google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
fotos: Harley-Davidson / Paulo Keller

Harley-Davidson V-Rod Muscle

Dia desses o Arnaldo Keller (meu primo, para quem ainda não sabe) passou aqui em casa com uma Royal Enfield (veja o post do AK) para eu dar uma volta. Moto retrô, bem bacana. Na realidade não é retrô, pois sempre foi assim. O fato é que depois daquele dia fiquei com vontade de andar de moto. Na verdade venho ensaiando a compra de uma moto já faz muito tempo. O problema é que eu não sei que moto eu realmente gostaria de ter. 

Fiz um contato com a Harley-Davidson Brasil e solicitei uma moto para fazer um post para o blog. Me perguntaram: "Qual moto você quer?". Eu respondi perguntando qual moto eles tinham. Como os modelos da Harley sempre me causam muita confusão eu os divido em quatro categorias para facilitar minha vida: as despojadas e sem carenagem, as Fat Boy (principalmente pelas rodas fechadas), as grandonas com carenagem, rádio e um monte de maleiros e alforges, e as V-Rod. Dessas quatro categorias a única que não faz meu estilo é a das grandonas carenadas. Mas há que goste; muita gente por sinal. Logo de cara me ofereceram uma V-Rod Muscle. Nem quis escutar as outras pois a V-Rod já é legal, e nessa versão Muscle devia ser mais ainda.

Longa, baixa e musculosa


Após reeleição, Todt acusa Ward e imprensa



Francês conclama “Família FIA” a defender entidade e calendário da F-1 faz GP de Austin de 2014 coincidir com corrida da Nascar no Texas



QG da FIA, em Paris

O presidente da FIA Jean Todt iniciou com ímpeto seu segundo mandato à frente da Federação Internacional do Automóvel (FIA): em seu discurso de posse criticou a tática de campanha de David Ward. Além do inglês, que desistiu de sua candidatura, o francês alfinetou a imprensa que, segundo ele, teria sido usada para publicar acusações infundadas contra a entidade durante a campanha eleitoral. Conhecido pela maneira autoritária como desempenha suas funções, Todt anunciou também uma renovação em vários cargos diretivos da FIA, incluindo a substituição de Mohamed Bin Sulayem, figura popular e influente na região dos Emiratos Árabes e que chegou a considerar sua candidatura em chapa de oposição. Ontem (9) o Grupo de Estratégia de F-1 da entidade anunciou alterações técnicas e desportivas para a próxima temporada, entre elas a pontuação dupla para a prova final do campeonato de 2014, instituição de números permanentes para cada piloto da categoria e mudanças na aerodinâmica dos carros.

Ferrari, uma marca que de vez em quando comete deslizes

Depois de deixar clara a minha admiração pela marca de carros mais conhecida no mundo, no texto sobre meus Ferraris preferidos, chega a hora de mostrar que tudo na vida tem o lado bom e o ruim.

Ferraris são como maridos. Por mais que façamos, as esposas sempre pedem algo mais. Se levantar uma parede, poderia ter feito mais plana. Se tiver feito o jantar, poderia ter feito o almoço também. O problema de ser marido é o nível de expectativa que geramos por termos sidos os escolhidos pela mulher amada. 

Ferraris sempre geram expectativa e, ao menos para mim, deveriam ser perfeitos em tudo, sempre, dada a fama e o valor da marca, sem contar a qualidade elevadíssima dos profissionais que os desenvolvem.

Mas maridos e Ferraris são obras humanas, e assim, sujeitos a imperfeições. Ninguém é perfeito em tudo, 100% do tempo. A fábrica de Maranello tem sido, nesse ponto, como qualquer outro fabricante de carros em produção seriada. Varia do sublime ao ridículo com freqüência mais ou menos constante. Como os maridos.

Não vou dizer que Ferraris são como esposas, porque senão logo alguém vai estar dizendo “a” Ferrari, e Ferraris são carros e carro é substantivos masculino na língua portuguesa.  Senão, estaríamos dizendo a Corvette, a Porsche, a Mustang, a Onix, a Golf, a Focus. Além disso, mulheres tendem a ter menos imperfeições do que homens, e não seria justo ligá-las a um carro, máquina imperfeita.

Vamos então à minha lista em ordem aleatória de carros “furados” da maravilhosa marca cujo brasão homenageia Francesco Baracca, o ás italiano da Primeira Guerra Mundial que abateu trinta e quatro aeronaves nesse conflito.

Francesco Baracca e seu Nieuport 11; note o cavalo empinado

Fotos: autor
                                          


Falta pouca coisa para que eu venha a considerar o Toyota Etios 1.3 X um compacto realmente bom, pouca coisa mesmo. Seu pequeno 4-cilindros, de 1.329 cm³, com 4 válvulas por cilindro, é econômico (alcançou nota máxima na categoria no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular) e seu desempenho é plenamente suficiente para a proposta. São 90 cv a 5.600 rpm (com álcool) para um carro que pesa 945 kg, portanto, sua relação peso-potência é de praticamente 10 kg/cv, o que é considerado bom. Além disso ele é muito elástico. Seu torque máximo de 12,8 m·kgf vem a 3.100 rpm, o que é uma rotação até que baixa. Portanto, na prática, no dia-a-dia, no uso, é um motor que requer poucas mudanças de marcha e desempenha bem. É a mesma característica de comportamento tomada pela Volkswagen para os motores 1,6-l da linha Gol e Fox, por exemplo. 

Aliado a ele há um câmbio muito bem escalonado, de marchas que alguns desavisados chamariam de longas, mas que na real estão corretas. Esse câmbio, por sinal, é exatamente igual ao do modelo 1,5, mesmas relações. Sua 2ª marcha chega a 85 km/h e a 120 km/h, reais, seu giro está em 3.500 rpm em 5ª marcha. Vale notar que o 1,5-l, também quando com álcool, tem só 6,5 cv a mais que este 1,3-l, e na mesma rotação, portanto não há nada de errado em terem o mesmo câmbio, já que os motores, na prática, pouco diferem em rendimento. O 1,5-l também tem só 1,1 m·kgf a mais de torque, e na mesma rotação, 3.100 rpm. 

O resultado dessa boa combinação é um Etios 1.3 X que é ágil e pouco cansativo na cidade, e bom de estrada, já que viaja suave e silencioso quando em velocidades legais. Ah! E, como disse, gasta pouco combustível, o que agrada a quem preza baixo consumo e lhe proporciona boa autonomia, mesmo o tanque tendo só 45 litros de capacidade.

Volante só com regulagem de altura. Boa pega, mas leve demais