríamos que tirar todos o GMs nacionais, Renault, Citroen, Fiat, Peugeot, Ford, etc. Sobrariam poucos carros e o trânsito ficaria ótimo.
      Comprei há dois meses um Toyota Corolla 2.0, XEI, Automático, mod 2013 para minha mulher. Achei o carro uma M... Pior: ela também achou. Pode ser que o motor ainda esteja travado, mas numa curta viajem , subindo para Petrópolis e depois pegando a BR 040 por mais 100 km, com curvas de baixa, média e alta, o carro se revelou ruim de desempenho e muito PIOR de curva que os Hondas Civic e Accord, que meu Galant V6 2000 e que o Omega. Pode ser PNEU (meu Accord melhorou muito em curvas depois que coloquei uns Goodyear macios nele). Vou esperar amaciar mais um pouco e depois experimentar de novo. Dou notícias.

      Prezado Augustine: Também sou fã dos automáticos e somente teria um manual para condução MUITO esportiva, tipo corridas track day em autódromo (se aqui tivesse, etc. Para nossas condições de uso e levando em conta onde andamos, para mim só automático.
      Abs.
      MAC.

      Excluir
    23. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    24. Mac,

      Eu me tornei fã de câmbio automático há 15 anos atrás. Então, nem queria mais saber de câmbio manual, ou, mais especificamente, do pedal da embreagem. Era o que mais me perturbava, nem tanto a troca de marchas pela alavanca, mas a perna esquerda reclamando depois de horas no tráfego infernal paulistano.

      Então, há alguns anos, aluguei um Jetta com dupla embreagem e percebi que o controle do carro através do pé direito que se obtém quando há uma conexão rígida entre as rodas e o motor era algo que sentia falta. E não apenas em pista, mas também no transito mundano quotidiano. Por exemplo, às vezes chateia quando o automático passa a marcha enquanto o transito está devagar à frente ou se vai fazer uma conversão a poucos metros, quando seria melhor segurar a marcha para se controlar a velocidade sem se ter de pisar no freio. Portanto, graças ao câmbio de meu carro bloquear agressivamente seu conversor de torque, me encontro frequentemente o usando no modo manual, especialmente em trânsito ou vias lentos.

      Recentemente, sedimentei esta opinião dirigindo um Z4 3.0, aspirado, manual e, devo dizer, mesmo dupla embreagem roubaria do prazer que é dirigir este carro sensacional. A alavanca de marchas está numa posição natural e é curtíssima, com um engate preciso e bem azeitado, se sentindo manipulando um mecanismo feito com precisão. O motor tem farto torque, então não e preciso se modular a embreagem porque não é preciso girar o motor para se ter algum movimento. A bem dizer, gostei tanto de dirigir este carro que passar por todas suas 6 marchas e reduzir mesmo que não fosse preciso eram desculpas para se curtir esta máquina de dirigir.

      Enfim, não compraria um sedã familiar sem um moderno câmbio automático, de preferência com dupla embreagem, mas também não compraria um esportivo sem um bom câmbio manual, relutando se fosse disponível apenas com dupla embreagem.

      [ ]

      Excluir
    25. MAC,

      Muito bem. Ta claro seu ponto de vista. Cara, o Fusion 2.3 se tocado com calma até que vai bem. Mas carregue um pouco no acelerador para ver a confusão que o bicho arruma...

      Abraço

      Lucas CRF

      Excluir
    26. Lucas; Valeu. Que bom que consegui passar o recado. Valeu. Realmente, na porta de soprar 50 velinhas, minha perna esquerda também já cansou de apertar embreagem. Olha, o que eu já dei de pau no Civic AT não tá escrito.Fui me acostuando com o carro, conhecendo seus limites e apertando o bicho. Pinto o sete com ele. Fora de brincadeira, não consegui achar os manuais melhores que o automático em nada. Mesmo ano, modêlo, etc. Já dei trabalho a muita gente na estrada, só de sacanagem. Mas este carro não tem nada de esportivo, fala isto, ninguêm nega e a proposta nào é esta. Acontece que ele curva direitinho e faz as coisas bonitinho quando a gente entende ele. E o que roda sem amolar é uma coisa inacreditável. O Galant é mais legal. 165 cvs, 2,5 litros,V6, uma delícia de carro.Só nào uso no dia a dia porque preciso arrumar a suspensão que está horrível e não acho nem gente nem peça. Vou ter que importar.... Mas ele é muito legal. Agora, o Toyota XEI 2.0 tá decepcionado MUITO.Vamos ver com o tempo e dou notícias aqui. Já vi que vc sempre escreve. Abs.MAC.

