google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: autor, salvo indicado



A Renault deixou para o Salão de Genebra, aberto ao público no último dia 6 com encerramento no próximo dia 16, a apresentação oficial do novo Twingo, apesar de nos últimos dias vir soltando notícias da novidade. Mas ao contrário do primeiro Twingo, de 1993, e da segunda geração, de 2007, o novo não tem nacionalidade francesa apenas, uma vez que resultou de cooperação com a Daimler (Mercedes-Benz) através de sua subsidiária smart. Os interesses convergiram quando a fabricante do pequeno carro de dois lugares planejou futuros modelos de dois e quatro lugares, tendo sido assinado acordo de co-concepção em abril de 2010 prevendo sinergias e rateio dos custos de desenvolvimento. A Renault aproveitou a experiência de arquitetura de motor traseiro do smart para se impor no mercado de carros pequenos com uma grande novidade, numa contraposição à corrente de motor e tração dianteiros. Também ao contrário dos dois primeiros Twingos, o novo tem quatro portas.

Renault 4 CV (Wikipedia)
O último Renault de motor traseiro de grande série havia o R10 (1965–1971), arquitetura iniciada com o Renault 4 CV de 1947 (ao lado) e continuada com o Dauphine de 1957 e seus derivados Gordini e 1093. Os três chegaram a ser fabricados também no Brasil sob licença pela Willys-Overland de 1959 a 1968. Antes do R10 existiu o R8, de 1962. Houve um modelo de motor central-traseiro, o rápido R5 Turbo (1980–1984) visando o Grupo 2 do rali e que vendeu 3.500 unidades (400 foram para homologação esportiva).


Porta de carga é de vidro



Resolução n° 336 do Conselho Nacional de Trânsito, de 24/11/2009, portanto com força de lei:

"Considerando que a aplicação de tachas ou tachões transversalmente à via como dispositivos redutores de velocidade, ondulações transversais ou sonorizadores causa defeitos no pavimento e danos aos veículos, resolve:

Art. 1º Os arts. 2º e 6º da Resolução nº 39, de 21 de maio de 1998, do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN passam a vigorar com as seguintes redações:

Art. 2º, Parágrafo  único:  É proibida a utilização de tachas e tachões, aplicados transversalmente à via pública, como redutor de velocidade ou ondulação transversal.

Art. 6º, Parágrafo único:  É proibida a utilização de tachas e tachões, aplicados transversalmente à via pública, como sonorizadores."
Não muito normal, mas não muito Citroën


O texto de hoje não é exatamente sobre um carro. O Citroën XM é a última das naves espaciais francesas a aportar no planeta Terra, ou Urântia para os iniciados.

Aparecido em 1989, com desenho atribuído à casa Bertone, já por aí se nota um complô interplanetário que fez acreditar que a responsabilidade foi dos italianos e franceses. Sabendo das famas desses dois criativos povos, os extraterrestres atribuíram a eles a autoria do XM, já que qualquer pessoa que conheça cidadãos desses países entenderia e aceitaria perfeitamente que não poderia sair nada muito normal dessa mistura. Os E.T.s  imaginaram que seria uma boa camuflagem.

Nuccio Bertone parece pensar: de onde veio isso?

Tanto é verdade que ele não é daqui, que há a letra X no nome, internacionalmente usada para denotar coisas “extra” e experimentais. Um experimento extraterrestre em nosso planeta, sem dúvida alguma. 

Só houve duas carrocerias, um hatch e uma perua — break, como dizem os franceses —, ambas de quatro-portas. 

Espaço de sobra para gente e bagagem

Fotos: Paulo Keller


Mal o up! foi lançado e publicado o post a respeito dele, recebi um para andar normalmente, no uso, como costumamos dizer. Era um high up!, topo da gama, acrescido do acabamento "colorido", pela foto acima, o red up! Carro com quase todos os opcionais, faltando pintura metálica ou a de cor amarelo Saturno e outros menores, sendo seu preço público sugerido R$ 41.900. Caro? Um pouco, mas não exagerado, levando em conta o conteúdo do carro.

Mais uma vez, só elogios para o novo Volkswagen. O projeto é muito bom, as mudanças para o Brasil, melhores ainda, e sua produção, em ótimo nível considerando estar no começo. A percepção de qualidade associada a estarmos andando em algo moderno dá plena satisfação. Entre seus destaques, o motor EA211 de três cilindros. Pode até ser um pensamento bem autoentusiasta, que poucos se darão conta, mas saber que está ali na frente um motor de alta tecnologia é bem prazeroso. Mais ainda ao vê-lo "trabalhar", deslocar o pequeno automóvel com uma desenvoltura incomum e até certo ponto incoerente para a sua baixa cilindrada, de tão boa.