google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)



Texto de Olle Granlund, engenheiro-chefe de trem de força da Saab, adaptado para publicação na imprensa em 1987, baseado no paper da SAE (Society of Automotive Engineers) n° 870733.

Tradução: Hans Jartoft



Idéia

No Salão de Frankfurt, em setembro de 1983, a Mercedes-Benz mostrou seu modelo 190 E 2,3-16 como o carro que detinha o recorde mundial de velocidade em distâncias de 2.500 km, 25.000 km e 50.000 km. O carro tinha um motor de aspiração natural de 2,3 litros recentemente desenvolvido com o auxílio da Cosworth, que tinha projetado o cabeçote do motor, de modo que o pico de potência era de 185 cv. O motor de 4 cilindros tinha duplo comando de válvulas, 16 válvulas e injeção de combustível. A velocidade máxima era de 250 km/h. 

A altura do carro havia sido reduzida em 45 mm, equipado com defletor inferior dianteiro, relação de diferencial modificada e pneus Pirelli com menor resistência ao rolamento. Essa diferença  ao rolamento foi medida a 250 km/h como sendo de 13 cv contra 27 cv com pneus normais. O coeficiente de arrasto (Cx) foi medido como impressionantemente baixo 0,285. 

Eu (Olle Granlund, engenheiro-chefe na área de trem de força da Saab Automobile) visitei o Salão de Frankfurt para participar do lançamento do Saab 9000 com motor de 16 válvulas e vi o Mercedes recordista em seu estande. O carro tinha sido levado diretamente da pista, sujo e cheio de moscas na frente e no pára-brisa. 

Fiquei impressionado com a façanha do Mercedes  e o pensamento me ocorreu: como é que um motor turbo do Saab 9000 lidaria com este tipo de façanha? Nos dois últimos testes de longa duração em Nardò (campo de provas na Itália) o 9000 tinha funcionado sem problemas.


 
Ao voltar ao trabalho normal na Saab, eu não conseguia parar de pensar em investigar a viabilidade de um teste desses para nós. Entrei em contato com Bo Hellberg, do departamento de competição, que tinha canais de contato com a Federação Esportivo-Automobilistica Sueca e com a FIA, a Federação Internacional do Automóvel, em Paris. 


Fotos: Divulgação/ Organização do Evento.

O Encontro Brasileiro de Preservadores de Veículos Militares Antigos promete reunir belas viaturas

Continuando com nosso espaço dedicado à agenda dos pretendem aproveitar os finais de semana para ver automóveis, o AUTOentusiastas publica aqui algumas idéias e sugestões para aproveitar esse finalzinho de ano. Antes que o clima natalino tome conta espalhando a paz, harmonia e os passeios nos shoppings das cidades, que tal aproveitar novembro para ir de carro aos eventos de veículos?

Os paulistanos que enfrentam batalhas homéricas todos os dias no trânsito bélico da megalópole, podem — ao menos por um momento — esquecer da guerra que é suportar as vias que se transformaram em trincheiras espremidas entre corredores de ônibus, motoboys e ciclistas e admirar veículos de combate nos dias 2 e 3 de novembro, no estacionamento da Assembléia Legislativa, entre Círculo Militar e o Parque do Ibirapuera.

No mesmo domingo, também em território do Exército, os cariocas organizam o Terceiro Encontro de Carros Antigos do Circulo Militar. Já os gaúchos de Carlos Barbosa deixam o espírito separatista de lado e convidam os antigomobilistas a se reunir no 4º Originale.

Terceiro Encontro de Carros Antigos, no Círculo Militar do Rio de Janeiro, RJ.

A quarta edição do Originale é a exposição que haverá em Carlos Barbosa, RS.


A F-1 é a categoria mais desenvolvida do automobilismo mundial, seus carros são o estado da arte da engenharia e seus engenheiros, os artistas de cada uma das maravilhas mecânicas que movimentam milhões e milhões de dólares.

Cada centésimo de segundo mais rápido que um carro pode conseguir por volta é o resultado de horas e horas de engenharia, estudos e testes. Muitas soluções são simples, outras complicadas, e outras ainda muito mais complicadas porque devem contornar as brechas do regulamento técnico da categoria.

Não é de hoje que o controle de tração é um recurso discutível, não apenas na F-1. Eventos recentes com a equipe Red Bull trouxeram à tona a discussão sobre este recurso que pode dar uma enorme vantagem ao piloto.




End. eletrônico: edita@rnasser.com.br                           Fax: +55.61.3225.5511 Coluna 4313 23.out.2013_____________________________________________

Novo Sentra apresenta a nova Nissan
Esqueça o que você sabe sobre a Nissan no Brasil. A empresa renasce, geometriza sua operação industrial, deixa de pegar carona em galpões curitibanos da Renault, e terá fábrica para 200 mil unidades anuais no Rio de Janeiro. É a soma da produção de Toyota e Honda.
A Nissan marcou-se por fugacidade em gestoria e na curta vida de produtos nacionais ou importados. Quando ordem do comando de sua união com a Renault a ambas definiu ter 15% do mercado brasileiro, demarraram-se ações: Renault mudou o foco de produtos, centrando-se na linha jogo duro, com romenos Dacia: Logan, Sandero e Duster; Nissan mudou administração, chamou François Dossa, tropicalizado banqueiro francês, investe na fábrica em Resende, RJ, forma equipe contratando o melhor no mercado — da Fiat tirou Sérgio Ferreira, condutor da operação Chrysler, e João Veloso, ex-relações com a imprensa continental, e mais três executivos — ver abaixo.
Sentra
Novo carro, revisto em estilo, decoração e motorização, gosto e exigências brasileiras — o original, a mercado mexicano e estadunidense é 1,8. Aqui, 2,0.
Sedãs são como o terno preto ou o avental branco para recém-formados advogados e médicos. Integram o figurino do crescimento profissional, e no usual agregam dupla função — uso em cidades e em viagens familiares. Daí, apenas evoluem na composição entre aumento de conteúdo e continência nos preços. Caso do único câmbio com polias variáveis — opera como automática, sem devorar potência ou cobrar consumo.