DIA MUNDIAL SEM CARRO, DIA MUNDIAL DA FALTA DO QUE FAZER

Foto: GuiaDias.net

Hoje, 22 de setembro, um sábado, é o dia mundial da falta do que fazer, da alienação dos que imaginam um mundo sem veículos automotores, considerados por muitos como vilões e não os verdadeiros os amigos que são.

Por isso, como vem fazendo todos os anos nesse dia de trevas para o automóvel, o AUTOentusiastas repudia o dia mundial sem carro – em minúsculas mesmo, intencional, para realçar a insignificância desse dia criado por quem não tem o que fazer ou que só quer aparecer, como trocar o carro pela bicicleta, por exemplo.

Não há o Dia da Consciência Negra? Por que não, então, em vez dessa besteira de dia mundial sem carro não instituir o Dia Mundial da Consciência Automobilística?.Um dia destinado à reflexão sobre a importância e o envolvimento do automóvel na vida de todos nós – quer queiram, quer não.

Afinal, o que querem os idealizadores desse dia sem nexo? Mostrar que a sociedade pode prescindir do automóvel particular? Que pretensão mais tola! É claro que, como todo crescimento, o do automóvel traz problemas como espaço, dificuldade de rodar e de estacionar, da mesma forma que o aumento populacional entope o metrô (foto de abertura deste post), os aeroportos (foto mais abaixo), os terminais rodoviários e até, e principalmente, os hospitais. Não é problema de automóvel, é de gente.

Por favor, que ninguém me venha com o argumento de que o automóvel polui, pois isso acabou há 15 anos aqui e um pouco antes no resto do mundo, graças aos controles de emissões nos veículos. Nem o famigerado CO2, que dizem que vai fazer a Terra derreter, tem participação grande dos automóveis. Todo o transporte do mundo, incluindo aviões, navios e trens, é responsável por 25% do "fatídico" gás produzido, os 75% restantes cabendo à indústria e moradia. Desses 25%, menos da metade – 12% – é que cabe aos automóveis e comerciais leves. Cadê o vilão?

Essa mesma gente de pensamento torto, que festeja o dia mundial sem carro, não vê nada demais em se viajar de pé nos ônibus, acha isso perfeitamente natural, o mesmo em relação ao metrô. Nem precisa bater, basta uma freada mais brusca para todo mundo sair rolando pelo assoalho, com risco de se ferir. Ou será que a recomendação nos aviões de se permanecer sentado até a parada dos motores e a luz de atar cintos se apagar é apenas preciosismo do comandante ou da companhia aérea?

Filas para apresenação de vôo no Aeroporto de Cumbica (m.noticias.uol.com.br)

E em tempo de eleição aposto que vai ser candidato andando de bicicleta – para ajudar a chegar ao nirvana e poder pegar a boquinha executiva e legislativa.  Vale tudo mesmo! Eles e os cicloativistas vão querer fazer crer que São Paulo é Amsterdã, de 800 mil habitantes – igualzinho aos nossos mais de 10 milhões.

Ao inevitável crescimento da frota – o mundo já chegou ao bilhão de veículos, um sétimo da população mundial – junta-se o amadorismo (ou desinteresse?) de quem cuida de trânsito na pátria amada. Tudo na base do chutômetro, nada de estudos sérios, nada de métodos de controle de trânsito eficazes. Controle semafórico inteligente? Ora, deixa pra lá...

Aqui em São Paulo – pode ser em qualquer cidade – temos a (falta de) ação da "Companhia de Engarrafamento de Tráfego" para melhorar o trânsito. Por exemplo, em vez de aumentar a velocidade do fluxo do importante eixo norte-sul da capital, elevando o limite de 80 para 90 km/h, baixou-a para 70 km/h,  e o resultado está aí, a olhos vistos: entupiu. Avenidas de 70 km/h passaram a 60 km.h. Até parece que a intenção é travar tudo mesmo. "Se não há trombos no trânsito, tratemos de criá-los", provavelmente pensam as cabeças "férteis" da CET. Isso sem contar a caixa registradora não parando de fazer plim-plim o dia inteiro devido ao "excesso" de infratores, que desobedecem os limites imorais de tão baixos.

Ainda anteontem publicamos notícia da Folha de S. Paulo de que o Ministéro Público Estadual instaurou inquérito para apurar a questão da redução de velocidade desmedida nas ruas e avenidas da capital paulista promovida pela CET com o aval da Secretaria Municipal de Transportes.
Policial de trânsito: aqui, passado, na China, presente, como em Xangai, 12,2 milhões de habitantes (q2hoo.com)
Claro, tome radar e detector de velocidade! Policiamento de trânsito que é bom, nada, só o vi nos meus primeiros dez ou quinze anos como motorista. E polícia mesmo, nada de fiscal sem poder de polícia, com "pudê" só para multar. A sensação que se tem é de estarmos ao deus-dará.
Por isso, autoentusiastas, aproveitem bem o dia mundial da falta do que fazer usufruindo do prazer em sair com seu carro – nesse dia, especialmente!.

BS

188 comentários :

  1. Pena que não pude fazer meu "Caravan 350 V8", pois hoje seria o dia ideal para andar muito, mas muito mesmo, curtindo o final de semana e protestando abertamente contra essa estupidez a respeito dos automóveis.

    Creio que já foi comentado aqui no AUTOentusiastas, mas deveriam fazer o dia mundial sem hipocrisia...

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    1. 350 infelizmente eu nao tive o prazer de ter, mas hoje rodei bastante com minha Caravan 4.1
      Claro, como tenho consciencia ecologica, meu carro é a alcool que é uma fonte de energia renovavel kkkkkk

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    2. Sobre General Motors... aglomerado de barracões velhos em São Caetano do Sul.

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  2. Bem que também podiam instituir o dia mundial da seriedade dos governantes, pois todos os dias está dificil......

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  3. Hoje li um argumento estapafúrdio de mais um cicloativista ecochato a favor das bicicletas no trânsito dizendo que não se tem notícias de bicicletas matando pedestres, mas apenas de carros e demais veículos automotores matando ciclistas e pedestres. Ora, a alienação deles chega a tanto - para não dizer ignorância pura - que temos que ler ou escutar esse tipo de coisa. Como poderia um objeto que pesa aproximadamente um quinto de uma pessoa ter massa suficiente para matar uma pessoa? Só mesmo se os ciclistas começarem a tomar multa por excesso de velocidade. Do jeito que vão as coisas na CET, isso vai ser possível em breve pelos limites ridículos...

    Legal mesmo foi ver um idiota todo paramentado com capacete, luzes - como deve ser realmente - "pedalando" pela calçada e com o motor elétrico da bicileta funcionando. Isso mostra que essas pessoas que se dizem "politicamente corretas" apenas pensam que são diferenciadas, mas como diz o ditado: "macaco senta no rabo para falar dos outros".

    Em tempos que a percepção das coisas está meio deturpada, argumento baseados apenas no bom senso passam a ser primorosos. Longe de querem desmerecer seu texto, que são ótimos Bob. O diferencial está em resistir à hipocrisia que se instaurou e defender seu ponto de vista que também é compartilhado por muitos outros cidadãos.

    Atualmente, participo de provas de automóveis, mas quando não possuía habilitação, participava de provas de ciclismo e andava muito com a magrela. Entretanto, não consigo conceber ir ao trabalho distante 22 km de minha residência pedalando por avenidas de limite de 70 km/h e trânsito pesado de veículos sem ao menos ter um "acostamento" ou algo assim. Fora o tempo gasto que me faria sair de casa beeem mais cedo (hoje gasto 35 minutos e desafio um cicloativista achar que pode obter uma média de velocidade mais alta).

    Também não sou egoísta o bastante a ponto de reinvidicar velocidade menor na avenida para eu me sentir mais seguro no meio dos automóveis...

    Estamos juntos, Bob!

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    1. Gabriel Cunha22/09/12 14:27

      Aproveitando suas palavras, bicicleta pode matar ou ferir violentamente. Vide os ciclistas irresponsáveis que trafegam pelas calçadas, já presenciei um quase (ainda bem!) atropelamento de uma mãe com seu bêbe de colo por um cilcista trafegando na calçada.

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    2. É outra histeria essa a de não poder andar na calçada. Depende muito da calçada e do movimento. Se a calçada foi relativamente larga, com pouco movimento e se o ciclista andar com cuidado e devagar, não vejo problema.

      João Paulo

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    3. Cada veículo no seu lugar, se não carro andando na marcha lenta em calçadas também não tem problema. E ciclista que anda devagar e com cuidado hoje em dia é raridade

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    4. Ciclismo é o esporte que mais mata no mundo...

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    5. Uns quinze anos atrás um ciclista que trafegava pela calçada aqui perto de casa pela calçada atropelou uma senhora, que bateu com a cabeça em uma muretinha e veio a falecer.

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    6. Ecochatos e Ciclochatos dão no saco! Sou um Petrolhead de carterinha (mas curto pedalar nas trilhas de fim de semana) e não os suporto!!! Oh gente hipócrita e cretina!!!
      Quando esta raça pedir uma Pizza manda um "bikeboy" entregar que vai chegar gelada; Quando ficarem doentes coloque estes chatos na garupa da bike e leva pro hospital e manda descer da garupa e empurrar na subida!!
      Fernando

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  4. Bob,

    E a vaca e o boi, onde ficam nesta história?




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    1. Anônimo 22/09/12 09:34
      Bem lembrado, mas nesse caso trata-se do metano (CH4), que é outro gás do chamado efeito estufa, não o dióxido de carbono (CO2).

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    2. Bob,

      Depende de que extremidade da vaca se esta falando...

      :-)

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    3. Metano esse que detona a camada de ozônio muito mais agressivamente que o CO2

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  5. Bob, tens o meu apoio!
    Não basta a gente ter que aguentar um governo inescrupuloso, nós ainda temos que ouvir a pregação desses ecochatos fanáticos que não respeitam nenhum ponto de vista diferente que o deles.

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  6. Irretocável como sempre, Bob. Totalmente apoiado. Hoje é dia de sair com meu Santa Matilde! Um grande abraço.

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  7. É tudo isso mesmo, Bob.

    Acrescento: em Belo Horizonte deveriam criar o Dia sem Ônibus! O centro vive entupido com esses mastodontes que se deslocam da faixa da direita para fazerem conversões à esquerda, tudo "planejado" pela brilhante BHTrans. E quando se precisa, o busão demora muito tempo para passar no ponto e vem lotado.

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  8. Um cientista da Universidade da California descobriu que a poluição de partículas provocada pelo preparo de um hamburguer grelhado numa chapa de lanchonete é o equivalente ao de um caminhão articulado de 18 rodas rodando por mais de 200 km (fonte: http://www.jalopnik.com.br/um-simples-hamburguer-grelhado-polui-tanto-quanto-uma-carreta-de-18-rodas-a-diesel-rodando-por-240-km/).

