google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Recriação de um recordista. Impressionante!


Pouco se conhecia sobre redução de peso e melhoria da aerodinâmica quase um século atrás. Mesmo nas tentativas de quebras de recordes de velocidade era assim. Havia de sobra o elemento mais importante de todos, a vontade humana, mas o conhecimento técnico estava ainda muito restrito. Não era farto o material a ser copiado, então, tudo era tentado e criado. Em português simples, se atirava para todo lado.

Compensava-se a necessidade de mais velocidade com mais motor, basicamente. E isso significava motores maiores,  maiores e maiores. Esses carros tinham cofres enormes, com capôs compridos, já que o motor com cilindros em "V" ainda era de difícil construção, principalmente pela tecnologia de fundição existente e pelas máquinas de usinagem e medição de precisão. Nos motores com configuração em "V", normalmente os cilindros eram peças separadas do bloco principal, o que de cara já limitava a taxa de compressão.


Coluna 2114 21.maio.2014                    rnasser@autoentusiastas.com.br        



Argentina lidera acordo Mercosul + EU
Sem maior publicidade, exumaram-se as tratativas para realização de acordo comercial entre União Européia e Mercosul. Assunto se arrasta há anos, tropica quando empaca o fluxo negocial entre Argentina e Brasil, maiores parceiros no bloco. Estava há década no fundo de alguma gaveta sul-americana.
Membros do Mercosul acordaram, em encontro no Uruguai ao final de abril, listar produtos europeus factíveis à negociação para importação com desoneração tributária, estabelecimento de cotas ou volumes, relação de trocas. A relação incluirá entre 87% e 90% da lista de produtos dos grupos carnes, frutas, vegetais, trigo, lácteos, vinhos, eletrodomésticos e veículos. De princípio, têxteis e de informática ficam fora.
Mauro Borges, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior na comissão de frente. A União Européia faz dever de casa, listando produtos negociáveis. Após, costura concreta para cruzar concedidos e proibidos.
Enfim, abrir as portas e portos. A retomada, óbvia e surpreendente, é tocada pela Argentina, terceiro fornecedor de alimentos à Europa, sólida parcela em suas exportações, arrepiada com concorrência com subsidiados itens agrícolas europeus. Mas, como o Brasil, seja por incompetência, queda de produtividade, perde mercado de frutas — e em nosso caso, até castanha de caju ... — para os africanos.
Recentemente, propelida por crise econômica, coordena, instiga por seus ministérios de Economia e de Relações Exteriores retomar negociações com os 22 países membros da UE. Na prática não é o reduzir a dependência comercial com o vizinho — nosso caso —, mas e principalmente reinserir a Argentina em âmbito internacional para obter financiamentos e captar investimentos.
A UE, ao contrário, está aberta a novos negócios e fornecedores e, quando moldada, a proposta do Mercosul estará junto das tratativas em curso com os EUA. A CNI, Confederação Nacional da Indústria, manifesta-se favoravelmente, mudança histórica.
Na relação de produtos desonerados de parte a parte, caso da Coluna, veículos, facilitará para as marcas operando no Mercosul, permitindo complementaridade com autopeças, e trazer modelos e versões — e exportar os nossos — para ampliar a gama das marcas, com produtos hoje de importação inviável ante os óbices tributários.

 Fotos: Divulgação
Sede da Robert Bosch, em Campinas (SP)


A Bosch registrou crescimento na América Latina acima do esperado. Mesmo com o avanço moderado da economia na região, o total das vendas líquidas, incluindo exportações e vendas das empresas coligadas, cresceu 8%, registrando um faturamento líquido de R$ 5,1 bilhões em 2013. Todas as divisões de negócios contribuíram para esse desempenho positivo. 

A empresa ressalta que devido a mudanças legais que regulam a consolidação de resultados, no caso da cifra acima a Bosch não inclui em sua contabilidade os seus 50% em joint ventures. Trata-se, principalmente, da Bosch Siemens Hausgeräte GmbH e da ZF Lenksysteme, cujas vendas consolidadas correspondem a cerca de € 7 bilhões. Devido a essas mudanças, os números de vendas em 2013 são parcialmente comparáveis com os de 2012.

As operações do grupo no Brasil foram responsáveis por 86% daquele resultado de vendas, atingindo R$ 4,4 bilhões, sendo 22% gerados pelas exportações. Os mercados da América Latina, Estados Unidos e Europa continuaram a ser os principais destinos dos produtos e serviços da Bosch na região.




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