google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

A notícia (aqui) já tem alguns meses, mas ainda não comentamos por aqui, o Detran-RJ finalmente cedeu ao bom senso e liberou os carros novos da vistoria anual no ano seguinte à aquisição. Agora, quem comprou carro em 2011 só irá a um posto de vistoria em 2013.

Afinal, qual o percentual de carros de passeio que, depois de 12 meses de uso (em média), apresentará algum defeito grave ou desgaste de pneus acentuado? A medida é benéfica até para quem não tem carro novo, pois dessa forma, provavelmente os postos de vistoria não ficarão tão congestionados como observamos em 2011.

Vamos torcer para que outras medidas onde o bom senso prevaleça sejam tomadas. E boca no trombone contra os absurdos!

AC
Fotos: internet, ultimatecarpage



Carros de filme de agente secreto sempre são interessantes. Os mais famosos são os da série do agente britânico 007, atualmente de volta às origens com a Aston Martin. Os carros são equipados com engenhocas especiais para combater o crime de todas as formas possíveis e impossíveis.

Recentemente, entretanto, um novo filme de agente secreto estreiou no circuito nacional. Bem, não exatamente o conhecido James Bond, mas o também britânico Johnny English, uma sátira comandada por Rowan Atkinson, o inesquecível Mr. Bean.

Os carros especiais dos filmes de Hollywood geralmente são modificações e camuflagens de modelos convencionais adaptados para serem visualmente idênticos aos grandes modelos, como Ferraris e Lamborghinis. Para filmanges de close e cenas estáticas, os modelos originais são usados, mas em cenas de ação, os fakes entram em cena.

HUD, sigla em inglês de head-up display, mostrador na altura da cabeça, com a mesma em posição normal, é dispor informações ao motorista na altura de seus olhos, evitando que precise baixar a cabeça e desviar atenção da via para visualizá-las no painel enquanto dirige.

Seção de um visor de imagem refletida usado na Segunda Guerra Mundial

A origem do HUD vem da aviação de caça, antes da 2ª Guerra Mundial, quando já se ensaiavam reunir algumas informações ao piloto para melhorar sua acuidade em enquadrar alvos móveis quando em combate com aviação inimiga. Um complexo sistema de lentes dava ao piloto estimativa de velocidade de seu alvo, assim como razão de curva do avião (turn rate indicator). Mas foi na metade da década de 1970 que se chegou perto do modelo atual, com informações padronizadas aos pilotos, comum a modelos diferentes de caças. 

O principal objetivo seguia sendo reunir as informações mais relevantes para acertarem o alvo inimigo, como mostrado na foto abaixo, mas a evolução dos caças no período, de propelidos a motores a pistão para turbinas a jato, velocidades supersônicas de ambos os combatentes, tornavam a visualização do inimigo impossível a olho nu. Assim, o HUD tornou-se fundamentalmente necessário ao piloto, ao agregar mais de uma dezena de informações num pequeno espaço do pára-brisa.

HUD em um F/A-18C
Fotos: autor


O Bob Sharp já testara o Peugeot 3008 na ocasião do seu lançamento e já nos reportara suas impressões. Vale a pena ler, pois ali está tudo: Foi um carro me chamou a atenção e fiquei curioso de dirigi-lo, o que fiz recentemente.
Mas, diferentemente do texto analítico do Bob, eu pensei em pôr família dentro e utilizá-lo numa viagem que faço sempre e analisá-lo sob esta ótica, inclusive ver o que minha mulher achava dele.
 O interior amplo e arejado é ajudado pelo teto panorâmico de vidro, que tem tela de acionamento elétrico