Foto: autor
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| Pedais do Honda Civic |
Acho que a primeira instrução de voo que recebi do instrutor Salo Roth, no curso de pilotagem do Aeroclube do Brasil, já dentro do avião Neiva P-56 (lembro do prefixo, PP-GRS), foi como usar o acelerador, no caso um manete no lado esquerdo. "Só acelere o necessário e nunca com movimentos bruscos, o mesmo para fechar o acelerador".
Na primeira decolagem, sob comando dele para mostrar o básico, chamou minha atenção para a maneira de acelerar para dar potência de decolagem: iniciar a abertura mais devagar e depois fazê-la mais rapidamente. até o máximo (potência total para decolagem). Nunca mais me esqueci disso. Usava o jeito "Salo Roth" até nas largadas de corriida.
junho 07, 2011
Fotos: VW
Excelência de comportamento é o que define o Passat e a perua Variant, que parecem não parar de melhorar. Tudo nesta sétima geração denota capricho e atenção para quem está a bordo, principalmente o que está ao volante. Não há o menor jeito de ser um tração-dianteira, pela maneira com faz curvas, sem nenhum resquício da esperada saída de frente, com obediência total ao que se quer fazer, com uma assistência elétrica de direção irrepreensível.
O rodar está no ponto que chamo de certo, firme sem ser desconfortável, não passando as imperfeições de piso com muita intensidade. A configuração de suspensão McPherson dianteira e multibraço, traseira, ambas com subchassi, contribuem para a qualidade de rodagem. Os pneus são 235/45R17.
Não houve mudança de estilo importante, exceto na extremidade frontal, e as dimensões permanecem as mesmas, exceto por meros 8 milímetros a mais na altura. A última evolução do Passat havia sido em março de 2005 (Genebra) e da Variant, em setembro (Frankfurt).
O sedã mede 4.769/1.820/1.480/2.712 milímetros (comprimento, largura, altura e entre-eixos), a Variant
4.771 milimetros de comprimento e 1.488 milímetros de altura, demais medidas iguais. Capacidade de bagagem, 485 litros no sedã e 513 litros na Variant.
junho 06, 2011

Também tenho percebido pessoas andando pelo meio da rua sem motivo aparente, não sei se acham a rua mais espaçosa, esquecendo que ali é lugar para veículos automotores e que a prática representa um grande risco de acidentes graves.
Mas existe o outro lado, ruas que foram alargadas sem que houvesse o recuo total dos imóveis às margens, o que ocasionou calçadas estreitíssimas, que obrigam o pedestre a ir para o meio da rua. A rua da foto é a Barão de Mesquita, no Rio de Janeiro, trecho entre a avenida Maracanã e rua Uruguai. Ali, a calçada tem trechos que mal passa uma pessoa, em vários pontos com um poste de luz espetado.
junho 06, 2011