      Excluir
    27. Augustine;Obrigado. Vou experimentar mais o Omega e sedimenar como é o 6 marchas. Até agora vou te falar: um escândalo de bom! Caramba.Depois ou experimentar algum carro destes com dupla embregame que vc falou. O manual, só se for esportivo e com pouco motor, imagino. Com mais de 250 Cvs, mesmo se houver diferença em cambio, a ignorância do motor resolve. Desculpe, misturei a resposta para vc como Lucas. Também fico com a perna cansada...Qual o teu carro? stào todos assim ou é so o seu? Nos meus automáticos eu tiro o pé e eles "nem aí". Se tem algo que eles nào tem é freio motor!!!! Abs!MAC.

      Excluir
    28. Lucas, misturei sua resposta com a do augustine, desculpe. Mas o sentido tá la. Valeu. Abs.MAC.

      Excluir
    29. Mac,

      Eu uso um Acura TL, mas o estabulo tambem contem um Ford Focus e um Hiunday Elantra, todos automaticos.

      Em geral, todos automaticos que tive, e foram 7 ate agora, de 4, 5 ou 6 marchas, eles sempre tenderam a passar a marcha o mais cedo possivel. Naqueles mais antigos, que so eliminavam o conversor de torque da 3a em diante, freio-motor so em alta velocidade ou alta rotacao. Ja nos mais novos, com bloqueio agressivo do conversor ja em 1a, o freio-motor se encontra disponivel em mais situacoes. Mas se o cambio for ansioso para passar a marcha, ha menos freio-motor do que se ele segurasse a marcha. A bem dizer, reparei nesta ansiedade de se passar a marcha, provavelmente em busca de economia, inclusive no cambio de dupla embreagem.

      Eu ja dirigi alguns carros com o cambio automatico de 6 marchas desenvolvido em parceria pela GM e a Ford e o achei muito bom. No entanto, a programacao e proprietaria e so dirigi carros GM com ele e nenhum Ford. Pode ser questao de logica, pois o mesmo cambio num Buick privilegiava a maciez enquanto que num Pontiac, a rapidez.

      [ ]

      Excluir
  5. A nova geração do Fusion Hybrid está ainda mais interessante, pois conseguiram posicionar a bateria de maneira a não roubar espaço do porta-malas nem impedir que se monte um banco traseiro rebatível. Logo, o carro fica ainda mais prático e com cara de veículo corriqueiro. Não esqueçamos que uma bateria bem desenhada e que não forma degrau no porta-malas também foi desenhada pela BMW para seu ActiveHybrid 3 F30, o que significa que em breve poderemos ver ainda mais marcas fazendo híbridos que não comprometam os usos práticos que qualquer automóvel tem de ter.
    Voltando ao Fusion Hybrid, também foi apresentada a versão Energi, que tem a possibilidade de ser carregada na tomada e rodar 32 km exclusivamente na força elétrica. Na prática, alguém que saísse do centro de São Paulo em direção a alguma das estradas faria todo o trecho urbano exclusivamente na bateria, o que por si só é ótimo. Nem é preciso dizer o quanto que se economizaria para coisas corriqueiras, como ir a um supermercado ou a outros trajetos próximos.

    ResponderExcluir
  6. É realmente interessante, o funcionamento é, ressalvadas as grandes diferenças, comparável ao das locomotivas Diesel-elétricas com seu freio dinâmico dissipador de energia.
    Mas por falar em "sentir falta", o que eu sinto falta mesmo é de um carro acessível com tração traseira (só não venham me falar em Smart, por favor...).

