ECM

A eletrônica é algo amedrontador para uma boa parte das pessoas, principalmente quando o assunto é automóvel. Não podemos imaginar que os problemas que temos hoje nos carros seriam menores se tivéssemos continuado a desenvolver os carburadores ou os distribuidores. Não seriam.

A eletrônica, principalmente pela gradual eliminação de partes móveis, trouxe uma maior confiabilidade a carros de todo nível de preço. O que acontece então, que continuamos a ver carros parados nas ruas e estradas? 

Toda pessoa com alguma noção sobre máquinas sabe a resposta: manutenção, é claro. A falta dela, para ser preciso. Ou, mais ainda,: falta de manutenção de boa qualidade.O maior problema da eletrônica não é ela existir. É ela proporcionar um funcionamento tão regular e constante que os donos ou os responsáveis pela manutenção simplesmente se esquecem que é necessário verificar a fundo se algo está errado.

Tudo isso me veio à mente, após escutar a história de um Honda Accord V-6, 1995, de um conhecido nosso. O carro está no segundo dono há cerca de 11 anos, com cerca de 100 mil quilômetros rodados, É um proprietário cuidadoso, que usa o carro na cidade a maior parte do tempo, com esporádicas viagens sempre em ritmo tranqüilo. Gasolina sempre aditivada de postos conhecidos, manutenção em concessionária, exceto em duas oportunidades.

Na primeira, um vazamento de caixa de direção, em que a incompetência técnica da oficina que carrega o brasão da Honda fez o dono recorrer a um especialista em direções hidráulicas. Isso depois de muitas idas e vindas, como é quase padrão com as oficinas autorizadas pelas fábricas.

O segundo problema foi outro vazamento de óleo, desta vez no motor, orçado pela concessionária em algo acima de 4 mil reais há cerca de dois anos. Uma grande oficina de importados de São Paulo resolveu o problema por menos de mil reais, com garantia e sem retorno do problema nesse tempo decorrido.

Recentemente, porém, esse carro teve um problema raro e uma solução inusitada. A luz-espia "check engine" acendeu, com o funcionamento do motor permanecendo inalterado. O manual do proprietário deste e de qualquer outro carro com injeção eletrônica diz a mesma coisa: leve o carro imediatamente à concessionária para verificação. 

E lá foi o carro com 15 anos de uso para uma oficina que deveria ter todas as informações necessárias para o diagnóstico.Através do sistema de diagnóstico da Honda, verificou-se que nada havia de errado, exceto um código de ECM (sigla em inglês de módulo de controle do motor) com defeito, sem detalhes explicativos. A concessionária disse que seria necessário trocar o ECM, pois não havia como descobrir o defeito. Os ECM, também chamados de ECU (unidade de controle do motor) dificilmente dão problema, mas pode acontecer. Com um orçamento de aproximadamente 5 mil reais, e nenhuma vontade de remover o ECM para verificação visual, o carro foi liberado pela concessionária.

Por mais algum tempo, o dono continuou usando o carro, tendo voltado à concessionária por mais uma ou duas vezes para novos diagnósticos, e o consultor técnico e mecânicos afirmavam não encontrar problema algum, exceto o já reportado.Passados alguns meses, o carro finalmente resolveu solicitar atenção mais detalhada. Após parar em um posto para reabastecer, o motor não ligava mais. O guincho do seguro foi acionado e o carro voltou para casa. 

Um mecânico de confiança foi chamado, verificou vários itens, inclusive removendo a bomba de combustível de dentro do tanque, e a ligando direto em uma bateria para verificar o funcionamento. Estava perfeita. Mérito da gasolina aditivada, quem sabe?

Após algum tempo de investigação, concentração e raciocínio, sempre com a ajuda dos palpites do proprietário, esse mecânico afirmou que o problema era mesmo a ECM. O que foi feito então?

Primeiro: consultar uma loja especializada em ECM. Sim, elas existem, trabalhando com peças recuperadas, ou de carros sinistrados, e outras hipóteses desconhecidas. Atendimento com uma certa arrogância: "Me traga o carro. Se tirar a ECM e trouxer na mão eu não faço nada". Claro que ninguém iria pagar um guincho para uma pessoa tão simpática fazer um diagnóstico sabe-se lá com qual resultado.

Segundo: consulta à concessionária Honda, para cotar uma ECM nova. Após uma sessão de reclamação ao gerente, velho conhecido do proprietário, pela absoluta incapacidade de diagnosticar o exato problema que havia no carro, veio a informação do custo: 5 mil reais e um mês de espera pela peça.

