google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)



Já que a relação peso-potência manda muito no desempenho de um carro, principalmente na aceleração, o preparador americano John Hennessey, já meio cansado de inventar motores cada vez mais potentes para carros que cada vez saíam mais pesados das fábricas, resolveu construir ele mesmo um GT para estourar a boca do balão.

Viper, Corvette, Camaro, tudo ficou pesado para o gosto dele. Além do mais, a configuração de motor dianteiro com tração traseira tem limitações para tracionar. Não adianta aumentar a potência, pois não dá para jogá-la no chão.

Seguiu o que manda a lógica: carro leve, motor central-traseiro, tração traseira, e assim nasceu o Venom GT, um monstro de 1.200 cv pesando só 1.215 kg, ou seja, 1 kg/cv. Distribuição de peso, com piloto: 40 % na dianteira e 60% na traseira. 





Semana passada foi amplamente divulgada na TV uma nova campanha da Nissan, o “Nissan Inova Show”, que foi realizado no Shopping Center Norte, em São Paulo, neste final de semana. Um misto de evento e feirão de venda de carros, lá seria feito o pré-lançamento do seu novo modelo, o March. E como cereja do bolo, estaria exposto o Leaf, o carro elétrico da Nissan.

Além de São Paulo, o evento está escalado para ocorrer em mais 29 cidades de norte a sul do país até outubro, quando então o March será efetivamente lançado.


Como moro perto deste shopping e tinha a manhã de sábado livre, fui lá para “sentir a temperatura” do evento.

Foto: revista Quatro Rodas, dezembro de 1969



Acho que já citei neste espaço a memória de uma pessoa muito querida e que faz muita falta: trata-se do meu tio Vicente Alves Bitu (1937 - 2008), engenheiro agrimensor e grande entusiasta dos automóveis fabricados pela General Motors do Brasil.

Nunca vi o tio Vicente possuindo qualquer outro carro que não um Chevrolet. É certo que havia na garagem um VW Gol dos anos 80 refrigerado a água, mas o tio quase não colocava as mãos nele, ficava mais com os meus primos. O "Vicentão" era fã mesmo dos carros que ostentavam a gravatinha azul, uma história que começou com o lançamento da linha Opala, no final dos anos 60.

Como dito antes, o tio era engenheiro agrimensor da Prefeitura de São Bernardo do Campo, emprego que dava a ele e sua família um pouco de conforto, mas sem muitos caprichos. Logo que o Opala foi lançado ele adquiriu um, com o bom e velho motor de seis cilindros em linha e 3,8 litros de cilindrada. Um carro confortável, possante e seguro para viajar com a esposa e dois filhos.



Em fevereiro de 2009 escrevi um post sobre o uso da seta e quero voltar ao assunto por considerá-lo muito importante.

Começo com a cor da luz de seta na traseira. Pelo nosso código de trânsito ela deve ser âmbar, enquanto nos Estados Unidos é vermelha. Ocorre que por força do acordo de comércio bilateral Brasil-México, determinados itens são aceitos nos dois países. Caso da luz de seta traseira.