    ResponderExcluir
  7. imagina parar um carro desses numa concessionária pra verificar algum problema no motor! o consultor técnico teria que rebolar muito pra enrolar o cliente e fazer ele ir embora. Nem em oficinas independentes teríamos segurança para reparos nesses sistemas!

    ResponderExcluir
  8. Esses carros híbridos, com dois motores, ficam pesados demais e graças à isso acabam consumindo muito. Não seria mais vantagem partir para carros menores e mais leves com motor apenas à gasolina, como o Uno (ou na Europa, o Panda)?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Seria. Mas que a vida seria uma merda , seria.

      Excluir
  9. O carro custa 130 mil porque é novidade e sua escala de produção ainda é pequena. Obviamente, quem compra um carro desses agora está mais interessado no status de ser um ecochato antenado ou saciar sua curiosidade pessoal do que em economizar dinheiro. A não ser que o cidadão pense como o meu tio, o Hélio: rico, comprava sedãs de luxo e cupês esportivos. Mas depois de um tempo passou a reclamar do consumo de combustível e se voltou para SUV's e Pick-ups a Diesel. Acreditava em Papai Noel também...

    ResponderExcluir
  10. Embuste
    Essa onda verde que esta assolando a humanidade nos dias atuais é a coisa mais ridícula e absurda que tem se ouvido nestes dias. É um verdadeiro embuste. Puro desperdício de dinheiro e recursos.A equação econômica não fecha.Nenhum produto inovador vingou na história da humanidade até os dias atuais sem que tenha sido vantajoso para todos as partes, isto é produtor, consumidor,fornecedores e sociedade. Os carros elétricos ou híbridos não atendem estes requisitos, pois penaliza a todos. E o pior embuste é falar que são verdes.
    O caminho sem dúvida esta no aperfeiçoamento dos motores a combustão, na redução do peso, na aplicação de novos materiais, na redução dos motores e coisas do gênero.E o melhor o consumidor continuará satisfeito, no quesito custo/benefício, sem contar que poderão continuar usufruindo das emoções típicas que somente um motor a combustão permite.E não será o fim dos auto entusiastas.Viva"!

    Lauro

    ResponderExcluir
  11. não li o post muito menos os comentários, só pesquisei por 4 palavras: "vida" "útil" "preço" "valor"...
    pega troxa na esquina rapai... sô mineiro sô

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. bateria dura uns 5 ano, custa baratin se precisar trocar?

      Excluir
    2. híbrido é minha mula: come alfafa, alface, coisa verde, ração de gado, cavalo, coelho, jogou a cuitada come, brotou verde a coitada ta mascando, bebe pouco, vende mais que honda 100 cc carburada forever

      Excluir
    3. Bateria que dura 5 anos é a de chumbo-ácido dos carros normais. Bateria da Sanyo (Panasonic) dos híbridos dura a vida útil do veículo.

      Excluir
    4. Já dizia o grande Otto Lara rezende: "mineiro só é solidário no cancer". Sabe o que quer dizer isto? Que os mineiros só repartem a dor. Se tem prejuízo, querem dividir. Se tem lucro, guardar sozinhos. Os aniversários são feitos calados e não convidam ninguêm. Na morte põe carro de som na rua e convidam a todos.

      Excluir
    5. É, Anônimo das 23:28, o motor "Zetec Rocam" do Fiesta, que por acaso também é obra da Ford, deveria durar "200.000 km somente trocando óleo, velas e filtros". É o que dizia no site da Ford.

      Pode vir buscar o meu com 63.000, batendo, fumando e vazando feito um louco.

      Excluir
    6. Anônimo 17:26,
      Teve azar, ou não cuidou devidamente da manutenção do seu Rocam (muito comum usarem óleo errado). Se até o motorzinho do Mille do irmão do Bob durou 245 mil quilômetros "no pau" sem problemas...
      Quanto à vida útil das baterias dos híbridos, no caso do Fusion ainda não se sabe, mas no caso do Prius, já tem muitos carros, taxis, que passaram das 300 mil milhas sem sequer perder capacidade de carga-descarga sensível. Não há qualquer reclamação quanto a bateria do Prius, pelos usuários, no Japão nem nos EUA.
      A bateria do Fusion deve estar no mesmo nível, já que vem do mesmo fabricante (Panasonic-Sanyo), se o gerenciamento de carga-descarga empregado pela Ford for tão eficiente quanto o da Toyota, a durabilidade será a mesma.