Terceiro: o proprietário consultou a "Grande Salvação da Humanidade": a internet. E encontrou o mesmo ECM, mesmo número de peça, usada, por 100 dólares, nos Estados Unidos (o carro foi fábricado lá, inclusive). Com correio e uma eventual cobrança de impostos, uns 200 dólares. Nada mau.

Quarto: o mesmo mecânico de confiança, não sendo um cara de desistir fácil, resolveu remover a ECM e abri-la. Em 5 minutos, estava descoberto o problema. Um capacitor queimado. Pretinho, torrado como pão esquecido na torradeira.

Uma rápida visita a um técnico de televisores resolveu o problema. Um capacitor de 70 centavos e mais um café pela solda. Volta-se ao carro, monta-se a ECM, e pronto, resolvido, carro perfeito e funcionando como relógio suíço de novo. Volta-se então à concessionária para o reset da luz de anomalia, que permanecia acesa.

História toda contada, o gerente de oficina e consultor técnico com expressões de "não acredito", reset feito, e novo código de falha, desta vez simples e direto. Sensor de oxigênio avariado. Peça nova foi providenciada, fora da concessionáriao, para evitar custo desnecessário. Trocada, novo reset na ECM, e o carro ficou perfeito. O conserto já tem 6 meses.

As lições são várias e simples.
- Carro japonês também se desgasta e quebra, ao contrário da crendice popular.
- A idade de um carro chega, independente de ser japonês ou não. É necessário pesar os prós e contras de mantê-lo.
- Gasolina de boa qualidade vale o custo.
- Concessionárias de qualquer marca, regra geral, são apenas oficinas com acesso a mais informação que uma oficina comum. Se não souberem usar ou não tiverem vontade de verificar essas informações, da forma como a fábrica do carro determina, de nada valem.
- Mecânicos bons e insistentes, mesmo sem as informações disponíveis a uma concessionária, podem consertar muita coisa.

JJ

66 comentários :

  1. Tive um problema na central de vidros e travas elétricas do meu carro. Abri ela e logo identifiquei uma trilha subdimensionada que havia torrado. Fiz a restauração da trilha (na verdade um jumper) e pronto, salvei o bolso de gastar R$800,00 num módulo "conforto" novo, ou comprar um por R$150,00 no "mercadolivre" que nem sei se foi adquirido por vias legais.

    Paciência e boa vontade movem o mundo.

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  2. JJ
    Que aula! Belíssimo post.

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  3. Os aparelhos de diagnóstico de injeção eletrônica são utilizados de maneira incorreta.

    Conheço um amigo que o Astra acendeu a luz de anomalia, foi até o mecânico habitual e ele pediu para que fosse trocado o sensor de temperatura, pois esse era o problema acusado pelo diagnóstico.

    Ele levou o carro até minha casa, limpei os contatos do sensor e também do soquete e o problema foi resolvido definitivamente.

    Muito bom o post, serve para alertar a galera que nem sempre o que o diagnóstico diz é verdade, quero dizer: Um problema em um sensor não significa que este está com defeito, pode ser um soquete ou chicote com problema, tem que ser avaliado com cuidado.

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  4. Boa vontade move montanhas!Excelente texto,muitos mecânicos deveriam ter acesso ao post para aprenderem como atender e resolver o problema dos clientes que buscam a solução para seus veículos.

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  5. As concessionárias de hoje só sabem consertar Palio, Gol e Celta . Quem possui um carro importado um pouco antigo sempre encontra problemas na hora da manutenção e é por isso que ótimos carros importados como AUDIS e BMW usados acabam sendo vendidos por menos de 20 Paus! Niguém sabe consertar!
    Tenho dois carros importados com mais de dez anos e tive que aprender a resolver os problemas através dos manuais de fábrica ( e também para não ser tapeado !)
    Exemplo : Meu Jeep estava com uma vibração terrível no cardã e o
    " esperto" do mecânico condenou a caixa de transferência e o diferencial.( Uns 7 Paus de orçamento!)
    Achei absurdo e arranquei a caixa fora , abri e troquei 2 rolamentos
    Custo R$ 50,00 + Um tubo de cola selante..Pronto!Carro zerado!
    Cuidado com os Pilantras !!

    Post muito informativo ,Parabéns..

    Abraço
    Daniel

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  6. Guru JJ, rebatize o post para Parábola da ECM, muito bom! :-)

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  7. JJ, ótimo post.

    Acho interessante resolver esse jogo de xadres.

    Certa vez o Bob me ajudou a identificar um defeito aparentemente sem solução..

    Já havia entre outras coisas, passado o escanner e testado a pressão da bomba, ambos com diagnósticos de defeito.

