google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


A Ford criou um traje experimental de simulação dos perigos de dirigir sob os efeitos do álcool. A empresa desenvolveu na Alemanha uma “Roupa de Motorista Embriagado”, que simula as dificuldades de visão, coordenação e equilíbrio experimentadas por quem abusa do consumo de bebidas alcoólicas e assume o volante de um carro.

O traje, elaborado em parceria com uma empresa especializada, é composto de óculos com visão de “túnel”, tampões de orelha, pesos no pulso e no tornozelo e ataduras nos cotovelos, pescoço e joelhos. Ele torna mesmo tarefas simples — como andar em linha reta — muito mais difíceis e demonstra como uma atividade muito mais complexa, como dirigir, é afetada pelo álcool, como ilustra este vídeo, infelizmente falado e legendado em inglês, mas de fácil compreensão:




Posição das rodas dianteiras visível para o motorista

Foi impossível pesquisar sobre o Dare DZ que postei outro dia aqui sem encontrar referências a outro carro muito parecido em conceito, o Dax Kamala.

A Dax, da cidade de Essex, Inglaterra, constrói ainda hoje réplicas do Cobra e Lotus Seven, este chamado de Rush e um pouco exagerado, e no final de 1998 apresentou um carro novo, de motor central-traseiro, batizado Kamala.

O carro começou como projeto pessoal de Peter Walker, um ex-engenheiro da Ford inglesa. Até 2001 foi feito pela Dax, mas depois desse ano foi formada a Kamala Cars Ltd. que passou a existir justamente por causa do carro. Os irmãos  Tony e Mark Keen, que tinham anos de trabalho com restauração de antigos, compraram os direitos de fabricação e comercialização, passando a produzir o carro em Norfolk. Depois disso, o “Dax” desapareceu do nome.

Note a estrutura das portas fixada ao plástico transparente

Aberta a temporada de F-1 de 2014

Acidente fatal em prova de arrancada de caminhões







Nico Rosberg: quarta vitória na F-1 (Foto Mercedes-Benz Media)

Na abertura da F-1 2014 Mercedes confirma superioridade e novas regras provocam dúvidas e acidentes, como o que afastou Felipe Massa na primeira volta do GP da Austrália. Omissão de autoridades acaba em morte em arrancada de caminhões em Santa Catarina

Na litorânea Melbourne, nem tanto ao céu nem tanto à terra…


 Pole Hamilton liderou primeiros metros (Foto Mercedes Media)

Não foi a catástrofe que muitos esperavam a ponto de cogitar a interrupção da prova por abandonos mecânicos de 100% do grid e nem, tampouco, uma corrida chata de ser seguida por emissoras estrangeiras de TV que fazem da transmissão um verdadeiro show. A abertura da temporada 2014 da F-1, no fim de semana, em Melbourne, mostrou um GP da Austrália dominado por Nico Rosberg desde a largada, a chegada de novos ídolos como Daniel Ricciardo, Kevin Magnussen, Valteri Bottas e Daniil Kyvat e mais uma dose homeopática de falta de sorte para Felipe Massa. O brasileiro foi afastado da corrida logo na primeira curva quando os freios traseiros do Caterham-Renault de Kamui Kobayashi falharam e o carro do japones acertou de raspão o Ferrari de Kimi Raikkonen e, em cheio, a traseira do Williams-Mercedes de Massa.


Caterham de Kobayashi sem freios traseiros na largada (Foto Caterham)

Foto: greencarsreports.com


Quando  leitor José de Paula R. N. A. nos mandou a notícia ontem, tomei um susto. Parecia que a Cidade-Luz havia tomado o rumo da boçalidade paulistana  — melhor dizendo, dos prefeitos da cidade desde 1997 — ao adotar rodízio pelo final de placa.

Ao ler a matéria, porém, alívio (misturado com raiva, pelo que é feito aqui): o rodízio é por razões ambientais, grande acúmulo de névoa fotoquímica (smog) no ar da capital parisiense e não a nossa nojenta "operação horário de pico". Carros com final par rodam um dia, com final ímpar outro; elétricos, sem a restrição.

Como se não bastasse o motivo — justo — do rodízio, ele foi emergencial e por isso mesmo só vigorou ontem e só vigorará hoje.

É exatamente como foi previsto no Código de Trânsito Brasileiro, poderem os municípios adotar restrições de circulação quando se tratar da redução da emissão global de poluentes, Art. 24, Inciso XVI, mas que aqui foi desvirtuado para uma "operação reforça-caixa permanente da Prefeitura" engendrada pelo nojento e vivaldino Celso Pitta (já se foi) e lamentável e imperdoavelmente perpetuada pelo seus sucessores.

Vive la France!

Ae