      Excluir
  12. cara pega o carro 0 km calibradinho pra falar que faz 14 km/l no percurso misto? tá tirando a favela e os 70% da classe média? vc nem é malandro.
    vc nao é malandro, vc é troxa, a "montadora" que é esperta, vc é jornalista, será?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tudo bem mas precisa falar que nem ladrão? Malandro que é malandro tá preso fio

      Excluir
    2. Quem falou em carro 0km? Era bem rodado, alias.

      Excluir
  13. e custa baratinho

    ResponderExcluir
  14. como diz o Bob, se fosse nos tempos da ditadura, esse post não iria pro ar

    ResponderExcluir
  15. Trouxa do Processo sob nº07/09/12 20:35

    Eu pego o carro na portaria da montadora e digo: "Vamos medir o consumo honesto e tentar dar uma nota para qualidade deste carro...." eu não sou trouxa...
    Devolve o carro depois de 130 min ou depois de uns 12 dias e diz: "que carro bom que escolheram pra eu, vou recomendar".
    Explica isso pra três amigos (sendo 1 parente) meus que compraram um Ágile nos últimos 4 anos, passo CPF e celular pros administradores. Passo o cpf, fone e nº do processo dos 3 amigos.
    Pegar carro 0 calibrado de fábrica pra testar uma semana ou 2 horas e falar que é bom....? Se eu comprar um isqueiro 0 km e usar por uma semana é ótimo.
    mas é claro, ninguém faz isso por dinheiro... eu não faria, ô!
    falam tanto mal de quatro patas e outras coisas jurássicas, mal vejo diferença. nada mudou.
    Antes de comprar um carro, pesquisem no YOUTUBE, acho melhor canal

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ou então pesquisar no BCWS na seção de "opinião do dono". Ali todo mundo fala a real.

      Excluir
    2. Fala. Mas que tem censura tem e eu já fui censurado lá e escrevi como uma donzela, não ferindo ninguêm. Mas falei o que pensava e que tinha testado. Falei a verdade! Dorme com um barulho destes.....Abs. MAC

      Excluir
  16. Não sei qual será o futuro próximo do carro. Mas espero que não seja etanol, afinal alguém já reparou a quantidade de boa terra fértil ocupada pela cana aqui no estado de SP??? Será que isso é realmente razoável para nosso futuro? Agora, se o o carro elétrico é melhor, aí não sei a resposta.

    ResponderExcluir
  17. Kevin de La Noya07/09/12 22:13

    Esse é um carro que eu não aceitaria nem de graça...

    Infelizmente, depois que a garantia acabar, será uma tarefa inglória fazer (e pagar) pela manutenção dessa bigorna (1.687 Kg pelo amor de Deus)!

    Como disseram aí em cima, um embuste disfarçado de ecológico...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A Ford tem uma política simplesmente deplorável de manutenção e fornecimento de peças a longo prazo.
      Basta ver que fim levaram carros como o Taurus (que voce ainda consegue manter caso opte por importar as peças diretamente dos USA), as 3 gerações do Mondeo (excelente carro nas 3 gerações), e saberemos qual será o destino do Fusion.
      Enquanto isso, na GM, voce consegue comprar TODAS as peças originais (incluindo cabeçote) de um Vectra de 1997.
      A Ford hoje tem excelentes carros, mas eu estou fora. Quem sabe um dia ela acorda e resolve este problema (e aprende com a GM que dá pra ganhar muito dinheiro vendendo peças de reposição).a

      Excluir
    2. Bussoranga leva a vida puxando o saco da GM, toda vez é a mesma conversa. Olha que comparação ruim, Taurus e Mondeo contra Vectra 1997 que vendeu horrores. Agora me fala se ainda se acha na GM peças de Tigra, Calibra e Vectra do antigo, tem gente com Kadett que reclama de falta de peças. Um lambe ovos, se fosse um Camaro híbrido ia elogiar

      Excluir
    3. Kevin de La Noya08/09/12 13:56

      Anônimo de 08/09/12 02:13,

      Calma cara, não precisa ficar tão nervoso...

