google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)




O que você vai ler agora ultrapassa os limites da imaginação. É a prova contundente de que a administração pública, no caso a paulistana e a paulista, desrespeita o cidadão acintosamente, sem a menor cerimônia, dentro da mais pura e absoluta bagunça.

Tudo começou quando um amigo que tem um GT Malzoni, original com motor DKW e minuciosamente restaurado, foi licenciar o carro no ano passado (2012) e houve restrição por parte do Detran porque não havia sido feita a inspeção em 2011.

Claro, não havia sido feita porque no site da Controlar, ao se agendar inspeção e entrar com número do Renavam e placa, surgia a informação de que por ser motor dois-tempos a inspeção não podia ser feita, ficando o veículo isento. A isenção vale para qualquer outro com esse tipo de motor, uma vez que o óleo presente na mistura ar-gasolina falseia a análise do equipamento. O carro havia sido licenciado normalmente no ano anterior (2011).
Fotos: carscoop.net, Supercars.net, TopSpeed.com


Um dos carros mais sensacionais da história

O ano de 1991 foi incrível para os entusiastas da marca BMW. Desde 1978 sem colocarem os olhos em um esportivo ou supercarro da marca, a Italdesign, empresa de Giorgetto Giugiaro, mostrou o Nazca, uma criação que só pode ser classificada como fabulosa, ainda hoje. O esportivo anterior havia sido o M1, outro grande projeto.

A Italdesign nunca deu ponto sem nó, e fez um carro totalmente funcional, já que é uma empresa também de engenharia, capaz de conceber veículos e outros tipos de produtos visando a fabricação industrial, desde os primeiros rascunhos dos estilistas até a construção de protótipos totalmente funcionais. Muito mais que apenas  uma casa ou estúdio de estilo.

Esse carro é sem dúvida um dos conceitos mais legais de todos os tempos. Pelas especificações, fotos e filme, ele é incrível, para dizer pouco, e foi sempre bem divulgado pela marca, o que faz mais fácil a vida de quem tem interesse nesse tipo de pesquisa sobre história dos automóveis.




Um leitor que já se tornou amigo, embora ainda não nos conheçamos pessoalmente, me escreveu há algum tempo indignado com uma placa que vira na rodovia SP-280 Castello Branco, mas que ainda não tinha tido oportunidade de fotografá-la, o que fez nesta sexta-feira (25/1).

Sua indignação é com o que se lê na placa (clique nela para ampliar). Ela está a pouco mais de dois quilômetros praça de pedágio de Boituva.

Ali está dito que o governo de São Paulo está gastando mais de 31 milhões de reais para recapear 50 quilômetros da rodovia, nos dois sentidos. Até aí tudo bem, é isso o que governos devem fazer, prover boas estradas e em boas condições – só que esta, em particular, foi entregue a uma concessionária, a Colina. Temos então, disse o amigo, duas hipóteses.

Ou pagamos pedágio para as concessionárias de rodovias ficarem com o lucro (nesse trecho o preço para dois eixos é R$ 6,30) e o governo com os investimentos, ou então este governo está fazendo uma belíssima propaganda enganosa dizendo que investiu, quando na realidade o dinheiro não é dele.

O que não entra na cabeça de ninguém é o governo dar a concessão e ainda pagar para conservar a estrada. Alguma coisa não fecha nessa história.

BS





Um vídeo no YouTube contém cenas de indignar quem gosta de automobilismo, mas que também deixam pasmo qualquer ser humano dotado de alguma racionalidade. São os Mini-Cooper JCW usados na Mini Challenge, competição monomarca que freqüentou as pistas do Brasil nos três últimos anos, sendo destruídos.

Provas da Mini Challenge, sempre muito disputadas

Os carrinhos, que entraram no Brasil pelo expediente da importação temporária, tinham "prazo de validade" para permanecer no país, já que neste tipo de importação as nossas salgadas taxas não são pagas. E sendo assim, findo o período "X" (que possivelmente no caso dos Mini foi renovado uma ou duas vezes), qualquer bem – carro, moto, lancha ou outra coisa que  tenha ingressado no país nestas condições, deve ser devolvido a sua origem ou... ficar! Mas desde que se paguem os impostos, claro.