google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: autor e divulgação


O Palio Fire em sua versão básica de duas portas, por R$ 24.730, é o carro mais barato fabricado no Brasil, segundo a Fiat. Pedimos um para teste justamente para saber como o consumidor que optar pelo mais barato ficará servido de carro. Felizmente, constatei que o Palio Fire transporta seus ocupantes com conforto, segurança e desempenho suficientes para que não haja reclamações. Ele é mais uma prova de que hoje ter um “carro mil” não é mais um significado de que se caiu nele por falta de poder aquisitivo, mas sim de opção, tipo “não quero mais porque não preciso de mais”.

O carro testado, contudo, era a versão quatro-portas (R$ 26.790) e equipado com os kits Celebration 2, 4 e Style, que incluem ar-condicionado, faróis de neblina, rodas de alumínio 14-pol. (de aço 13-pol na versão básica), rádio com entrada USB e limpador e desembaçador do vidro traseiro, entre outros opcionais, cujo preço salta para R$ 32.094. Dessa lista de opcionais, o único que, particularmente, considero imprescindível ao conforto é o ar-condicionado, mas que só vem embutido no kit Celebration 2, de R$ 4.284, que traz também assistência hidráulica de direção, acionamento elétrico dos vidros dianteiros e travas elétricas.

Bom carro para circular por este Brasil



Pelo autor que é o Paulo Roberto Peralta — cuidadoso, minucioso, paciente em achar fatos e encontrar a História — esse é um daqueles livros que tem estar na estante dos autoentusiastas e por isso o recomendamos.

O Peralta — esse é seu nome de guerra — é dono do site www.bandeiraquadriculada.com.br, um vasto arquivo de biografias de pilotos, matérias as mais diversas, filmes, um verdadeiro tesouro.

Ele me pediu para contar a história do capô do meu Opala que abriu na 24 Horas de Interlagos de 1970, na boca da Curva Um, e pronta e prazerosamente o atendi. O fato, claro, está contado no livro.

BS/Ae
Areia: um exemplo da física para a compreensão do trânsito


Vimos na 5ª parte os efeitos causados pela existência de cada automóvel no comportamento Yin e Yang do mundo que o cerca. Nesta parte iremos explorar comportamentos emergentes característicos dos fluxos de tráfego, tanto na condição estática quanto na móvel, e vamos verificar nuances muito sutis, porém fundamentais para o entendimento do comportamento do tráfego.

As areias do tempo

Os urbanistas se referem ao trânsito como um fluido. Na verdade o trânsito não é algo como um fluido, porque ele é um fluido mas de um tipo muito especial, que só nas últimas décadas vem sendo convenientemente estudado. É o chamado fluido granular, e o estudo das propriedades deste tipo de fluido dependem muito da Teoria do Caos, além dele oferecer grande margem de comportamentos emergentes.

O estudo do trânsito como fluido granular vem se impondo como uma necessidade urgente para o entendimento e controle dos fenômenos do trânsito atual e futuro. Antes, o trânsito e o fenômeno dos congestionamentos eram estudados a partir de ferramentas e dados estatísticos, mas estes não oferecem mais respostas satisfatórias diante do decrescimento exponencial das velocidades médias dentro das cidades.



Os grandes astros e celebridades conhecidos mundialmente, em sua maioria, são pessoas “do bem”. Politicamente corretos, defensores dos oprimidos e do meio ambiente, bem relacionados e sempre em alta na mídia e sociedade. Quem não gosta de uma figura dessas?

As vezes, um ou outro ponto fora da curva mudam este cenário. Pessoas que em teoria não deveriam ser apreciadas também ficam famosas e atraem muitos seguidores. Bonnie e Clyde, o famoso casal de bandidos americanos dos anos 1930, são lembrados até hoje.

Quem não simpatiza com o pirata Jack Sparrow? Ele é um bandido, ladrão e saqueador, mas todo mundo gosta dele, mesmo sendo profundamente ilegal.

O Ferrari 250 GTO é um caso de ilegalidade fora dos critérios de aceitação. Não poderia ter sido usada em competição, mas deram um jeito e o fizeram. E assim devemos agradecer, pois senão nunca o veríamos em ação.
Nos anos 1960, os campeonatos de endurance e corridas de curta duração (sprint) eram tão ou mais importantes que a própria F-1, pois os fabricantes estavam começando a ver que o automobilismo refletia em vendas. Tanto os carros de corrida que eram disponibilizados para pilotos e equipes particulares eram mais vendidos, como os de uso civil para o público normal.

Ferrari TR59, carro usado por Phil Hill em 1959, dominantes nas categorias do Mundial de Carros Esporte