      Eu tenho carros Ford desde os anos 80 do século passado e sei mais que ninguém o descaso que a "Dona Ford" tem com o fornecimento de peças e pós venda. Eu gosto dos carros e pronto, mas já tive que comprar peças inclusive no exterior (USA e UK) para manter meus carros rodando. Do Mondeo, a última vez que entrei numa concessionária pedindo se havia uma determinada peça, o balconista, em tom de brincadeira me disse que para Mondeo só tinha estopa e graxa... E olha que o Mondeo era 1999!

      Mas é como eu disse. Eu gosto dos CARROS Ford, mas mantê-los em ordem é só para quem gosta mesmo.

      Excluir
    4. Mas carro importado é assim mesmo, de qualquer marca. Como bem lembrou o anônimo 02:13, a respeito dos importados da GM, Calibra e Tigra. Para ser imparcial, teríamos que comparar disponibilidade de peças só entre os produzidos localmente.

      Excluir
    5. Ue', merito todo da GM se optou por produzir o Vectra aqui mesmo, ao inves da Ford, que pegou a saida facil de simplesmente importar o Mondeo.
      Vectra vendeu 10x mais que o Mondeo? Obvio, lembra do abismo de precos que havia na epoca?
      Quanto a pecas do Calibra, eu ainda compro boa parte delas na loja da GM: acabei de sair de la' (sim, eles ficam abertos no sabado ate' 'as 15:00) com filtro secador do AC, coxins de escapamento, diversas pecas de embreagem (incluindo rolamento e cabo), e muitas outras.
      Peguei o Vectra 97 como exemplo justamente porque a segunda geracao do Mondeo (que era a que me interessava na epoca) veio em 98, e portanto, deveria ser de manutencao facil. Mas nao e'.
      Tambem sou entusiasta Ford, mas nao tenho mais saco para ficar garimpando e importando pecas. Voce pode medir no respeito da fabrica pelo consumidor justamente pela facilidade e disponibilidade de pecas de reposicao, e neste quesito, por mais que eu abomine os veiculos GM atuais, a GM simplesmente atropela a concorrencia sem do'.
      Produzir um carro em territorio nacional faz toda a diferenca. Ter todas as pecas a sua disposicao no balcao, sem esperas, sem trocentas pesquisas, na hora, sem enrolacao, nao tem preco. Ficar com carro parado desmontado na oficina ou em casa, aguardando pecas, e' um grande pe' no saco.

      Excluir
    6. Tudo isso pra desconversar, os importados da GM sofrem da mesma falta de peças. Embreagem do Calibra é fácil de ter, é a mesma dos Vectras, procura um farol ou um capo pra ver se acha ou se tem na hora. Pode até ser que a GM seja boa em manter certas peças, mas vem falar abobrinha não dá. Além disso, o que tem isso com o assunto do Fusion híbrido? Babação de ovo

      Excluir
    7. A Ford Brasil tem sido boa em vender carros / motores que depois viram mico, com peças de reposição muito caras ou inexistentes. Esse motor diesel de cinco cilindros da Ranger, podem apostar que será um deles.

      Excluir
  18. E quanto ao Mondeo/Fusion com o 1,0L Ecoboost? O motor é um tesouro, mas será que casa bem com uma barca dessas? Eu imagino a facilidade de mexer nesse motor com tanto espaço no capô.