    Então não seria o caso de instituir o dia mundial sem hamburguer? Ou então instituir a proibição ao churrasco (que tem o agravante da emissão de partículas da queima do carvão)?

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    1. KzR:
      Bem colocado. Esse dia sim seria mais útil ao planeta.

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    2. O carvão vegetal, que é utilizado no churrasco, possui um balanço de CO2 positivo ao meio ambiente, ou seja, as florestas plantadas especialmente para utilização da madeira para a pirólise absorvem mais CO2 do que o processo de carbonização lança na atmosfera. Sobre o material particulado eu não sei dizer.

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    3. Pô ekkohara, já estão fazendo de tudo p/ nos tirar o prazer de dirigir, não me venha dando ideia p/ nos tirar tbm o prazer de comer um bom lanche no carrinho da esquina ...rssss

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    4. O Peido da Doida
      Zé Pinguelo

      Mais uma doida em Bacabal
      Em fevereiro passado
      Deu um peido tão danado
      Que abalou a cidade
      O leão quebrou a grade
      Saiu da jaula e correu
      O sol desapareceu
      A lua deu uma parada
      Tudo isso só por causa
      Do peido que a doida deu

      O vigário Baltazar
      Tava celebrando a missa
      Quando sentiu a carniça
      Abandonou o altar
      Fechando bodega e bar
      A cidade apodreceu
      A prefeitura entendeu
      Que havia necessidade
      Decretar calamidade
      Do peido que a doida deu

      O doutor José Aurora
      Era o senhor Delegado
      Ficou tão agoniado
      Que correu na mesma hora
      Botou os presos pra fora
      Depois desapareceu
      Sargento, cabo e soldado
      Quase morrem intoxicados
      Do peido que a doida deu

      No hospital São Vicente
      O doutor se agoniava
      Por toda hora chegava
      Carro com gente doente
      De atender tanta gente
      O doutor adoeceu
      A enfermaria se encheu
      Nem injeção dava jeito
      Para cortar o efeito
      Do peido que a doida deu

      Flores e plantas murcharam
      As lojas também fecharam
      Por ordem da prefeitura
      Um engenho de rapadura
      Nesse dia nem moeu
      Mau estar de lá correu
      Sairam tampando o nariz
      Era um mal-cheiro infeliz
      Do peido que a doida deu

      A cidade ficou cheia
      Com cinco mil urubus
      Faltou água, faltou luz
      A coisa ficou feia
      Com cinco léguas e meia
      Muita gente adoeceu
      Quem era fraco morreu
      Era grande o desespero
      Mal aguentavam o mal-cheiro
      Do peido que a doida deu

      Caçaram a doida danada
      Para fazer um estudo
      Mas ela vendo isso tudo
      Saiu numa disparada
      Entrou na mata fechada
      Nunca mais apareceu
      A cidade escureceu
      A terra ficou tremendo
      Ainda hoje tá fedendo
      Do peido que a doida deu

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  9. É melhor ler isto que ser cego.

    Bom tem idiota para tudo no mundo né?

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    1. UI! TEMOS UM ECOCHATO AQUI!

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    2. Concordo contigo, Leonardo. É melhor ficar sem dirigir um dia do que TODOS os dias (cegos não têm carteira).

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    3. Ninguém te obrigou a vir aqui nem o impediu de ir embora.

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  10. No estágio atual do Brasil, ou de São Paulo, é impensável mesmo dispensar o carro. No Japão, a realidade é outra, e carro é só pra entregas expressas ou fins de semana. Transporte público (bem ou mal) faz o serviço.

    Mas também não é ideal dizer que a poluição vem das indústrias tão somente. São Paulo, por exemplo, não tem nem mais a metade da concentração de indústrias do passado. Pensando em termos globais, sim, o carro não é tão relevante na poluição, mas boa parte da poluição concentrada nos centros urbanos vem de veículos automotores. E para quem quiser referências, há dados da CETESB deste ano de 2012 que mostram que veículos leves são os principais responsáveis por emissões de CO e HC.

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    1. __Acredito que eles tem sua parcela de culpa, mas não devem ser taxados de maneira alguma como sendo O Vilão da História.
      __Em estradas e rodovias quase não se sente o efeito poluidor dos carros, mas em muitas cidades acaba sendo muito incômodo.

      KzR

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  11. Flavio Norio Shashiki22/09/12 10:59

    Bem, e o pior de todos, é que se você pesquisar e procurar, existem muitas pessoas extremamente importantes da área da geologia que acreditam que a Humanidade não é responsável pelo aquecimento global, e que este é um fenômeno natural e onde a humanidade não influencia em nada.
    O problema da poluição, por outro lado, reside em outras situações muito mais agravadas que nos veículos leves, como os veículos pesados mal regulados e as industrias fora das normas ambientais. O carro, ainda mais na cidade de São Paulo, com o controlar, que teoricamente funciona, evita que estes exalem estes gases.

    Ou seja, No final, tudo é uma grande farsa

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    2. Basta ter um pouco de raciocínio: Antes de virar petróleo, aquela matéria orgânica era floresta, que absorveu o gás carbônico do ar. Se queimássemos todo petróleo do mundo, só estaríamos voltando nossa atmosfera para algo próximo do que existia quando os dinossauros andavam sobre a Terra, o dia tinha 23 horas, os continentes estavam juntos...
      (tinha feito uma brincadeira no comentário anterior. Reparei que não tenho talento para comédia e já excluí por conta.)

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  12. KzR: Hoje é o Dia Mundial Sem Carro e Eu já fiz a minha contribuição: dei uma boa volta de carro pela manhã.

    Ótimo texto Bob.

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  13. Saí cedo de carro. Lá pelas 8h foi divertido ver um monte de carros parando e seus "ativistas" deles tirando as bicicletas para saírem pela ciclovia...
    Que cena mais irônica.

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    2. Esses Ciclo Ativistas são o que existem de pior!

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    3. Esses tais cicloativistas saem por aí dirigindo barbaramente, usam carro com filme G5 e reclamam dos outros motoristas. Vai entender...

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    4. É o tal "Motor Mania" com o Pateta (Goofy), mais de 60 anos depois.

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    5. Ué! Não entendi essa... Não era para ser dia mundial sem carro? E esses chato-ativistas DIRIGIRAM SEUS CARROS até o destino, para somente então andarem de bicicleta??? Não falei que faltando o dia mundial sem hipocrisia?

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    6. Pois é, Road Runner, não dá para entender: são os eleitores de um certo partido que está há vinte anos no poder em São Paulo.

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  14. Bob, você é a favor do controle de natalidade? eu sou totalmente a favor.

    Quando se fala em preservação do planeta todos culpam o lixo, os carros e as fábricas, mas não culpam o excesso de gente.

    Fico feliz em saber que você percebe que há um grande excedente populacional, coisa que quase ninguém percebe. E quero saber a sua posição quanto ao controle de natalidade.

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  15. Dia mundial sem carro? Só por isto, vou dar uma voltinha, he, he! E ficar na torcida pela criação do "Dia Mundial Sem Campanhas Idiotas."

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    2. Assim como você não é gente.

      Vá de retro, Trapo Humano. Desinfeta!

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    3. Mr.Car
      Isso mesmo , é bem por aí !

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    4. Mr. Car, aproveite o Dia Mundial sem Carro. Andar de Logan pode, afinal, não é carro.

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  16. No Dia Mundial sem Carro do ano passado o Bob disse o seguinte "O automóvel é e continuará sendo, até o último dia do mundo, a maior expressão de liberdade individual, e essa liberdade tem de ser defendida a todo custo. Começando pela repulsa a esse movimento idiota celebrado nessa data." Isso foi em um post sobre o Dia Mundial sem Carro.
    Já no post de 4 de Setembro deste ano que tratava do IPI e do câmbio, o mesmo Bob (seria o mesmo?) respondeu a um comentarista "...lembrando que automóvel não é gênero de primeira necessidade."
    É a maior expressão de liberdade num dia e no outro é dispensável. Quando a discussão é com aqueles que criticam o transporte individual nos grandes centros urbanos, ele diz que o automóvel é a maior expressão de liberdade. Já contra os que atacam o alto preço do automóvel no Brasil, não é gênero de primeira necessidade.
    Voltando ao Dia Mundial sem Carro, você pode sair com seus dois Celtas Bob. É Dia Mundial sem Carro e suas carroças não se enquadram na categoria automóvel de verdade.

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    1. Anônimo 22/09/12 12:36
      O, mente "brilhante", ensine-me a dirigir dois carros ao mesmo tempo, pois não sei. Mas hoje vou deixar o Celta em casa e andar com um carro estrangeiro muito bom e rápido. E, de novo, mente "brilhante", desde quando automóvel é gênero de primeira necesssidade? Sabe por acaso o que é isso? E se você acha que Celta é carroça é porque você não a menor noção do que é automóvel e muito menos do qué é dirigir. Você deve ser mesmo um "navalha" daqueles de meter medo.

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    2. Diogo R Santos22/09/12 14:35

      Anônimo, existe um problema no seu argumento:

      É claro que o automóvel é um dos maiores exemplos de liberdade individual: eu consigo definir minhas partidas, meus rumos conforme ao meu bem entender e conforme as minhas reais necessidades, muito diferente de um ônibus por exemplo que, em Curitiba, uma cidade com um sistema de transporte ainda bem definido eu tenho que escolher "horários" menos movimentados. Claro que pra mim sou muito mais intolerante a ficar apertado dentro de um onibus infestado de gente do que ficar preso dentro de um carro. Pra mim equivale ao mesmo a estar em meu próprio quarto, com minhas músicas e minhas ideias.

      Entretanto como todo exercício da liberdade existem também as responsabilidades, desde conseguir pagar e manter o carro até dirigir corretamente. E se uma pessoa não consegue pagar seu automóvel? Melhor que não tenha. Mais abominável é ver gente se FUUUUU.... por causa de convenções sociais, estes os maiores embustes da vida, que leva muitos homens e mulheres a uma vida miserável e medíocre.

      Você vê incoerência nos discursos do Bob? Eu não

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    3. Diogo R. Santos, a incoerência está em ele defender o automóvel como "a maior expressão de liberdade individual" quando a discussão é sobre mobilidade urbana e dizer que não é gênero de primeira necessidade quando os críticos são aqueles que acham que o carro é caro no Brasil. Se o automóvel fosse a maior expressão de liberdade individual, seria gênero de primeira necessidade automaticamente ou a liberdade não é essencial? E outra; se ele não achasse o automóvel caríssimo no Brasil devido ao enorme lucro dos fabricantes, não teria dois Celtas comprados diretamente da General Motors com desconto de ex-funcionário e sim carros melhores e mais caros.