    Com R$ 80,00 e uma boa dose de vontade conseguimos resolver o problema. Era uma válvula de escape trincada/quebrada.

    Um abraço,

    Rafael Aun

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  8. O fato é que um bom mecânico - de concessionária ou independente - precisa ser um fuçador, um curioso por natureza. Não é qualquer um que teria culhões de abrir uma misteriosa ECU para uma investigação num terreno sem graxa ou engrenagens.

    Ainda conheço mecânicos que rejeitam carros que não tenham motores VW AP ou GM Família I e II por pura preguiça de aprender a mexer em outras unidades.

    Post sensacional, JJ.

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  9. Honda Fit/Civic Club15/04/10 14:28

    Com raríssimas exceções - como esta - proprietário de Honda é bem bitolado.

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  10. ótim post. Carro seja japonês ou não ainda tem quatro rodas. Eles pensavam q s abrissem a ACU iriam s deparar com tecnologia alinígena?

    Isso é papo de conces´sionária para fazer vc gastar mais, é sempre assim.

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  11. O difícil não é mexer nos carros de hj, mas arrumar um "mecânico de confiança" que se disponha a fazer o que esse fez. È muito mais fácil ( e lucrativo) ser simplesmante um "trocador de peças".

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  12. Francisco Neto15/04/10 15:23

    É a famosa empurroterapia e dane-se o cliente.

    Ou compra ou fica sem carro. Odeio isso.

    Realmente, a melhor coisa é ser curioso (com cautela) e selecionar bem quem realmente pode por a mão na massa, na graxa, na ECU, no que for e nos evitar dispêndios desnecessários com manutenção incorreta.

    Ótimo post JJ!

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  13. Vale mais da uma boa gratificação ao mecânico, vo que pagar o absurdo as outras peças...
    Tem de meter a cara, arriscar ou pagar a mais e essas lojas só sabem trocar peças, concertar que é bom nada!

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  14. Muito bom o texto! Os responsáveis por concessionárias como as citadas mereciam apanhar com um gato morto até o bicho miar...

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  15. Prezado JJ,

    Parabéns pela abordagem detalhada. Realmente a curiosidade pode salvar pesados orçamentos.

    Recentemente tive de lidar com situação parecida à que descreve no tópico. Embora se tratasse de uma peça da suspensão dianteira de um Civic EX 99.

    A peça na concessionária custava em torno de R$ 400 e acabei desembolsando R$ 60 numa Nakata. O mecânico não acreditou no custo da peça e passou um dia inteiro fuçando catálogos para encontrar uma alternativa de reposição.

    Se tivesse preguiça ou conformismo em aceitar a primeira opinião estaria pagando mais desnecessariamente.

    Vale a pena aprofundar. No mínimo adquirimos conhecimento.

    Grande abraço.

    MRA

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  16. Boa história Juvenal!
    certa vez levei um veiculo que era meu à oficina pois seu funcionamento estava irregular, veio o mecanico com o "scanner" e a leitura da sonda-lambda estava acusando mistura muito rica. todo o resto aparentemente estava ok, novo sensor ($370 na autorizada), montado e resetada a ECU. dias depois os mesmos sintomas de antes no funcionamento, nova leitura com aparelho e nada. deixei o veiculo por lá e com ele funcionando em marcha-lenta por mais tempo descobriu-se que o sensor de temperatura da ECU estava defeituoso, em alguns instantes esparsos fornecendo referencias de temperaturas mais baixas que o correto, levando a central a injetar mais combustivel como se o motor estivesse frio. Mistura excessivamente rica. trocado o sensor ($60), aí sim, resolveu-se o problema. Depois soube que isso é comum acontecer e muita gente acaba comprando sensor de oxigênio novo sem necessidade

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  17. Sensacional!
    Tô passando esse post pra um consultor amigo meu da Honda. Não existe magia ou tecnologia alienígena que suplante a sede de conhecimento e aprendizado do homem!!

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  18. Nico acima da lei15/04/10 17:14

    Dificilmente uma ECU costuma apresentar problemas, as que costumam causar problemas normalmente são aquelas que os engenheiros preferem colocar dentro do cofre do motor ao invés de coloca-la na cabine do motorista.

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  19. kkkkkkkkkkkkk
    Estes módulos ECM e computadores de bordo são componentes de carro e tal mas continuam sendo eletrônicos, assim como outras coisas do dia a dia.

    Quase tudo trabalha a 12v, 5v ou a 3,3v. Dá para ver também o que cada trilha, componente faz ou se está trabalhando errado, mais ou menos o que um mecânico ou autoentusiasta faz ao ver um cofre de carro ao procurar por defeito no motor de um carro.

