google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Apresentação dos veículos para a edição 2014 de Le Mans


Enquanto o mundo aguarda a Copa, eu aguardo Le Mans.

O nome da cidade que repousa tranqüila e serena no noroeste da França ao lado do rio Sarthe, na região do Pays de la Loire, uma das belas e charmosas da Europa, virou sinônimo de corrida de longa duração e de história das corridas de automóveis.

Este ano estaremos oficialmente na octogésima  segunda edição da competição, Le Mans e automóveis de corrida convivem há mais de 90 anos. O primeiro Grand Prix d’Endurance aconteceu por lá em 1923.

A cidade que possui pouco mais do que 50 quilômetros quadrados e uma população de menos de 150.000 habitantes era antiga capital da província de Maine e Perche. Além da orientação turística, seja ela automobilística ou histórica, a cidade foi curiosamente pioneira em algo que hoje experimentamos intensamente no mundo globalizado, tratados internacionais.

Séculos antes do descobrimento da América, ainda em um época em que nem todos tinham certeza de que a Terra era redonda, Le Mans foi a primeira cidade da França a fazer um tratado europeu de aliança com uma cidade na Alemanha, Paderborn, localizada na região administrativa de Detmold no estado de Renânia do Norte-Vestfália e capital daquele distrito.

Se hoje uma extensa rede de cidades, regiões e países unidos ajuda a promover uma Europa mais forte, se hoje conhecemos tratados globais, acordos bilaterais de comércio entre países de vários cantos do mundo, devemos fazer uma breve menção a um dos mais antigos esforços de união global, o de Le Mans e Paderborn, que perdura por quase 12 séculos!

Brasão da cidade de Le Mans



Fotos: divulgação e autor

Novo MINI hatch 2-portas é apresentado na Fazenda Capuava, em Indaiatuba

De 1959 até hoje são apenas quatro gerações do MINI, a segunda de 2001 (quando passou a ter o nome grafado em letras maiúsculas), a terceira de 2006 e a quarta, apresentada em novembro do ano passado na fábrica de Oxford, Inglaterra. As vendas começaram em 15 de março na Europa e o novo MINI hatch acaba de chegar ao Brasil. Será comercializado em três versões: MINI One 1,2 litro turbo de 3 cilindros (ainda sem preço definido, vendas só em novembro), Cooper de 1,5 litro turbo também de 3 cilindros (R$ 89.950), e Cooper S de 2 litros turbo de 4 cilindros com navegador (R$ 113.950), já nas concessionárias, e o mesmo Cooper S sem navegador (R$ 107.950), em agosto.



A nova geração, como é hábito na indústria, cresceu. Está 98 mm mais comprido, 26 mm mais largo e 12 mm mais alto, com entreixos 28 mm maior (2.495 mm). O tanque passou a 44 litros, aumento de 10%, e o porta-malas está 51 litros maior, acomodando 211 litros. Apesar das maiores dimensões, o novo MINI está 5 kg mais leve em média que o anterior.

As diferenças de medidas entre a 3ª geração e o novo MINI




O que acontece com Felipe Massa?





 
Massa andou forte, liderou e bateu na penúltima volta (Foto Voando Baixo)

Brasileiro torna-se o primeiro piloto a liderar um GP na temporada dominada pelos pilotos da Mercedes-Benz mas bate em Sérgio Pérez ao disputar o quarto lugar nas voltas finais do GP do Canadá.  Australiano Daniel Ricciardo vence seu primeiro GP e quebra a invencibilidade de Nico Rosberg e Lewis Hamilton em 2014

Daniel Ricciardo venceu pela primeira vez na F-1 (Foto GEPA Pictures)

Em uma temporada na qual a equipe Mercedes-Benz exerce tamanho domínio próximo do absoluto, liderar uma volta ou vencer uma corrida é fato relevante, para usar a expressão tão cara aos corretores da Bolsa. Verdade que liderar algumas poucas voltas pode ser circunstancial, decorrência de táticas de paradas nos boxes e que tais. Já ganhar uma corrida, é diferente. Dentro deste quadro, o australiano Daniel Ricciardo conquistou sua primeira vitória na F-1 e galgou importante degrau em sua carreira ao se juntar a um seleto grupo de pilotos. Da mesma maneira, a atuação de Felipe Massa no GP do Canadá, a sexta etapa do Campeonato Mundial de F-1 disputada domingo em Montreal, novamente colaborou para empanar sua habilidade e reforçar uma sequência de resultados aquém do que muito quer e espera do brasileiro. 


Como de costume Hamilton e Rosberg largaram na frente (Foto Mercedes-Benz)

Fotos: autor, exceto onde indicado
Entrada do museu

Há um lugar na Flórida imperdível para quem gosta de máquinas voadoras. O estado americano é bem conhecido por uma grande quantidade de brasileiros, mas não muitos conhecem este museu, por ser de interesse específico e longe do eixo Miami–Orlando.

Se você tem uma queda por aviões de uso naval, sempre procurou saber mais sobre eles, colecionar miniaturas, montou ou monta kits plásticos deles, tem livros e discos com filmes e vídeos sobre o assunto, se sentirá sem fôlego ao ir percorrendo os edifícios e encontrando tudo que você já viu em fotos ou filmes. É uma verdadeira  superdose de informação histórica, e uma realização emocionante.

Nesse museu de entrada franca e estacionamento idem, a Marinha dos Estados Unidos (U.S. Navy), o Corpo de Fuzileiros Navais (U.S. Marine Corps) e a Guarda Costeira (U.S. Coast Guard) mantêm um acervo numeroso e de grande qualidade de conservação e de importância histórica. São cerca de 150 aeronaves inteiras, além de muitos outros itens.

O gate keeper, guardião da entrada do museu, é um Grumman F-14 Tomcat, colocado sobre um pedestal. Há outro completo dentro,  para melhor apreciação.