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    4. Há uma falha essencial aqui:
      "Se o automóvel fosse a maior expressão de liberdade individual, seria gênero de primeira necessidade automaticamente ou a liberdade não é essencial"
      O fato de o automóvel ser de tamanha expressão de liberdade individual não significa ser a única forma.
      Alimentação é gênero de primeira necessidade, entretanto caviar, que é alimento, não o é.
      Assim como existem diversas formas de alimentação que suprem a necessidade essencial (básica) do alimentado, também existem outros meios de transporte além do automóvel que suprem a necessidade de deslocamento.
      A escolha de suprir qualquer uma destas duas necessidades de forma mais requintada e luxuosa não extende, necessariamente, sua natureza à de ítem de primeira necessidade.
      O ônibus nasceu para todos, o automóvel, para quem possa bancá-lo.
      O que discordo do Bob é quanto a essa distinção entre primeira necessidade e necessidade secundária que, interpretada de forma tão ampla, necessariamente ignora os tons de cinza pelos quais as condições para a aquisição de auto próprio são tão desiguais entre nosso país e o estrangeiro, mas isso já implicaria em pisar noutro tópico.

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    5. Há várias falhas. Apontei só duas, mas poderia passar o resto do dia aqui enumerando-as.

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    6. Navalha é o seu filho que destruiu um carro em uma banca de jornais.

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    7. anonimo 22/9, 12:36

      Você é a mais pura definição de analfabetismo funcional. Pra você nem mesmo voltar à escola, lá nas aulinhas de interpretação de texto, resolve alguma coisa. Boçal.

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    8. Que bravo!
      Eu não sou bravo e muito menos navalha. Nunca destruí um carro em uma banca de jornais.

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  17. Douglas,

    Se tivesse controle de natalidade quando você nasceu, quem sabe hoje você não estaria aqui.

    Talvez até fosse melhor viver sem você, mas aí, eu penso que seríamos muito egoístas em não lhe proporcionar essa coisa maravilhosa chamada vida.

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    1. CNN, o Douglas fez uma pergunta perfeitamente legítima e você respondeu de forma grosseira, além de egoísta. A vida pode até ser maravilhosa pra você, mas esteja certo que muitas famílias que hoje não têm condições de sustentar quatro, cinco ou mais filhos (mesmo com - ou por causa de - um programa hipócrita e eleitoreiro chamado bolsa família) teriam uma vida muito melhor se tivessem mais consciência sobre essa questão.

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    2. Anônimo 00:35,

      Você acha que fui grosseiro e egoísta só porque defendi à vida?

      E você e o Douglas, em suas insignificâncias perante o universo, pensam que tem o poder de decidir sobre ela? Desculpe em dizer, mas isso é muita mesquinhez.

      Pergunte a esses "favelados" e "miseráveis" se querem deixar de viver. Certamente a grande maioria dirá que não.

      O que essas pessoas precisam é de estudo, paz, saúde e amor e não impedimentos para se procriarem.

      Agora, veja como está a situação da Europa que praticamente foi invadida por imigrantes, por não terem mais mão de obra suficiente.

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    3. Diogo R Santos23/09/12 13:38

      CCN

      Uma das maiores palhaçadas que já vi em toda a minha existência é a defesa irresponsável pela vida. Esta defesa do simples "existir" é que protege e mantém muitos dos piores indivíduos, e não estou falando apenas de bandidos, mas também de mediocridade que se vê por aí. Seja através de relações fajutas ou outras convençoes sociais, estes os maiores embustes (e isso não vale só pra gente pobre, como pra rico e classe média também). E outra, muitos dos ditos "coitados" só querem levar suas vidas de maneira leviana e irresponsável. Muitos tem filhos não por questão de amor, mas por ser mero acidente de percurso ou por malditas convenções sociais. O que esperar deste tipo de crianças que nascem agora? Grandes cientistas? Vá sonhando.... Pra mim esta gente tem que ter mais juízo e senso de responsabilidade do que de paz e amor

      Você pode julgar isto "egoísta", mas o egoísmo sempre foi algo inerente ao ser humano. Todas as grandes pessoas que fizeram história sempre foram movidos por interesses egoístas, desde reconhecimento público à satisfação pessoal. O que define um grande homem na minha opinião não é o que "tem", não o que "é", mas sim o que ele "faz". E a história é escrita por poucos, pois muitos mais se importam em se adequar às convençõeszinhas sociais mundanas do que buscar grandes realizações. Muitos deixam filhos talvez para não serem esquecidos. Pena que em boa parte dos casos é um legado maldito.

      Eu da minha parte me recuso a ter filhos, a vida tem variantes demais para se preocupar apenas em deixar "sucessores".

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    4. E exatamente pos isto que a vida deve ser defendida sempre: para que aqueles propensos a julgar os outros segundo suas escolhas pessoais nao se arroguem o direito de executar aqueles que as rejeitam.

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    5. Entendo por controle de natalidade não matar quem já nasceu, ou até mesmo não terminar a gravidez de um feto ainda no útero materno, mas sim pensar de forma consciente antes de ter um filho. Imagine como seria o mundo hoje se todos resolvessem ter mais de 10 filhos como era comum a cerca de 60, 70 anos atrás...

      Infelizmente, a triste realidade é que o mundo não tem espaço para muito mais gente "aparecer" por aí. A China e Índia mesmo enfrentam problemas seríssimos devido ao excesso de habitantes em tão pouco espaço físico.

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    7. Toda a população da terra caberia no estado de Mato Grosso com uma densidade populacional comparável a da cidade de São Paulo. Quem diz que existe o risco de superpopulação nunca voou, quando se voam horas sem se ver sequer um centro urbano.

      http://youtu.be/laUyFWBcuYU

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    8. Muito bem, Sr. Augustine. Mas aí eu lhe pergunto: quanta terra será necessária para cultivar alimentos no seu hipotético Mato Grosso habitado por toda a população da terra? E o lixo produzido por todas essas pessoas, para onde iria? Deus me livre de morar num lugar assim. onde o canibalismo se tornaria rapidamente a norma das relações sociais.

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    9. Se todo o mundo estiver no Mato Grosso, tem-se todo o resto da Terra para cultivo, oras.

      Mas nao estou sugerindo que isto aconteca, apenas que olhar de sua janela em, digamos, uma densa Sao Paulo e achar que a Terra toda e assim e ingenuo e alarmista. ;-)

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    10. Se formos levar o direito à expectativa de vida de forma tão cabal a ponto de entender que o controle de natalidade é algo nocivo ao ser vivo, então é justo dizer que cada p*nhetinha é um genocídio.
      Vida quantitativa é tão mais importante do que vida qualitativa?
      Aposto que é contrário a eutanásia de pacientes terminais em quem nem mais morfina faz efeito e completamente contra a interrupção de gravidez dos fetos anencéfalos, não é mesmo?
      É tão bonitinho defender a incolumidade absoluta da vida quanto não se lida com a miséria absoluta, com a dor insanável, com a doença terminal...

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    11. A terminacao de uma vida nao melhora sua qualidade. No entanto, ainda que prescrever homicidio nao seja tratamento medico, e conveniente aqueles incapazes de atos de caridade para aliviar o sofrimento de outros.

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    12. Muito menos o seu sofrimento irremediável. Não sei onde que está escrito que vida, mais do que direito, é dever. Se o sujeito quer ter um fim digno e sem sofrimento, decisão mais justa do que essa não lhe poderia competir.
      Mas vá lá fazer ato de caridade para alguém agonizando terminalmente em uma maca, sobre o qual nem o mais potente analgésico surte efeito, vá lá e SE sinta bem.
      Morte é estágio natural da vida, e como chegar a ela tirando o máximo proveito do que a vida tem a oferecer é um jeito muito mais digno de se viver do que acreditar numa ilusão de que ela nunca chegará.
      Acho engraçado, inclusive, que muita gente que defende a incolumidade absoluta da vida é do mesmo tipo que prega as maravilhas post mortem de religião X ou Y, mas que na hora H se caga todo e toda aquela conversa de "meu deus me espera no paraíso" vai pelo ralo... Defendem tanto a vida justamente pelos seus próprios medos do que aguarda após ela.

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  18. Essa redução de velocidade é criminosa. Foi feita sem qualquer tipo de critério. Uma avenida como a Roberto Marinho, de umas 5 faixas tem a mesma velocidade máxima da Rua Estados Unidos, ou da Avenida Santo Amaro, uma das mais apertadas da cidade. É lamentável!

    Ou o que dizer do túnel Ayrton Senna!? Reduziram a velocidade para irreais 60 km/h. Os 70 km/h anteriores estavam bons, mas poderia ser 80 km/h. Agora mesmo sem muito movimento o tunel fica entupido, pois algumas pessoas andam no limite, travando todo o fluxo! O Eterno Ayrton Senna deve se revirar no túmulo ao ver o que acontece no túnel que leva o seu nome...

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    1. A menor velocidade dá a sensação de lentidão, de fato. Mas também acaba dando mais continuidade, ou seja, menos paradas bruscas em situações de tráfego muito denso.

      Uma coisa que tem de ser regulamentada é o limite de velocidade dinâmico, através de painel de mensagens variáveis. Basta ver a bagunça que fica em certos trechos de congestionamento em que aparece um gap e o pessoal acelera com tudo, e depois tem de parar bruscamente, potencializando risco de engavetamentos. A legislação atual é desatualizada, tendo vários pontos que usam o antigo código de trânsito ainda, como sinalização.

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    2. Nesta madrugada passei na Av. dos Bandeirantes por volta da 1h30min da manhã.

      Limite de 60km/h (antes era 70km/h) e todo mundo dirigindo a pouco mais de 50km/h, se borrando de medo de multas, embora todos saibam onde estão os radares.

      Resultado: um transito pesado naquela hora e um martirio dirigir....

      Marco

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    3. De fato, dirigindo pela Bandeirantes a 58 segundo o GPS e usando controle de velocidade so encontrava trafego dos tiozinhos entupindo a via...

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  19. É necessário evitar deslocamentos pendulares casa-trabalho-casa feitos por automóvel. Isso é o que está por trás de desenvolvimento sustentável.

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  20. Concordo que o dia mundial sem carro seja uma babaquice, agora dizer que carro não polui é outra babaquice. Por que ao invés de atacar quem defende a idéia, você não começa a lutar de alguma forma por um transporte de massa mais decente. Acha normal um estilo de vida onde 15 milhões de pessoas vivem espremidas e todas elas andando de carro?
    Cada um na sua! Ande com seu carro, deixem os ativistas da bike e compradores de smartphones na deles!

    João Paulo

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    1. João Paulo
      Carro não mais poluir é um fato indiscutível, não babaquice. A briga histérica hoje é emissão de CO2, gás que não é tóxico, é o que sai também dos nossos pulmões, portanto não polui mesmo. Transporte de massa decente é uma necessidade e defendo a idéia há tempo. Eu mesmo uso sempre o metrô para ir de Moema ao edificio Conjunto Nacional. Só que São Paulo ficou tão populosa que tenho encontrado o metrô superlotado quase sempre. Como escrevi, o problema não é o carro, mas o excesso de população.