    Não sei o ponto de vista de vocês, mas a Eletrônica não é esta "Caixa de Pandora" que todo mundo pensa, é perfeitamente previsível e controlável, o único problema é os mecânicos não se interessam por eletrônica.

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  20. JJ,

    Grande idéia postar essa história, que vc já tinha me contado.

    Inacreditável, um capacitorzinho de m...!!!!

    MAO

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  21. Rogério,

    "apanhar com um gato morto até o bicho miar..."

    me sujei de tanto rir,ótima essa!

    MAO

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  22. O sistema operacional das ECU's é Windows...
    Isso espanta até engenheiro nuclear e, quase sempre, é só dar um reset que resolve até problema de unha encravada da ECU.

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  23. Sandoval Quaresma15/04/10 20:07

    Galto, o que vc bebeu?
    Windows em ECU de automóvel?? vou ligar pro SAMU ir aí te atender

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  24. Bom texto mesmo, mostra que as "pessoas" devem perder o medo e o comodismo e tentar entender e arrumar as coisas.

    Quanto a questão do concessionário, na minha opinião atitude perfeitamente correta, ou alguem aqui esperaria que eles abrissem um módulo e fizesse algum tipo de reparo? Lá é uma "oficina de referência" que teoricamente não faz gambiarras e muito menos adaptações. Quebrou? Troca! Não importa se era somente emendar o fio do sensor que partiu.

    Agora, por outro lado.... Eu com com certeza mexeria, abriria e tentaria arrumar qualquer coisa, seja eletrônica ou mecânica, mas esse é meu jeito, trabalhei com eletrônica e gosto de carros.

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  25. Excelente post, conclusões irretocáveis. Deveria ser leitura obrigatória para todo dono de carro importado que já passou dos "enta" (o carro, não o dono).

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  26. Por acaso esse mecânico atende na Zona Oeste de São Paulo? Pela história parece até a descrição do meu mecânico.

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  27. Grechejr

    Justamente por ser uma "oficina de referência" eles deveriam sempre chegar a um diagnóstico ao invés de simplesmente dar explicações vagas ou às vezes nenhuma explicação e dar o orçamento e a lista das peças a serem trocadas.

    Serviço que muitas vezes não resolve o problema.

    O concessionário dá o diagnóstico e fala qual o procedimento, o cliente pode ou não aceitar.

    Mas do jeito que é feito hoje, inaceitável. É como ir ao médico e ele te receitar vários medicamentos, mas sem ter nenhum diagnóstico da sua condição.

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  28. JJ, seu post não me surpreende.
    Primeiro pelo fato de que, com a miniaturização dos componentes e o uso de SMDs o conserto de placas se tornou algo raro. Os fabricantes, por sua vez, não mandam mais esquemas elétricos de quase nada. Antes, levava-se algo para consertar (TV, Som, etc) e recebia uma OS com informações como: Troca de 02 resistores, 1 diodo e 01 transistor. Hoje é assim: Troca da placa de entrada e circuito retificador.

    Sim, os "tecnicos em eletronica" viraram trocadores de peças. Uma por falta de reciclagem, outra porque não há mais como trabalhar. As fabricas querem que se troque placas, mesmo. Além disso, nenhuma concessionária tem técnicos em eletronica. Eles fazem o que a fabrica permite: trocar peças. Fazer o que?

    Outra, um capacitor não explode do nada. Portanto, é conveniente pesquisar sobre o porque de sua queima, sob o risco do problema reaparecer.

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  29. Galto, estude antes de falar asneira. Centralina não é computador de bordo.
    E mais, "Windows" (Janelas) não teria sentido para um sistema que não precisa de interface gráfica. O que precisa é gerenciar o carro e ficar fazendo um log de erros para que, outro sistema possa fazer a leitura dos dados, famoso SCANNER automotivo. Este sim pode ser Windows, Linux ou qualquer outra coisa.

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  30. Não comento mais nada. Fiz dois comentarios e não constam da lista!
    Valeu...

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  31. Ótimo post.
    E algumas constatações: O atendimento das concessionárias continua o mesmo, ou seja incompetente e ineficiente.
    Pelo menos 80% dos "consultores técnicos" das concessionarias não entendem xongas de coisa nenhuma de mecanica, elétrica, eletronica, funilaria ou pintura.
    E quanto mais velho o carro, mais problematico é o atendimento e a prestação de serviço, oferecido por esses "profissionais treinados na própria fabrica".
    Romeu.

