Lenha na fogueira
FIA propõe combustível único para a F-1. A emoção de um novo Acordo de Concórdia ainda não assentou e já
tem muita gente preocupada com a nova proposta. Sem falar em um calendário de
22 corridas...
Medida cheira moeda de troca
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| Cingapura está garantida para 2014 (foto Sauber/Reinhard) |
Em qualquer atividade humana a contusão que mais dói é aquela
que afeta o bolso. E jamais será a F-1 a contestar este fato consumado. Por isso
mesmo soa como moeda de troca as últimas propostas de Jean Todt, atual presidente
da Federação Internacional do Automóvel (FIA), para replicar na área de
combustíveis o que já acontece com os pneus. Em outras aceleradas, estabelecer
um fornecedor único para todas as equipes, medida que tem poder de alta
octanagem para afetar as finanças já combalidas de várias equipes da categoria.
Não é nada, não é nada, estima-se que as petroleiras que atualmente participam
ativamente da categoria são responsáveis por um investimento que beira duas
centenas de milhões de dólares no orçamento das equipes envolvidas.
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| FIA quer provedor único de combustível (foto Sahara Force India) |