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    2. Bob
      Nota-se que os ecochatos não sabem sequer a diferença de gases poluentes e gases causadores do efeito estufa. E ainda querem discutir o tema...

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    3. Depende do ponto de vista CO2 poluir ou não. Em concentrações maiores que o encontrado naturalmente, CO2 é ASFIXIANTE. Até O2, se em excesso, não é bom.

      O ponto é que o CO2 está CONCENTRADO nas metrópoles. E isso causa problemas de saúde. Há também as ILHAS de calor, que são localizadas e grandemente responsáveis pelas diferenças de temperatura entre as regiões da metrópole. Isso é bem diferente de aquecimento GLOBAL, que concordo, é besteira tanto alarde. Por favor, não confunda as coisas.

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    4. Na verdade, com Euro 5, os gases de escape sao mais limpos que o ar aspirado pelo motor: http://bit.ly/UD48TL

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    5. Se carro não polui mais, porque essa camada de poluição que a gente vê na cidade? Da meia dúzia de fuscas e corcéis que ainda rodam? Que diga esses dias de estiagem...

      João Paulo

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    6. Joao Paulo,

      A maioria dos carros circulando no Brasil nao sao Euro 5. As principais fontes de poluicao no Brasil sao as industrias, seguido, sim, por transporte, mas, neste case, caminhoes e onibus soa responsaveis pela maior parte dela.

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    7. João Paulo
      Isso escurdo que vê no ar é poeira em suspensão, não são gases poluentes.

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    8. E com todos esses dias de estiagem não teve internações em massa nem um monte de gente passando mal. Fato é que falam muito, exageram muito e inventam muito mas no fim boa parte da poluição dos carros e das indústrias não são mais realmente importantes. Estava na hora de se preocuparem mais com poluentes que são importantes e não com babaquices como a emissão num carro atual ou o CO2 que já viram que não deu em nada

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  21. Anônimo das 10:16. Não me venha com essa babaquice de "carro para fim de semana". Nosso trânsito já é violento o suficiente para não precisar ser ainda mais macabro por causa de uma superpopulação de motoristas domingueiros.
    Automóvel não é gênero de primeira necessidade? Não, mas "transporte" é. A forma como esse transporte é feito, é outra história. De ônibus e de metrô está cada dia mais difícil.
    Pergunto aos leitores paulistanos, é verdade que carro não polui? Desde quando? Desde que foi implantado o programa CONTROLAR, é isso mesmo? Perguntem para o Kassab (que não deve ser um mau prefeito, já que está no segundo mandato) por que o programa não começa fiscalizando a qualidade dos combustíveis?
    Dia Mundial do Combustível de Qualidade ninguém promove. Dia Mundial dos Serviços Públicos com Lisura e Qualidade, também nunca promoveram.
    Dia Mundial do Voto Consciente? Nem pensar.

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    1. Dirigir todos os dias não é condição para dirigir bem. Aliás, às vezes é bom parar por um tempo para remover vícios e irritações do cotidiano. Uma das melhores sensações é voltar de viagem sem ter pegado o carro por uns 10 dias, e dirigir na cidade em um feriado, por exemplo.

      E uma vez que a pessoa aprende a dirigir realmente bem, não é em uma semaninha sem dirigir que vai esquecer, concorda? Não quero dizer que se deva aposentar o carro, longe disso. Mas usar todos os dias não seria uma necessidade se a realidade de nossas cidades fosse outra.

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  22. Precisava era parar de vender tanto carro. Ou se aumenta a quantidade de quilômetros asfaltados ou se diminui a quantidade de carros, pois essa equação é que não esta batendo. Agora, como fazer isso já é outro problema que eu não sou pago para resolver, e quem é pago não resolve.

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  23. Gabriel Cunha22/09/12 14:31

    Hoje é o Dia Mundial Sem Carro NA GARAGEM!

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    1. Gabriel Cunha
      Taça pelo melhor comentário do post. Parabéns!

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    2. Até pq não existe tanta garagem... Os lindos carros ficam mesmo pelas calçadas onde eu deveria conseguir passar com minha cadeira.

      Já não bastasse o lixo que são essa calçadas...

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    3. Carro em calçada no Brasil é multa e retirada do veículo, ou seu bairro é muito mal fiscalizado ou vc está falando idiotice (provável que está mentindo sobre ser cadeirante também, ecochato gosta de fazer teatro). Viva o dia mundial sem carro NA GARAGEM!!!!

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  24. Belo texto Bob, concordo com 100% do que disse!

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  25. Deviam inventar o dia mundial do dedo no cú, puta merda!

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    1. Mas que aparem as unhas antes, pelo amor de Deus.

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  26. E mesmo? Nao sabia dessa idiotice. Vou celebrar este dia fazendo o que mais gosto com 270CV: http://mapq.st/lVUBOn

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  27. E a Companhia de Engarrafamento de Tráfego está fazendo sua parte: multa até por "furar o rodízio" carro transportado em caminhão-plataforma e - para completar - a JARI indefere o recurso do camarada!

    http://rederecord.r7.com/video/o-povo-sofre-motorista-recebe-multa-de-carro-que-estava-sobre-o-guincho-505b429f92bb17f5dc38b4ab/

    Lembrando que o CTB permite a fiscalização eletrônica como meio probatório para autuação mas, evidentemente, se essa fiscalização eletrônica não distingue um veículo transportado de um "rodante", não poderia ser chancelada pelo Inmetro e, assim, TODAS as autuações dela decorrentes deveriam ser nulas.

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    1. Anônimo 22/09/12 16:49
      Se ainda existisse o "Acredite...se quiser" essa notícia sairia lá, sem nenhuma dúvida Coisa de louco! A turma quer faturar de qualquer maneira, impressionante.
      Fui multado com um Bravo T-Jet de teste por parar sobre a faixa de pedestres, só que eu estava andando, não parado. Mas a câmera fotografou...Recorri e não sei o resultado, pois o recurso vai para o proprietário, no caso a Fiat, em Betim. Como não me cobraram (é normal cobrar), nem vi pontos acumulados na minha CNH, presumo que o recurso foi deferido. Sei que estava andando porque além de jamais parar sobre faixa, era domingo 8:30 da manhã, tráfego nenhum, logo não posso ter parado por falta de espaço à frente. Mas esse história de carro multado por desrespeito ao rodízio estando numa plataforma é mesmo campeã.

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  28. Achei que essa charge encaixaria perfeitamente aqui:
    http://charges.uol.com.br/2012/09/22/cotidiano-dia-mundial-sem-carro/
    Hoje deu certo de pôr o Opala na rua. Ninguém nem lembrou que era dia sem carro, o trânsito estava tão fluido quanto sempre foi em sábados, recebi umas cinco ou seis propostas de compra, ou seja, tudo absolutamente normal. No dia da árvore, que aliás foi ontem, esse povo plantou árvores (tá, eu plantei, mas faz parte...)? E no dia de falar com um pirata, que foi dia 20, esse mesmo povo conversou com um pirata? E sexo, esses ecochatos só fazem em 06/09 (se bem que isso explicaria muita coisa...)?

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  29. Sou a favor de manifestos para que hajam novas opções de vias como ciclovias, transportes coletivos mais eficientes etc.
    Mas, acho interessante como esses caras se valem de argumentos utópicos para convencer. hoje vi no Discovery Channel um daqueles filmes que apregoam fantásticas soluções futurísticas. A proposta de transporte individual, público e inteligente. Substituiria os carros particulares, metrô e ônibus. Seria elétrico; daí vem a enrolação que "...a energia poderia vir de fontes renováveis".
    Verdade é que sempre que algo estabelecido passa a status de vilão os oportunistas fazem a festa. Cada qual com sua panacéia e conto do vigário.

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  30. Na realidade essa data estapafúrdia tem origem naquilo que um certo cientista (que esqueci o nome) chamou de "ecologistas melancia": são bem verdes por fora, mas totalmente vermelhos por dentro. São, em sua maioria, órfãos inconformados daquela falecida utopia chamado comunismo...
    Klaus

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    1. Que eu saiba, os comunas desenvolviam carros para atender suas necessidades. Não eram bonitos ou confortáveis (afinal, não seriam vendidos...) mas davam um show em durabilidade e facilidade de manutenção.

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    2. De fato, todos sabemos que a breve passagem do Yugo pelo mercado Americano marcou profundamente este mercado e foi o modelo para a Honda conquistá-lo com o Civic e sua confiabilidade que só deixava a desejar à do venerável Yugo.

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    3. Pra ver como tudo isso é hipocrisia. Também duvido muito dessa história que todos os carros comunistas eram bons e duráveis, basta lembrar que a maioria deles eram Fiats dos anos 70 piorados

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    4. O Trabant de fibra de algodão era muito resistente né, viraram até comida de porcos

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    5. Anônimo23/09/12 00:51 Relamente, não eram bons. Eram duráveis e só. O próprio Trabant tinha um motor 2 tempos refrigerado à ar. Fumaceava, fazia barulho e não andava, mas não quebrava, e, se quebrasse, daria para consertar com um clipe de papel e um elástico de dinheiro. Os Lada Laika que eram de origem Fiat, mas tenho lá minhas dúvidas se são piorados: São, como disse, adaptados às necessidades, e, ao que parece, não se precisava subir ladeiras, nem passar de 100 km/h, nem impressionar vizinho, nem dar qualquer coisa que se assemelhasse a prazer de dirigir. Mas precisavam durar. Muitos estão abandonados pelas ruas e nem assim a desgraça apodrece!
      Mopar: Fibra de algodão era o reforço do plástico que a carroceria (de 650 kg) usava. Não pegava fogo, era barata, já que o algodão ia de Cuba para a Alemanha oriental, e não, não pode-se alimentar porcos com plástico. A Alemanha (só podia ser lá mesmo...) desenvolveu um fungo especial para decompôr o plástico do qual o Trabi era feito, já que na natureza ele não apodreceria e os antigos donos não os queriam mais...
      E, finalmente Augustine, mesmo nos EUA (aqui mais ainda) deve ser mais fácil dar manutenção em um Yugo 74 que num Civic 2002.
      Carros "comunistas" são carros. Há soluções interessantes neles, e, embora não sejam nem um pouco desejáveis, (até por lembrarem um período em que, ou por viverem numa "ditadura do proletariado", ou por temê-la, não havia um ser humano gozando de plena liberdade em lugar nenhum do mundo) ainda assim merecem respeito.

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    6. Braulio,

      Voce desconhece a historia automotiva da cortina de ferro. Algo que se conserta com um clipe nao e duravel, especialmente quando e toda manha a fim de que pegue.