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  32. em carro novo também. No fiesta da chefa um defeito maluco no painel aos 10.000 km, imediatamente após a garantia expirar. Só funcionava o cota giros e temperatura e nivel de combustivel.
    A luz de pane (vermelha) da injeção acesa. Na autorizada queriam cobrar 100,00 para diagnosticar o problema, já que a garantia havia terminado a uns miseros 200 km. Mandei as favas, e levei pro meu meca que desmontou tudo e não encontrou nada.
    Pois bem, depois de uns 5 meses usando desse jeito, (a trava automatica das portas não funcionava, odometro e relogio também não, eis que o ponteiro de velocidade começou a dar uns pulos, a trava das portas começou a funcionar, a luz de alerta da injeção apagou, o odometro começou, devagarzinho a marcar a quilometragem e o relógio idem. NINGUEM MEXEU NO PAINEL !!!!
    O que aconteceu? Milagre?
    sei lá.
    Perguntei pro meu meca e ele me disse: essa eletrônica é pho....

    Pois é...

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    1. Cara, o meu está apresentando problema exatamente igual ao seu....acho que vou "esperar" ou talvez dar um banho de limpa contato elétrico nas conexões...quem sabe espanto o tal do "Osmar" (os mar contato) hehe

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  33. Ótimo post!!
    Ainda bem que eu ando com o meu velho e bom Fusca 1983 1600...O kit básico: correia do alternador, cabo do acelerador, bobina,uma bomba de gasolina...chave 13mm e chave de fenda...ao custo de uma limpeza de bicos dos mais moderninhos he he he

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  34. Caio Ferrari,

    Como foi dito deve ter sido por causa da MAF ou IAT que apresentou avaria.

    Ele comentou no texto algo.


    Abraço,

    Rafael Aun

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  35. Honda Accord 1995: R$ 10.000

    ECU novo do carro: R$ 5.000

    Capacitor novo: R$ 0,70

    A cara de tacho do mecânico da concessionária: NÃO TEM PREÇO!

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  36. Hoje infelizmente os concessionários se limitam apenas a colocarem os aparelhos,ler o diagnóstico e informar ao cliente: senhor a peça "tal" tem ser trocada.E se a peça "tal" for substituida e o defeito persistir troca-se outra peça, ou seja, não tem mais mecanicos empenhados em descobrir e solucionar problemas com conhecimento dedicação e sim ler diagnósticos friamente e transformar essa prática em comércio inescrupuloso.
    Lupatini.

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  37. Sandoval e Marcelo, se vocês não entendem uma piada, só lamento...

    Relaxem, eu quis dizer que, geralmente, um problema que se apresenta insolúvel, basta uma ação simples para resolvê-lo.

    Trabalho na área de TI e essa é uma piada recorrente que usamos quando aparece um problema que ainda não temos a solução: "Dá um boot!"

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  38. Caio Ferrari,

    Capacitores e quaisquer outros componentes eletrônicos tem vida útil, embora ela chegue a ser centenas de vezes maior que peças mecânicas quando o circuito é bem dimensionado.

    O fato do capacitor queimar pelo fim de sua vida útil (15 anos de uso) é mais aceitável do ponto de vista do projeto eletrônico, do que ele se queimar por defeito em um sensor, visto que o circuito que "lê" o sensor deve ser protegido contra isso.

    E capacitores eletrolíticos normalmente são os componentes que duram menos em um circuito Eletrônico.

    Abraços,
    Régis Bueno

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  39. EGO,S

    Nem esse kit básico frequenta o porta malas do meu Puma 1980. Obcecado que sou com a eliminação de peso morto, a única coisa que habita o porta luvas do Puma é o cartão de visita do guincheiro.

    :)

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  40. Galto, quem disse que você não tinha razão? :-)

    http://www.f1technical.net/features/8055

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  41. Normalmente e de um modo geral mecanico de cidades do interior que contam com pouco recursos normalmente fazem magica nos carros, os caras são ninjas...

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  42. Ano passado comprei um carro novo e com cerca de 3000km ele começou a apresentar falhas, levei na concessionária já dando o meu palpite, "é ignição, vocês podem verificar as velas e cabos?", mas tive de deixar o carro. Um dia depois retirei o carro com a explicação de que havia uma falha antiga registrada na ecu com relação a combustível e a mesma havia sido "resetada" resolvendo assim o problema, seguida da recomendação para não usar alcool no carro que é dito flex. Ao retirar o carro percebi e o problema ainda acontecia, uma semana depois acordei animado peguei a minha caixa de ferramentas e fui decidido a resolver o problema, nem precisou ir tão longe pois já ao retirar os cabos de vela para medir a resistência notei que um deles estava atolado de talco. Bastou um jato de ar e um jato de spray limpa contatos para resolver o problema de forma definitiva.
    Foi um problema plantado no carro pela displicência do montador, que a concessionária teve a oportunidade de corrigir mas o mecânico ficou com preguiça de retirar aquela capa de plástico ridícula que cobre todo motor optando assim por sentar no banco do carro com o scanner ligado na tomada de diagnóstico e apertar os botões.
    Nunca mais voltei na concessionária e o manual do carro não verá nenhum carimbo. Não quero a garantia deles.

