google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Preparando-nos para sair do estacionamento do hotel em Mendoza. Ao volante, o Fernando Calmon nessa primeira etapa; na seguinte, eu

O novo Focus foi apresentado à imprensa brasileira e sul-americana nesta sexta-feira, em Mendoza, na Argentina e o AE estava lá, a convite da Ford. Gostou do que viu e sentiu. O Ford fabricado na Argentina, em General Pacheco, na Grande Buenos Aires, a 37 quilômetros a noroeste da capital, passou por grande mudança em sua terceira geração e chega com força para disputar o mercado dos médios. O estilo atualizou-se, em especial o hatchback, cujos grupos óticos traseiros "desceram" das colunas e estão num local que ser harmoniza mais com o resto do carro.

A maior novidade, sem nenhuma dúvida, é a injeção direta de combustível do motor 2-L Duratec Direct Flex, que trouxe grande aumento de potência, 175 cv/178 cv, a 6.500 rpm, gasolina/álcool, ante 143 cv e 148 cv, a 6.250 rpm com injeção no duto. É o primeiro motor flex de injeção direta do mundo, que começou pela versão de mercado americano, onde o álcool contém 15% de gasolina (E85), para depois chegar ao Brasil, com o nosso exclusivo álcool puro (E100). É o único motor do sedã e pode vir opcionalmente no hatchback.

Potência de 178 cv e nada de capas para esconder o motor

Caros leitores: aguardem o post sobre o novo Ford Focus, hoje excepcionalmente às 13 horas em vez do nosso horário habitual de novos posts, 12 horas.

Bob Sharp
Fotos: autor e divulgação
Versão Trekking: Adventure brasileiro faz escola

Com motor MultiAir Turbo 1,4, o Fiat 500L apenas lembra visualmente o pequeno Cinquecento. Muito mais espaçoso, seu interior é de minivan. Um clássico caso de "parece, mas não é”. Para os leitores com maior quilometragem, ele recorda exatamente o slogan do Denorex, xampu anti-caspa dos anos 1980, que parecia remédio, mas era xampu. O 500L parece o Fiat 500, mas não é. Bem mais longo, com 4.250 mm de comprimento, sua plataforma básica vem do Punto e tem apenas alguns acessórios e recursos visuais para lembrar o pequeno 500. Parece um carro, um hatch, mas não é. Sua arquitetura, principalmente interna, é de monovolume, apesar do capô pronunciado. Tanto que Betim estuda sua produção por aqui para substituir o Idea, outro monovolume. Nada existe de oficial, mas o Idea não embalou mais em vendas mesmo se tornando o “carro do Papa” aqui no Brasil.

Apesar do visual, o 500L nada tem a ver com o Cinquecento

Lembra o Diablo, e com motivo

Em 1987 a Lamborghini foi comprada pela Chrysler, que via no fabricante italiano um negócio atraente para expandir sua capacidade de fazer carros exclusivos e vendê-los com muito lucro. Até mesmo um motor Lamborghini na Fórmula 1 existiu, de 1989 a 1992, através dessa injeção de dinheiro, que visava tirar o honorável fabricante italiano dos problemas financeiros de muitos anos, algo que até mesmo Franco Gozzi (1932-2013), o veterano assessor de imprensa e braço direito de Enzo Ferrari, lamentou certa vez. Diante de um Silhouette com o qual o jornalista Mel Nichols fora visitar a fábrica do Commendatore, ele disse, balançando lentamente a cabeça: “Que tragédia que as coisas estejam tão ruins para uma empresa que faz carros como esse”.

Óbvio que entrar na casa italiana com soluções americanas não poderia dar cem por cento certo, e alguns funcionários e prestadores de serviços resolveram abandonar a área, levando com eles décadas de conhecimento.

Quase ao mesmo tempo, Claudio Zampolli, um ex-engenheiro de testes de desenvolvimento que trabalhou na Lamborghini de 1966 até 1973 nos projetos do Miura e do Countach, fundou uma empresa junto com o produtor musical e compositor Giorgio Moroder, para fabricar um carro considerado excessivo.

Um modelo não funcional ainda na Lamborghini. Seria bastante modificado.