google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Esta lista é diferente, por não ser uma lista de carros, e sim de nomes interessantes. Olhando para ela, penso que as empresas hoje desperdiçam seu dinheiro contratando consultorias a peso de ouro para criar nomes para carros: basta evocar velocidade, matança, maldade e destruição que o nome será memorável... Depois a gente reclama que ninguém nos entende...

A lista é absolutamente subjetiva, portanto os leitores podem se sentir incentivados a criar suas próprias. É só não se influenciar demais pelo carro em si; o que vale aqui é o nome. Por isso mesmo coisas tão legais como um Nissan GT-R e um Ferrari 599 estão fora: são carros sem nome, coitados. Seus pais lhes deram siglas e números ao invés de um nome de verdade, ato realmente imperdoável para com crianças tão lindinhas...

A eles então, começando do décimo colocado, e ao fim, no nome mais legal já dado a um automóvel, na humilde opinião deste colunista:

Foto: Audi


Na semana passada, como parte da programação da apresentação do novo Audi A6, a empresa convidou a imprensa para conhecer o A3 Sport utilizado no seu torneio chamado Driver Touring Car Cup. Estive lá e dirigi o carro.

O A3 Sport do torneio é devidamente modificado para corrida. O peso cai de 1.369 para 1.040 kg com uso de partes móveis e pára-choques em compósito de fibra de vidro, enquanto o motor 2-litros turbo permanece com os 200 cv originais, suficiente para 0 a 100 km/h em 7 segundos e chegar a 238 km/h.

Modificações várias na suspensão e na aerodinâmica e o uso de pneus slick Pirelli PZero 235/645-18 (o segundo número é o diâmetro da roda completa) tornaram o A3 Sport num carro de corrida dos mais atraentes. E o dirigi.
Fotos: autor

A faixa de aviso não avisa, ameaça: "A partir de 17/10 (segunda-feira), velocidade máxima permitida no corredor 60 km/h." 

Era 70 km/h e sempre foi velocidade adequada, embora pudesse ser 80 km/h, com 70 km/h para caminhões. Cumpre-se assim, o vaticínio de Quatro Rodas numa matéria no final da década de 1960, de mesmo nome do título deste post antes dos dois pontos.

Desse jeito São Paulo vai parar mesmo.

A av. dos Bandeirantes é um dos principais corredores da cidade de São Paulo, tem trânsito intenso, apresenta constantes congestionamentos e, apesar disso, os "inteligentes" da Companhia de Engenharia de Tráfefo (CET-SP), que administra o trânsito da capital, acabam de tomar uma medida (mais uma) completamente desprovida de embasamento técnico, aplicando o famoso "chutômetro" que os repórteres televisivos macaqueiam sem contestação: redução do número de x% de acidentes.
Fotos: Audi


O menor do trio de sedãs grandes da Audi, o A6, traz em seu bojo todas as qualidades dos irmãos maiores A7 e A8. Lançado em março de 1997 no Salão de Genebra, está na sétima geração, apresentada no mesmo e importante salão este ano.

Não bastasse a conhecida excelência mecânica da marca, que inclui a tração integral quattro, o aporte de tecnologia orientada para a segurança é notável. Itens como mostrador projetado no pára-brisa, visão noturna, controle de velocidade de cruzeiro adaptativo, sistema de prontidão para paradas, assistente de deslocamento lateral, faróis a lâmpadas de LED (quando em conjunto com o citado controle de velocidade) e interface multimídia sensível ao toque que inclui navegador GPS de última geração, mostram bem o avanço da tecnologia de bordo. O novo A6 custa R$ 313.900.

Interior luxuoso e funcional