      A diferenca e que o Yugo precisa de conserto, enquanto qu eo Civic nao. ;-)

      Desista. Voce esta tentando defender o indefensavel. Daqui a pouco vai dizer que os alemaes ocidentais invejavam os Trabants que os alemaes orientais tinham enquanto que eles tinham de aturar seus deploraveis BMW e Mercedes. :-)

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    7. Augustine, falou besteira. E ainda não usou acentos. Demorou um tanto para entender o que você quis dizer. Se seu Civic não quebra é por que ele ainda está na concessionária. Compre um e veja que, assim como todo carro, ele sofre com o desgaste, com os profissionais picaretas, com o combustível de má qualidade, com a baixa qualidade das ruas e chegará o momento em que alguma coisa acabará quebrando. A diferença é que o Yugo não foi feito nem para ser vendido, muito menos para sustentar uma rede de concessionárias, toda a logística de distribuição de peças, custos e lucros que são gerados a cada troca de peças, e o Civic, foi.
      Certamente os ocidentais acharam o carrinho curioso, e um BMW que tivesse ficado abandonado desde 1988 até hoje numa rua qualquer não valeria mais que um Trabant na mesma situação.
      Aceite que carros foram fabricados no mundo "comunista", e que todo carro tem suas peculiaridades, logo, deve haver algo de bom nos carros feitos nas ditaduras que se chamavam de socialistas. Seu Ipod não vai te enforcar à noite se você seguir essa simples lógica.

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    8. Brauliostafora é difícil acreditar nisso quando também temos carros que se consertam em qualquer lugar e com qualquer coisa, o que não significa que sejam duráveis. Fusca e Opala são assim e se contarem com essa manutenção quebram tão fácil quanto são arrumados, sem contar que existem alguns deles rodando depois de toda essa falta de cuidado assim como um Lada

      Toda essa questão que os carros comunistas não foram feitos para dar lucro ou não terem venda de peças também é muito difícil de acreditar. Mesmo que fosse verdade, um carro mal feito que tomou como base modelos já não muito bons pode por toda essa teoria abaixo. Além disso ao contrário do que se pensa a economia e a necessidade de produzir e vender existia nesses países, só era escondida por muito discurso e os lucros eram enviados ao Estado e também escondidos

      Acho que deveriam ter suas qualidades sim e pode ser que baixo custo de rodar e manter fossem pelo menos os objetivos deles, mas se isso era verdade ou foi cumprido já não sei. Nunca vi um estudo sério sobre isso e aqui no Brasil ninguém morre de amores pelos Ladas mesmo na parte da manutenção, a maioria acaba adaptando peças de outros carros nacionais

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    9. Anônimo24/09/12 03:15 É um parâmetro válido de comparação. Fusca, Corcel, Opala e alguns outros também foram feitos para serem consertados em qualquer canto, por mão de obra muito pouco qualificada, e serem dirigidos por pessoas nem sempre cuidadosas em condições bastante desfavoráveis. Por mais incrível que pareça, isso é o que podemos considerar duráveis!
      O que acontece com os carros feitos por aqui não é muito diferente do que havia por trás da cortina de ferro, com a diferença que pelo menos aqui havia certa liberdade de escolha e lá havia uma manutenção subsidiada pelo Estado. Nem posso imaginar onde seria pior...

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    10. Para quem não acredita em porcos comedores de Trabant...

      http://xaxor.com/images/Pig-eating-a-trabant-car/Pig-eating-a-trabant-car05.jpg

      Primo meu...

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    11. Braulio, isso estaria mais para fácil de consertar do que durável. O que adianta um Lada ou um Corcel fáceis de arrumar se todo dia estão com algum problema ou se precisam de concertos toda hora? Um Chevrolet dos anos 50 está mais para durável e a maioria dos japoneses também (com um mínimo de cuidado duram décadas sem ficar quebrando toda semana)

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    12. Charles: Caaara! Isso não pode fazer bem para o pobre porquinho! Aquilo é plástico!

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  31. essa babaquice tem pouca influência nas capitais e no interior só se vê pela TV rápidas notícias sobre. aliás, este ano, só o AE me lembrou deste importante dia mundial, nem precisava.

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    1. A TV não pode enfatizar isto, pois seus principais clientes são fabricantes de automóveis, mas o assunto cresce à cada ano, nas redes sociais e blogs. Pesquise no Google e verás que o AE não está sozinho nesta discussão.

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    2. Começou a teoria da conspiração sem base nenhuma. O que mais tem na TV hoje em dia é propaganda ecologicamente correta, carros já sairam de moda e apesar de serem alguns de seus anunciantes não tem mais esse poder (afinal não teria como ter tantos programas falando de poluição e congestionamentos como hoje)

      Mas o dia mundial sem carro é tão chato e sem sentido que nem a TV usa pra por mais fogo nessa moda

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  32. Ah Bob, manda esse povo TOMAR NO RABO e já era...

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    1. Periga dos caras gostarem. Daí não saem mais do pé.

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  33. Excelente post.

    Tem tudo a ver com o objetivo da campanha Dia Mundial Sem Carro, causar discussão sobre a importância do uso e do futuro do carro. Na minha opinião, se mudasse a título para Dia da Consciência Automobilística, seria bem mais interessante e menos agressivo, mas não geraria tanta discussão sobre um assunto tão polêmico.

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    1. Pois é, mas quando uma discussão começa bem agressiva dificilmente acaba bem.

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    2. O Adilson disse alguma coisa que presta e que parece ser opinião própria finalmente. De repente aprendeu alguma coisa com os maus cidadãos autoentusiastas com suas máquinas criminosas, o carro

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  34. Hoje precisei ir a um monte de lugar no DF para procurar várias coisas.
    Liguei o rádio na CBN para saber sobre o trânsito mas estava passando uma entrevista com uma pessoa defendendo o dia mundial sem carro. Começou defendendo muito, com argumentos plausíveis, mas depois começou a comparar carro parado com sofá no meio da pista e nesta hora eu ví que esse tipo de discussão "pejorativa" só leva a uma coisa: porrada.

    Ah, como por aqui eu consigo fazer 15km/l fiz as contas e observei que sai mais barato andar de carro pelado do que andar de ônibus.

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    1. Ainda bem que vc anda de carro pelado e não de onibus pelado ehehehehe... senão seria preso por atendado ao pudor :)

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    2. Pior é o bilau encostado no estofamento e melando tudo. Depois aguenta o cheiro.
      Gente porca.

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  35. Vamos admitir que os carros de hoje, não poluem, como diz o Bob. Se há muita gente, como ele também diz, não há muito carro na rua, também?

    João Paulo

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  36. Ou melhor, ha poucas ruas para os carros que ha.

    O fato e que a populacao dos grandes centros cresceu e tambem sua densidade. Maior a populacao, mais habitacoes se constroem, mais impostos sao pagos.

    No entanto, a malha viaria urbana e a mesma que quando a populacao era muito menor. Aonde foram parar todos este imposto extra? Porque na malha viaria que nao foi.

    Quem serve quem, o contribuinte ou o governo?

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    1. O que falta é densidade num bom sentido, ou seja, pouco deslocamento para ir trabalhar e fazer atividades. É fácil ver que a maior densidade atualmente está onde afloram as atividades comerciais e financeiras e respectivos empregos. E os deslocamentos na Radial Leste (só para exemplo) são bastante intensos nos dias úteis, e praticamente escassos nos fins de semana e feriados.

      Já não é mais válida a visão estruturalista do Maluf de construir vias para sanar problemas, porque eles voltarão a surgir. Precisa haver um fim. O conceito é transformar as metrópoles em vários pequenos núcleos, ao invés de ter de atravessar algo do tamanho da Região Metropolitana de São Paulo todo dia.

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    2. É bem o cerne da questão isso que vc colocou.

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    3. Sim e nao. Enquanto que comercio e algumas pequenas indusctrias podem coexistir numa mesma area com residencias, grandes industrias nao sem afetar a qualidade de vida negativamente. Portanto, pessoas irao naturalmente se afastar de areas industriais.

      No entanto, a distribuicao poderia, sim, ser muito melhor, assim como a malha viaria.

      Por exemplo, em visita ao Brasil no ano passado, eu levei, a meia-noite de um domingo, mais de 1h para ir de Moema para Santo Andre. Para minha surpresa, ja que tinha feito este trajeto por muitos anos, segundo o GPS, este trajeto tem apenas 22km. Oras, pensei, esta e a distancia de minha casa ate o centro da cidade em que moro e, num domingo, de dia mesmo, o percorro em uns 20min.

      A diferenca e que, em Sao Paulo, ainda existe um escandalo como os Tres Tombos entre a Bandeirantes e a Anchieta. E nem pegando a Imigrantes via Diadema fez muita diferenca, pois, saindo da rodovia, mela tudo a 40km/h e semaforos mil. Ja onde moro, apos quatro quadras estou numa via secundaria cujo limite e 95km/h, mas com alguns semamoros, e, depois de 6km, estou numa via expressa a 110km/h sem semaforos: http://mapq.st/R8JDgw

      Portanto, ha o que se fazer dos dois: removerem-se leis de zoneamento que limitam empresas em areas residenciais e se removerem funis da malha viaria.

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    4. Augustine, há pouco espaço para os carros porque eles necessitam de áreas urbanas enormes para garantir velocidades aceitáveis.

      Para aumentar área urbana de São Paulo e oferecer mais espaço para os carros, será necessário espalhar seus habitantes, que serão naturalmente obrigados a usar o carro para locomover-se diariamente na área urbana expandida.

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    5. É, Augustine. Realmente a hierarquização funcional das vias (locais, coletoras, arteriais e expressas) pode ajudar e muito na mobilidade. Mas isso não funciona bem se não houver zoneamento. E funis são necessários em qualquer via que não opere em fluxo contínuo, justamente para priorizar atividades nas vias locais e coletoras, e mobilidade nas arteriais e expressas.
      Isso acaba, no entanto, aumentando a necessidade de uso de veículos para certas atividades, já que tudo fica meio longe.

      A proposta seria manter serviços básicos próximos às zonas residenciais de modo a minimizar o uso de automóvel, e garantir corredores eficientes para zonas comerciais, priorizando sobretudo o transporte público. Infelizmente o crescimento caótico das cidades brasileiras não permite muita inovação nesse sentido.

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    6. Discordo, meu caro. Nao e preciso que seja ou uma coisa ou outra, mas ambas. E entendo que ha leis de zoneamento que impedem que as pessoas encontrem livremente o melhor arranjo de coexistencia entre residencias e empresas. Achar que seja preciso planejamento quando nossos politicos deixam tanto a desejar e uma ilusao. Remova os corruptos e incompetentes agentes governo da questao e os cidadaos encontrarao a melhor solucao. Quanto mais caotico, melhor, mais se experimenta e mais criativo se e.

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  37. Em homenagem ao dia,fiz questão de sair com meu VW-Brasília,vai que dou a sorte de encontrar o criador dessa data estapafúrdia,pra tirar uma fina dele,pra dizer o mínimo...

