google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Foi lançada recentemente a versão de duas portas do novo Uno, com o objetivo de completar a gama com uma opção mais barata do carrinho. Infelizmente as opções de duas portas ficam restritas aos carros mais baratos, salvo raras exceções.

Quem é mais jovem talvez não saiba, mas até meados dos anos 80 a preferência dos consumidores era pelos modelos de duas portas. Mesmo carros maiores, como o Monza e o Santana, eram oferecidos nessas versões, com grandes volumes de vendas. O Santana de 1991 foi lançado inicialmente na versão duas portas, o Tempra também teve seu cupê, mas a essa altura as pessoas já queriam a praticidade dos modelos de quatro portas. Mesmo assim, a GM lançou o Astra em 1998 com somente duas portas, e nem por isso foi fracasso.

Foto: O Estado de S. Paulo/Felipe Vieira/velocidadesul.com


Morte de piloto, ou morte cerebral neste triste caso do Gustavo Sondermann numa prova da Copa Montana neste domingo, sempre choca. Principalmente quem é do meio. Mas me chocou também ver as fotos do carro depois do acidente, pois na minha inocência, fruto da plena vi\vência no automobilismo, eu acreditava que a Copa Montana consistia de uma categoria de picapes Montana, fabricadas pela General Motors do Brasil e preparadas para pista como os carros de turismo. Jamais me passou pela cabeça tratar-se de uma categoria de esporte-protótipos fechados com motor V-8 5,7-litros e tração traseira com uma casca plástica de picape Montana por cima.

Aí fui procurar saber mais do carro no Google e um dos links era chevrolet.com.br. Um site da fábrica! Quer dizer então que a General Motors do Brasil patrocina, empresta seu nome a  uma mentira? O campeonato se chama Copa Chevrolet Montana! Será que estou ficando louco? Ou velho?
Foto: politicojove.arteblog.com.br


Dólar tocando 1,60 reais, inflação ainda contida, 6,5% anual, mas mesmo assim o preço do etanol disparou, como mostra a tabela de preços de um posto, etanol comum a R$ 2,19. Não faz muito tempo andava a R$ 1,40 e a gasolina comum, R$ 2,40. Esses preços eram quase um padrão na região sudeste exceto o Rio de Janeiro. O calculador de escolha de combustível FlexCalc, produto idealizado por mim e pelo André Dantas, tinha R$ 2,10 como limite do preço do etanol. Achamos na época (2008) que era até demais, não precisaria tanto. Pois os próximos a serem produzidos terão de ter a escala de preço do "nosso" combustível modificada. Ridículo.

FlexCalc adquirido por cliente. No final da escala verde, no disco interno, em cima, o preço do etanol, R$ 2,10

Os produtores de etanol estão cometendo ato de extorsão, inequívoco abuso do poder econômico. Os que estão do lado deles alegam valer a imutável lei da oferta e da procura. Se o etanol anda escasso, o preço tem que subir. Só que subir 50 por cento em cerca de seis meses, dentro do atual quadro da economia, para mim tem nome: extorsão.


Durante os anos 60 e 70, uma quantidade incrível de talentos convergiu para uma das empresas mais tradicionais da Europa, a Adam Opel AG. A fábrica de Rüsselsheim, na Alemanha, que tinha sido fundada como fabricante de máquinas de costura em 1862, nunca tinha sido uma empresa notável até ali. Seu maior sucesso foi uma cópia deslavada do Citroën 5CV, o Opel tipo 4/12PS “Laubfrosch” de 1924 (Laubfrosch era uma espécie de rã verde que vivia em árvores), o primeiro carro alemão fabricado em grande série. André Citroën chegou a processar a empresa por causa desta cópia não autorizada, mas sem sucesso. A Opel virou filial da General Motors americana já em 1929, e depois da guerra se limitava a produzir cópias reduzidas e mais lentas de Chevrolets para os alemães.