google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


 Fotos: autor




A cena se repete nos últimos 15 anos: você estaciona em frente à bomba de diesel, em um posto de beira de estrada, e o frentista nem se mexe. Fica sentado lá longe. Depois de um tempo berra: “Aí é pra caminhão, puxa o carro pra cá”, indicando a gasolina e o álcool. Finalmente o cara chega perto do Mercedes-Benz e, quando insisto em colocar diesel, a resposta também é sempre a mesma: “Doutor, vai dar merda. Carro não anda com diesel”.

Geralmente conto uma história meio louca, que estou acostumando o Mercedes devagar a rodar com diesel, que fui misturando com gasolina e agora ele já gosta de “óleo”...Mas o frentista só sossega quando vê o motor e checa que não existem velas e lá esta a bomba injetora e os bicos bem “de caminhão”.

Motor Diesel 3-litros seis-cilindros: potência máxima a 4.600 rpm



Nos tempos modernos, a imagem de uma empresa, pessoa ou corporação, é tudo. Fortunas são feitas em cima de imagem. As pessoas lembram das marcas por seus maiores (ou piores) destaques.

Stanley Kubric é o homem do filme "Laranja Mecânica"; Ian Fleming é o pai do James Bond; a Porsche é o reflexo do 911; e a Nissan é a marca do Skyline.

Mas, o que é um Skyline? É o nome usado no Japão para as dinastias dos modelos anteriores do atual GT-R. Hoje pouco vemos o nome Skyline nos produtos correntes da marca, pois a sigla GT-R foi o destaque do carro criado sob o olhar cuidadoso de Carlos Ghosn, para trazer de volta o ícone japonês dos anos oitenta e noventa. E ainda mais, espalhar pelo mundo o poder do Godzilla.

O Nissan GT-R atual nasceu por ordem direta do presidente da empresa. A equipe de projetos deveria entregar um carro que fosse não apenas competitivo, mas referência no mercado. Leia-se “o GT-R tem que acabar com o 911 Turbo, e ser mais barato”.

Nissan GT-R da geração atual


Futuro de Brawn intriga F-1

Após confirmar saída da Mercedes, engenheiro faz suspense sobre seus planos. Eleição da FIA pode resolver enigma.





Ross Brawn deixa a Mercedes no dia 31: seu futuro agita a F-1 (foto Mercedes AMG Petronas)

Nome mais cobiçado do mercado de trabalho da F-1, Ross Brawn foi anunciado nos últimos dias como o mais novo contratado da Ferrari, FIA (Federação Internacional do Automóvel) e Williams. Estrategista de fama consolidada por 17 títulos mundiais conquistados desde 1991, Brown pode-se dar ao luxo de escolher onde e se vai trabalhar em 2014, mas certamente não tem o dom de confirmar todas três previsões. Se a decisão de deixar a equipe Mercedes tem muito a ver com o triunvirato formado por Niki Lauda, Paddy Lowe e Toto Wolff, o seu destino passa, principalmente, pelo que acontecerá nos mares agitados de disputas políticas e comerciais que marcam o atual momento da F-1: a eleição da FIA e os processos que Bernie Ecclestone enfrenta na Inglaterra e na Alemanha.


Lowe (esq) e Wolff (dir) ganham ou perdem sem Brown? (Foto Mercedes AMG Petronas)

A Honda brasileira divulgou hoje (2/12) a seguinte notícia, que transcrevo:

"Honda é campeã da Copa Petrobrás de Marcas 2013
Ricardo Maurício, pilotando um Honda Civic, levou o bicampeonato da disputa entre pilotos

A última rodada dupla da Copa Petrobras de Marcas, que aconteceu no domingo (1/12), em Curitiba (PR), confirmou a soberania da equipe Honda na competição. Ricardo Maurício, no comando de um Honda Civic, largou na quinta posição, ultrapassou todos os seus adversários e conquistou o bicampeonato da disputa entre pilotos. A equipe JLM Racing, representando a Honda, formada pelos pilotos Ricardo Maurício, Vicente Orige, Felipe Gama e Alceu Feldmann, garantiu o título entre as marcas na temporada 2013. A equipe Full Time, também da Honda, terminou na segunda colocação geral.

Honda Civic força e desempenho

Em 2012, o Honda Civic também demonstrou excelente performance e deu a liderança do campeonato ao piloto Ricardo Maurício, cuja equipe garantiu ainda a primeira colocação na classificação geral. Para mais informações, acesse o site da Copa Petrobras de Marcas. 
www.brasileirodemarcas.com.br"

O que li e compartilho com o leitor é surreal. Surreal só não, crime, de falsidade ideológica. Chamar de Honda Civic um carro com motor Ford Duratec, com transeixo de outra marca, suspensões completamente diferentes das do Honda Civic de verdade, não tem outra classificação.

Fora o deboche puro e simples, que leva o jornalista menos experiente a erro, que é repassado ao público leitor.

Se Soichiro Honda estivesse vivo, aposto que cabeças rolariam. Disso não tenho a menor dúvida.

BS