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  43. Uma vez eu estava no Litoral com meu Marea e senti o carro subitamente chocho. Na volta a SP, não consegui passar de 120 ou 130 km/h na estrada. Imaginei que pudesse ser a bomba de combustível dando falta ou o sensor MAF (Mass Air Flow). Em casa, pesquisei um pouco a internet e descobri um teste simples para descobrir se era a MAF: com o carro desligado, desliguei o plugue o sensor (que fica entre a injeção e o filtro de ar). Resultado: o carro voltou a andar rápido como devia, apenas com a luz de anomalia na injeção acesa (acredito que com a MAF desligada, o sistema funcione usando dados fixos no lugar dos informados pelo sensor; suficiente para dirigir em emergências, ainda que com perdas em consumo e desempenho). No dia seguinte, fui a uma concessionária e comprei uma MAF nova. Eu mesmo troquei, coisa simples, apenas soltar braçadeiras na mangueira de ar e reapertá-las. O carro ficou perfeito, sendio que inclusive a luz da injeção no painel apagou.
    Fica a dica: seu carro parou ou ameaça parar? olhe a MAF... Se for mesmo MAF, basta desconectá-la para o carro voltar a andar.

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  44. Esta aconteceu comigo a um ano atrás.

    Eu estava na Régis Bittencourt, no sul de SP, indo a Floripa quando meu Brava simplesmente apagou o motor do nada...

    Nenhuma luz espia acesa, verifiquei correia dentada... OK, bati o arranque e nem resposta do motor...
    Depois de 15 minutos parado, tentei novamente e o motor ligou como se nada tivesse acontecido.

    Minha conclusão: A ECU está num local em que recebe um fluxo de ar quente direto do radiador, o que aquece a mesma e pode vir a causar falha, pois a maioria dos equipamentos eletrônicos é feita para operar a temperaturas até 40°C e o cofre do motor aquece muito mais que isto... Foi só a ECU esfriar que ela estava nova em folha.

    Desde então nunca me aconteceu de novo. Ah se eu tivesse acionado o Seguro...

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  45. Ítalo, pois é...

    Nesse caso a Microsoft é uma das parceiras no desenvolvimento, nesse caso a da McLaren. Existem vários outros mas é bom a McLaren ficar com um pé atrás, só pra garantir...

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  46. JJ,
    sensacional o post!

    Estranho que pela primeira vez nao tem nenhum leitor te xingando, hahahaha!!!

    RT

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  47. Homem-Baile,

    Isso é pura verdade.

    Se o carro não passar dos 3.000 giros e ficar xôxo, desconect a MAF. Parando o problema é ela.

    Um defeito muito comum nos Ford Fiesta. Dá até para andar sem ela por um tempo, mas a mistura fica muito rica.

    Um abraço,

    Rafael Aun

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  48. Regi,
    Eletrônica é ph... mesmo! Eu tive um carro "preparado" injetado (AP hahaha) nada mais conhecido entre os mecânicos, porém quando entra eletrônica na jogada... na época corri um certo risco, troquei o módulo da injeção do carro que era modelo 97 pelo módulo do modelo 98 que tinha o dobro de memória, troca feita por sugestão do preparador para trabalharmos com mais mapas, vantagem grande para um carro turbinado. Enquanto era turbo o acerto ficou realmente excelente, também porque a configuração contava com um injetor extra e um controlador (analógico). Porém depois que voltei o carro à "configuração original"... Na realidade o carro rodou um bom tempo sem problemas, mas depois começou a morrer do nada...
    Aquela coisa... leva o carro no auto-elétrico especialista, verifica lá, verifica acolá... scaneia... vamos rodar e o carro não apresenta problema nenhum... e na volta pra casa o problema reaparece, sabe aquela síndrome que o problema some quando o carro chega no auto-elétrico? é PH..A!
    Limpa-contato em tudo que é sensor, limpa corpo de borboleta... mas não teve jeito, vendi o carro sem descobrir o problema...
    Detalhe: entreguei o carro numa concessionária, quando cheguei para avaliar o carro, ao imbicar na loja o carro morreu... hahaha os caras tem que pegar uns gatos mortos às vezes né... kkkkkk
    Nunca venderia um carro assim para particular, além da responsabilidade, com certeza eu teria alguma dor de cabeça.
    F-SA