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    1. Em homenagem ao Dia Mundial Sem Carro, fiz questão de deixar meu carro de 100 mil na garagem, pois adoro andar à pé e observar discretamente o povo dirigindo seu carro feliz e orgulhoso.

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    2. Carro de 100 mil hein!
      Tá bem de grana Sel. Adilson

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    3. Sujeito pedante esse aí do cem mil. Alguém perguntou? Impressionante como tem gente que adora se mostrar.

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  38. Eu sempre gostei de andar de bicicleta, mas hoje em dia eu tenho vergonha de andar de bicicleta e ser confundido com um desses animais. Eu prefiro andar a pé, pois é mais fácil passar desapercebido...

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    1. Não tenha vergonha, o mundo está infestado de animais.

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  39. Aléssio Marinho23/09/12 00:26

    Agora a noite meu vizinho me perguntou se eu sabia que dia era hoje. Como sei que ele é um ecochato de bike, respondi que era o dia mundial sem carro, uma inutilidade sem tamanho.
    Respondeu que não era assim e que iria encontrar a galera num "point" da cidade.
    Retruquei dizendo a ele que contasse quantos amigos iriam com seus carros e bikes.
    Calou-se e foi embora.

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  40. Sobre a questão das bicicletas, em alguns casos pode ser uma ótima alternativa: Gastasse nada, não polui nada, etc... Andei boa parte da minha vida me locomovendo de bicicleta e admito que é ótimo. Só não o faço mais por causa do suor, fator um pouco inadequado para muitos empregos. Mas se a pessoa trabalha em algo braçal, onde a apresentação não importa muito e mora perto do trabalho, é uma ótima alternativa.

    Sobre o dia mundial sem carro,não diabolizo o uso do automóvel(bem ao contrário). Mas deveríamos ter sim opções de transporte mais baratas e rápidas (No meu caso, andar de ônibus é mais caro que de Ford Maverick V8: 2,25 para rodar incríveis 2,5km) e que ocupassem bem menos espaço (estacionamento é um caos em cidade grandes e pequenas)e roubassem menos tempo do que automóveis(sim, uma cidade de 110 mil hab tb tem engarrafamento nos horários de pico). Hoje moro em uma cidade pequena, e quase não se perde tempo dentro do carro e pouco faz sentido isso. Mas no caso de morar em São Paulo ou Porto Alegre (Cidade que conheço), cogitaria sim outras alternativas de transporte (Moto pelo menos). Por que simplesmente não tem onde enfiar mais carros... como foi comentado ai em cima, o problema é muito mais amplo do que eliminar carros... é preciso haver todo um repensar sobre o modelo de cidades que vivemos.

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  41. com exceção dos que tem crianças e idosos na família, eu vou feliz da vida pelo corredor sendo o homem para-choque humano, quebrando recordes de tempo em distância em SP.
    Existem casos e casos, mas andar de carro sozinho em SP, uma pessoa por carro, é coisa de gente lesada, a pé, de skate, de pogobol, montado em carrinho de plástico, se vai + rápido

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    1. amo carros, 100% pró carros, mas em SP capital, pra se locomover estando só dentro de um carro, parei, literalmente

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    2. Se vc mesmo admite que é um homem parachoque, quem é o lesado? Chegar rápido é menos importante do que manter a vida e os carros fazem isso muito bem (coisa que é "esquecida" nessas discussões). Ninguém morre num congestionamento dentro de um carro a não ser que esteja querendo, já os lesados de moto e bicicleta que acham bacana essa irresponsabilidade de chegar o mais rápido possível sem segurança nenhuma morrem aos montes

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  42. O "dia sem carro" é um tipo de protesto, como o "tomar wallstreet". Uma coisa meio ingênua, meio metida à besta (pois sou mais mais pois ando de bicicleta, e vc., trouxa, anda de carro).
    Primeiro, que cidade grande não é lugar para bicicletas, exceto ciclovias e parques nas áreas demarcadas. Sempre adorei andar de bicicleta, vivo aguando comprar uma novamente, mas moro em cidade grande e longe de ciclovia (Curitiba). Por a bicicleta no carro e ir para o parque para ficar empurrando a mesma (pelo excesso de gente) é ridículo.
    Acreditar que vai ser possível andar de bicicleta em meio ao trânsito, só se forem criadas ciclovias FÍSICAMENTE separadas dos carros e dos pedestres, o que na prática é impossível fora de alguns circuitos e parques.
    O transporte público é ridículo atualmente aqui. Para fazer o meu percurso diário no qual gasto 15 min por trecho (ida ou volta) de carro, são duas horas de ônibus por trecho... logo é impossível evitar a direção. Como alguém vai ao supermercado de bicicleta?
    Precisamos de melhoria muito grande no transporte público, que o deixasse tão bom que muitos passariam a considerá-lo como alternativa ao uso do carro. Daí sim, menos carros na rua... mas antes disso, dá-lhe metrô, pois ônibus é uma temeridade. Aqui em Curitiba temos ônibus bi-articulados que são meios públicos de assassinatos, não de transporte.
    Também tem o detalhe de que chegar ao trabalho suado ou molhado (em dia de chuva) é totalmente inadequado.
    Enfim, cada meio de transporte no seu quadrado.
    VPJ

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    1. Quem estaciona o carro à, pelo menos, 300 metros do local de trabalho e tem que sair para almoçar, voltou do almoço molhado de suor.

      Um trajeto de 15 minutos de carro, pode ser mais rápido ir de bicicleta. Para entender, pesquise por Desafio Intermodal 2012.

      Muita gente vai ao supermecado para comprar produtos que podem ser solicitados por

      telefone ou internet. Isto acontece porque o homem adora sair em busca da caça. Herdamos esse comportamento de nossos ancestrais.

      Quem pensa que alguem pensa que o carro vai deixar de existir, deve ser muito ingênuo. O futuro do carro é evoluir para algo melhor que nossas atuais traquitanas.

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    2. Andar 300 metros e pedalar 1 hora são coisas bem diferentes, pedalar 1 hora pode fazer com que seja impossível para a maior parte da população trabalhar. Os braçais podem ficar exaustos, os que trabalham com o público precisariam de um banho antes do trabalho (coisa que quase nunca é possível ou faria com que as pessoas tivessem de chegar ainda mais cedo) e os que trabalham de terno além do banho estragariam a roupa (ou teriam que se arrumar inteiros dentro do expediente)

      Dependendo do trajeto até andar a pé pode ser mais rápido, no entanto nem sempre chegar rápido é a prioridade e alguns percursos que poderiam ser "ótimos" para bicicleta ou transporte público acabam não sendo por diversos motivos. É comum em muitos locais mesmo com congestionamento chegar mais rápido em um carro do que usando trem que passe pelo local, onibus com faixa exclusiva ou bicicleta. Isso fica claro no desafio intermodal 2012 onde a bicicleta perdeu para vários outros tipos de transporte depois que não puderam contar com a violência que usaram no ano passado (onde vários ciclistas decidiram tomar as ruas e fazer o que quisessem)

      No caso do supermercado, ser contra o meio mais adequado de transporte para fazer compras resultaria em desemprego em massa. Fazer compras com qualquer outro meio de transporte é péssimo a não ser que seja muito pouca coisa, comprar via internet além de ter um custo com frete bem alto (são muitos volumes) nem sempre é possível e se fosse muito usado faria os supermercados demitirem e fecharem suas lojas (fica melhor trabalhar só com estoque)

      Acho que essa explicação dos nossos ancestrais é bem desse falso cientificismo que estamos vivendo, o mesmo que procura justificar que até mesmo compras devem serem feitas com bicicletas ou onibus. É uma necessidade usar o carro para isso, quem não usa é porque não tem. O homem da caverna dificilmente sairia pra dar uma voltinha sem necessidade porque poderia ser morto

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  43. Angelo Genovesi23/09/12 17:51

    Dia mundial sem carro... Parece que certas pessoas querem mesmo o exílio do nossos automóveis no Brasil.

    Por mim, veículos a gasolina, álcool e diesel permanecerão presentes para sempre (mesmo que seja só na minha recordação, quando eu estiver idoso).

    Adoro carros, desde a época em que meu pai comprou em 1995, um Voyage GL 1989, grafite, com motor AP 1600 (gasolina).

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  44. Quanto puxassaco do bob tem por aqui.

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    1. E quanto desocupado também.

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  45. Sábado, por conta do dia mundial sem carro, eu, e MUITOS outros poluímos mais ainda o planeta porque resolveram fechar os acessos à algumas pontes da marginal pinheiros em são paulo, e sem aviso nas adjacentes.

    Ou seja, tem ia pegar a ponte cidade-jardim, no morumbi, teve que ir até pinheiros e voltar pelo bairro, por que os belezas da CET simplismente não colocaram nenhum aviso na Bandeirantes, por ex.

    O túnel que é fechado sentido butantã - sentido jóquei - que só tem aviso na boca do túnel nem se fala. O cara quer chegar à USP e tem que ir até quase o Campo Limpo (sem sinalização de auxílio) pra depois voltar.

    Tudo isso pra que em dia de chuva 2 pessoas andem de "bike".

    Parabéns para a cidade "que é o motor do país"!!!

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  46. SergioCJr.24/09/12 12:11

    Como alguém que se utiliza de carro, moto, transporte público, bicicleta e também do meio de transporte mais primitivo, que são as pernas, posso afirmar que há exagero de ambas as partes.

    Eu acho que é por óbvio que o que se busca não é a extinção dos carros, mas o uso consciente.

    Acredito que 40% ou mais dos que utilizam o carro em São Paulo (durante a semana) o fazem com apenas uma pessoa e, somente no trajeto casa-trabalho / trabalho-casa, ou seja, no dia a dia não utilizam o carro como ferramenta de trabalho, mas mero meio de transporte para cobrir distâncias muitas vezes inferiores a 10 km.

    Será que se melhores condições de transporte 'alternativo' fossem oferecidas, estas pessoas teriam real necessidade do carro (durante a semana de trabalho)?

    Veja que não estou colocando o uso do carro em momentos de lazer e/ou emergência, mas como meio de transporte (casa-trabalho) durante a semana, que é como grande parte utiliza.

    Particularmente, detesto utilizar o carro durante a semana. O Trânsito não anda, o estacionamento é caro, etc.

    Meu meio de transporte preferencial e diário é a moto. Se não posso utilizá-la, vou de metrô e, em última hipótese, o carro.

    A bicicleta eu utilizo mais aos fins de semana e, só não venho trabalhar com ela, porque não tenho vestiário no escritório e não dá pra chegar 'cagado' de suor. Se fosse mais perto (até uns 5/6 km) ou se tivesse vestiário para tomar banho (independente da distância) utilizaria a bike numa boa.

    Do outro lado, temos ciclo-ativistas que acham que só eles possuem direitos sobre todos os outros meios.

