google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: Divulgação Peugeot

O Peugeot 408 foi apresentado em fevereiro e substituiu o 307 sedã. É da categoria médio-compacto, o concorrido segmento M1 de sedãs na Europa, representado por Focus, Jetta, Fluence, C4, Civic e Corolla. Vem de El Palomar, Grande Buenos Aires. Vendas começaram em março e até agosto 3.627 unidades já havia sido vendidas (fonte: Fenabrave), mostrando bom desempenho nesse início de comercialização. Só em agosto foram 905 unidades.

Vem em três versões, todas quatro-cilindros 2-litros flex com duplo comando de válvulas e 16V, 151 cv/143 cv a 6.250 rpm (E/G), 22/20 mkgf a 4.000 rpm (E/G).. A versão Allure sai por R$ 59.500, a Feline, R$ 74.900 e a topo Griffe, R$ 79.900. As duas últimas são oferecidas somente com caixa automática epicíclica de quatro marchas com modo de troca automático e manual pela alavanca.  O Peugeot 408 compartilha a plataforma com Citroën C4 Pallas, a outra marca do grupo PSA Peugeot Citroën.

As dimensões generosas da carroceria e do entreeixos (veja ficha técnica) proporcionam espaço e conforto para todos os ocupantes, especialmente no banco traseiro, em que sobra espaço. Os materiais internos denotam cuidado com projeto, evitando qualquer impressão de mau acabamento. O grande comprimento das portas traseiras se destaca, para grande facilidade no entra e sai. O nível de equipamentos é elevado (veja lista) e não há opcionais, a não ser pelo tipo de câmbio no Allure, manual ou automático.


Espaço no banco traseiro é um dos destaques do 408
 Na versão Griffe os enormes e eficientes espelhos externos de vidro convexo recolhem-se ao trancar o carro.



Todo entusiasta que se preza deve ter uma caixa de ferramentas básica em seu carro, com alicates (universal e de pressão), chaves de fenda, phillips, de boca, catraca etc... Também não podem faltar itens como lâmpadas e fusíveis sobressalentes, mas indispensável mesmo é o quebra-galho universal: o arame.

As principais características do arame são a resistência e maleabilidade: ele pode envolver praticamente qualquer componente e basta um nó ou uma torcida com um alicate universal para que o quebra-galho cumpra o seu papel: fazer com que o motorista chegue ao seu destino.

O quebra-galho de arame mais famoso é aquele feito para substituir provisoriamente um coxim de escapamento rompido. Basta colocar o carro em um elevador de posto e esperar o sistema esfriar um pouco, para então amarrar o ponto do sistema que se encontra solto. Fica tão bom que muitas vezes o entusiasta até se esquece da gambiarra.



A cena acima é algo comum em muitos países, e quase impensável no Brasil.

Trata-se de um box de lavagem onde o motorista pode ele mesmo lavar seu carro.

Com equipamentos práticos de usar e disponíveis através de moedas ou cartões de crédito, não requer nenhuma pessoa para ajudar em nada.

Há aspiradores de pó, água, sabão e secador, tudo pago por tempo de uso e com o serviço braçal do motorista. E sem precisar guardar tudo depois.