    ResponderExcluir
  19. Srs: Não é possível aos jornalistas daqui ou de qualquer lugar ficarem metendo o pau em carros. Cada um tem sua opinião e o gosto particular deve ser deixado o mais de lado possível em uma avaliação. Senao vira avaliação só para autoentusiastas e ainda assim vai ter discórdia para todo lado. Sejam raziáveis.O Best Car também faz censura na opinião dos leitores e eu já fui censurado lá. Consumo de carro eu só acredito se for feito por proprietários. Mesmo assim estes tendem a dizer que o carro faz mais do que faz. Incrível. Este hibrido é ótimo. Pelamordedeus! Quem, quando criança, não pensou nisto? Eu sempre imaginei um carro sendo energizado pelo freio. Simples e perfeitamente adequado. A única coisa que eu não me conformo de jeito nenhum é com os preços no Brasil. Tá valendo tudo!Nisto nos estamos ferrados porque ninguêm vai largar o osso e começar a baixar se todo mundo paga caro. E se é caro e precisamos comprar, temos que pagar. Sempre foi assim e sempre será. Impossível mudar. Abs.MAC.

    ResponderExcluir
  20. Curiosa a semelhança (aparentemente) desse sistema da Ford com o da Toyota. As duas empresas anunciaram um acordo para desenvolvimento conjunto de sistema híbrido para as picapes Tundra e série F posteriormente ao lançamento do Fusion Hybrid, mas pelo jeito já vinham trocando figurinhas já há algum tempo.

    ResponderExcluir
  21. O comentário do Lucas CRF ali em cima resume tudo. Esse Fusion hibrido é um engodo, um pesado e caro engodo, diga-se.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É brabo, né, Joel? E a Mercedes híbrida, faz algum sentido?

      Abraço

      Lucas CRF

      Excluir
  22. O problema dos carros híbridos ou elétricos é o que muitos já comentaram: não acredito que haja estrutura de produção de energia elétrica para suprir um frota mundial de 50% que seja desse tipo de veículo. Mesmo usando-se carregamento de baterias na madrugada, a quantidade de energia elétrica necessária seria muito grande.

    E outro ponto ainda obscuro (que considero inadmissível, tal o tempo que veículos híbridos e elétricos vêm sendo "pregados" como ecologicamente corretos): ninguém publica estudos sobre o impacto de produção em massa de baterias ou ao menos o quanto de energia elétrica se gasta para a produção e reciclagem dessas baterias.

    O caso do carro a Hidrogênio é outro absurdo medonho, a começar pelo risco enorme que é carregar-se Hidrogênio gasoso ou líquido a bordo de qualquer veículo que seja (alguém aí sentiria-se tranquilo em ter a bordo um tanque com o Hidrogênio, gás que se inflama com míseros 400 °C e mantém chama para concentrações entre 4% a 75%? A inflamabilidade do Hidrogênio é tão alta que um vazamento em linhas de alta pressão é suficiente para provocar a combustão espontânea do gás...). A produção e distribuição de Hidrogênio também consome um bocado de energia elétrica. Já li artigos dizendo que a energia elétrica gasta na produção e distribuição de Hidrogênio supera a quantidade de energia que ele irá fornecer. Ou seja, a conta não fecha... Usar Hidrogênio como fonte de energia só se justifica quando se necessita de chama 100% limpa, visto que a combustão de Hidrogênio gera somente vapor de água.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muita gente falando sobre os possíveis problemas referentes à carga de carros elétrico e híbridos "plugin", o que é pertinente, mas é bom lembrar que este Fusion da matéria, assim como o pioneiro Prius, não é carregável "na tomada".

      Excluir
    2. Anônimo 08/09 14:43

      Obrigado pela informação. Aí a coisa muda um pouco de figura, embora a "névoa nebulosa" sobre as baterias ainda continue.

      Excluir
    3. Mas isso não muda o fato de que este modelo é uma escolha que, financeiramente, é prejuízo na certa. Para o proprietário, a conta não fecha.

      Excluir
    4. A produção da bateria dos híbridos tem a vantagem, em relação à de baterias de chumbo-ácido, de precisar apenas uma por toda a vida útil do veículo (considerando-se mercados maduros, onde não é comum recondicionar motor e câmbio e estender a vida-útil para além do "primeiro ciclo"). Enquanto que as de chumbo-ácido, serão várias no mesmo período. No entanto, os híbridos como o Prius e Fusion, possuem também a bateria de chumbo-ácido, algo que bem poderiam ter eliminado.

