google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Outro Chevette Tubarão que não tivemos por aqui:

Acho o carro lindíssimo, e muito melhor que o sedã por causa da utilidade da porta traseira e o balanço traseiro menor. Não entendo o porquê do fracasso desta configuração por aqui.

MAO

No final do mês passado falei sobre o absurdo que é o acesso para a BR-381 Fernão Dias a partir da BR 116 Presidente Dutra, só possível pela pista lateral desta. Se não se pegar seu acesso, ainda na marginal do Tietê, só retornando 8 km adiante da entrada para a BR-381, na saída para o aeroporto internacional, em Guarulhos. Ou seja, tem-se que rodar 16 km, pois há a volta.

Hoje tive o desprazer de vivenciar outro erro da engenharia de tráfego, que torna o dirigir em São Paulo cada vez pior e desgastante.

Praticamente todos sabem que para pegar a BR-116 Régis Bittencourt, uma das maneiras é usar a Av. Prof. Francisco Morato, saindo da marginal do Pinheiros. A longa via chega a Taboão da Serra, já outro município, onde começa a BR-116.

Mas as nossas "capacidades" resolveram fazer uma mudança de traçado tal que, permanecendo-se na Francisco Morato, vai-se para outra rua e não para a rodovia. Escolheram o anti-natural, portanto.

Depois de retornar e perder tempo, a descoberta: uma tímida placa no lado direito indica uma saída igualmente tímida à direita com os dizeres "Régis Bittencourt". Meu Deus, tinha haver uma sinzalição clara, um pórtico! Afinal, trata-se de uma BR, uma rodovia federal que leva ao Sul do país! Fora que é preciso fazer um desvio para pegar a importante rodovia, enquanto a Prof. Francisco Morato morre numa rua, a João Batista de Oliveira.

A turma enlouqueceu mesmo. Não dá.

Em setembro de 2008 estive em Brasília e visitei o Museu do Automóvel que é dirigido pelo Roberto Nasser. Quando estive lá o museu estava passando por reformas e o Nasser não estava. Uma pena, pois gostaria de ter conversado com ele sobre os carros expostos. A grande maioria deles é do próprio Nasser, que tem por objetivo preservar a história da indústria brasileira, uma vez que os carros nacionais são predominantes.

São muitos carros interessantes, como os nacionais FNM Onça e Brasinca 4200GT (ou Uirapuru) e o francês Amilcar. O Onça, ou o Mustang com alma italiana, é uma das 5 unidades fabricadas. A FNM, que fabricava o JK, solicitou à dupla Rino Malzoni e Anísio Campos a criação de um esportivo nacional. É notória a inspiração no Mustang, que naquela época já era sucesso absoluto.

Outro destaque do Museu é uma picape Tempra, que já foi motivo de uma postagem quando eu visitei o museu. Há também uma exposição dos principais motores desenvolvidos no Brasil.

Liguei para lá hoje e confirmei que a reforma já acabou e o museu está operando normalmente.

O museu fica aberto durante o Carnaval, só fecha na quarta-feira de Cinzas. Normalmente ele abre de terça a domingo das 11h00 às 17h00. O telefone para informações é (61) 3225-3000.

Quem tiver interesse em ver o próprio Nasser falando sobre o museu, veja o filme no link: Museu do Automóvel.



Para quem não está familiarizado com o vocabulário chevettístico, existem 3 tipos básicos de Chevettes brasileiros:

1) Tubarão: 1974-1977
2) Pontiac: 1978-1982
3) Monza: 1983-1994

Existem subdivisões entre estes tipos básicos, mas não vou entrar em detalhes aqui. O que eu queria mostrar para vocês é esta simpática foto abaixo, com 3 "Tubarões" que não tivemos por aqui: perua 2 portas, sedã 4 portas e cupê fasback.


Não são lindos? Ou é só falta de medicação mesmo?

MAO