google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Dificilmente uma exposição de carros antigos é algo enfadonho. Mas é difícil um evento onde nada, ou quase nada, seja desagradável.

O Lake Mirror Classic 2011, em Lakeland, na Flórida, é um desses eventos de tranquilidade absoluta.

Um encontro que ocorre todo ano, junto ao lago localizado no centro de uma bela cidade que tem o nome de "terra dos lagos". É praticamente a perfeição para esse tipo de atividade, ao menos na categoria dos eventos grátis, os meus preferidos.
Foto: solteagravata.com




Vendo os recentes lançamentos da Hyundai, achei seus preços um tanto salgados. Como eu já havia apontado em um post anterior aqui no AE, parece-me que falta referência ao mercado brasileiro no que diz respeito a quanto vale um carro.

Porém, se na década de 80 era difícil termos acesso ao que havia fora do Brasil (apenas acessível a uma pequena classe abastada que podia viajar ao exterior e comprar revistas automobilísticas importadas, que também eram raras por aqui) e assim achávamos que Del Rey Ouro, Landau e Diplomata eram o supra-sumo do que poderia haver, hoje com o mundo da internet as coisas são bem diferentes.

Com um pouco de conhecimento de inglês e sabendo onde procurar, é possível se ter uma clara noção do que acontece no resto do mundo e assim comparar o mercado daqui com os mercados fora daqui.

É difícil de se fazer comparações diretas de preços de carros aqui no Brasil com os preços externos por conta da pesada carga tributária e do tão falado "lucro brasil" que infla as margens dos fabricantes daqui. Porém, é possível se fazer comparações relativas às posições que os carros ocupam nos mercados externos, para que comparemos se eles estão caros ou baratos aqui.
Foto: acdesterro.blogspot.com


É talvez a situação mais perigosa que existe para o motorista e seus passageiros. Já tive duas experiências dessas e é algo que não desejo nem a um inimigo – modo de falar, não tenho nenhum. O impacto contra um animal de grande porte como boi ou cavalo tem conseqüências as piores possíveis.

A primeira vez foi em 1971. Eu e meu sócio Eduardo estávamos vindo a São Paulo, de noite, no Karmann-Ghia dele, motor um pouco mexido, dois carburadores 40, comando P2, taxa mais alta etc., estimo uns 80 cv (originalmente 50 cv). Andava bem.

Vinhamos a cerca de 140 km/h no retão de Lorena quando vimos (ele dirigindo) o asfalto mudar de preto para vermelho de repente. Começou a frear mas não deu: acertamos um boi, já morto. Com a batida, o KG decolou de lado, andou um tempo em duas rodas mas voltou para quatro rodas. Tremendo susto.

Fotos: autor



Particularmente, considero os Citroën chiques. As linhas, as cores, os detalhes de acabamento, a harmonia, o cuidado com o conforto etc, formam um conjunto chique. O design da marca também costuma ser moderno e inovador, seguindo a tradição iniciada pelo revolucionário DS 19, de 1955, um carro bem no estilo Flash Gordon.

A minivan C4 Picasso não foge à regra. Sua frente, segundo a Citroën, foi inspirada no TGV, o trem-bala francês. Parece com a frente dele, mesmo, e acredito que isso lhe traz benefícios aerodinâmicos, pois, apesar da relativamente grande área frontal, na estrada a minivan flui com facilidade. A 120 km/h – o velocímetro digital é exato, conferi –, e estando em 4a e última marcha, o giro está em baixas 3.200 rpm. E note que o motor não é nenhum V-6 ou V-8, motores que a essa rotação já geram grande potência. O motor é um 4-cilindros de 2 litros, com 143 cv de potência máxima.