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  49. Os concessionários não gostam de reparar peças avariadas e os fabricantes estimulam isso, ao fazerem peças blindadas. Há muitos anos, tive um Del Rey Ouro 84 cujas travas elétricas pararam de funcionar. Solução dada? Trocar o relê. Só que este não custava nada barato e só podia ser encontrado na concessionária Ford. Pensei: Quebrado por quebrado, vou abrir, já tá sem funcionar mesmo... Descobri um defeito no contato interno do relê, que estava carbonizado, provavelmente por causa dos arcos voltaicos. Lixa daqui, lixa dali, contatos limpos, testo no carro... Funciona perfeito! Fechei o relê com fita isolante (tive que quebrar um pouco a caixa pra abrir) e usei o carro por mais 2 anos sem qualquer problema nas travas elétricas, que funcionaram exatamente da forma que se esperava delas por todo esse tempo. E vendi o carro com elas funcionando 100%, nunca mais foram mexidas por mim.

    Outra: Tive um problema num Vectra 1998 2.2 16V, que às vezes o ventilador não entrava e o carro esquentava. Comprei os sensores de temperatura da injeção e do painel(pois sei que o ventilador é acionado pela injeção), são baratos. Troquei e nada, o problema continuava. Até que um dia, mexendo no motor quente, descobri que ao mexer no fio, o ventilador ligava... E, dependendo da posição, desligava... Era o maldito conector!!! Comprei um conector por 15 reais numa casa de peças, cortei o antigo, emendei os fios, soldando-os para não haver a chance de mau contato e assim o Vectra nunca mais passou da temperatura recomendada.

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  50. Ahhh muito bom o post! valeu JJ! hehehe

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  51. macho que é macho usa carburador, i.e. é coisa de maricas

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  52. arranca essa injeção e coloca um carburador de monza!

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  53. O carro da minha respectiva estava superaquecendo e eu não estava com tempo para lhe fazer a costumeira cortesia de verificar, consertar ou levar na pessoa de confiança.
    A minha sogra que levou o 307 no auto-elétrico ao lado da sua loja. Penso que a pessoa não agiu de má fé, pois disse a minha sogra que ele é de sua confiança, mas a peça trocada foi a ventuinha (R$750), sendo que o problema era na válvula termostática (aproximadamente 1/10 do valor cobrado pela ventuinha) que o mesmo trocou sem cobrar nenhum adicional, ao meu ver assinou o atestado "eu errei no diagnóstico e a senhora gastou mais do que deveria".
    Situação complicada né... o que vocês fariam? Exigiriam reembolso de parte do pagamento?
    Ao meu ver, constatado o erro do "profissional", o máximo que deveria ser cobrado é o preço da peça, pois ela foi realmente trocada, mas não a mão de obra que no caso se mostrou não-qualificada para o serviço.

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  54. sem dúvida essa turma que é chegada num fiat tem que ser muito criativa e curiosa

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  55. certa vez estacionei na rua, ao retornar cerca de 1 hora depois, aproximando-se do local avistei rolos de fumaça saindo do meu veículo, um fiat tipo. pensei em usar o extintor mas já era tarde demais.

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  56. Nhô Tolentino16/04/10 19:33

    sou agricultor da região dos 3 B do triângulo mineiro (Beraba, Berlândia e a Bosta de Araguari). certa vez eu precisei vender uma variant II marrom pra pagar o enterro de um tio-avô meu de Vespasiano. pois a danada da variante fumava que era uma condenada, a tranqueira. e eu precisando de vender logo, não tinha como consertar a fumeguera, mandei pra dentro do motor duas banana da terra verde fatiada, pelo buraco de por os óleo. a fumeguera parou, óia que trem bão sô!

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  57. Se concessionária fosse eficiente os mecanicos independentes não precisariam existir,assisto esse filme da incompetencia há muitos anos,os caras mexem só numa marca de automóveis e não conseguem acertá-lo?mesmo com tudo de ferramentas e apoio logístico possível?E eu que só hoje na quitanda tinha Kombi, 2 C280 , Palio, Brava,Citroen,Audi S3??? E ai de mim se eu não boto aquilo tudo fucionando redondinho.....

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  58. Belo post!!!

    Por isso que nem máquina de lavar roupa "eletrônica" eu compro...

