google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
O choque de tecnologias

Na primeira parte deste artigo, vimos como eu e um pequeno grupo de colegas de curso técnico transformamos, por pura diversão e puro entusiasmo, o brinquedo do autorama num campo de provas para desenvolvimentos de tecnologia.

Fizemos o máximo que podíamos dentro de quatro paredes, e agora era a hora de respirar os ares do maravilhoso, porém perigoso, mundo exterior.

Do laboratório para o mundo e o choque entre duas realidades

Muitos desses colegas eram moradores da zona sul de São Paulo, e por lá abriram uma pista numa loja da Avenida Santo Amaro. A pista permanente era realmente grande para os padrões da época, quase sempre limitados à pista original da Estrela, e seria um bom lugar para testar as melhorias feitas no nosso carrinho. Foi aí que tomamos contato com o mundo do autorama lá fora.

Para entender o que ocorreu quando aparecemos para o mundo, tanto o nosso choque com esse mundo, assim como o choque que o universo do autorama da época sofreu conosco, é preciso entender antes algumas peculiaridades da época.


Autorama: diversão e alta tecnologia

Na minha vida como estudante e como profissional, já passei por muitas experiências, e boa parte delas são extraordinárias perto de muitos colegas que vivem da tecnologia.

Duas destas experiências importantes vieram de um brinquedo. Mas não é um brinquedo qualquer. É um brinquedo que muitos classificariam até como simples, mas é de uma riqueza e de uma beleza  de ordem técnica enormes. Refiro-me ao bom e velho autorama (o slot car para os americanos).

De todos os tipos de carros elétricos de brinquedo, é o mais acessível para ser entendido, mexido, reparado, modificado e preparado, mesmo pelos menos experientes, tanto na parte mecânica como na parte elétrica. É essa facilidade que engana a maior parte daqueles que lidaram com ele. É um brinquedo extremamente sofisticado, se o objetivo for levar o desempenho ao limite.

Nunca fui muito bom como piloto, mas mexer para fazer funcionar melhor, estender limites, alcançar o que poucos antes alcançaram, e para isso ter de entender os problemas e as barreiras, estudar ciência e a tecnologia relacionadas, pensar e encontrar soluções, esse é o meu tipo de entusiasmo.

E este é o ponto de partida para minhas duas grandes aventuras no mundo desses carros elétricos em miniatura.
Foto: autor 



Berlim, 7/09/13 –  A Volkswagen do Brasil acabou de lançar para a imprensa brasileira o Golf de 7ª geração. Será importado da Alemanha, de fábrica 1 em Wolfsburg, e as vendas começam no dia 27 próximo.

Serão importadas duas versões, o Highline 1,4-litro turbo de 140 cv, preço básico R$ 67.990, podendo chegar a R$ 92.990, e o GTI 2,0-L turbo de 220 cv, R$ 94.990 a R$ 125.990.

Amanhã o AE vai andar com os dois num trajeto urbano e rodoviário, mais testes especiais na pista do Automóvel Clube da Alemanha (ADAC).

A lista de equipamentos de série é ampla, mas dois itens, o controle de cruzeiro adaptativo e a assistência dinâmica de iluminação, só estarão disponíveis no começo do ano que vem.

Informou Axel Schroeder, diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil, que os planos da fabricante são assumir a liderança do segmento de hatchbacks 1,8~2 litros.

Mais notícias amanhã.

BS
Fotos: autor



Dos BMW que ultimamente dirigi, este aqui, o 125i M Sport, foi o que mais me agradou. Testei o M5, o X1, o 325i, o 750i e também o Série 5 com motor 2-litros turbo. Todos excelentes, sim, não há como fazer ressalvas técnicas, seria estupidez de minha parte, mas este aqui, pelo tamanho, praticidade, desempenho e comportamento foi o que particularmente mais gostei. O série 5 M, com mais de 560 cv, claro, é um sedã-demônio que anda junto com os superesportivos de 2 lugares; anda pacas e num instante simplesmente some de vista deste 125i M, que tem 218 cv, mas o M5 é um sedã grande, suspensão dura, muito chamativo e gasta uma barbaridade de gasolina, portanto, não é nada prático, é um carro para viagens, de uso mais específico. Já o 125i M Sport é um hatch de desempenho esportivo que também pode ser usado diariamente, mesmo no dia-a-dia caótico dos que circulam por uma descuidada cidade como São Paulo
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Visual que sugere motor bem recuado

Sua suspensão é macia. Ela é firme, porém, macia, absorve bem os impactos e não nos transmite trancos agressivos. Nota-se alguma rispidez em seu rodar, quando em piso ruim, tipo craquento como costas de jacaré, porém, quando pegamos trechos de bom asfalto em algumas avenidas e estradas, parece que ele sobe sobre um tapete mágico, sobre numa nuvem, tal o silêncio e suavidade com que roda. E ele consegue ser assim suave sem que balance um nada, estando sempre na mão, sempre imediato, pronto a atender aos nossos comandos, seja mudar de direção, seja frear. Apontou, vai; freou, estanca com as quatro, alinhado, sempre estável, sério, obediente e gentil. Nos resta admirar o esmero, a perfeita sintonia fina que deram na suspensão e freios deste carro.

O 125i M Sport observando um Urraco