google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
 Foto: bicicleteiros.com.br


Ativista adj 2 gên 1. Que participa de ações políticas em defesa de um ideal. • subst. 2 gên. 2. Pessoa ativista (Dicionário Aurélio).

Há ativistas e ativistas, ideais e ideais. Lutar por transporte de massa sobre trilhos que parisienses, londrinos e bonaerenses têm há mais de um século; por redução da carga tributária; por alterar leis em favor da segurança no trânsito, como acabar com a heresia constitucional de que "ningúem é obrigado a produzir provas contra si próprio" e com isso se recusar, rir da lei, ao não se submeter à verificação de alcoolemia por meio do etilômetro; por salários dignos para professores e acabar com essa vergonha nacional; por um sistema hospitalar público decente; por um judiciário que seja impiedoso com criminosos, políticos corruptos e outroas transgressores da lei – em especial e no caso, motoristas que não respeitam veículos menores e frágeis como bicicletas;  enfim, ideais que visem o benefício coletivo.

Mas, cicloativista? Lutar por vias exclusivas para bicicletas que tirem espaço dos outros meios de transporte, em favor do transporte para fins pacíficos mais individual que existe? Um meio de transporte inviável quando chove, a não ser para quem é masoquista? Desculpem, "cicloativistas", nada a ver. Vocês estào lutando por um ideal que não é de mais ninguém, é só de vocês, dentro do mais absoluto conceito de egoísmo.


Dificilmente uma exposição de carros antigos é algo enfadonho. Mas é difícil um evento onde nada, ou quase nada, seja desagradável.

O Lake Mirror Classic 2011, em Lakeland, na Flórida, é um desses eventos de tranquilidade absoluta.

Um encontro que ocorre todo ano, junto ao lago localizado no centro de uma bela cidade que tem o nome de "terra dos lagos". É praticamente a perfeição para esse tipo de atividade, ao menos na categoria dos eventos grátis, os meus preferidos.
Foto: solteagravata.com




Vendo os recentes lançamentos da Hyundai, achei seus preços um tanto salgados. Como eu já havia apontado em um post anterior aqui no AE, parece-me que falta referência ao mercado brasileiro no que diz respeito a quanto vale um carro.

Porém, se na década de 80 era difícil termos acesso ao que havia fora do Brasil (apenas acessível a uma pequena classe abastada que podia viajar ao exterior e comprar revistas automobilísticas importadas, que também eram raras por aqui) e assim achávamos que Del Rey Ouro, Landau e Diplomata eram o supra-sumo do que poderia haver, hoje com o mundo da internet as coisas são bem diferentes.

Com um pouco de conhecimento de inglês e sabendo onde procurar, é possível se ter uma clara noção do que acontece no resto do mundo e assim comparar o mercado daqui com os mercados fora daqui.

É difícil de se fazer comparações diretas de preços de carros aqui no Brasil com os preços externos por conta da pesada carga tributária e do tão falado "lucro brasil" que infla as margens dos fabricantes daqui. Porém, é possível se fazer comparações relativas às posições que os carros ocupam nos mercados externos, para que comparemos se eles estão caros ou baratos aqui.
Foto: acdesterro.blogspot.com


É talvez a situação mais perigosa que existe para o motorista e seus passageiros. Já tive duas experiências dessas e é algo que não desejo nem a um inimigo – modo de falar, não tenho nenhum. O impacto contra um animal de grande porte como boi ou cavalo tem conseqüências as piores possíveis.

A primeira vez foi em 1971. Eu e meu sócio Eduardo estávamos vindo a São Paulo, de noite, no Karmann-Ghia dele, motor um pouco mexido, dois carburadores 40, comando P2, taxa mais alta etc., estimo uns 80 cv (originalmente 50 cv). Andava bem.

Vinhamos a cerca de 140 km/h no retão de Lorena quando vimos (ele dirigindo) o asfalto mudar de preto para vermelho de repente. Começou a frear mas não deu: acertamos um boi, já morto. Com a batida, o KG decolou de lado, andou um tempo em duas rodas mas voltou para quatro rodas. Tremendo susto.