Foto: complexo-gt.org
O Chevrolet Opala teve dois problemas de recém-nascido relacionados a freios. Primeiro, logo no lançamento, quando o carro saiu com freios que deveriam ter causado a demissão do responsável da engenharia de produto/freios. Eram absolutamente insuficientes para o porte, peso e desempenho do carro, especialmente o de motor seis-cilndros de 3.800 cm³. A tambor nas quatro rodas, o carro não tinha potência de frenagem mínima necessária e, pior, puxava para um dos lados sempre. Até parece que se esqueceram de avaliar essa importante parte do veículo durante seu desenvolvimento.
A luz no fim do túnel veio com a versão SS, ainda de quatro portas, em 1970 como modelo 1971, dotada de freios a disco nas rodas dianteiras. Sanava-se parcialmente - sim, porque não foi aplicado a todas as versões, inexplicavelmente, o que só ocorreria em 1973 - um problema sério no primeiro Chevrolet brasileiro. O carro agora freava como se esperava, mas tinha um porém: o freio a disco não gostava de curvas. Hein? Será que o editor do AE enlouqueceu?