      Excluir
    5. Mas olha quanto de material precisa para fazer uma bateria de híbrido. Mesmo sem trocar deve dar bem mais que o material das baterias comuns que vão sendo substituídas

      Excluir
    6. Anônimo08/09/12 22:32,
      E não somente bateria, mas eletrônicos de potência para o gerenciamento dele, além de motores/geradores elétricos. O Prius por exemplo, é dito como sendo o produto de consumo com maior quantia de "terras raras" do mercado.

      Excluir
    7. Sim, carros híbridos como Prius e Fusion Hybrid vão causar muita sobrecarga na rede elétrica, principalmente no dia que for possível tirar gasolina da tomada...

      Prius e o Fusion Híbrido são carros movidos à gasolina, com um motor elétrico auxiliar, abastecido por uma bateria que é recarregada pela energia das frenagens. Leia de novo e veja se está escrito que esses carros precisam ficar recarregando bateria na tomada.

      Sinto muito por desmontar o seu argumento batido de que "carros híbridos vão secar a usina de Itaipu" e causar colapso no sistema elétrico nacional.

      Excluir
  23. Ecológico é bicicleta...Carro para entusiasta tem motor a explosão ( pode ter 0,6 l ou mesmo 5,0 ! ) Dar prazer e quem sabe obtem isto até de um uno mille. O resto é truste, transporte individual da massa ( isto sim um acinte a ecologia ) e não comprar um carro de luxo, com um motorzinho de bosta por um preço de um bom BMW 6 cilindros.

    ResponderExcluir
  24. Carro híbrido entusiasta, era so o que faltava.

    um carro que nao se paga e ainda por cima polui o meio ambiente em sua produção

    ResponderExcluir
  25. Depois do discurso da nossa presidente Dilma , barateando o custo da energia elétrica, nao compensa mais comprar um carro híbrido como esse Fusion
    Por favor coloquem a massa cinzenta que recheia vossos crânios para funcionar.... E verão que nao vale a pena comprar o Fuaion Híbrido

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma coisa nao tem nada a ver com a outra seu inergumento.
      Pare de escrever asneira!

      Excluir
  26. Quanto dessa economia vem do motor atkinson mais o cambio CVT? Acredito que daria para atingir resultados muito bons só com isso

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Daria mesmo, tanto é que o Mazda Millenia (década de 90) equipado com motor V6 de ciclo Miller era bem econômico. O motor de ciclo miller é basicamente um atkinson com alimentação forçada por compressor, para reaver a potência específica perdida.

      Excluir
  27. Carro prá brasileiro deveria ser: tração traseira, cambio mecânico com sobremarcha e primeira/segunda mais reduzidas prá pular na frente em saidas de semáforos; motor 1.6 de manutenção simples e bom torque em baixa; espaço interno suficiente para 05 pessoas; porta-malas grande prá carregar toda a tralha de farofeiros, carrinho de bebê, carvão, churrasqueira e isopor prá cerveja, rodas grandes de liga leve, ar-condicionado, direção hidraulica, vidros eletricos e afins, além de desenho vistoso prá mostrar pro vizinho; econômico, com bom desempenho, manutenção barata e fácil e ainda com bom valor de revenda, além de preço baixo. Dá prá juntar isso em um carro só? Acho impossível, mas todo mundo fica sonhando e achando que dá. Nenhum veiculo consegue atender bem a tantos requisitos contraditórios. Agora, reduza-se a desgraçada da tributação e teremos uma variedade enorme de veiculos com preços adequados para, cada um a seu modo, atender a necessidades específicas; pagamos demais aqui e recebemos de menos. Não tem jeito, não!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Caramba! Bem resumido e colocado. Abs. MAC.

