google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Sim, parece um Corvette 

A tentativa de fazer um esportivo ou grã-turismo familiar não é nada atual, como prova esse conceito da outrora maior do mundo, a General Motors Corporation. Com poucas informações e fotos disponíveis, e sem sabermos como ele se comportava andando, o modelo acabou por ser ofuscado por muitos outros conceitos, chamados de dream cars (carros de sonho) à época, de estilos muito mais ousados e futurísticos.

Os anos 1950, os "Fabulous Fifties" são incomparáveis no que se refere a novidades de desenho de automóveis americanos. Foi o máximo dos máximos para a GM e  indústria automobilística americana de uma maneira geral, quando a maioria dos modelos era extensamente modificada ano após ano, e o consumidor se via enlouquecido diante de tantas novidades e versões que, se perder era fácil demais. Se eu pudesse voltar no tempo com foco automobilístico, seria  nessa década de 50 o meu desembarque!

Para divulgar o trabalho imenso do estilo da GM, os executivos da empresa continuaram e aumentaram a extensão do Motorama, a exposição que a GM fazia ao redor dos Estados Unidos para mostrar sua visão de futuro e que pode ser considerada a maior e mais consistente clínica de pesquisa de todos os tempos,   que vinha ocorrendo desde 1931 com interrupções normais devido a crises econômicas e guerras. 

Para o ano de 1956 surgia um Corvette grandalhão, que adotava o nome Corvette Impala. E já que o carro não foi produzido, o ótimo nome viria a ser aproveitado pouco tempo depois.

Corvette já era um nome famoso e empolgante para os autoentusiastas americanos, e a Chevrolet pretendia aproveitar o embalo para trabalhar bem essa marca e ter uma linha de modelos, ou ao menos o esportivo tradicional e esse Impala, para ao menos se criar a possibilidade do banco traseiro e o uso em grupos e famílias.






End. eletrônico: edita@rnasser.com.br              Fax: +55.61.3225.5511               Coluna 4213 16.out.2013
13ª. Autoclásica. Rolls ganha, mas Fiat e Bentley mereciam
Maior encontro sul-americano de veículos antigos, a argentina Autoclásica, realizada no largo — para eles — final de semana, incluindo um feriado segunda-feira, 14, mostrou sua característica principal: reunião renovada de participantes deixando seus esconderijos, expondo-se à luz, acercando-se do evento. Renovação de muita qualidade, inquantificável acervo. Quatro dias radiosos, de frio com sol, sem a chuva que volta e meia a referencia, tempo e situação de vegetação primaveril, belíssimos plátanos nas alamedas do Hipódromo de San Isidro, a 20 km de Buenos Aires. Grande maioria, por raridade ou estado mereceu tratamento sintético por vogais: ah, eh, ih, oh. Uh talvez tenha havido, mas terá sido protesto mudo quanto à escolha do Best of Show.
Rolls é Rolls, especialmente nos modelos pré-II Guerra, quando automóveis de luxo permitiam receber carroceria especial. No caso, o RR Phantom Sedanca de Ville, 1926, vestido por carroceria Baker. Vencedor, ao mesmo tempo servia para referenciar Alberto Lichenstein, segundo dono e atual proprietário que, decente, em fervor nacionalista, adquire veículos em chão pátrio, salvando-os de exportação, como aconteceu em quantidade industrial na Argentina e Uruguai em décadas passadas. Brasil também e, pior, continua exportando tesouros de nossa história.

Fotos: autor e divulgação



Antes que alguém pense que o novo Nissan Sentra atropelou alguém, o verbo serve para ilustrar a chegada de um japonês para enfrentar, à altura, os compatriotas Honda e Toyota, específica e respectivamente Civic e Corolla, os "donos do pedaço" chamado sedãs médios, fora os de outras nacionalidades. Para isso atributos não lhe faltam, a começar por um item muito sensível: preço. A sétima geração de uma linha nascida em 1982 no Japão e que chegou aqui em 2004 na sua 5ª geração — a 6ª Japão/2ª aqui é de 2007 — vem em versões S, SV e SL, todas com o mesmo motor de 2 litros, bloco e cabeçote de alumínio duplo comando para as 16 válvulas, acionamento por corrente e variador de fase na admissão, de 140 cv a 5.100 rpm e 20 m·kgf a 4.800 rpm, independente de estar com gasolina ou álcool no tanque.



A versão S só dispõe de câmbio manual de 6 marchas e custa R$ 60.990. A SV, intermediária, é associada a câmbio automático CVT exclusivamente e seu preço é R$ 65.990. A versão-topo SL, logicamente a mais bem dotada, sai por R$ 71.990, também só com CVT. Vendas começam em novembro e a Nissan prevê mix de vendas de 10%, 50% e 40%, respectivamente, para os 2.000 carros por mês que planeja vender.

Esta 7ª geração no mundo e 3ª aqui traz como novidade estilo renovado e espaço interno. O desenho da Nissan é responsabilidade do Centro de Estilo da fabricante em San Diego, na Califórnia e pode-se dizer que fizeram bem o dever de casa. Chama a atenção o desenho do pára-lama dianteiro com curvatura vertical que remete aos carros antigos, de muito bom gosto e diferente do habitual. No restante segue as tendência atuais das carrocerias de seis janelas. Houve ganho em aerodinâmica, o coeficiente de arrasto baixou de 0,340 para 0,287 e, embora não informado quanto, houve redução da área frontal por conta da largura e altura ligeiramente menores. E nada de saídas de escapamento falsas.



O indicador de desgaste da banda de rodagem (TWI): quando ele toca o solo, já passou a hora da troca

Caros leitores, comprei pneus novos.

Poderia só ser um objeto qualquer que todos precisamos comprar nos nossos cotidianos. Ou poderia ser como uma propaganda de alguns anos atrás, que dizia que você não precisava pensar em pneus se usasse aquela marca. Ou que a marca era para quem não queria nem lembrar que pneus existem. Era alguma besteira desse naipe, uma coisa típica dos anti-automóveis, espécie maldita,  em moda hoje. Inimigos da evolução humana.