google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Em setembro de 2008 estive em Brasília e visitei o Museu do Automóvel que é dirigido pelo Roberto Nasser. Quando estive lá o museu estava passando por reformas e o Nasser não estava. Uma pena, pois gostaria de ter conversado com ele sobre os carros expostos. A grande maioria deles é do próprio Nasser, que tem por objetivo preservar a história da indústria brasileira, uma vez que os carros nacionais são predominantes.

São muitos carros interessantes, como os nacionais FNM Onça e Brasinca 4200GT (ou Uirapuru) e o francês Amilcar. O Onça, ou o Mustang com alma italiana, é uma das 5 unidades fabricadas. A FNM, que fabricava o JK, solicitou à dupla Rino Malzoni e Anísio Campos a criação de um esportivo nacional. É notória a inspiração no Mustang, que naquela época já era sucesso absoluto.

Outro destaque do Museu é uma picape Tempra, que já foi motivo de uma postagem quando eu visitei o museu. Há também uma exposição dos principais motores desenvolvidos no Brasil.

Liguei para lá hoje e confirmei que a reforma já acabou e o museu está operando normalmente.

O museu fica aberto durante o Carnaval, só fecha na quarta-feira de Cinzas. Normalmente ele abre de terça a domingo das 11h00 às 17h00. O telefone para informações é (61) 3225-3000.

Quem tiver interesse em ver o próprio Nasser falando sobre o museu, veja o filme no link: Museu do Automóvel.



Para quem não está familiarizado com o vocabulário chevettístico, existem 3 tipos básicos de Chevettes brasileiros:

1) Tubarão: 1974-1977
2) Pontiac: 1978-1982
3) Monza: 1983-1994

Existem subdivisões entre estes tipos básicos, mas não vou entrar em detalhes aqui. O que eu queria mostrar para vocês é esta simpática foto abaixo, com 3 "Tubarões" que não tivemos por aqui: perua 2 portas, sedã 4 portas e cupê fasback.


Não são lindos? Ou é só falta de medicação mesmo?

MAO


Estava vendo umas fotos do novo museu da Porsche. Amigos que visitaram o antigo reclamaram do tamanho minúsculo, que não permitia boas fotos e não fazia jus à história da marca.

Agora, com o acervo no novo edifício, tudo mudou.

Vocês irão ver muitas imagens, ou até já devem ter visto, em vários órgãos de imprensa. Eu coloquei aqui a foto do meu canto preferido, ao menos antes de visitar pessoalmente o local: a biblioteca. Absolutamente linda, um sonho para mim.

Eu quero uma dessas.




Estava nesta sexta-feira caminhando pela Avenida Ibirapuera, de volta para casa, quando noto que a concessionária Citroën colocara o novo C4 hatch à mostra.

Havia chegado esta tarde. Modelo Exclusive, quase completo, faltava kit xenon, com faróis direcionais, preço de R$ 71 mil. Com o kit, pula para R$ 78 mil! UAU!

Segundo o vendedor, o carro não foi lançado ainda. Na verdade, fora lançado em novembro passado, na Argentina, com boa cobertura em vários sites e blogs automobilísticos daqui. Porém está chegando agora às lojas, poucos dias antes de março, data oficial para início das vendas.

Aproveitei a proximidade de casa, apanhei a máquina e, mesmo à noite, sem o mínimo de equipamentos, como tripé, companhia para o flash etc., tirei algumas fotos.

Para mim, será o mais belo hatch médio do momento, mais ainda que o novo Focus (cadê as vendas do Ford?) e estes dois, os mais atualizados tecnicamente com a Europa.

Dizem as boas línguas, o modelo hatch é beeeeeem melhor de chão que o sedã. Teorias a respeito, muitas. A que mais dou crédito é que o C4 nasceu hatch e o modelo sedã veio depois e que na "espichada" que lhe deram, foram-se alguns dotes dinâmicos. E a espichada se encarregou também de alterar a distribuição de peso. O hatch é mais equilibrado. Esperemos pelas primeiras avaliações nas revistas especializadas ou relatos de quem andou de verdade. Test-drive de loja não se presta para isso.

Também pude confirmar os preços que foram estimados no lançamento, começando em R$ 55 mil, mas os modelos mais completos estão um pouco mais salgados.