Imagem: www.nctimes.com

Semana passada eu estava guiando pelas ruas da zona norte de São Paulo, acompanhado de um entrevistado. O trânsito fluía livremente e as trocas de marchas eram constantes, situação rara na capital paulista. Após observar o meu comportamento ao volante, o entrevistado fez uma observação curiosa:
"Felipe, reparei que você troca as marchas com os dedos! Como você consegue?"
A princípio, não entendi a pergunta, pois para mim trocar marchas constitui um hábito natural, que já faz parte do automatismo do meu corpo. Nunca parei para prestar atenção no modo como efetuava as mudanças, apenas sei que devo despender apenas o esforço necessário para o correto engate de cada marcha.

Semana passada eu estava guiando pelas ruas da zona norte de São Paulo, acompanhado de um entrevistado. O trânsito fluía livremente e as trocas de marchas eram constantes, situação rara na capital paulista. Após observar o meu comportamento ao volante, o entrevistado fez uma observação curiosa:
"Felipe, reparei que você troca as marchas com os dedos! Como você consegue?"
A princípio, não entendi a pergunta, pois para mim trocar marchas constitui um hábito natural, que já faz parte do automatismo do meu corpo. Nunca parei para prestar atenção no modo como efetuava as mudanças, apenas sei que devo despender apenas o esforço necessário para o correto engate de cada marcha.





