google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
 Fotos: Divulgação Fiat


O Palio sempre foi bem aceito desde o lançamento em 1996. Mesmo tendo vendido mais de 2.5 milhões de unidades em 15 anos, precisava mudar. Sua última evolução, em 2008, não produziu o resultado esperado e as vendas caíam cada vez mais, nas palavras da própria Fiat. O Palio que vende – e que continuará em produção junto com o novo – é o Fire, duas gerações atrás, o de 2004, o que teve os traços acertados por Giorgetto Giugiaro,

O novo, apresentado à imprensa nesta sexta-feira (4/11) mudou bem e ficou bem superior ao anterior tanto no rodar quanto em dimensões. Cresceu em todas as direções: 28 mm no comprimento, 31 mm na largura, 60 mm na altura e, muito importante, 47,3 mm no entreeixos. O resultado é mais espaço interno, embora o porta-malas tenha diminuído 10 litros, passando para 280 litros. O novo Palio só existe como quatro-portas.


Attractive 1,0 agrada. Rodas de alumínio são opcionais


A notícia (aqui) já tem alguns meses, mas ainda não comentamos por aqui, o Detran-RJ finalmente cedeu ao bom senso e liberou os carros novos da vistoria anual no ano seguinte à aquisição. Agora, quem comprou carro em 2011 só irá a um posto de vistoria em 2013.

Afinal, qual o percentual de carros de passeio que, depois de 12 meses de uso (em média), apresentará algum defeito grave ou desgaste de pneus acentuado? A medida é benéfica até para quem não tem carro novo, pois dessa forma, provavelmente os postos de vistoria não ficarão tão congestionados como observamos em 2011.

Vamos torcer para que outras medidas onde o bom senso prevaleça sejam tomadas. E boca no trombone contra os absurdos!

AC
Fotos: internet, ultimatecarpage



Carros de filme de agente secreto sempre são interessantes. Os mais famosos são os da série do agente britânico 007, atualmente de volta às origens com a Aston Martin. Os carros são equipados com engenhocas especiais para combater o crime de todas as formas possíveis e impossíveis.

Recentemente, entretanto, um novo filme de agente secreto estreiou no circuito nacional. Bem, não exatamente o conhecido James Bond, mas o também britânico Johnny English, uma sátira comandada por Rowan Atkinson, o inesquecível Mr. Bean.

Os carros especiais dos filmes de Hollywood geralmente são modificações e camuflagens de modelos convencionais adaptados para serem visualmente idênticos aos grandes modelos, como Ferraris e Lamborghinis. Para filmanges de close e cenas estáticas, os modelos originais são usados, mas em cenas de ação, os fakes entram em cena.

HUD, sigla em inglês de head-up display, mostrador na altura da cabeça, com a mesma em posição normal, é dispor informações ao motorista na altura de seus olhos, evitando que precise baixar a cabeça e desviar atenção da via para visualizá-las no painel enquanto dirige.

Seção de um visor de imagem refletida usado na Segunda Guerra Mundial

A origem do HUD vem da aviação de caça, antes da 2ª Guerra Mundial, quando já se ensaiavam reunir algumas informações ao piloto para melhorar sua acuidade em enquadrar alvos móveis quando em combate com aviação inimiga. Um complexo sistema de lentes dava ao piloto estimativa de velocidade de seu alvo, assim como razão de curva do avião (turn rate indicator). Mas foi na metade da década de 1970 que se chegou perto do modelo atual, com informações padronizadas aos pilotos, comum a modelos diferentes de caças. 

O principal objetivo seguia sendo reunir as informações mais relevantes para acertarem o alvo inimigo, como mostrado na foto abaixo, mas a evolução dos caças no período, de propelidos a motores a pistão para turbinas a jato, velocidades supersônicas de ambos os combatentes, tornavam a visualização do inimigo impossível a olho nu. Assim, o HUD tornou-se fundamentalmente necessário ao piloto, ao agregar mais de uma dezena de informações num pequeno espaço do pára-brisa.

HUD em um F/A-18C