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  59. Um cliente meu tem um Classe A e um C5, 2 poltronas,hahahaha, só faltava ele ser corno,hahahahaha

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  60. um certo dia eu levei meu gol nessas oficina que dão o nome de centro automotivo, o gol parava e não pegava de jeito nenhum, cheguei la o cara falou eu já sei o que é , é 420 o conserto mandei faser o serviço , tenpo e dinheiro perdido , jurei pra mim mesmo tocar fogo nawuela oficina ,mas fiquei no prejuiso, um certo dia conversando com o meu visinho, falei que não podia desligar o carro pois o mesmo não iria pegar, o meu visinho falou eu sei oque é , mandou eu conprar 2 peças custou 19;50 retirei as velhas e coloquei a que conprei o carro ficou ótimo faz mais de dois anos nunca mais me deixou na mão , comente faça uma propaganda descriminando ou incriminando esse tipo de profissional e esses tipo de oficina,são uns verdadeiros ladrões ,seja curioso mexa primeiro ,tente consertar se ver que não tem jeito ai sim mande consertar obs; seja curioso fuce,mexa ate as ultimas concequencias. lote de ladrão,safado isso foi em diadema

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  61. prejuiso? visinho? descriminar? concequencia? Meu caro, sério! Assim você ainda vai comer muito capim! VAI LER CARAAAALHO!!!! O Q? QUALQUER COISA!!! LEIA!!! LEIA MUITO!!!!!! ISSO AÊ!!! MUIIIITO! QUEM MANDOU PARAR? CONTINUE LENDO!!! VC É MANOLO DE DIADEMA, NÉ? CONHECE CRIOULO??? ENTÃO ESCUTA O CARA UM POUCO!!!

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  62. Tenho um Peugeot 206 2003, comprei usado no começo do ano passado: Tenho 3 histórias para contar. Lá vai: 1) Um belo dia a buzina parou de funcionar, fui numa auto-elétrica para diagnosticar o problema, o mecanico sem querer mecher muito disse ser a BSI (central eletro-eletronica que comanda desde limpadores de parabrisa até a buzina!!) Custo R$ 1200 reais...cheguei em casa entrei nos fóruns de carro, e achei o fórum CLUBE PEUGEOT, lá tinha o tutorial de reparo. Não era BSI, era um flat cable que tem dentro da chave de seta. Desmontei e arrumei, custo total ZERO REAIS. História 2) O carro começou a ter dificuldade para pegar, estava claro que nao era bomba, pois nao dava sinal de nada. Era com certeza um problema no famoso SENSOR DE ROTAÇÃO, levei numa auto-eletrica(diferente da primeira) eles trocaram o sensor, ficou bom?? NÃO, numa esticada de marcha, em 5 mil rpm, todo o painel desligava e havia um corte geral da ignição pela ECU(parece uma proteção própria da central para evitar danos à ECU e do motor) Depois de muito pensar, achei que era devido ao sensor de rotação CHINÊS que haviam colocado. Voltei na oficina e mandei eles colocarem o sensor original antigo(ainda bem que eu havia guardado) e BINGO, o carro voltou ao normal, era problema de mal contato no plug. Custo R$ 140 com peca e mao de obra, consegui o valor da peça de 90 reais como devolução depois de brigar com o dono da oficina. Lá eu nao volto nunca mais!
    História 3) Num belo dia percebi que a central do vidro elétrico estava confuso, eu desligava a chave e os vidros eletricos subiam. Isso ocorria umas 3x a cada 10 desligadas. Fui numa oficina que instalar esse tipo de aparelho(centralina de vidro elétrico), o instalador me disse q era problema no módulo e só trocando, custo R$ 150. Fui pra casa e comecei a procurar o módulo sob o painel, achei! No proprio módulo havia um botão de RESET bem grande, apertei por 2 segundos e soltei. Ativei o alarme e nada, eu havia desprogramado tudo, porém foi muito simples de reprogramar, bastar ligar o carro, subir e baixar o vidro, fiz isso umas 3 vezes. Desliguei o carro e ativei o alarme. BINGO funcionou perfeitamente. Já faz 6 meses isso e nunca mais voltou a dar problema. Custo R$ ZERO!
    Cuidado com essas oficinas que nao querem botar a mao na massa, nao acredite logo de cara num mecanico que nem viu o problema, falar que precisa trocar o módulo eletronico por completo! Isso é muito raro de acontecer...

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    1. Marcelo,
      excelentes informações essas. Vou guardar na caixa de e-mails de problemas automotivos, pois temos 206 na família.
      Obrigado pelo tempo dedicado a deixar essas informações aqui no AUTOentusiastas.
      Um abraço.

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  63. Infelizmente a cultura de levar vantagem é a caracteristica principal da população "hospitaleira" do nosso Brasil.

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  64. Se der mole pra esta turma... huuuummm... ainda mais auto-elétrico!

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