google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: MAO e VW



Desde que o meu amigo Bill Egan se mudou para São José dos Campos, a uns 100 km da capital paulista pela via Dutra, regularmente vamos para lá nos fins de semana. O Egan adora receber os amigos e, portanto, volta e meia fazemos um churrasco ou coisa parecida por lá.

Mas um bom tempo é perdido na estrada. É claro que isto, normalmente, não é um problema, pois adoro estrada. Mas neste caso, onde o objetivo é encontrar os amigos e papear, me dá uma sensação de tempo perdido. Também me dá uma sensação de ineficiência, porque só o Egan e a esposa estão lá em São José, o resto do povo todo tem que entrar no carro e rodar os cento e tantos km. Daí me veio uma idéia...

O que fiz foi alugar uma Kombi. Lembram dela? Ainda é fabricada em série, desde o final de 2005 com o motor EA111 1,4-litro refrigerado a água do Fox de exportação. Muita gente tem asco deste carro, e o acha um anacronismo injustificável. Mas não estou entre estas pessoas.

A Kombi é na realidade, até hoje, um exemplo de eficiência automobilística. Um monobloco rígido que carrega o que pesa. A forma mais econômica de se carregar uma tonelada, mesmo meio século – mais, 62 anos – depois de seu aparecimento. Nada consegue sobreviver tanto tempo sem qualidades excepcionais, não importa o que se diga por aí.

Mas fazia muito tempo que não andava numa, e nunca tinha dirigido uma com o quatro em linha lá atrás, então pensei que era uma boa chance de me atualizar a respeito deste carro que admiro sobremaneira e, last but not least, fazer a festa do Egan começar mais cedo e acabar mais tarde!

 
Foto: automotto.com



O AUTOentusiastas saúda todas as crianças do mundo desejando-lhes um dia muito feliiz. E saúda, claro, todos os papais e mamães dessas que são o amanhã – com todo o autoentusiasmo!

A equipe do AUTOentusiastas
Foto: Gazeta do Povo



Foi um leitor que nos chamou a atenção. O título é a mensagem publicitária presente nos táxis de Curitiba (foto acima). Mas o que ela gerou bem mostra como as coisas estão mesmo ficando cinzas quase pretas (há que tomar cuidado com o politicamente correto...), no mundo hoje, mas aqui no Brasil parece que o pessoal surtou de vez. 

O importante jornal Gazeta do Povo, na seção Blogs de sábado passado, publicou matéria intitulada "URBS sabota sistema de ônibus curitibano", criticando a Volkswagen e a Urbanização de Curitiba S.A. (URBS) por autotizar anúncio nos vidros traseiros dos táxis da capital paranaense.

Veja parte do texto:

"A situação é simbólica e beira a piada pronta. Na prática, ela é tão bizarra quanto seria ver um outdoor da Unimed no postinho de saúde do Boa Vista ou a propaganda do grupo Bom Jesus nas creches do Bairro Novo. A questão não é a propaganda em si. É legítimo que montadoras (N.d.E.: montadoras, o grande vício nacional...) queiram vender carros e que usem a publicidade como ferramenta para estimular o consumo. Mas que o façam nos meios privados. O que é incompreensível é essa lógica obtusa em que o próprio poder público, ao invés de estimular o uso do transporte coletivo, acaba incentivando o uso do veículo individual motorizado. Mais carros nas ruas significa menos passageiros para o sistema público. Perdem os taxistas, perde a própria Urbs e perde toda Curitiba, que fica cada vez mais congestionada. A decisão também não faz o menor sentido do ponto de vista econômico. Dificilmente a receita financeira com a venda do espaço publicitário cobrirá o prejuízo no longo prazo da perda dos usuários que trocarem o ônibus ou mesmo os táxis por um Gol zero quilômetro."

É mole? Leia a íntegra da matéria. Tem mais besteira lá. Mas uma delas tem caráter discriminatório:: publicidade da Unimed não pode exisitr em determinadas regiões?
...do que a vida em um minuto. Infelizmente o Brasil está entre os países onde mais vidas se perdem em acidentes de trânsito, e boa parte dessas mortes ocorrem em acidentes banais que poderiam ser facilmente evitados com um pouco mais de calma e cuidado por parte dos envolvidos. 

                                                             Foto: Fernando Rajão

A operação do BRT (Bus Rapid Transit) aqui no Rio de Janeiro, recém-implantado, com ônibus articulados transitando em faixas exclusivas, acabou chamando a atenção da população tal a quantidade de acidentes graves e/ou fatais em tão curto espaço de tempo. Deixando de lado alguns problemas de projeto, tais como faixa para travessia de pedestres muito espaçadas, o fato é que o grande causador dos acidentes é a pressa quase irracional das pessoas. 

Foto: Fernando Rajão