google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Fotos: Nissan

Que o Nissan GT-R, atualmente órfão do nome Skyline é chamado de Godzilla, todos sabem.

Um carro de desempenho fortíssimo, um monstro japonês, o mundialmente apelidado Godzilla, pronunciado "Godzira", lá na terra de origem.

Se alguém não conhece a história, vale a pena. Originada do medo da radiação nuclear, algo que infelizmente os japoneses conhecem muito bem, é  um lagartão que se tornou gigante por ser exposto a esse tipo de contaminação, e invade as cidades destruindo tudo que vê pela frente.

Mais que uma ficção científica, é uma reflexão do por que as guerras são sempre fruto da imbecilidade humana.

Mas o GT-R nem é feio como o monstro que lhe empresta o nome, pelo menos para algumas pessoas ele é absolutamente lindo, e então a Nissan,  uma empresa que apenas pela linhagem Skyline já fez valer sua presença no mundo, resolve lançar o Juke, uma dos carros teoricamente mais feios já nascidos sobre quatro rodas.




No último dia 26 de novembro foram publicados os resultados mais de testes de impacto para uma lista de veículos produzidos na América Latina, pelo respeitável órgão Latin NCAP.

Quem deseja saber mais um pouco do significado e o que eles fazem, bem como os testes feitos até agora, antes de seguir adiante com a leitura, recomendo vejam este link.

Imagino que a maioria dos leitores do AE tomaram ciência dos desastrosos resultados, alguns de vocês nos escreveram pedindo comentássemos algo a respeito e foi o que decidimos fazer, não sem antes de um longo debate dentro deste grupo.

Os pontos discutidos não fogem muito do que se publicou e comentou na imprensa a respeito, que começam com uma constatação: compramos os carros compactos com níveis de proteção aos ocupantes contra impactos semelhantes aos que os compactos europeus (segmento B, lá) produziam há vinte anos.

Toyota + Subaru = Toyobaru

Eu adoro arroz, principalmente na hora do almoço, mas os japoneses adoram mais ainda. Eles comem arroz o dia inteiro: do café da manhã até o jantar, toda hora é hora para se comer arroz. O cereal é tão importante para eles que o governo japonês incentiva o plantio em qualquer lugar: o dono de um terrenão não pode simplesmente deixá-lo abandonado com mato crescendo. Ou ele ergue um prédio ou planta arroz.

É a estratégia da autossuficiência: o Japão poderia comprar arroz tailandês, vietnamita ou indiano por uma pequena fração do custo da produção interna, mas trata-se de uma respeitável cultura milenar. O país já importa uma infinidade de recursos naturais e por isso se recusa a comprar comida de outros países para alimentar seu povo. Na ponta do lápis é uma conta que não fecha, mas que se sustenta pela elevada taxação imposta ao arroz importado.

Questão de independência: acostumados a agruras históricas, o povo japonês sabe que é melhor enfrentar as vicissitudes da vida de barriga cheia. E o melhor: sem precisar depender de ninguém.


Invenção, evolução, revolução, as diversas formas de se avançar em tecnologia. A área de motores de competição é uma das que mais avança em função da necessidade de acompanhar a competitividade dos concorrentes, mesmo que os conceitos básicos sejam praticamente os mesmos ao longo de um século.

Nos anos 60, a disputa era acirrada entre diversos construtores, com vários pilotos capacitados ao título. O visionário Colin Chapman mostrava ao mundo que a leveza de seus carros era o caminho a ser seguido. Por outro lado, passava por apuros ao ser informado que a Coventry-Climax não iria produzir um motor de 3 litros para a temporada de 1966 da F-1. O título de 1965 da Lotus veio com o motor Climax 1,5-litro V-8 e as habilidosas mãos de Jim Clark.

O projeto do novo motor 3-litros para a Lotus então foi concentrado exclusivamente na empresa de Mike Costin e Keith Duckworth, a Cosworth, fundada em 1958. O acordo financeiro, envolvendo diretamente a Ford, previa um investimento alto em cima da Cosworth, onde 3/4 da verba era destinada ao desenvolvimento do V-8 para a Fórmula-1, e o 1/4 restante para o desenvolvimento de um motor de quatro cilindros voltado para Fórmula-2. Se o motor da F-2 fosse bem-sucedido, seria a base para o V-8 de F-1.