      Excluir
  28. Interessante a Ford ter disponibilizado este modelo para o consumidor brasileiro, ávido por tecnolgia e modelos mais seguros de que não abre mão, mas há de se imaginar as ressalvas de adaptação ao nosso país. Não seria só a condição geral do piso, mas mazelas que não se tratam mais de topicos a serem solucionados pelos politicos, mas a idissicrasia de um país. Não há solução. Possuo a versão SEL do modelo e venho dizer que apesar do excelente carro que é, o Fusion está acostumado à pavimentação mais evoluida do hemisfério norte, pois sofre com caixa de direção, coxins e pneus. Quando ao modelo hibrido tenho a acrescentar, como ele se comportaria às enchentes, expediente notório em nosso cotidiano?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O sistema deve ter uma proteção, pois é uma situação que pode acontecer em qualquer lugar do mundo, não precisa ser apenas no Brasil. Como o sistema é externo, ou seja, parte dos componentes fica exposto, há sempre preocupação com contato com água.

      Excluir
    2. Da mesma forma que as pessoas não morrem quando o carro comum delas, que também têm bateria (aquela de 12 V, mas tem), motor elétrico de partida (alternador) e diversos componentes elétricos (ar condicionado, ventilador, aquecedor, bobinas, velas etc) e elas não morrem eletrocultadas... morrem antes, afogadas ou arrastadas pelas enchentes, ou depois, de leptospirose mesmo

      Como se enchente fosse exclusividade do Brasil-sil-sil, embora elas ocorram aqui em grande número e com hora praticamente marcada, e mesmo assim os governantes adorem jogar a culpa em São Pedro...

      Excluir
  29. Caros entusiastas, eu sou apenas um leigo leitor e possuidor de um carro popular 1.0, quer dizer o que eu vou falar pode que esteja fora do contexto mas, eu considero que 70% ou mais... das pessoas que comprarm carro no nosso país não têm dinheiro pra bancar isso ainda, pode ser que ou quando o nosso golzinho deixar de ser o primeiríssimo em vendas e os preços dos carros forem mais justos, valeria a pena estarmos a comentar esse carro por aqui. Com todo respeito aos entusiastas... como diria, isso é carro para uns poucos privilegidos e esnobistas por que, quem compra um carro por esse preço e esses custos de manutenção, ainda, certamente não está coerente de ecomizar seja lá o que for.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Novas tecnologias são sempre disponibilizadas em carros caros no começo, depois são popularizadas. Foi assim com o freio a disco, com o ABS, com o airbag, com os sistemas de comando de voz, etc.
      É o ciclo das novidades, sempre passa primeiro pelos caros.

      Excluir
    2. Então agora o autoentusiastas tem que fazer reportagens só sobre golzinho usado pra não provocar revolta na vossa senhoria ou porque é o carro da maioria? Vai ler NA vai

      Excluir
    3. caro Anônimo 13/09/12 14:57, a minha intenção não foi censurar autoentusiastas, embora depois de enviar temi que alguem pudesse entender mal. Agradeço o esclarecimento de Milton Belli que entendeu o meu recado. Em todo caso foi interessante tomar conhecimento de alguns conceitos sobre câmbio automático e novas tecnologias.

      Excluir
  30. Enquanto vc usa energia eletrica para tomar banho e assitir TV ainda vale a pena; mas espere até todos começarem a recarregar seus carros na tomada e veja que belo reajuste vai ter sua conta !!!! o alcool era barato até não existir o flex; é assim que funciona no Brasil, alta procura, preço lá em cima!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. ótima dica, vou ver se consigo extrair alguma gasolina das tomadas, já que híbridos como Prius, Fusion Hybrid, honda insight, Cayene Hybrid, Mercedes híbrida etc só são abastecidas com gasolina.

      Ou então, passe o contato do construtor e do eletricista da sua casa, gostaria de saber como é possível tomadas elétricas fornecerem gasolina.

      Excluir
  31. Este carro, não precisa recarregar na tomada, a bateria é abastecida com freagem e quando o carro esta rodando, e realmente faz mais de 18 km por litro.
    Falo isto, na prática pois tenho uma maravilha destas!

    ResponderExcluir
  32. alguem sabe qual é a embreagem que pode ser usada no calibra?,ouvi dizer que é de vectra,mas qual ano? ,obrigado.

    ResponderExcluir

Pedimos desculpas mas os comentários deste site estão desativados.
Por favor consulte www.autoentusiastas.com.br ou clique na aba contato da barra superior deste site.
Atenciosamente, Autoentusiastas.

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.