    Na noite de sábado eles tomaram duas pistas da Av. Paulista, formando um trânsito considerável, e ainda ficaram soltando rojões em uma região repleta de hospitais e já próximo das 22h00.

    Ademais, alguns acham inadmissível compartilhar a ciclovia com outros meios de transporte individual (patins/skate), tendo para si que a ciclovia é só e somente deles, sem possibilidade de compartilhamento com esses meios. Cadê a coerência daqueles que exigem o compartilhamento pacífico com carros e caminhões mas são incapazes de dividirem seu espaço com patins e skates?

    Posições radicais, seja para qual lado for, não ajudam em nada e não resolvem o principal problema, que é a falta de mobilidade em São Paulo e outras grandes metrópoles.

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    1. Corsário Viajante25/09/12 09:28

      COmo todo comentário criterioso, inteligente e de bom senso, este ainda não tinha nenhum comentário, então lá vai:
      Parabéns, ótimo comentário, assino embaixo.

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    2. SergioCJr.25/09/12 13:14

      Muito obrigado Corsário. Abraços

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  47. Andei bastante de carro no sábado, uns 100 km, entre idas a compromissos familiares e curta viagem a 40 km de São Paulo.
    Muito bom andar de carro. Prático ao extremo.
    As lentidões só existiam nas vias parcialmente obstruídas por faixas para bicicleta, por sinal com pouquíssima ocupação.

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    1. E desde quando andar cem quilômetros em um dia é bastante?
      Cada um que aparece por aqui...

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    2. Pobre (de espírito e material) é isso aí: faz pouco e acha muito, quando pode se lambuza e ainda fica feliz. Mas tb olha o nome do indivíduo... Juvenal. Rss...

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  48. GARANTIDO: Todo dia 22 de Setembro é tb o "Dia de Defender a Ignorância com Posts Estúpidos, Limitados e Argumentos Intolerantes dos Puxa-Sacos Motorizados".

    Bob, se fosse assim tão insignificante como vc diz no começo, vc e seu bando de lambe-saco sem personalidade e opinião própria não se dariam ao trabalho! Pense nisso, vc ainda pode se poupar do mico em 2013!

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    1. Mas se apagar os posts sem fundamento, ele não escreve mais. E consequentemente nós não podemos mais zoá-lo.

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    2. Bob Sharp, o Dinossauro. Mais uma prostituta barata da indústria automobilística, só consegue atenção criando polêmica num BLOG (kkkkkkk fala sério) pq de tanto pisar nos outros e em si próprio, foi colocado de lado pela imprensa oficial, pelas montadoras e pela própria indústria que ele defende.

      Por isso que eu digo: autoentusiasta de verdade prefere o BCWS e não dá ibope aqui. Lá (assim como outros) tem informação de verdade, de qualidade e sem afetação ou politiquetas e ideologismo barato.

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    3. AutoEntusiasta (adj.): suburbano medíocre que dirige carro popular ou velho e sonha em pilotar carro alemão; visitador de feira de automóvel e leitor de revista "especializada"; "pendurado no carnê"; blogueiro mercenário sem emprego, rejeitado, radical e intolerante (ver "talebã boca-de-cinzeiro").

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    4. Com todos os defeitos do Bob acho que já estão pegando pesado demais, para esses caberia sair do anonimato e mostrar o próprio rabo

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    5. "Mostrar o rabo"? hmmmmm tô sabendo, tu é que eu sei hem!

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  49. A incoerência do Bob tá na essência: ele é contra qualquer coisa que limite a liberdade do automóvel, que fiscalize ou controle essa liberdade. Mas desce a marreta em cima da liberdade dos outros. Nessa idade ser incoerente desse jeito pega mto mal Bob, vc não tem vergonha não? O que sua família e seus amigos acham do seu radicalismo automobilístocrático?

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  50. As bichonas bicicleteiras aparecem feito ratos quando posts como esse são divulgados. Só falam groselha. Gente mais esquisita...

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    1. "Groselha"? Os comentários são do nível do post.

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    2. Gente que reclama sem entender nada e ainda finge que entende de tudo é bem do nível dos bicicleteiros ativistas radicais

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    3. Concordo.

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    4. Pq todo crítico é cicloativista? Pq todo ciclista é bicha? Vcs estão generalizando e sendo preconceituosos. Ninguém ganha nada com isso. Esse é o tipo de gente que o AE atrai, daí o nível dos posts e dos comentários. Lamentável.

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    5. "Dia Mundial Sem Carro, Dia Mundial da Falta do que Fazer".

      Traduzindo: para medíocres alienados cuja vida se resume a ficar preso no tráfego dentro de um carro, respirando CO² e vendo a vida passar lá fora (ou sendo assaltado, ou coisa pior), realmente um dia sem carro é um dia da falta do que fazer. Coerente!

      Get a life, Bob Sponja.

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    6. Verdade nem todo crítico é cicloativista e nem todo ciclista é bicha, mas esses comentários sem graça, preconceituosos (um deles falou mal do nome Juvenal, talvez por não ser da moda) e extremistas são bem dessa gentalha que estaria melhor se falasse de smartphones com seus namorados do mesmo sexo

      Melhor ainda é ver quando ficam revoltadinhos e falam mais besteira ainda. Quando se anda de bicicleta em SP se respira o que no lugar de CO2? E a vida para pra quem anda de bicicleta? Sobre os assaltos, é só os cicloativistas que usam a bike "pra tudo" sairem do quadrilátero do luxo e dar uma volta num parque qualquer da cidade onde roubo de bicicletas é muito comum

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    7. Vc pelo jeito é mais intolerante e preconceituoso do que todos juntos. Tá com pinta tb de quem tá doido pra sair do armário e se libertar.

      Além de tudo é mal informado: onde vc viu que o roubo de bicicletas é muito comum em qualquer parque de SP? Não fala do que vc não sabe.

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    8. É que vc só é ativista e ciclista no parque do ibirapuera e regiões, qualquer parque fora do mundinho de protestinhos da moda e das ciclovias pra turista ver sempre teve grande número de roubos de bicicleta (principalmente de crianças)

      Se vcs gostam de smartphones e gente do mesmo sexo problema de vcs, mas de carro e transporte vcs não entendem nada pra falar

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    9. Deixa de ser ignorante. Pra começar, vc não me conhece. Sua tática "a melhor defesa é o ataque" com essas generalizações preconceituosas só mostram seu desespero, seu desconhecimento do assunto, sua pobreza de espírito e falta de argumentos.

      Eu sou ciclista mas passo longe do cicloativismo. Assim como sou motorista e "autoentusiasta" (adoro carros, adoro dirigir) porém passo longe desse radicalismo estúpido e intolerante. Eu me viro no trânsito de bike sem encher o saco de ninguém, e não fico tentando evangelizar os outros sobre as vantagens de pedalar ou andar de carro. Cada um que sabe de si e qsf.

      Mas tb não tapo o sol com a peneira nem fico me enganando: está cada vez mais difícil andar de carro como eu gostaria. E pedalar é cada vez mais uma "expressão de liberdade individual" do que o carro. Isso tudo é BS.

      Mas acima de tudo, essa pregação intolerante, esse proselitismo radical do Bob Sharp pró-automóvel e anti-tudo-que-não-é-carro é tão ou mais chato e nocivo ainda do que o cicloativismo. É aquela história do cara acabar virando aquilo que ele critica e nem se perceber.

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    10. Pois é, acho que a carapuça serviu ou peguei bem no ponto pois o humorzinho babaca que vc e sua turminha estavam usando até agora pra afirmar coisas horríveis com palavras fortes sobre o Bob que não são verdade acabou e veio a raivinha. Preconceito, desconhecimento e toda essa babaquice que vc disse são de vc, não afirmei nada generalizando nem falando que vc é ou não alguma coisa, é só ler o que está escrito

      Se vc ler o que o Bob escreveu, lá está que ele apoia um dia sobre a reflexão sobre o carro e que não acha certo um dia feito em cima de opiniões radicais e que mais prega uma briga idiota entre ciclistas e motoristas do que reflexão. Acho que ele está certíssimo e não escreveu nada de intolerante pelo menos dessa vez

      Estamos num blog de carros e foi mostrado esse lado da história, quem enche o saco com evagelização é o pessoal do cicloativismo. Como vc bem disse cada um que sabe de si e qsf, o blog não foi intolerante nem extremista e isso que importa. Seria bom se os ciclistas fizessem como vc diz e também deixassem a intolerancia e extremismo (que ficam na cara num dia em que os ciclistas saem trancando as ruas e algumas vezes até sendo violentos)

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    11. Ô ignorânus, e desde quando uma proposta (Dia da Consciência ou Reflexão no Trânsito) invalida a outra (Dia Mundial Sem Carro), ou vice-versa? Não podemos ter os dois?

      Não - segundo o Sr. Dr. Bob Sharp não podemos. Pq só o "Dia" que ele acha interessante é válido. Os demais "Dias" pra outras causas são "Dias Inúteis, Estúpidos ou De Falta do Que Fazer". Onde está a hipocrisia, o radicalismo, a intolerância e a prepotência?

      Vc pode argumentar, esbravejar, xingar e tentar inverter. A única coisa que vc não vai conseguir é mudar a realidade, e basta dar uma olhada nos números, nas estatísticas ou apenas sair na rua: as ruas estão entupidas de automóvel.

      Se nem o Sr. Automóvel está disposto a fazer uma reflexão sobre essa situação sem descambar pra arrogância, se nem seus cheira-peidos radicais estão dispostos a parar pra refletir no que dizem, vc acha mesmo que o tal "Dia da Relexão e Consciência no Trânsito" tem algum futuro?

      Faça o que eu falo, não faça o que eu faço. Isso aqui é Brazil, é mais fácil fazer chover ouro em pó do que botar esse bando de gordo preguiçoso e suburbano pra admitir alguma coisa e tomar uma atitude.

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  51. Meus amigos...vocês não entendem...tem sempre algum oportunista ganhando dinheiro com estas campanhas "politicamente corretas". Tens outra opinião ? A turma da patrulha ideológica vai te taxar como um antiquado e preconceituoso.

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    1. Patrulha ideológica onde, colega? O carro tem 365 dias de liberdade absoluta, domínio total... agora, pq o Bob sobe nas tamancas por causa de uma campanha de tão modesto impacto?

      Ganha um limpador de párabrisa novo quem adivinhar a resposta... (dica: 0o Anônimo24/09/12 13:15 aí de cima tá no caminho certo).

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    2. Simples, o Bob tem sua opinião de que o dia é desnecessário e sem sentido e realmente é. Seria muito melhor como ele falou um dia sobre a consciencia do transporte, promovendo reflexão e não ideias extremistas com briguinhas idiotas como as que voces da patrulha ideologica vem fazer por aqui

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    3. Os patrulheiros não querem discutir nada pois não possuem absolutamente nada à propor. Apenas querem impor na marra a sua vontade e disseminar a discórdia, em fim, só querem causar tumulto e chamar a atenção. Transformaram a bicicleta em categoria de pensamento.

