google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)



End. eletrônico: edita@rnasser.com.br           Fax: +55.61.3225.5511
Coluna 3413    21.08.2013
 
Packard V-12 carroceria Dietrich, o mais na festa dos mais.
Quem foi ao gramado n°. 18 do Pebble Beach Golf Links, no resort e prainha com o mesmo nome, entre Carmel e Monterey, Califórnia, apreciou entre 248 veículos expostos – 48 idos do exterior –, a evolução do mais charmoso encontro de automóveis antigos. A 63ª edição mostrou não apenas os mais referenciais do setor, – 25% por extra fronteiras –, e o desdobramento do evento em gigantesco palco gramado, elegante, expondo o futuro ao lado do passado. A grande rampa gramada, de acesso ao plano inferior do evento, vem evoluindo como exposição inclinada e, neste ano, ali 20 veículos de conceito, sinalizavam o futuro.
Aumentar o número de veículos expostos; internacionalizar PB; ampliar atrações, com ênfase em automobilia; atrair fabricantes e importadoras como patrocinadores, e expositores para lançamentos e mostrar carros conceito; crescer a área expositiva; incrementar a visitação.
São as mudanças e a expansão do evento nos recentes cinco anos na gestão de dona Sandra Button. PB não é clube de veículos antigos, mas portentoso negócio, provocando e aproveitando o recordista fluxo turístico recebido pela Península, superior à etapa do mundial de Golf realizado no mesmo gramado.
Parece carro "de cinema"

A década de 1970 foi mesmo esquisita. Após o ser humano pisar na Lua em 20 de julho 1969, boa parte da humanidade parecia acreditar que tudo era possível. As cinco missões adicionais que colocaram humanos em solo lunar nem mesmo chamaram muita atenção do povão, mesmo nos Estados Unidos, pois se acreditava que aquilo já era fácil e rotineiro, sentimento baseado na falta de conhecimento técnico que imperava no mundo, e que só piora. Aquela mesma falta de conhecimento que acha que fazer um carro é fácil, e que uma corrida de dragsters é moleza, afinal  “é só reta”.

Muitos achavam que tudo seria permitido, embalados pela cultura hippie, que já mostrava sinais de cansaço, mas ainda tinha seguidores e influenciados (algo menos pior que o medíocre comunismo, que morreu faz tempo mas ainda tem adeptos hoje) que deram vazão à criatividade de formas diversas. Entre esses, um inglês que sabia o quanto era difícil conceber um veículo automotor.
No começo dessa década, no Reino Unido, Robert Jankel (1938-2005), um  empresário do ramo têxtil, iria iniciar um trabalho de personalização de automóveis, e logo após, de construção,  movido pela paixão que nutria pelas máquinas de quatro rodas. Nunca foi hippie, mas sua maior obra foi algo totalmente fora dos padrões comportados. Começou em 1971, e conseguiu ganhar dinheiro a ponto de poder abandonar seu trabalho na indústria têxtil.

Foto: www.terrordonordeste.blogspot.com



Tava na cara que ia dar caca. De repente, uma cidade pujante e vibrante como São Paulo se vê dirigida por um alcaide com idéias "bolivarianas", típicas do "comandante" Hugo Chávez, que fez de um país rico como a Venezuela um lugar miserável, onde até papel higiênico faltou alguns meses atrás. Logo a Venezuela, um dos grandes produtores de petróleo do mundo, a riqueza que esguicha do solo. Agora a nossa querida São Paulo – sou carioca, como muitos sabem, mas não troco esta cidade pelo Rio de Janeiro – está virando um melée só por conta de idéias populescas, como "pensar duas vezes antes de tirar o carro da garagem", como disse o petista-prefeito Fernando Haddad, que este povo sem noção colocou no poder municipal, depois que mandou pintar faixas exclusivas de ônibus à Bangu, termo usado pelos cariocas para ilustrar qualquer coisa feita sem cuidado e critério. Como eu já disse algumas vezes aqui, a democracia (demos + cratos = poder do povo, palavra que o idioma grego nos deu) tem o dom de poder suicidar. A História o comprova: Jânio Quadros, Fernando Collor, Luiz Inácio da Silva, Dilma Rousseff.

Fotos: autor


Como motociclista veterano – já são 45 anos tendo motocicletas – devo esclarecer que não sou fã dos scooters para uso em cidades esburacadas e de trânsito atrapalhado como São Paulo. Se eu fosse um veterano “vespista” ou “lambrettista”, na certa adoraria os scooters atuais, pois eles são uma evolução de Vespa, Lambretta e outros, suas rodas são também pequenas e a posição de pilotagem é semelhante. E é justamente dessas características que me vem a estranheza; me sinto inseguro. Me sinto e me racionalizo inseguro. Então vou, mas vou cabreiro, desconfiado; não relaxo como relaxo numa boa moto.

Vamos aos porquês. A princípio parecerá que estou dando voltas na explanação, porém, com o desenrolar elas deverão se justificar.

Ótimo acabamento. Boa visualização dos mostradores