google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)



Coluna 0114        02.jan.2014            jrnasser@autoentusiastas.com.br

De Coluna
Para Leitor
Assunto: Desejos para o seu 2014                                                  

A Coluna De Carro por Aí atingiu em 2013 volume de leitores que projeções otimistas nunca arranhariam: mais de 5 milhões! A eles a Coluna agradece o interesse e, no melhor estilo de princípio de ano, deseja:

Que você aja como a Audi, investindo para o futuro. A marca alemã, do grupo Volkswagen, onde puxa a apresentação de tecnologia, investirá US$ 30,5B — uns R$ 70B —, para aumentar sua produção e presença, no plano da matriz, de ser líder mundial em 2018. Onze novos produtos, tecnologias e fábricas na China, México e no Brasil. Nos mercados latinos, a partir de 2016.
Segue demandas, olhando os utilitários esportivos mistos de sedãs, camionetas, amplia sua linha para baixo, com o pequeno Q1 — Salão de Detroit, próxima semana, e vendas em 2016;

OOOO
Que você acredite, como a Audi, nos seus planos, antecipando resultados. Pretendia vender 1,5M de unidades em 2015, e marcou isto em 2013. Os investimentos pretendem 2M de vendas em 2020;

Audi Q3, produção brasileira em 2015

Foto: noticias.uol.com.br
 


A verdade é incontestável e dura. O Brasil não soube se preparar para o crescimento da frota e o que vemos hoje é o caos da mobilidade rodoviária, sem chance de melhora pelo menos em médio prazo. Nos grandes e médios centros urbanos é normal se esperar essa dificuldade, no mundo inteiro isso ocorre, e as saídas são otimizar ao máximo a geometria a qualidade de ruas e avenidas — no caso de São Paulo, pôr fim às inexplicáveis e famigeradas valetas e, claro, aos dejetos viários chamados lombadas, que vale para o país inteiro —, adotar o controle eletrônico de todos os semáforos e incrementar o transporte coletivo, mas de maneira correta, planejada, com metrô e ônibus realmente decentes. Porém é nas estradas que reside o grande problema e parece que ninguém está pensando nele como deve.

Problema esse causado exclusivamente pelo enorme adensamento populacional das cidades que, por sua vez, acaba gerando migrações temporárias descomunais em qualquer fim de semana prolongado ou até mesmo comum, não interessa o rumo. Pegar a estrada, algo tão natural não faz muito tempo, hoje assume ares de verdadeiro inferno, o que requer planejamento e estratégia ao se pretender viajar de carro.


Demorei! Sabe por quê? Foi muita coisa ao mesmo tempo. Achei que seria fácil, mas a verdade é que ser multitarefa exige mais do meu processador 4.3 (sou de 1970). Dirigir, definir rotas, fotografar, avaliar o carro, postar no Instagram, observar, aprender, curtir a paisagem, conversar, pensar no post, desfrutar a companhia e mais tudo aquilo que vem junto e ainda organizar isso de uma forma inteligível. Mas como um amigo sempre me diz, é começando que a gente acaba. 

O objetivo principal dessa viagem era ter uma grande satisfação, uma busca por prazer sob diversas formas.

prazer

pra.zer

sm (lat placere1 Alegria, contentamento, júbilo. 2 Deleite, gosto, satisfação, sensação agradável. 3 Boa vontade; agrado. 4 Distração, divertimento. Filos Emoção agradável que resulta da atividade satisfeita.


Então começo já dizendo que prazeres novos ou mais complexos não vêm assim tão fácil. Têm que ser conquistados, têm que ser alcançados. E, incrivelmente, o ser humano adora se auto-sabotar e dificultar as aventuras em busca do prazer. Eu mesmo arrumei uma forte dor de garganta na noite anterior. E durante a viagem, antes de chegar até o destino, aquela voz interior que anda sempre com a gente insinuou várias vezes que eu desistisse. Tive que vencer dor, cansaço, preguiça, acomodação e incertezas de um momento pessoal um pouco adverso. E é essa insistência que nos faz sair da zona de conforto.

Para quem ainda não sabe sobre o que estou falando, esse post trata-se da continuação do post "Um lugar, um parceiro, um carro e uma viagem" onde o lugar é a Serra do Rio do Rastro, o parceiro é o meu pai, o carro é um Nissan Altima e a viagem é o prazer que veio de tudo isso.

Michael Schumacher durante evento promocional da Ferrari (foto Ferrari F1)

Michael Schumacher está em coma induzido após sofrer acidente quando esquiava em Meribel, na França. Prognósticos sobre sua recuperação são reservados.

O heptacampeão mundial de F-1 está internado no Hospital Universitário de Grenoble (França) em coma induzido, condição que os médicos locais adotaram como melhor solução para avaliar as conseqüências de um acidente quando o alemão praticava esqui na neve na estação francesa de Meribel. Na queda Schumacher chocou-se contra uma rocha em uma área não aberta a esquiadores amadores e, segundo o professor Jean-François Payen, que assiste ao piloto, “se ele não estivesse usando capacete ele estaria morto a esta altura dos acontecimentos”. Para aliviar o inchaço e melhorar a irrigação sanguínea do cérebro Payen e o professor Stephan Chabardres também decidiram por induzir o corpo do piloto a temperaturas mais baixas, forma de reduzir a necessidade de oxigenação cerebral, o que também contribui para aliviar o inchaço.