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  52. Simples, o Bob tem sua opinião de que o dia é desnecessário e sem sentido e realmente é. Seria muito melhor como ele falou um dia sobre a consciencia do transporte, promovendo reflexão e não ideias extremistas com briguinhas idiotas como as que voces da patrulha ideologica vem fazer por aqui

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  53. A opinião do BobO foi suavizando ao longo dos anos. Antes ele chamava de estupidez, agora está um pouco menos arrogante e agressivo.

    Quem o conhece ou o conheceu pessoalmente (e é honesto o suficiente pra dizer) sabe como ele é prepotente e intolerante, e esses posts que desviam do assunto técnico são prova disso.

    Mas ele sabe de si, e quem tem que dormir com essa consciência é ele, mesmo cuspindo fogo e enxofre nesse blog.

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  54. Marcio Vieira24/09/12 21:08

    Primeiramente, respeito a opinião do Bob Sharp, mas discordo completamente.
    Eu tenho 2 carros, um Palio 2001 e uma Kombi 1974 que estou restaurando, mas o veículo que mais utilizo durante a semana é uma Bicicleta.
    Faço meu percurso (na zona sul de SP) em cerca de 20 minutos, de bicicleta. De carro, levo 35 minutos, e à pé são 50 minutos.

    Já participei do Dia Mundial Sem Carro quando morava em San Francisco, e quando trabalhava na ONU, em Genebra. O principal desse dia é refletir sobre o seu consumo, o seu impacto na sociedade, enfim, é colocar uma interrogação para dizer qual SACRIFICIO você está comprometido a fazer para resolver um problema social (trânsito). E não seja tão superficial apontando o dedo apenas para os governantes: é você, também, como eu, como todos, responsáveis pelo trânsito existir.

    Não se resolve um problema coletivo (caos no trânsito) com uma solução individual (comprar um carro).

    Bob, o que você tem que pensar é que seu carro tem lugar para mais 3 pessoas, confortavelmente, se deslocarem simultaneamente. Você não precisa ir de bicicleta, ou à pé. Só tenha consciência do espaço que você compromete na sociedade, do espaço vazio do seu carro, enquanto tem gente enlatada nos ônibus, ou seu vizinho faz caminho similar ao seu.

    Caminhar 20 minutos não mata ninguém. 30 minutos, também não! De bicicleta, também ajuda na própria saúde.
    Uma das coisas mais bizarras do mundo é o que vejo na academia: pessoas vão de carro até a academia para depois pedalar, ou correr.

    Carro é importante, mas não é essencial.

    Que sacrifício você está disposto a fazer para ajudar a sociedade como um todo? Se você se limitar ao "pagar imposto", infelizmente, você é extremamente limitado.

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    1. O que enche o saco e desacredita esse dia mundial do carro é ser mais uma medida pro extremismo do que um dia para reflexões, basta ver que começou sempre com protestos de ciclistas. Outra coisa é que tem toda essa encheção de coisas como ONU, São Francisco e aquecimento global, com todo respeito ao seu trabalho mas tudo isso já deu nos cornos da população e já se queimou muito tempo e dinheiro com as mentiras e falsas promessas típicas desses lugares. Quanto dinheiro e atenção foi dado para o aquecimento global até a hora que foi provado que gente da própria ONU estava mentindo? O mesmo esforço é feito para resolver problemas de verdade como no oriente médio?

      Sinto dizer que vc, como esse pessoal típico da ONU, sofre um pouco dessa visão limitada. Se sua preocupação com o ambiente é tão grande que acha que ir na academia de carro é um absurdo (e não é, existem muitas razões para isso) então ter dois carros bem antigos com normas de emissão muito ultrapassadas te deixa falando uma coisa e fazendo outra. Se vc mora na zs e chega em 20 minutos de bike ou 30 de carro, é um dos poucos privilegiados da região mais modinha de toda a SP que mora bem perto do trabalho numa zona com infraestrutura e acha que todos são assim

      Quem decide o que é essencial e o que é ou não ajudar a sociedade? Sua bicicleta ocupa bem mais espaço do que uma pessoa ocuparia num onibus lotado e contribui muito menos para a economia e os impostos (coisa que os ciclistas poderiam "ajudar a sociedade" afinal precisam de ciclovias que não são feitas de graça e que já consomem dinheiro de impostos pagos pelos carros)

      Provocar reflexão sobre como ajudar sua cidade, CADA UM COMO PODE, seria algo bom, já querer impor que um meio de transporte não deva ser usado ou que só um deles é correto é extremismo disfarçado de ajudar a sociedade

      Quer ver como as coisas são relativas e a visão de vcs é curta? Ir na academia pode ser algo bizarro, pra quem faz algum trabalho braçal isso é desperdício. Segundo a visão de vcs, fazer sua parte para ajudar a sociedade seria então todos trabalharem como braçais, assim reduzindo o consumo de luz e água nas academias

      Voce faz o sacrifício que te convém e que você pode fazer, cada um faz o seu. Voce pelo jeito não deixaria de ir em academia e passear, nós não deixaremos de usar carro. Sem contar que certos sacrifícios que andam inventando ultimamente são além de desnecessários (atendendo só alguns interesses individuais) bem convenientes ao governo que deveria dar transporte coletivo de qualidade para a população com o dinheiro que pagamos em impostos pesados (principalmente quem tem carro). Essa história que todo mundo tem que largar o carro e andar de bicicleta se não o mundo acaba é bem conveniente para os governos escaparem dessa responsabilidade

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    2. Resumindo: Márcio Vieira é o típico riquinho que tem o privilégio de morar perto do trabalho e acha que todo mundo pode fazer o mesmo.
      Vai falar em "sacrifício" pro peão que mora a 30 quilômetros do trabalho e fica quatro horas por dia num busão.
      No fundo é uma briga entre elitistas bitoladas e elitistas descolados.

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    3. Não considero bizarro, pedalar em bicicletas ergométricas e caminhar em esteiras de academias de ginástica. Essas atividades são saudáveis e fundamentais ao ser humano moderno, que optou por uma vida mais confortável e prazerosa, embora sedentária. Entretanto é necessário ter consciência do preço que pagamos por optar pelo uso do transporte passivo, em troca de conforto, segurança e praticidade.

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  55. Anônimo, (medo de se identificar?).
    1- Eu não sou rico, longe disso.
    2 - Moro em Santo Amaro, 5 quadras do Largo Treze (Conhece a região? Se não, procure se informar).
    3- Sim, sou privilegiado, tenho 2 carros e 1 bicicleta, e tenho sorte de morar relativamente próximo ao trabalho. Mais que sorte, foi um critério meu na hora de procurar emprego quando fiquei desempregado.
    4- Trabalhei com Direitos Humanos (Direito das Mulheres e Trabalho Escravo), e não tenho muito conhecimento de Aquecimento Global, essas coisas, e saí de lá por descrédito com a organização em alguns pontos que não vem ao caso.
    5- O peão se enfia dentro do ônibus, ele tem direito de reclamar do trânsito mais que você, que provavelmente está num carro, sozinho (assim como 80% dos paulistanos), e reclamam do trânsito existir.
    6- Talvez me expressei mal ou você entendeu cortado, quanto à ir para academia de carro. O que quis dizer é que a imensa maioria das pessoas utilizam o carro de forma irracional, onde poderiam ir à pé em distâncias curtas, ou de bicicleta, ou de ônibus, ou de carona, etc.
    7- O cidadão paulistano é completamente individualista, e não pensa no impacto que causa na sociedade. E foi por isso que resolvi trocar carro pela bicicleta, quando posso. Na chuva, vou de carro, tenho esse privilégio que não sou falso moralista. Porém, eu tenho a consciência dos danos socioambientais que causo, e por isso me SACRIFICO pouco (poderia fazer mais) em algumas coisas pois ASSUMO a RESPONSABILIDADE de diversos danos sociais, economicos e ambientais que pratico.
    8- Dia Mundial Sem Carro é voluntário. É uma minoria reivindicando mais segurança para o ciclista, mais consciência para o motorista compartilhar a rua com outros veículos. E só isso!
    9- O ciclista sabe que é mais rápido e saudável pedalar, ele não quer que você seja obrigado à isso. Continue no seu carro e vá ser feliz, só não buzine no trânsito pois você é causa (também) disso existir. Você pode ficar no seu carro, mas que desenvolva uma consciência coletiva sobre seus impactos na sociedade e o que você faz para melhorar seu entorno.

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    1. Marcio,

      vc trouxe o bom-senso, a racionalidade e a ponderação para esse debate. Na verdade, esse tipo de tópico - e mais do que isso, esse tipo de blog - e suas manifestações típicas de agressividade e intolerância são apenas o sinal claro do desespero de uma época que já entrou em declínio.

      O automóvel vai continuar existindo (felizmente, pq adoro carros e amo dirigir). Mas vai existir de outra forma. É sintoma de doença social e deficiências individuais quando as pessoas se apegam a um argumento do tipo "meu carro é minha expressão máxima de liberdade individual".

      Eu fico me perguntando o que acontece com a mente, no nível de frustração e no vazio de cidadãos assim que eventualmente perdem seus "veículos de libertação", nos quais depositaram tantas expectativas. Sim, pq o direito de usufruir disto já foi tirado deles, por eles mesmos: viver trancado num trânsito eterno é realmente viver?

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  56. Angelo Genovesi29/09/12 17:12

    Quantos anônimos idiotas vem tentando por moral no blog. Quer dizer que quem concorda com o ponto de vista do Bob Sharp, são puxa-sacos e desocupados?

    Senhores anônimos, se vocês querem alfinetar os outros sem mostrar suas verdadeiras identidades, vão digitar suas babaquices em outro lugar. Aqui é para quem gosta de carro, não para quem gosta de alfinetar só para provocar confusão desnecessária!

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  57. Quanta indignação! Dia mundial sem carro é apenas um dia para "reflexão", do uso exagerado do carro, dos investimentos desequilibrados que favorecem muito um modal de transporte, o rodoviário, em detrimento dos demais. Andar de bicicleta, de ônibus, trem, carro, avião, elevador, escada rolante e até a pé, todas as formas de locomoção são importantes e devem ter atenção iguais no planejamento de uma cidade. Essa é uma forma inteligente de lidar com os direitos que todos temos, de ir e vir, da forma que for.

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    1. Unknown
      Indignação é elogio para essa autêntica imbecilidade. Coisa de gente parasita, que não tem o que fazer senão ficar pensando em besteira, em incomodar quem precisa se deslocar. Investimento deve ser canalizado para o todos os modais, especialmente o automóvel. Esqueceu que este blog se chama AUTOentusiastas?

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