google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


 Primeiro flagrante

"Façam o que eu digo, mas não façam o que  eu faço" seria a legenda perfeita para esta foto (acima) enviada ao AE por um leitor, que prefere não se identificar. A foto fala por si só.

Esse é um dos grandes problemas do Brasil hoje, o exemplo não vir de cima. A picape da CET tem número de ordem 0275.




Segundo flagrante

 Domingo (15) chuvoso na cidade. Até aí, normal. Na Rua Alvarenga, em Pinheiros, trânsito congestionado. O motivo está nos cones, o "caminho" feito para se andar de...bicicleta. Não havia ninguém pedalando nesta e em outras ruas próximas, muitas, inclusive, com acessos fechados.

Faltam à administração do trânsito da capital cabeças que pensem: quando está chovendo – inclusive os serviços de meteorologia vêm acertando muito bem as previsões – a operação Ciclofaixas de Lazer tem de ser suspensa, ou resultado é esse da foto.

Até parece punição a quem anda de automóvel ou então uma nova forma de sadismo, o oficial.

BS



Um amigo me contou esta hoje.

Sem tempo para fazer a inspeção veicular do carro dele (Controlar, em São Paulo-SP) por causa de sua vida profissional corrida, meu amigo pegou com um vizinho uma indicação de um mecânico que por módicos R$ 40 levaria seu carro para a inspeção.

Pagou e agendou pelo site para segunda-feira, e na segunda de manhã deixou dinheiro (os 40 reais), chave e documento para o mecânico pegar o carro e levar a um posto da Controlar.

No mesmo dia, às 18h, o mecânico ligou para ele, dando a notícia "O carro não passou" e que o havia trazido para a oficina, onde diagnosticou que seria necessário trocar várias peças, no valor de 320 reais, para fazer o carro passar na inspeção e que havia conseguido reagendar para quinta-feira.



A apresentação do Peugeot RCZ foi feita na pista particular da Fazenda Capuava, em Indaiatuba, o que nos deu segurança para buscar os limites do carro em curvas, acelerações e frenagens. Só que a pista é meio travada e não deu para passar de uns 140 km/h. E assim, após gostar bastante do comportamento do carro e da gentileza com que nos trata, sobra uma sensação de quero mais, de querer experimentá-lo numa viagem, pois este cupê 2+2 é o tipo do carro que nos incita a querer sair por aí viajando com a mulher. 

Ela estaria bem, pois haveria espaço para as suas bagagens – 321 litros no porta-malas, mais 318 litros de espaço sobre os pequenos bancos traseiros –, teria todos os confortos e amenidades que os bons sedãs proporcionam, como suspensão macia, ar-condicionado de duas zonas, bancos confortáveis etc., e eu teria um esportivozinho para guiar, onde minhas pernas ficariam quase na horizontal e minha tocada seria mais divertida, já que não estaria dirigindo só um modorrento meio de transporte.

Ferruccio Lamborghini e o Jarama. Ele começou a linhagem fabricando tratores, quem diria!

Gallardo. Diablo. Miura. Countach...Quando falamos em Lamborghini, nenhum destes modelos é esquecido, todos estão na ponta da língua para exemplificar algum modelo da fábrica do touro de Bolonha. Mas não é somente destes nomes que a Lamborghini é feita.

Este é um dos casos de injusto esquecimento, o Jarama.




Nascido em 1970 sob os traços do mestre Marcello Gandini para o estúdio Bertone, o Jarama era a diversificação da linhagem dos touros. Com desenho muito semelhante ao Iso Rivolta Lele, por motivos de mesma paternidade, o Jarama apostava nas linhas fortes e traços marcantes. Também vemos semelhança com o Alfa Romeo Montreal.